Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

1º ENCONTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS EM GEOLOGIA

1º ENCONTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS EM GEOLOGIA

DATAS: 27 e 28 de agosto de 2009
LOCAL: Auditório do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP) - Rua Nestor Pestana, 87 - 1ª Sobreloja - São Paulo - SP
Programa de atividades

Dia 27 de agosto: manhã
08:30h - 09:30 h - Cerimônia de abertura
Mesa: Febrageo (Presidente, Regionais), CREA-SP, Confea, SIGESP, SINGEO, APGRJ,
8:30h - 8:40h - Palavra do Mestre de Cerimônias
8:40h - 8:50h – Abertura do evento - Presidente da Febrageo
8:50h - 9:10h - Palavra do Presidente do CREA-SP
9:10h - 9:30h - Palavra do Presidente do Confea
09:30h - 10:00h - Coffee break
10:00h - 10:20h - Situação atual das entidades de profissionais em Geologia, reorganizações em andamento e prioridades para o futuro
10:20h - 10:40h - Atuação dos profissionais em Geologia no âmbito do sistema Confea-Creas
10:40h - 11:00h - Análise da Resolução nº 1.010 do Confea e os novos cenários para a atuação profissional
11:00h - 11:20h - A "Lei do Geofísico": situação atual e previsional, e suas decorrências na atuação dos profissionais em geologia e geofísica
11:20h- 11:40h – Proposta de criação do Ministério de ”’Geologia, Recursos Minerais e Hidrocarbonetos’”
11:40h - 12:20h - Debates sobre os temas apresentados
12:20h - 14:00h – Almoço

Dia 27 de agosto: tarde
14:00h - 14:45h - A atuação dos profissionais de Geologia na área do Petróleo: situação atual e novos cenários
14:45h - 15:30h - A atuação dos profissionais em Geologia na área da Mineração em situação de crise econômica mundial e cenários futuros
15:30h -16:00h - Coffee break
16:00h - 16.45h - A atuação dos profissionais em Geologia na área do planejamento da ocupação do solo para a prevenção de catástrofes de natureza geológica
16:45h - 17:15h - A atuação dos profissionais em Geologia em estudos ambientais visando o licenciamento de empreendimentos
17:15h - 18:15h - Debates

Dia 28 de agosto: manhã
08:10h - 12:15h - Mesa-Redonda: "Geólogos, Mineração e Desenvolvimento Nacional"
08:10h - 08:20h - Início dos trabalhos
08:20h - 09:00h - O conhecimento geológico como ferramenta fomentadora das atividades de pesquisa mineral
09:00h - 09:40h - A mineração como indutora do Desenvolvimento Nacional: situação atual e mudanças necessárias
09:40h - 10:00h - Coffee break
10:00h - 10:40h - Entraves ao desenvolvimento da mineração no Brasil e cenários desejados
11:15h - 12:15h - Debates
12:15h - 14:00h – Almoço

Dia 28 de agosto: tarde
14:00h - 17:00h - Mesa-Redonda: "Geólogos, Petróleo e Desenvolvimento Nacional"
14:00 - 14:10h - Abertura dos trabalhos
14:10 - 15:10h - Novos cenários para o desenvolvimento nacional com a descoberta das reservas de petróleo e gás da camada Pré-Sal
15:10h - 16:00h - O marco regulatório adequado para aproveitamento dos recursos petrolíferos nacionais em favor da sociedade brasileira
16:00h - 16:20h - Coffee break
16:20h - 17:00h - Debates
17:00h - 17:30h - Encerramento do evento e escolha de novo local para o 2º Encontro Nacional dos Profissionais em Geologia.

COORDENAÇÃO GERAL: FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE GEOLOGIA - FEBRAGEO
ORGANIZAÇÃO: FEBRAGEO, SIGESP, SINGEO-MG e
ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS DE GEÓLOGOS DOS ESTADOS
(AM, AL, BA, CE, DF, ES, GO, MT, PA, PE, PI, PR, RJ, RN, RO, RS, SE, SC e SP)

ENTIDADES PATROCINADORAS: CONFEA, CREA-SP

COLABORAÇÃO: SBG, ABGE, ENEGE, GEOJUNIOR, AGUSP

Sábado, 11 de Julho de 2009

REUNIÃO ANUAL DA SBPC / TEATRO AMAZONAS 12/07

61ª Reunião Anual será aberta neste domingo

A cerimônia de abertura da 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) será realizada neste domingo (12/07), às 19h00, nas escadarias do Teatro Amazonas – principal patrimônio cultural arquitetônico do Amazonas.


O evento é aberto ao público e são esperadas cerca de 1,5 mil pessoas, que terão a oportunidade de conhecer o interior do teatro antes da sessão de abertura.
O presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp, fará a abertura oficial do evento. Estarão presentes na solenidade o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende; o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, representando o ministro da Educação, Fernando Haddad; o governador do Estado do Amazonas, Eduardo Braga; a nova reitora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Márcia Perales, entre outras autoridades.
Durante a cerimônia será realizada uma homenagem ao pesquisador e presidente de honra da SBPC Warwick Estevam Kerr. Pioneiro na genética brasileira e um dos maiores especialistas em genética de abelhas do mundo, o pesquisador foi diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) de 1999 a 2002 e até hoje tem uma grande atuação na região amazônica. Impossibilitado de comparecer à homenagem por motivos de saúde, Kerr, que atualmente reside em Uberlândia, em Minas Gerais, gravou um depoimento em vídeo, que será transmitido durante a solenidade, em que saúda os organizadores do evento e agradece pelo justo reconhecimento ao seu mérito científico.
Após a abertura oficial do evento, o público assistirá a um show, com duração estimada de 40 minutos, reunindo artistas da Amazônia, que apresentarão algumas manifestações culturais da região. O término da cerimônia está previsto para as 21h.
Já estão abertas, no site www.sbpcnet.org.br/manaus
, as inscrições para os minicursos que serão realizados durante a 61ª Reunião Anual da SBPC – evento que acontece em Manaus (AM), de 12 a 17 de julho, na Universidade Federal do Amazonas (UFAM). No total, serão oferecidas 49 opções de minicursos, com temas que abrangem diversas áreas do conhecimento. Para participar, além de estar inscrito no evento, é necessário pagar taxa de R$ 10,00.
Todos os 49 minicursos serão realizados simultaneamente, entre os dias 14 e 17 de julho, das 8h00 às 10h00. O atestado de freqüência será entregue na última aula.
As inscrições online podem ser feitas até o dia 2 de julho no site do evento, onde também constam as instruções para pagamento da taxa. As vagas são limitadas e seu preenchimento obedecerá a ordem de inscrição no minicurso e do pagamento da taxa. Se houver vagas remanescentes, as inscrições poderão ser feitas também no local do evento
(10/07/09)

Através dos ouvidos, pesquisadores na Amazônia estão fazendo descobertas sobre a real biodiversidade da floresta amazônica que passaram despercebidas aos olhos de outros cientistas que se dedicaram a estudá-la. Utilizando a bioacústica, uma ferramenta tida como uma das mais úteis para reconhecer e identificar na natureza a diversidade de aves e outros animais que emitem sons, eles estão constatando que a variedade de espécies do bioma amazônico é muito maior do que se imaginava.

“Onde nós achávamos, pela observação visual, que tinha uma espécie só, quando estimulamos nossa atenção pelo som descobrimos que tinham diversas que foram cegamente ignoradas, porque em uma primeira impressão pareciam todas iguais”, afirma o ornitólogo e curador da coleção de aves do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Mario Cohn-Haft. Ele abordará esse assunto em uma conferência durante a 61ª Reunião Anual da SBPC – evento que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) promoverá de 12 a 17 de julho em Manaus (AM).
De acordo com o pesquisador, que estuda os padrões de distribuição de aves amazônicas, as pesquisas sobre a biodiversidade da Amazônia foram iniciadas utilizando a visão, o sentido humano mais desenvolvido, para identificar as espécies pelos seus aspectos morfológicos – as formas e cores. A partir da década de 50, com o surgimento de potentes gravadores de som portáteis e de análise visual dele - denominada análise acústica, em que o som é convertido em um gráfico, o sonograma –, se tornou possível também utilizar o estudo do som para catalogar a diversidade e variabilidade das espécies na Amazônia.
“Os sons estão possibilitando identificar a diversidade biológica da floresta amazônica, que muitas vezes é ofuscada pelos aspectos visuais. Os animais produzem sons únicos e singulares. E o estudo desse repertório sonoro permite identificar as espécies e descrever a variação geográfica delas por meio da mudança do som que elas fazem de um lugar para outro”, explica Cohn-Haft.
Diferenças genéticas – O uirapuru de algumas partes da Amazônia, por exemplo, não canta igual aos outros integrantes de sua espécie que podem ser encontrados em outros lugares da região. O que caracteriza uma variação de som de indivíduos da mesma espécie que, segundo o pesquisador, tem duas possíveis explicações.
A primeira é que nesses diferentes pontos da região amazônica o pesquisador, em trabalho de campo, pode ter amostrado apenas uma parte do repertório de sons dos pássaros que, na verdade, podem fazer os mesmos sons em qualquer lugar, induzindo o observador a concluir erroneamente que isso representa uma variação geográfica da espécie. “É como se ao ouvirmos pessoas dizendo “bom-dia” em lugar e “boa-noite” em outro, concluíssemos que elas falam idiomas diferentes. Mas se passássemos mais tempo, pelo menos um dia e uma noite, nesses dois lugares, descobriríamos que elas falam as duas frases em ambas as partes”, explica o pesquisador.
A segunda hipótese é que o som emitido por uma população desta ave em um determinado ponto da Amazônia é, de fato, diferente do produzido por indivíduos da mesma espécie localizados em outros locais da região amazônica. O que está dando origem à outra grande descoberta. “Estamos descobrindo que, quando há uma diferença de som de um local para outro de uma população da mesma espécie, também há uma diferença genética. O animal é outro”, revela Cohn-Haft.
Na avaliação do especialista, o estudo do som está se tornando uma ferramenta útil e barata para reconhecer diferenças genéticas em populações de animais. E, em função dessa projeção, está sendo aplicado no estudo de identificação de diversas novas espécies de animais. “A bioacústica tem um potencial muito grande e já é muito explorada em outras partes do mundo. Hoje em dia tem gente trabalhando com sons de quelônios – tartarugas – em florestas, além de anuros – sapos – e até insetos. E nós estamos trabalhando pesado com isso em aves”, conta.
Música da floresta - Segundo Cohn-Haft, o som exerce um papel crucial de comunicação para os animais. Eles o utilizam para enviar mensagens a outro indivíduo, normalmente da mesma espécie. Mas ao contrário do que imagina um observador humano desatento que, ao se embrenhar em uma mata ouve uma proliferação de barulhos produzidos por diversos animais e acredita que são aleatórios, os sons da floresta têm uma ordem e estrutura próprias.
“Os animais têm cuidado para escolher o momento, a freqüência, o timbre - se agudo ou grave - e a repetitividade do som, para não perder o esforço e desperdiçar a energia para se comunicar. Porque o objetivo é que o som seja ouvido por alguém”, diz.
O pesquisador compara os sons da floresta a uma orquestra, em que os animais, tal como os músicos instrumentistas, executam partes e fazem vozes específicas que se completam, formando uma sinfonia. “Não é cacofonia, uma barulheira só. Tem uma ordem. E o resultado a gente só percebe que é muito bonito”, avalia o especialista, ressaltando que não foi por acaso que grandes compositores criaram obras baseadas nos sons dos animais, como o maestro brasileiro Carlos Gomes, que compôs “O canto do uirapuru”.


Nicho sonoro – O tipo de ambiente, conta o pesquisador, também afeta o som produzido pelos animais. Em ambientes de floresta densa, o timbre de voz deles tende a ser mais grave para o som se propagar melhor no meio da vegetação. Já em ambientes de mata aberta ou nas próprias copas das árvores, a propagação do som não sofre a interferência da vegetação, e os barulhos produzidos pelos animais podem ser de ondas curtas - mais agudo. Com base nisso, as alterações ambientais promovidas pelo homem, como o desmatamento, podem afetar em curto prazo o sucesso de comunicação sonora dos animais e, em longo prazo, a sobrevivência de organismos já adaptados ao ambiente que sofreu mudanças.

Da mesma forma que existe um conceito de nicho ecológico, em que uma floresta é dividida em partes onde cada espécie desempenha uma determinada função em seu habitat, nela também há nichos sonoros. Essas características de timbre, horário, repetitividade dos sons e a escolha do momento em que o pássaro canta são maneiras de evitar que sua voz suma em meio a outros barulhos e dividir o ambiente acústico, garantindo que seu som seja ouvido.
Mas o que exatamente cada animal quer comunicar com seus vários sons é outro assunto, que também já está sendo objeto de pesquisa. “Que eles querem ser ouvidos quando vocalizam e que usam diferentes sons em diversos contextos, isso nós já sabemos. Mas o que estão dizendo um para o outro, só estamos começando a entender”, antecipa Cohn-Haft.

Serviço: A palestra “Os Sons da Floresta”, do biólogo Mario Cohn-Haft, será realizada no próximo dia 14 de julho, às 10h30, durante a 61ª Reunião Anual da SBPC. O evento, cujo tema é “Amazônia: Ciência e Cultura”, será realizado a partir do dia 12 em Manaus (AM), no campus da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Contará com 175 atividades, entre conferências, simpósios, mesas-redondas, grupos de trabalho, encontros e sessões especiais, além de apresentação de trabalhos científicos e minicursos. Veja a programação em


www.sbpcnet.org.br/manaus.

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

NOVO PROCEDIMENTO P ÁREAS DE EXPLORAÇÃO MINERAL - DNPM

O Ministério de Minas e Energia lançou novo portal na internet (http://www.mme.gov.br/).

No ar a partir desta terça-feira, 7 de julho, a página do ministério apresenta sites específicos das cinco secretarias: Executiva, Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis, Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Energia Elétrica, e Planejamento e Desenvolvimento Energético. O portal traz ainda novo layout e acesso rápido a documentos do setor, como os de planejamento de longo prazo, além de glossário de termos do setor e feed de notícias - que permite leitura de novas informações em tempo real.
Novo procedimento para áreas de exploração mineral
Data 06/07/09

Novo regulamento publicado nesta terça-feira pelo Ministério de Minas e Energia (MME) modifica brecha que havia na lei de disponibilidade de áreas desoneradas. O objetivo é evitar que elas permaneçam nas mãos das mesmas pessoas sem serem estudadas. Agora, os interessados nessas áreas passarão por um processo licitatório para ter o direito de explorá-las. Nesta terça-feira (30), o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou no Diário Oficial da União (D.O.U.) a portaria n° 247, que estabelece os critérios gerais para esse procedimento, que será de responsabilidade do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), autarquia vinculada ao ministério. A portaria define as regras para a disponibilização de áreas desoneradas para pesquisa e lavra, estabelecendo os critérios gerais para a instalação do processo licitatório. Entre outros benefícios, a alteração na legislação permitirá que as áreas desoneradas sejam transferidas para novos concessionários que continuarão a pesquisa e a exploração mineral, evitando a retenção de áreas e a especulação de títulos. Segundo a portaria, o procedimento de disponibilidade só poderá ser instaurado após a decisão de desoneração da área, caso não haja mais recurso administrativo. Essa área será publicada no Diário Oficial e ficará disponível pelo prazo de sessenta dias. Dessa forma, o processo será considerado válido mediante edital. O local escolhido poderá ter como finalidade a pesquisa ou lavra. Fiscalização e responsabilidade O DNPM poderá estabelecer critérios e condições específicos a serem atendidos pelos interessados no processo de habilitação às áreas disponíveis. Esse ato poderá ser revogado ou anulado pelo DNPM, caso não se encontre conforme o disposto na lei. Caso haja descumprimento dos prazos determinados pelo regulamento, as concessões serão devolvidas à autarquia. Sendo assim, se for verificado o abandono formal da mina, haja descumprimento dos prazos de trabalho ou, ainda se extrair substância não compreendida no Decreto de Lavra, o minerador perderá os direitos sobre o título de concessão. O DNPM é o órgão responsável por promover a exploração mineral e o aproveitamento dos recursos minerais e pelo controle e fiscalização das atividades de mineração no país. Assessoria de Comunicação Ministério de Minas e Energia (61) 3319-5620/5588


Arquivos relacionados:Portaria n. 247 - 2009

SGM/MME lança publicação Perspectiva Mineral
Data 08/07/09
A Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia lança uma nova fonte de informações sobre o setor.
A publicação Perspectiva Mineral tem o objetivo de estabelecer um canal para transmitir à comunidade mineral e aos demais interessados as políticas, os programas e os projetos realizados ou em curso no âmbito da SGM e seus departamentos.
Neste primeiro número, é abordada a elaboração do Plano Duodecenal de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (PDGMT 2010/2030), com breve síntese dos planos anteriores para o setor mineral, os desafios e oportunidades, além da metodologia de elaboração do novo plano, que deverá estar pronto ao final deste ano.

Clique aqui para acessar a publicação
Assessoria de ComunicaçãoMinistério de Minas e Energia(61) 3319-5588/5620

Domingo, 28 de Junho de 2009

SARYCHEV PEAK VOLCANO

VOLCANIC VISTAS:
On June 12th, astronauts onboard the International Space Station watched in amazement as Russia's Sarychev Peak volcano erupted directly beneath their spacecraft.

The rare photo they took is a must-see. An enormous sulfur dioxide plume from the eruption is now circumnavigating the globe at northern latitudes, producing spectacular sunsets for international air travelers.

Today's edition of http://spaceweather.com

features: 3D photos of the eruption from space,
satellite movies of the sulfur dioxide plume,
and a Mars-like view of the volcanic cloud over the Canadian Arctic

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

GUIA DO MINERADOR - LICENCIAMENTO AMBIENTAL - DNPM

Guia do MineradorLicenciamento Ambiental

Sob quaisquer dos regimes citados, para obtenção dos títulos, há necessidade de apresentação pelo interessado de Licenças Ambientais, emitidas pelos órgãos estaduais de meio-ambiente, além de informações, sobre este aspecto, solicitados pelo próprio DNPM, como o Plano de Controle de Impactos Ambientais na Mineração, por exemplo.
Os procedimentos para obtenção de Licenças Ambientais nos empreendimentos de aproveitamento dos recursos minerais estão explicitados em duas resoluções do CONAMA – Conselho Nacional de Meio-Ambiente.


Legislação MineralÍndice Remissivo Meio-Ambiente
Licença Ambiental para Concessão de Lavra
Resolução Conama 09/90
Artigo 18 do Decreto 98.812/90
Licença Ambiental para Guia de Utilização
Resolução Conama 09/90
Licença Ambiental para Licenciamento
Resolução Conama 10/90
Licença Ambiental para Permissão de Lavra
Parágrafo 1° do Artigo 12 do Decreto 98.812/90
Artigo 3º da Lei 7.805/89
Pesquisa Mineral em Áreas de Conservação
Artigo 19 do Decreto 98.812/90

A Resolução CONAMA no 09/90 trata do licenciamento ambiental das áreas sob o Regime de Autorização e Concessão


RESOLUÇÃO CONAMA Nº 009de 06 de dezembro de 1990
O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 79, inciso II, do Decreto nº 99.274, de 06 de junho de 1990, para efetivo exercício das responsabilidades que lhe são atribuídas pelo artigo 17 do mesmo Decreto, e
Considerando a necessidade de serem editadas normas específicas para o Licenciamento Ambiental de Extração Mineral das classes I, III, IV, V, VI, VII,VIII e IX (
Decreto-Lei nº 227, 28 de fevereiro de 1967), e tendo em vista o disposto no artigo 18, do Decreto nº 98.812, de 09/01/90, RESOLVE:
Art 1º - A realização da pesquisa mineral quando envolver o emprego de guia de utilização, fica sujeita ao licenciamento ambiental pelo órgão competente.
Parágrafo Único - O empreendedor deverá requerer ao órgão ambiental competente a licença de operação para pesquisa mineral, nos casos previstos no caput deste artigo, apresentando o plano de pesquisa mineral, com a avaliação do impacto ambiental e as medidas mitigadoras a serem adotadas.
Art 2º - Para o empreendedor exercer as atividades de lavra e/ou beneficiamento mineral das classes I, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX, excetuado o regime de permissão de lavra garimpeira. deverá submeter seu pedido de licenciamento ambiental ao órgão estadual de meio ambiente ou ao IBAMA, quando couber, prestando todas as informações técnicas sobre o respectivo empreendimento, conforme prevê a legislação ambiental vigente, bem como atender ao disposto nesta Resolução.
Parágrafo 1º - O empreendedor, quando da apresentação do Relatório de Pesquisa Mineral ao DNPM, deverá orientar-se junto ao órgão ambiental competente sobre os procedimentos para habilitação ao licenciamento ambiental
Parágrafo 2º - As solicitações da Licença Prévia - LP, da Licença de Instalação - LI e da Licença de Operação - LO deverão ser acompanhadas dos documentos relacionados nos anexos I, II e III desta Resolução, de acordo com a fase do empreendimento, salvo outras exigências complementares do órgão ambiental competente.
Art. 3º - Caso o empreendimento necessite ser licenciado por mais de um Estado, dada a sua localização ou abrangência de sua área de influência, os órgãos estaduais deverão manter entendimento prévio no sentido de, na medida do possível, uniformizar as exigências.
Parágrafo Único - O IBAMA será o coordenador entre os entendimentos previstos neste artigo.
Art. 4º - A Licença Prévia deverá ser requerida ao órgão ambiental competente, ocasião em que o empreendedor deverá apresentar os Estudos de Impacto Ambiental com o respectivo Relatório de Impacto Ambiental, conforme Resolução CONAMA nº 01/86, e demais documentos necessários.
Parágrafo Único - O órgão ambiental competente, após a análise da documentação pertinente, decidirá sobre a concessão da LP.
Art. 5º - A Licença de Instalação deverá ser requerida ao órgão meio ambiental competente, ocasião em que o empreendedor deverá apresentar o Plano de Controle Ambiental - PCA, que conterá os projetos executivos de minimização dos impactos ambientais avaliados na fase da LP, acompanhado dos demais documentos necessários.
§ 1º - O órgão ambiental competente, após a análise do PCA do empreendimento e da documentação pertinente, decidirá sobre a concessão da LI.
§ 2º - O órgão ambiental competente, após a aprovação do PCA do empreendimento, concederá a Licença de Instalação.
§ 3º - O órgão ambiental competente solicitará ao empreendedor a autorização de desmatamento, quando couber.
Art. 6º - A concessão da Portaria de lavra ficará condicionada à apresentação ao DNPM, por parte do empreendedor, da Licença de Instalação.
Art. 7º - Após a obtenção da Portaria de lavra e a implantação dos projetos constantes do PCA, aprovados quando da concessão da Licença de Instalação, o empreendedor deverá requerer a Licença de Operação, apresentando a documentação necessária.
§ 1º - O órgão ambiental competente, após a verificação da implantação dos projetos constantes do PCA e a análise da documentação pertinente, decidirá sobre a concessão da LO.
§ 2º - O órgão ambiental competente, após a comprovação da implantação dos projetos do PCA, concederá a Licença de Operação.
Art. 8º - O órgão ambiental competente, ao negar a concessão da Licença. em qualquer de suas modalidades, comunicará o fato ao empreendedor e ao DNPM, informando os motivos do indeferimento.
Art. 9º - O não cumprimento do disposto nesta Resolução acarretará aos infratores as sanções previstas nas Leis nº 6.938, de 31/08/81 e
7.805, de 18/07/89, regulamentadas pelos Decretos nº 99.274, de 06/06/90 e no 98.812, de 09/01/90, e demais leis específicas
Art. 10 - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Minerais das Classes I, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX
ANEXO I
TIPO DE LICENÇA
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
LICENÇA PRÉVIA - LP (fase de planejamento e viabilidade do empreendimento)
1 - Requerimento da L.P.
2 - Cópia da publicação do pedido da L. P.
3 - Certidão da Prefeitura Municipal
4- Estudos de Impacto Ambiental - EIA e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, conforme Resolução CONAMA nº 01/86
ANEXO II
TIPO DE LICENÇA
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
LICENÇA DE INSTALAÇÃO - LI (fase de desenvolvimento da mina, de instalação do complexo minerário, inclusive a usina, e implantação dos projetos de controle ambiental)
1 - Requerimento da LI
2 - Cópia da publicação do pedido da LI
3 - Cópia da publicação da concessão da LP
4- Cópia da comunicação do DNPM julgando satisfatório ao PAE - Plano de Aproveitamento Econômico
5 - Plano de Controle Ambiental
6- Licença para desmate expedida pelo órgão competente, quando for o caso
ANEXO III
TIPO DE LICENÇA
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
LICENÇA DE OPERAÇÃO - LO (fase de lavra, beneficiamento e acompanhamento de sistemas de controle ambiental)
1 - Requerimento da LO
2 - Cópia publicação do pedido de LO
3 - Cópia da publicação da concessão da LI
4 - Cópia autenticada da Portaria de Lavra
Tânia Maria Tonelli Munhoz

José A. Lutzemberger

Guia do MineradorRegimes de Autorização e de Concessão
Objetivos

O objetivo final na utilização desses regimes é um título que permita o aproveitamento do recurso mineral que, no caso, é uma portaria do Ministro das Minas e Energia, denominada corriqueiramente de Portaria de Lavra (
Artigo 43 do Código de Mineração). Existe um título intermediário, um Alvará do Diretor-Geral do DNPM, que autoriza o interessado a pesquisar determinada substância mineral, de modo a definir sua quantidade, qualidade e distribuição espacial (Artigo 15 do Código de Mineração).

Campo de Aplicação

Os Regimes de Autorização e de Concessão podem ser utilizados para todas as substâncias minerais, com exceção daquelas protegidas por monopólio (petróleo, gás natural e substâncias minerais radioativas).
Áreas Máximas (Artigo 1º da Portaria DG DNPM nº 392/04)

2.000 ha: substâncias minerais metálicas, substâncias minerais fertilizantes, carvão, diamante, rochas betuminosas e pirobetuminosas, turfa, e sal-gema;
50 ha: substâncias de emprego imediato na construção civil, argila vermelha para a indústria cerâmica, calcário para corretivo de solos, areia quando adequada a indústria de transformação; feldspato, gemas (exceto diamante), pedras decorativas, e mica;
1.000 ha: rochas para revestimento, e demais substâncias minerais.

Requerimento de Pesquisa
Área Livre: A área objetivada em requerimento de
Autorização de Pesquisa será considerada livre, desde que não se enquadre em qualquer das hipóteses previstas no Artigo 18 do Código de Mineração. É aconselhável que esta condição seja verificada no DNPM, antes do requerimento. A partir de 28 de setembro de 2005, foi instituído o pré-requerimento eletrônico de direitos minerários, para fins de obtenção de alvará de pesquisa (Portaria DG DNPM n° 268/05).
Requerente: Pessoa física ou pessoa jurídica.

Documentação e Procedimentos (Artigo 16 do Código de Mineração): A Autorização de Pesquisa para cada área individualmente deverá ser pleiteada em requerimento dirigido ao Diretor-Geral do DNPM, entregue mediante recibo no protocolo do distrito DNPM em cuja jurisdição encontra-se a área, onde será numerado e registrado, devendo ser apresentado em duas vias e conter os seguintes elementos de instrução:

No caso de pessoa física: nome, indicação da nacionalidade, do estado civil, da profissão, do domicílio, e do número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda do requerente;
Em se tratando de pessoa jurídica: razão social, número do registro de seus atos constitutivos no Órgão de Registro de Comércio competente, endereço e número de inscrição no Cadastro Geral dos Contribuintes do Ministério da Fazenda;
Prova de recolhimento de
emolumentos fixados na Portaria DG DNPM nº 400/08;
Designação das substâncias a pesquisar;
Indicação da extensão superficial da área objetivada, em hectares, e do Município e Estado em que se situa;
Memorial descritivo da área pretendida, conforme definido na
Portaria DG DNPM nº 15/97;
Planta de situação, cuja configuração e elementos de informação estão estabelecidos na
Portaria DG DNPM nº 15/97;
Plano dos trabalhos de pesquisa, acompanhado do orçamento e cronograma previstos para a sua execução; além da
Anotação de responsabilidade técnica – ART do técnico responsável por sua elaboração.
O DNPM disponibiliza em
sua página na internet formulários próprios para o requerimento, onde existe espaço para informação dos elementos acima discriminados, com exceção da prova de recolhimento dos emolumentos, da planta e do plano de trabalhos de pesquisa.
A falta de qualquer um desses elementos determinará o indeferimento do pedido de pesquisa (
Art. 17 do Código de Mineração).
Toda a documentação, que deve ser preparada por geólogo ou engenheiro de minas, será objeto de análise no DNPM e, estando bem instruída, ensejará a emissão pelo Diretor-Geral deste Órgão de um Alvará que autoriza o interessado a pesquisar a área requerida.
Autorização de Pesquisa

A partir da publicação do Alvará no Diário Oficial da União – DOU, seu titular está autorizado, a realizar, num prazo de 2 ou 3 anos, dependendo da substância (
Artigo 3º da Portaria DG DNPM nº 392/04), os trabalhos de pesquisa, que têm como meta definir uma jazida, ou seja, qualificar, quantificar e localizar espacialmente a substância mineral de interesse.
Acesso à Área (
Artigo 27 do Código de Mineração): O acesso do titular à área poderá ser realizado através de acordo amigável com o proprietário do solo ou através de acordo judicial, em que são fixadas, pelo juiz da comarca, as rendas e indenizações devidas por conta dos trabalhos de pesquisa.
Deveres do Titular: O titular da autorização de pesquisa é obrigado a:
a) Iniciar os trabalhos de pesquisa (
Artigo 29 do Código de Mineração):
Dentro de 60 (sessenta) dias da publicação do Alvará de Pesquisa no Diário Oficial da União, se o titular for o proprietário do solo ou tiver ajustado com este o valor e a forma de pagamento das indenizações a que se refere o
artigo 27 do Código de Mineração;
Dentro de 60 (sessenta) dias do ingresso judicial na área de pesquisa, quando a avaliação da indenização pela ocupação e danos causados processar-se em juízo.
b) Não interromper os trabalhos, sem justificativa, depois de iniciados, por mais de 03 (três) meses consecutivos, ou por 120 dias acumulados e não consecutivos (
Artigo 29 do Código de Mineração).
c) Executar os trabalhos de pesquisa na área definida no Alvará;
d) Comunicar prontamente ao DNPM o início ou reinício, e as interrupções de trabalho, bem como a ocorrência de outra substância mineral útil, não constante do Alvará de autorização (
Parágrafo Único do Artigo 29 do Código de Mineração).
e) Apresentar anualmente a
Declaração de Investimento em Pesquisa Mineral – DIPEM (Portaria DG/DNPM nº 259/04).
f) Pagar a
Taxa Anual por Hectare, na base de R$ 1,90/ha/ano (Portaria DG DNPM no 400/08), no último dia útil do mês de julho, caso o alvará tenha sido publicado no 1º semestre, e no último dia útil do mês de janeiro, caso o alvará tenha sido publicado no 2º semestre do ano anterior (Artigo 4º da Portaria MME no 503/99);
g) Respeitar os direitos de terceiros, ressarcindo os danos e prejuízos que ocasionar (
Inciso IV do Artigo 22 do Código de Mineração);
h) Responder pelos danos causados ao
meio-ambiente (Artigo 16 do Decreto 98.812/90);
i) Apresentar relatório dos trabalhos realizados, elaborado por geólogo ou engenheiro de minas (
Parágrafo Único do Artigo 15 do Código de Mineração), no prazo de vigência da autorização (Inciso V do Artigo 22 do Código de Mineração);
j) Remover as substâncias minerais extraídas da área apenas para análise e ensaios industriais, salvo se autorizado pelo DNPM, para alienar quantidades comerciais, sob as condições especificadas por este Órgão.
Cessão e Transferência de Direitos: O Alvará de Pesquisa poderá ser objeto de
cessão ou transferência, desde que o cessionário satisfaça os requisitos legais exigidos. Os atos de cessão ou transferência só terão validade depois de devidamente averbados no DNPM (Portaria DG DNPM 199/06).
Relatório dos Trabalhos de Pesquisa

O Relatório dos Trabalhos de Pesquisa deve conter os estudos: geológicos e tecnológicos necessários à definição da jazida; e demonstrativos da exeqüibilidade técnico-econômica da lavra (
Inciso V do Artigo 22 do Código de Mineração).
O DNPM verificará exatidão deste relatório e, à vista de parecer conclusivo, proferirá despacho de (
Artigo 30 do Código de Mineração):
Aprovação do relatório, quando ficar demonstrada a existência de jazida;
Não aprovação do relatório, quando ficar constatada insuficiência dos trabalhos de pesquisa ou deficiência técnica na sua elaboração;
Arquivamento do relatório, quando ficar demonstrada a inexistência de jazida, passando a área a ser livre para futuro requerimento, inclusive com acesso do interessado ao relatório que concluiu pela referida inexistência de jazida;
Sobrestamento (adiamento) da decisão sobre o relatório, quando ficar caracterizada a impossibilidade temporária da exeqüibilidade técnico-econômica da lavra, hipótese na qual o DNPM fixará prazo para o interessado apresentar novo estudo da exeqüibilidade técnico-econômica da lavra, sob pena de arquivamento do relatório.
No caso de aprovação, será aberto um prazo de 01 ano, a partir da publicação do ato no Diário Oficial da União, para que o titular do alvará, se pessoa jurídica, requeira a
Concessão de Lavra. Caso o titular do alvará seja pessoa física, deve ceder os direitos de requerer a lavra à pessoa jurídica, dentro do período acima mencionado. O DNPM poderá prorrogar o referido prazo por igual período, mediante solicitação justificada do titular, manifestada antes de findar-se o prazo inicial ou a prorrogação em curso. (Artigo 31 do Código de Mineração).
Guia de Utilização

É admitido, em caráter excepcional, o aproveitamento de substâncias minerais em área titulada, antes da outorga da
Concessão de Lavra, mediante prévia autorização do D.N.P.M., observada a legislação ambiental pertinente (§ 2º do Artigo 22 do Código de Mineração), através de um documento denominado Guia de Utilização, fundamentado em critérios técnicos, até as máximas quantidades fixadas na Portaria DG DNPM no 144/07.
Para efeito de concessão da
GU, serão consideradas como excepcionais as seguintes situações:
Aferição da viabilidade técnico-econômica da lavra da substância mineral no mercado nacional e/ou internacional;
Extração de substâncias minerais para análise e ensaios industriais antes da outorga da
Concessão de Lavra; e
Comercialização de substâncias minerais face à necessidade de fornecimento continuado da substância visando garantia de mercado, bem como para custear a pesquisa.
A primeira
GU será pleiteada pelo titular do direito minerário em requerimento a ser protocolizado no Distrito do DNPM em cuja circunscrição está localizada a área objeto do processo administrativo do qual se originou o Alvará de Pesquisa, dirigido ao respectivo Chefe do Distrito, devendo conter os seguintes elementos de informação e prova:
Justificativa técnica e econômica, elaborada por profissional legalmente habilitado, descrevendo, no mínimo, as operações de decapeamento, desmonte, carregamento, transporte, beneficiamento, se for o caso, sistema de disposição de materiais e as medidas de controle ambiental, reabilitação da área minerada e as de proteção à segurança e à saúde do trabalhador;
Indicação da quantidade de substância mineral a ser extraída;
Planta em escala apropriada com indicação dos locais onde ocorrerá a extração mineral, por meio de coordenadas em sistema global de posicionamento – GPS, datum SAD 69, dentro dos limites do Alvará de Pesquisa, sendo plotados em bases georeferenciadas.
Dados adicionais julgados necessários à análise do pedido poderão ser solicitados a critério do DNPM.
Além disso, o requerente da
GU deverá:
Estar com a
Taxa Anual por Hectare - TAH devidamente quitada; e
Apresentar ao DNPM a necessária licença ambiental ou documento equivalente.
Sendo a documentação analisada e julgada satisfatória, a GU poderá ser emitida.
Roteiro para obtenção deLicença de Operação eGuia de Utilização
Requerimento de Lavra

Requerente: Pessoa jurídica.
Documentação e Procedimentos (
Artigo 38 do Código de Mineração): O requerimento de Concessão de Lavra para cada área individualmente deverá ser dirigido, pelo titular da Autorização de Pesquisa, ou seu sucessor, ao Ministro de Minas e Energia, entregue mediante recibo no protocolo do distrito DNPM em cuja jurisdição encontra-se a área, bem como instruído com os seguintes elementos de informação e prova:
Certidão de registro da entidade constituída, no órgão de registro do comércio;
Designação das substâncias minerais a lavrar, com indicação do Alvará de Pesquisa outorgado, e de aprovação do respectivo Relatório;
Denominação e descrição da localização do campo pretendido para a lavra, relacionando-o, com precisão e clareza, aos vales dos rios ou córregos, constantes de mapas ou plantas de notória autenticidade e precisão, e estradas de ferro e rodovias, ou, ainda, a marcos naturais ou acidentes topográficos de inconfundível determinação; suas confrontações com Autorizações de Pesquisa e Concessões de Lavra vizinhas, se as houver, e indicação do Distrito, Município, Comarca e Estado, e, ainda, nome e residência dos proprietários do solo ou posseiros;
Definição gráfica da área pretendida, delimitada por figura geométrica formada, obrigatoriamente, por segmentos de retas com orientação Norte-Sul e Leste-Oeste verdadeiros, com 2 (dois) de seus vértices, ou excepcionalmente 1 (um), amarrados a ponto fixo e inconfundível do terreno, sendo os vetores de amarração definidos por seus comprimentos e rumos verdadeiros, e configuradas, ainda, as propriedades territoriais por ela interessadas, com os nomes dos respectivos superficiários, além de planta de situação;
Servidões de que deverá gozar a mina;
Plano de Aproveitamento Econômico da jazida, com descrição das instalações de beneficiamento, acompanhado da
Anotação de responsabilidade técnica – ART do engenheiro de minas responsável por sua elaboração;
Prova de disponibilidade de fundos ou da existência de compromissos de financiamento, necessários para execução do Plano de Aproveitamento Econômico e operação da mina.
O Plano de Aproveitamento Econômico da jazida deverá ser apresentado em duas vias e constar de:
Memorial explicativo;
Projetos ou anteprojetos referentes a: método de mineração a ser adotado, fazendo referência à escala de produção prevista inicialmente e à sua projeção; iluminação, ventilação, transporte, sinalização e segurança do trabalho, quando se tratar de lavra subterrânea; transporte na superfície e beneficiamento e aglomeração do minério; instalações de energia, de abastecimento de água e condicionamento de ar; higiene da mina e dos respectivos trabalhos; moradias e suas condições de habitabilidade para todos os que residem no local da mineração; instalações de captação e proteção das fontes, adução, distribuição e utilização de água, para as jazidas de
água mineral;
Plano de Resgate e Salvamento (Itens
1.5.5 e 1.5.3.1 das Normas Reguladoras de Mineração - NRM);
Plano de Controle dos Impactos Ambientais na Mineração (Itens
1.5.6 e 1.5.3.1 das Normas Reguladoras de Mineração);
Plano de Fechamento de Mina (Item
1.5.7 das NRM).
Licença de Instalação pela CPRH – Agência Estadual de Meio-Ambiente e Recursos Hídricos (Resolução CONAMA nº 09/90).
Portaria de Lavra

A documentação concernente ao requerimento de lavra será analisada no DNPM e, estando bem instruída, ensejará a
Concessão pelo Ministro de Minas e Energia de uma Portaria, documento necessário a que o interessado obtenha a licença de operação junto a CPRH; e possa fazer o aproveitamento da substância mineral de interesse.
Condições de Outorga (
Artigo 37 do Código de Mineração): Na outorga da lavra, serão observadas as seguintes condições:
A jazida deverá estar pesquisada, com o Relatório aprovado pelo DNPM;
A área de lavra deverá ser adequada à condução técnico-econômico dos trabalhos de extração e beneficiamento, respeitados os limites da área de pesquisa.
Deveres do Titular: O titular da
Concessão ficará obrigado a (Artigo 47 do Código de Mineração):
Iniciar os trabalhos previstos no plano de lavra, dentro do prazo de 06 (seis) meses, contados da data da publicação da Portaria de
Concessão no Diário Oficial da União, salvo motivo de força maior, a juízo do DNPM;
Lavrar a jazida de acordo com o plano de lavra aprovado pelo DNPM, cuja segunda via, devidamente autenticada, deverá ser mantida no local da mina;
Extrair somente as substâncias minerais indicadas na Portaria de
Concessão;
Comunicar imediatamente ao DNPM o descobrimento de qualquer outra substância mineral não incluída na Portaria de
Concessão;
Executar os trabalhos de mineração com observância das normas regulamentares;
Confiar, obrigatoriamente, a direção dos trabalhos de lavra a técnico legalmente habilitado ao exercício da profissão;
Não dificultar ou impossibilitar, por lavra ambiciosa, o aproveitamento ulterior da jazida;
Responder pelos danos e prejuízos a terceiros, que resultarem, direta ou indiretamente, da lavra;
Promover a segurança e a salubridade das habitações existentes no local;
Evitar o extravio das águas e drenar as que possam ocasionar danos e prejuízos aos vizinhos;
Evitar poluição do ar, ou da água, que possa resultar dos trabalhos de mineração;
Proteger e conservar as fontes, bem como utilizar as águas segundo os preceitos técnicos quando se tratar de lavra de jazida desta substância;
Tomar as providências indicadas pela fiscalização dos órgãos federais;
Não suspender os trabalhos de lavra, sem prévia comunicação ao DNPM;
Manter a mina em bom estado, no caso de suspensão temporária dos trabalhos de lavra, de modo a permitir a retomada das operações;
Apresentar ao DNPM, até o dia 15 (quinze) de março de cada ano, relatório das atividades realizadas no ano anterior;
Requerer ao DNPM a Posse da Jazida, dentro de 90 (noventa) dias a contar da data da publicação da respectiva Portaria no Diário Oficial da União (
Artigo 44 do Código de Mineração);
Recolher a
CFEM – Contribuição Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais, na base de 2 a 3%, dependendo da substância, sobre a receita líquida (§ 1º do Artigo 13 do Decreto no 01/91);
Pagar a participação mínima do proprietário do solo nos resultados da lavra na base de 50% do valor da
CFEM (§ 1º do artigo 11 do Código de Mineração).
Responder pelos danos causados ao
meio-ambiente (Artigo 16 do Decreto 98.812/90);
Cessão e Transferência de Direitos: O direito de requerer a lavra, o requerimento de lavra, e o título de lavra poderão ser objeto de
cessão ou transferência, desde que o cessionário satisfaça os requisitos legais exigidos. Os atos de cessão e transferência só terão validade depois de devidamente averbados no DNPM (Portaria DG DNPM 199/06).
Roteiro para obtenção deLicenças Ambientais ePortaria de Lavra





. Por sua vez, o Regime de Licenciamento é abordado na Resolução CONAMA no 10/90.



Para os outros regimes não existem resoluções CONAMA específicas, sendo assunto tratado através de portarias e instruções normativas no âmbito do MME, como foi visto nos capítulos anteriores.

Licenciamento Ambiental nos Regimes de Autorização e de Concessão

A
Resolução CONAMA no 09/90 prevê 03 tipos de Licença Ambiental, conforme o abaixo indicado:
Licença Prévia – L P:
a) Fase: Planejamento e viabilidade do empreendimento
b) Documentos Necessários:
Requerimento da L P;
Cópia da publicação do pedido da L P;
Certidão da Prefeitura Municipal;
Estudos de Impacto Ambiental - EIA e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, conforme Resolução/CONAMA/nº 01/86.
Licença de Instalação – L I:
a) Fases: Desenvolvimento da mina, instalação do complexo mineiro e implantação dos projetos de controle ambiental.
b) Documentos Necessários:
Requerimento de L I;
Cópia da publicação do pedido de L I;
Cópia da comunicação do DNPM julgando satisfatório o
Plano de Aproveitamento Econômico;
Plano de Controle Ambiental;
Licença de desmate, expedida pelo órgão competente, quando for o caso.
Licença de Operação – LO:
a) Fases: lavra, beneficiamento e acompanhamento de sistemas de controle ambiental.
b) Documentos Necessários:
Requerimento de L O;
Cópia da publicação do pedido de L O;
Cópia da publicação da concessão de L I;
Cópia autenticada da
Portaria de Lavra.
Licenciamento Ambiental no Regime de Licenciamento

Também neste regime estão previstos os 03 tipos de licença ambiental, conforme dispõe a
Resolução CONAMA nº 10/90:
Documentos Necessários para a Licença Prévia – L P:
Requerimento da L P;
Cópia da publicação do pedido da L P;
Estudos de Impacto Ambiental - EIA e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, conforme Resolução/CONAMA/nº 01/86.
Documentos Necessários para a Licença de Instalação – L I:
Requerimento de L I;
Cópia da publicação da L P;
Cópia da publicação do pedido de L I;
Licença da Prefeitura Municipal
Plano de Controle Ambiental;
Licença de desmate, expedida pelo órgão competente, quando for o caso.
Documentos Necessários para a Licença de Operação – LO:
Requerimento de L O;
Cópia da publicação do pedido de L O;
Cópia da publicação da concessão de L I;
Cópia da publicação do perdido de L O;
Cópia do
Registro de Licenciamento.

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente e possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por meio da realização de Audiências Públicas como parte do processo. Essa obrigação é compartilhada pelos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente e pelo Ibama, como partes integrantes do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente). O Ibama atua, principalmente, no licenciamento de grandes projetos de infra-estrutura que envolvam impactos em mais de um estado e nas atividades do setor de petróleo e gás na plataforma continental. As principais diretrizes para a execução do licenciamento ambiental estão expressas na Lei 6.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97. Além dessas, o Ministério do Meio Ambiente emitiu recentemente o Parecer nº 312, que discorre sobre a competência estadual e federal para o licenciamento, tendo como fundamento a abrangência do impacto.
A Diretoria de Licenciamento Ambiental é o órgão do Ibama responsável pela execução do licenciamento em nível federal. A Diretoria vem realizando esforços na qualificação e na reorganização do setor de licenciamento, e disponibiliza aos empreendedores módulos de: abertura de processo, atualização de dados técnicos do empreendimento, solicitação de licença, envio de documentos e boletos de pagamento de taxas do licenciamento em formato on line. Pretende-se que o sistema informatizado agilize os trabalhos e as comunicações inerentes ao processo de licenciamento e permita maior visibilidade e transparência para os processos de licenciamento em tramitação no Ibama.

Processo de Licenciamento
O processo de licenciamento ambiental possui três etapas distintas: Licenciamento Prévio, Licenciamento de Instalação e Licenciamento de Operação.
Licença Prévia (LP) - Deve ser solicitada ao IBAMA na fase de planejamento da implantação, alteração ou ampliação do empreendimento. Essa licença não autoriza a instalação do projeto, e sim aprova a viabilidade ambiental do projeto e autoriza sua localização e concepção tecnológica. Além disso, estabelece as condições a serem consideradas no desenvolvimento do projeto executivo.
Licença de Instalação (LI) - Autoriza o início da obra ou instalação do empreendimento. O prazo de validade dessa licença é estabelecido pelo cronograma de instalação do projeto ou atividade, não podendo ser superior a 6 (seis) anos. Empreendimentos que impliquem desmatamento depende, também, de "Autorização de Supressão de Vegetação".
Licença de Operação (LO) - Deve ser solicitada antes de o empreendimento entrar em operação, pois é essa licença que autoriza o início do funcionamento da obra/empreendimento. Sua concessão está condicionada à vistoria a fim de verificar se todas as exigências e detalhes técnicos descritos no projeto aprovado foram desenvolvidos e atendidos ao longo de sua instalação e se estão de acordo com o previsto nas LP e LI. O prazo de validade é estabelecido, não podendo ser inferior a 4 (quatro) anos e superior a 10 (dez) anos.
O Ibama durante o processo de licenciamento ouve os Órgãos Ambientais (OEMAs) envolvidos no licenciamento e os Órgãos Federais de gestão do Patrimônio Histórico (IPHAN), das Comunidades Indígenas (FUNAI), de Comunidades Quilombolas (Fundação Palmares), de controle de endemias (FUNASA), entre outros.
No processo de licenciamento os estudos ambientais são elaborados pelo empreendedor e entregues ao Ibama para análise e deferimento. Para cada etapa do licenciamento há estudos específicos a serem elaborados.
Para subsidiar a etapa de LP, sendo o empreendimento de significativo impacto ambiental, o empreendedor encaminha ao Ibama o EIA/RIMA. Para os demais empreendimentos estudos mais simplificados são requeridos. O EIA é um documento técnico-científico compostos por: Diagnóstico ambiental dos meios físico, biótico e socioeconômico; Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas; Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos e elaboração de medidas mitigadoras dos impactos negativos; e Programas de Acompanhamento e Monitoramento. O RIMA é o documento público que reflete as informações e conclusões do EIA e é apresentado de forma objetiva e adequada a compreensão de toda a população. Nessa etapa são realizadas Audiências Públicas para que a comunidade interessada e/ou afetada pelo empreendimento seja consultada.
Para subsidiar a etapa de LI o empreendedor elabora o Plano Básico Ambiental e se a obra implicar em desmatamento é também elaborado o Inventário Florestal, para apoiar a decisão sobre o deferimento da Autorização de Supressão de Vegetação.
Para subsidiar a etapa de LO o empreendedor elabora um conjunto de relatórios descrevendo a implantação dos programas ambientais e medidas mitigadoras previstas nas etapas de LP e LI.
Procedimento on line
A abertura de um processo de licenciamento ambiental junto ao Ibama é realizada, exclusivamente, através do endereço eletrônico dos
Serviços On-line (Serviços - Licenciamento Ambiental Federal) do Ibama. Nesta área, o interessado em licenciar uma atividade tem acesso a diversos recursos, tais como: alteração de dados cadastrais, emissão de certificados, preenchimento de relatórios, verificação de pendências financeiras, pagamento de taxas e solicitação de serviços diversos.
Para acessar os
Serviços On-line o interessado deve estar inscrito no Cadastro Técnico Federal - CTF. Dessa forma, antes de solicitar a abertura de processo, é necessário que o interessado encontre-se devidamente registrado e regularizado perante o CTF. Caso não possua registro existente, o interessado deverá cadastrar-se no CTF - Pessoa Jurídica. Concluído o cadastramento, o sistema fornecerá a senha a ser utilizada para acessar os recursos disponibilizados na área interna dos Serviços On-line, tais como: abertura de processos e solicitação de licenças ambientais entre outros.
É imprescindível ler atentamente o Manual do Sistema do CTF, no site do IBAMA - "Serviços on line" - "Manual do Sistema".
Para dar início ao processo de licenciamento ambiental é necessário preencher o Formulário de Abertura de Processo - FAP, cujas informações deverão ser preenchidas de forma a caracterizar adequadamente a atividade a ser licenciada.
FAP é o formulário on-line utilizado para solicitar à Diretoria de Licenciamento Ambiental abertura de um processo administrativo junto ao Ibama. Este formulário contém a caracterização prévia da atividade a ser licenciada e seu preenchimento é obrigatório a todos interessados em realizar atividades que necessitem de licença ambiental.
Após a abertura, as informações do processo, bem como, requerimentos de serviços e licenças ambientais poderão ser acessadas e editadas pelo responsável na área interna dos
Serviços On-line utilizando a senha já mencionada.
Durante a fase inicial do licenciamento, o interessado deverá cadastrar-se como Gerenciador de Projetos (ver Tabela de Atividades), indicando a tipologia da sua atividade ? por exemplo: gerenciador de projetos - usinas hidrelétrica. Após receber a Licença de Operação o responsável deverá alterar sua categoria de atividade para a atividade fim ?exemplo anterior: Serviços de Utilidade - geração de energia elétrica. No caso de atividades em operação e, também, em fase inicial de licenciamento é necessário o cadastro de atividade de gerenciador de projetos e atividade fim simultaneamente.

Tabela de Custos do Ibama

Orientação para publicação de editais - Resolução CONAMA 006 de 24/01/1986

SisCom - Auxílio para o preenchimento das FAPs
I3Geo - Auxílio para o preenchimento das FAPs
Checagem de Coordenadas - Auxílio para o preenchimento das FAPs



Termo de Referência

- TR padrão para UHE


-->
Termo de Referência - TR para Programas de Educação Ambiental
Termo de Referência - TR para Controle da Atividade de Transporte de Materiais Radioativos
Termo de Referência - TR para o licenciamento de postos de abastecimento em operação
Termo de Referência - Roteiro para Inspeção de Tanques Aéreos de Armazenamento de Combustíveis e suas Tubulações
Termo de Referência - Investigação de Passivos Ambientais e Descomissionamento de Postos de Abastecimento - SAAC
Termo de Referência - TR para elaboração de manifesto de resíduos.
Memorando de Entendimento - Memorando de Entendimento entre a Comissão Nacional de Energia Nuclear e o IBAMA
Dragagem (inclusive desassoreamento e derrocamento)
Dutos
Empreendimentos Militares
Exploração de Calcário Marinho
Ferrovia
Hidrovias
Linha de Transmissão
Mineração (inclusive extração de areia em leito de rio)
Nuclear - Centros de Pesquisa
Nuclear - Geração de Energia
Nuclear - Industrias
Nuclear - Transporte
Outras Atividades - Formulário Geral
Parque Eólico
PCH
Ponte
Porto
Rodovia
UHE
Usinas Termelétricas

Legislação Ambiental
Consulte aqui a legislação aplicada ao licenciamento ambiental:
Diplomas Legais referentes ao Licenciamento Ambiental
Constituição Federal Leis Medidas Provisórias Decretos Resoluções Instruções Normativas
Outros Regulamentos do Licenciamento Ambiental
Leis Decretos Resoluções Portarias
Padrões de Qualidade Ambiental e de Emissão de Poluentes Adotados
Leis Decretos Resoluções Portarias

MEIO AMBIENTE - POLÍTICA MINERAL -BNDES -BRASIL

Meio Ambiente
Política Ambiental
Princípios

O BNDES considera a preservação, conservação e recuperação do meio ambiente como condições essenciais para a humanidade.
Assume ser de fundamental importância a observância de princípios ético-ambientais na concessão de crédito, tendo em vista o compromisso com as gerações presente e futuras.
O BNDES entende que investimentos na melhoria do desempenho ambiental de atividades produtivas e de infraestrutura são indutores de desenvolvimento econômico e social. E assume o compromisso de disponibilizar recursos adequados para a promoção da qualidade ambiental e de atividades ambientalmente sustentáveis.
Diretrizes
No cumprimento da sua Política Ambiental, o BNDES, coerente com o seu pioneirismo no trato das questões ambientais, entende que o apoio financeiro a programas e projetos deve conciliar suas Políticas Operacionais ao atendimento da legislação ambiental em vigor.
Atuando sempre de forma positiva e levando em consideração mais do que os aspectos formalmente legais, o Banco tem como alvo preservar a qualidade de vida, o meio ambiente e o equilíbrio ecológico.
As diretrizes a seguir orientam a atuação do BNDES no âmbito da sua política para o meio ambiente:
Promoção da ecoeficiência, por intermédio do incentivo à utilização de tecnologias mais limpas, ao aumento da eficiência energética, ao uso de recursos renováveis, à prevenção e controle de poluição, à redução de rejeitos, à recuperação de recursos naturais, à reciclagem de materiais e a operações com objetivos puramente ambientais que também possam contribuir para a melhoria do ordenamento urbano;
Desenvolvimento e permanente aperfeiçoamento de instrumentos de avaliação do risco ambiental de crédito e de análise ambiental de projetos, observando o conceito de desenvolvimento ambientalmente sustentável;
Atuação em ações preventivas a danos ambientais, apoiando e incentivando projetos e programas que equacionem os passivos ambientais;
Incentivo à implementação de produtos e processos ambientalmente mais adequados e à adoção de sistemas de gestão ambiental por toda a cadeia produtiva, incluindo grandes empresas e seus fornecedores;
Promoção do desenvolvimento contínuo da consciência ambiental no BNDES que resulte em atitudes individuais e coletivas ambientalmente responsáveis;
Fortalecimento do conjunto de informações sobre o perfil energético e ambiental dos setores econômicos e a evolução das rotas tecnológicas, com especial atenção nas inovações em curso e em perspectiva;
Ampliação do conhecimento sobre meio ambiente em geral e aspectos ambientais relevantes dos setores que apóia, através da realização de eventos, programas de treinamento e capacitação para o corpo técnico, bem como a contratação de estudos;
Considerar o Zoneamento Ecológico-Econômico nos procedimentos relativos ao financiamento de projetos pelo BNDES;
Apoiar projetos agropecuários e de silvicultura relacionados à abertura de novas áreas somente quando em consonância com o Zoneamento Ecológico-Econômico.
Instrumentos da Política Ambiental do BNDES
Entre os instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente (Lei 6938/81), "(...) os incentivos à produção e instalação de equipamentos e à criação ou absorção de tecnologia, voltados para a melhoria da qualidade ambiental (...)" são os que estão diretamente ligados à atuação do BNDES. Outros instrumentos da Política se aplicam indiretamente ao trabalho do Banco, tais como o processo de licenciamento ambiental, a avaliação de impactos, os padrões de qualidade ambiental, o Zoneamento Ecológico-Econômico e o sistema nacional de informações sobre o meio ambiente.
Os instrumentos de que se vale o BNDES para implementar e perseguir os objetivos de sua Política Ambiental são:
as suas linhas de suporte financeiro;
os mecanismos de divulgação da ação ambiental do BNDES;
os procedimentos internos de análise ambiental de projetos e avaliação de risco;
a unidade organizacional responsável pelo meio ambiente e o GT Meio Ambiente; e
as ações internas que buscam o comprometimento do corpo funcional, além de se constituírem em exemplo para outras instituições financeiras e organizações governamentais.
Linhas de suporte financeiro
A atuação do BNDES se dá por intermédio de linhas, programas e fundos. Entre os projetos e empreendimentos financiáveis encontram-se a implantação, ampliação, recuperação e modernização de unidades produtivas, a inovação e desenvolvimento tecnológico, prestação de serviços, os investimentos em infraestrutura e os investimentos sociais.
Explícitos ou não, os potenciais benefícios ambientais advindos desses projetos e empreendimentos fazem parte do suporte que o BNDES oferece para a melhoria do desempenho ambiental dos mutuários e da qualidade ambiental em geral.
A atuação ambiental do BNDES, como principal agente para o financiamento de longo prazo para empresas brasileiras, permite combinar o uso de instrumentos econômicos e aqueles ligados à intervenção do Poder Público, com o fim último de induzir investimentos em atividades ambientalmente sustentáveis.
Reconhecendo a importância da questão ambiental e o papel a ser desempenhado por um banco de desenvolvimento, as Políticas Operacionais do BNDES atribuem um alto grau de prioridade aos investimentos ambientais, através das condições e regras específicas do Apoio a Investimentos em Meio Ambiente.
Linhas Ambientais
De acordo com as Políticas Operacionais, os investimentos que forem classificadas como ambientais farão jus à condições especiais. Para isso, o BNDES oferece três modalidades de apoio financeiro:

o Apoio a Investimentos em Meio Ambiente; o Apoio à Eficiência Energética – PROESCO; e o Apoio ao Reflorestamento de Carajás - REFLORESTA. Cabe ressaltar que em todos os setores de atividade econômica há oportunidades de investimento ambiental e a definição do mérito ambiental do projeto se dará durante o processo operacional.
Mecanismos de divulgação da ação ambiental do BNDES
No intuito de explicitar para seus clientes, agentes financeiros, entidades da sociedade civil e cidadãos seu compromisso com o meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável, o BNDES normalmente se vale de divulgação através de sua página na Internet, imprensa, Relatórios Anuais, publicidade institucional e de outros meios conforme política definida por sua unidade de comunicação.
Procedimentos operacionais
O apoio financeiro do BNDES está estabelecido nas suas Políticas Operacionais, que definem as condições básicas de apoio financeiro. Em conformidade com as suas Políticas e Diretrizes, o Banco dispensa especial atenção aos aspectos ambientais inerentes à empresa ou empreendimento.
Na fase de análise são observadas as normas setoriais específicas; a validade das licenças; e aprovação de avaliações de impacto ambiental e outros estudos exigíveis pelas normas legais.
A par desses aspectos, o Banco pode realizar estudos complementares e solicitar informações adicionais e, ainda:
recomendar a reformulação do projeto;
ofertar recursos para reforço das medidas mitigadoras; e
em casos extremos, não conceder o apoio financeiro em face do risco ambiental.
No caso de Operações Diretas os procedimentos operacionais seguem o seguinte fluxo:
Enquadramento das operações
Avaliação preliminar dos aspectos ambientais do projeto (Localização, Impactos Ambientais, Visões e Práticas da Empresa, Status do Licenciamento e Passivos Ambientais), a partir de informações apresentadas pela empresa na forma do Quadro Ambiental, presente no Anexo 6 da Carta Consulta;
Classificação da Categoria Ambiental do empreendimento. A classificação poderá ser aferida de acordo com o setor e tipo de atividade, sua localização, magnitude e atributos dos impactos ambientais inerentes ao empreendimento (ver quadro abaixo);
Categoria Ambiental
Risco e Magnitude de Impacto
A
Atividade relacionada a riscos de impactos ambientais significativos, ou de alcance regional. O licenciamento requer estudos de impactos, medidas preventivas e ações mitigadoras.
B
Atividade associada a impactos ambientais mais leves ou locais. Requer avaliação e medidas específicas.
C
Atividade não apresenta, em princípio, risco ambiental.
A Categoria Ambiental estabelecida para o empreendimento determina procedimentos distintos nas fases de Análise e Acompanhamento da operação.
Elaboração de eventuais recomendações ambientais, identificando oportunidades e riscos para as fases de Análise e/ou Acompanhamento da operação.
Análise das operações
Avaliação da regularidade do empreendimento junto ao órgão de meio ambiente e pendências judiciais;
Avaliação de aspectos energéticos e ambientais dos projetos, a partir das informações obtidas:
no Quadro Ambiental;
nas recomendações ambientais;
a partir de questionário setorial padrão enviado pelas empresas;
a partir dos Guias de Procedimentos Ambientais do BNDES;
Avaliação das questões relativas à higiene e segurança do trabalho;
Solicitação das medidas mitigadoras e/ou compensatórias do projeto.
Aprovação e Contratação das operações
Verificação da regularidade ambiental do projeto a condicionada à apresentação da Licença de Instalação e demais autorizações ambientais concedidas pelos órgãos de meio ambiente estadual, ou pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis e da Amazônia Legal - IBAMA, observando-se a aprovação de Estudos e Avaliações de Impacto Ambiental;
Inclusão de possíveis condicionantes de natureza ambiental selecionados a partir dos condicionantes das licenças obtidas, ou em complemento às exigências previstas em lei, quando for o caso.
Acompanhamento das operações
Avaliação da regularidade ambiental do projeto (Licença de Operação deve ser apresentada 180 dias após a última parcela de desembolso) e o cumprimento das eventuais medidas mitigadoras, obrigações em termos de ajuste de conduta e condicionantes estabelecidas no licenciamento e presentes no contrato.
O GT Meio Ambiente
Objetivando disseminar o conhecimento sobre meio ambiente e reforçar o comprometimento do corpo técnico com as questões ambientais, o BNDES constituiu um Grupo de Trabalho em caráter permanente para ser um fórum de discussão de assuntos relacionados à matéria, com a atribuição de formular e acompanhar a Política Ambiental do BNDES e cujos participantes funcionam como os elos de ligação entre os diversos setores do Banco e a unidade de Meio Ambiente.
Ações Internas
O compromisso do BNDES com o meio ambiente também é expresso em suas atividades internas:
A ampliação do conhecimento sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, por meio da promoção de eventos e programas de treinamento e capacitação de seus funcionários é uma das preocupações constantes do BNDES.

Além do projeto Edifício Verde, que busca dotar o edifício sede do BNDES de condições exemplares no que toca a aspectos como Qualidade do Ar, Insumos Energéticos, Insumos Hídricos, Materiais Ambientalmente Corretos, Segurança do Trabalho e Higiene Ocupacional, Aspectos Ergonômicos, Resíduos Sólidos / Programa de Coleta e Automação Predial, o Banco está permanentemente considerando a adoção de medidas internas com o objetivo de definir um novo paradigma de responsabilidade ambiental.
Fundo AmazôniaO
Fundo Amazônia se destina a oferecer incentivos a projetos que realizem reduções voluntárias na emissão de gases de efeito estufa, resultante do desmatamento e degradação das florestas, conforme previsto na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sendo fruto de um conjunto de iniciativas que visam prevenir e controlar o desmatamento no bioma amazônico, entre elas a proposta apresentada pelo Governo Brasileiro durante a Conferência das Partes (COP) realizada em Nairóbi, no Quênia, em dezembro de 2007.
Outros Compromissos
Em 1994, o BNDES assinou a Declaração Internacional das Instituições Financeiras sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e passou a integrar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - Iniciativa Financeira (UNEP-FI). Em decorrência de sua adesão e do constante intercâmbio com a UNEP-FI, mantém-se atualizado com modernas práticas ambientais e de sustentabilidade em operações bancárias no setor financeiro mundial.

O BNDES é também signatário do Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental, fruto da atualização dos compromissos previstos no Protocolo Verde, firmado em 1995.
No novo Protocolo, celebrado, em 01/08/2008 com o Ministério do Meio Ambiente, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste – BNB, os bancos signatários reconhecem seu papel na busca do desenvolvimento sustentável e se propõem a empreender políticas e práticas bancárias precursoras, multiplicadoras, demonstrativas ou exemplares em termos de responsabilidade socioambiental e que estejam em harmonia com o objetivo de promover um desenvolvimento que não comprometa as necessidades das gerações futuras, a partir da aplicação dos seguintes princípios:
Financiar o desenvolvimento com sustentabilidade, por meio de linhas de crédito e programas que promovam a qualidade de vida da população, o uso sustentável dos recursos naturais e a proteção ambiental;
Considerar os impactos e custos socioambientais na gestão de ativos (próprios e de terceiros) e nas análises de risco de clientes e de projetos de investimento, tendo por base a Política Nacional de Meio Ambiente;
Promover o consumo sustentável de recursos naturais, e de materiais deles derivados, nos processos internos; e
Informar, sensibilizar e engajar continuamente as partes interessadas nas políticas e práticas de sustentabilidade da instituição.

Linhas de financiamento do BNDES para apoio a projetos ambientais
Apoio a Investimentos em Meio Ambiente
Apoio à Eficiência Energética – PROESCO
Apoio ao Reflorestamento de Carajás - REFLORESTA
Matérias relacionadas
Fundo Amazônia
Licenciamento no Brasil
Histórico da Atuação Ambiental do BNDES
Ações ambientais desenvolvidas no edifício Sede
Perguntas frequentes
Ministério do Meio Ambiente
Boletim Eficiência Energética
Eco-Finanças
Amigos da Terra - Amazônia Brasileira
Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas
Centro Nacional de Tecnologias Limpas (CNTL)
Ambientebrasil
Jornal do Meio Ambiente
O INSTITUTO BRASIL PNUMA
FBDS - Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável
CONPET- Programa Nacional da Racionalização do uso dos derivados do petróleo e do gás natural
Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente).
Web-Resol - Site dedicado à divulgação de informações sobre o meio ambiente e saneamento básico, em especial, à gestão dos resíduos sólidos.
EcoPop - O site Ecopop, está localizado no Portal Viva Favela, de iniciativa da ONG Viva Rio. Sua proposta é ser um canal popular de divulgação sobre questões ambientais. A equipe do EcoPop inclui correspondentes comunitários - moradores de favelas que trabalham em parceria com jornalistas profissionais.
Biodiesel BR - Maior e mais completo site sobre biodiesel do Brasil.

Domingo, 24 de Maio de 2009

G E O L O G I C A L S U R V E Y S


EuroGeoSurveys.

FOREGS ALBANIA -- Geological Survey of Albania
ANTARCTICA -- British Antarctic Survey
ARGENTINA -- Servicio Geológico Minero Argentino
AUSTRALIA -- Australian Geological Survey Organisation (AGSO).
AUSTRALIA -- New South Wales Department of Mineral Resources.
AUSTRALIA -- Northern Territory Government Minerals and Energy.
AUSTRALIA -- Queensland Natural Resources and Mines.
AUSTRALIA -- South Australia--Primary Industries and Resources SA (Pirsa).
AUSTRALIA -- Victoria-- Department of Primary Industries and Resources
AUSTRALIA -- Victoria-- Department of Sustainability and Environment
AUSTRALIA -- Western Australia Geological Survey
AUSTRIA -- Geological Survey of Austria / Geologische Bundesanstalt von Österreich
BELGIUM -- Belgian Geological Survey / Service géologique de Belgique / Belgische Geologische Dienst
BOTSWANA -- Geological Survey of Botswana
BRAZIL -- Geological Survey of Brazil / Serviço Geológico do Brazil
BULGARIA -- Geological Institute "Strashimir Dimitrov" BAS Bulgaria
BULGARIA -- Ministry of Environment and Water
CANADA -- Natural Resources Canada / Ressources Naturelles Canada
CANADA -- Alberta Geological Survey
CANADA -- British Columbia Geological Survey & Development
CANADA -- Geological Survey of Canada - Atlantic Division
CANADA -- Manitoba Geological Survey.
CANADA -- New/Nouveau Brunswick Ministère des resources naturelles / Department of Natural Resources
CANADA -- Newfoundland and Labrador Geological Survey
CANADA -- North West Territories - Minerals, Oil and Gas
CANADA -- Nova Scotia Natural Resources
CANADA -- Nunavut Geoscience Office
CANADA -- Ontario Geological Survey
CANADA -- Québec Ministère des ressourses naturelles
CANADA -- Saskatchewan Energy and Resources.
CANADA -- Yukon Geological Survey
CHILE -- Servicio National de Geología y Minería de Chile
CHINA -- China Geological Survey
CROATIA -- Croatian Geological Survey / Institute of Geology
CYPRUS -- Geological Survey Department
CZECH REPUBLIK -- Czech Geological Survey / Cesky Geologicky Ustav.
CZECH REPUBLIK -- Czech Geological Survey - Geofond.
DANMARK -- Danmarks og Grønlands Geologiske Undersøgelse (GEUS) / Danish Geological Survey
DANMARK -- Kort og Matrikelstryrelsen / Danish National Survey and Cadastre
EGYPT -- The Egyptian Geological Survey and Mining Authority
ESTONIA -- Eesti Geoloogiakeskus OÜ / Geological Survey of Estonia
FIJI -- Mineral Resources Department of Fiji
FINLAND -- Geological Survey of Finland / Geologian tutkimuskeskus.
FRANCE -- BRGM-Orléans
GERMANY -- Bundesanstalt für Geowissenschaften und Rohstoffe (BGR)
GERMANY -- Baden-Württemberg - Landesamt für Geologie, Rohstoffe und Bergbau (LGRB)GERMANY -- Bayern - Geologisches Landesamt
GERMANY -- Brandenburg - Landesamt für Geowissenschaften und Rohstoffe (LGRB)GERMANY -- Hamburg - Behörde für Umwelt und Gesundheit - Geologie
GERMANY -- Hessen - Landesamt für Umwelt und Geologie
GERMANY -- Mecklenburg-Vorpommern - Landesamt für Umwelt, Naturschutz und Geologie
GERMANY -- Niedersächsen - Landesamt für Bodenforschung
GERMANY -- Nordrhein-Westfalen - Geologisches Landesamt.
GERMANY -- Rheinland-Pfalz - Landesamt für Geologie und Bergbau.
GERMANY -- Sachsen - Landesamt für Umwelt und Geologie (LfUG).
GERMANY -- Sachsen-Anhalt - Landesamt fü Geologie und Bergwesen.
GERMANY -- Schleswig-Holstein - Landesamt für Natur und Umwelt.
GERMANY -- Thüringen - Landesanstalt für Umwelt und Geologie.
GREAT BRITTAIN -- British Geological Survey
GREAT BRITTAIN -- Geological Survey of Northern Ireland.
GREECE -- Greek Institute of Geology & Mineral Exploration
GUYANA -- Guyana Geology and Mines Commission
HUNGARIA -- Hungarian Geological Survey / Magyar Geológiai Szolgálat
HUNGARIA -- Hungarian Geological Survey (Hungarian Geological Institute)
ICELAND -- Landmaelingar Íslands / National Land Survey of Iceland
INDIA -- Geological Survey of India
INDONESIA -- Volcanological Survey of Indonesia - Direktorat Vulkanologi
INDONESIA -- Indonesian Directorate General of Geology and Mineral Resources (Ministry of Mines and Energy)
IRAN -- Geological Survey of Iran
IRELAND -- Geological Survey of Ireland
ISRAEL -- Geological Survey of Israel
ITALY -- Servizio Geologico d'Italia
JAPAN -- Geological Survey of Japan
KOREA -- Korea Institute of Geology, Mining and Materials (KIGAM)
LATVIA -- Latvia State Geological Survey / Latvija Valst Geologijas Dienests
LITHUANIA -- Lithuania Geological Survey / Lietuvos Geologijos Tarnyba
LUXEMBURG -- Service Géologique du Luxembourg
MALAYSIA -- Minerals and Geoscience Department Malaysia
MEXICO -- Consejo de Recursos Minerales
MONGOLIA Mineral Resources Authority of Mongolia
NAMIBIA -- the Geological Survey of Namibia in Windhoek
NETHERLANDS -- National Geological Survey of the Netherlands
NEW ZEALAND -- Institute of Geological and Nuclear Sciences Ltd (New Zealand)
NORWAY -- Geological Survey of Norway / Norges Geologiske Undersøkelse
PAKISTAN -- Geological Survey of Pakistan
PERU -- Geological Survey of Peru / Instituto Geológico Minero y Metalúrgico
POLAND -- Polish Geological Institute / Panstwowy Instytut Geologiczny
POLAND -- Department of Geology, Ministry of Environmental Protection, Natural Resources and Forestry
PORTUGAL -- Istituto Geológico e Mineiro (IGM) / Geological and Mining Institute of Portugal
ROMANIA -- Geological Institute of Romania / Institul Geologic al României
RUSSIA -- Institute of Geology (Karelia, Russia)
RUSSIA -- United Institute of Geology, Geophysics and Mineralogy
SAUDI ARABIA -- Saudi Geological Survey
SLOVAKIA -- Geological Survey of Slovak republic / Geologicka sluzba Slovenskej republiky
SLOVENIA -- Geological Survey of Slovenia / Geoloski zavod Slovenije
SOUTH AFRICA -- Geological Survey of South Africa / Geologische Dienst van Zuid Afrika
SPAIN -- Instituto Geológico y Minero de Espana.
SRI LANKA -- Sri Lanka Geological Survey & Mines Bureau
SWEDEN -- Geological Survey of Sweden / Sveriges geologiska Undersökning
SWITZERLAND -- Bundesamt für Wasser und Geologie / Office fédéral des eaux et de la géologie
TAIWAN -- Central Geological Survey (MOEA) of Taiwan
TANZANIA -- Geological Survey of Tanzania
THAILAND -- Department of Mineral resources
TURKEY -- Mineral Research and Exloration General Directorate of Turkey
URUGUAY -- Direccion Nacional de Minería y Geología de Uruguay.

For American State Geological Surveys see also:
Association of American State Geologists

United States Geological Survey (USGS)
ALABAMA -- Geological Survey of Alabama
ALASKA -- Alaska Division of Geological and Geophysical Surveys
ARIZONA -- Arizona Geological Survey.
ARKANSAS -- Arkansas Geological Commission.
CALIFORNIA -- California Geological Survey.
COLORADO -- Colorado Department of Natural Resources Division of Minerals and Geology.
CONNECTICUT -- Connecticut Department of Environmental Protection.
DELAWARE -- Delaware Geological Survey (DGS).
FLORIDA -- Florida Geological Survey.
HAWAII -- Hawaii Department of Land and Natural Resources.
IDAHO -- Idaho Geological Survey.
ILLINOIS -- Illinois State Geological Survey (ISGS).
INDIANA -- Indiana Geological Survey.
IOWA -- Iowa Geological Survey.
KANSAS -- Kansas Geological Survey.
KENTUCKY -- Kentucky Geological Survey.
LOUISIANA -- Louisiana Geological Survey
.
MAINE Maine Geological Survey.
MARYLAND -- Maryland Geological Survey.
MASSACHUSETTS -- Environmental Affairs.
MICHIGAN -- Michigan Department of environmental Quality.
MINNESOTA -- Minnesota Geological Survey.
MISSISSIPPI -- Mississippi Department of Environmental Quality.
MISSOURI -- Missouri Department of Natural Resources /Geological Survey.
MONTANA -- Montana Bureau of Mines and Geology.
NEBRASKA -- Nebraska State Geological Survey.
NEVADA -- Nevada Bureau of Mines and Geology
NEW HAMPSHIRE -- New Hampshire Department of Environmental Services
NEW JERSEY -- New Jersey Geological Survey
NEW MEXICO -- New Mexico Bureau of Mines and Mineral Resources
NEW YORK -- New York State Geological Survey
NORTH CAROLINA -- North Carolina Geological Survey
NORTH DAKOTA -- North Dakota Geological Survey
OHIO -- Ohio Geological Survey
OKLAHOMA -- Oklahoma Geological Survey.
OREGON -- Oregon Department of Geology and Mineral Industries.
PENNSYLVANIA -- Pennsylvania Topographic and Geologic Survey.
PUERTO RICO -- Puerto Rico Bureau of Geology.
RHODE ISLAND -- Rhode Island Geological Survey.
SOUTH CAROLINA -- South Carolina Geological Survey.
SOUTH DAKOTA -- South Dakota Geological Survey.
TENNESSEE -- Tennessee Department of Environment and Conservation: Geology Division.
TEXAS -- Texas Bureau of Economic Geology.
UTAH -- Utah Geological Survey (Salt Lake City)
VERMONT -- Vermont Geological Survey
VIRGINIA -- Virginia Department of Mines Minerals and Energy - Mineral Resources
WASHINGTON -- Washington State Department of Natural Resources
WEST VIRGINIA -- West Virginia Geological and Economic Survey
WISCONSIN -- Wisconsin Geological and Natural History Survey
WYOMING -- Wyoming State Geological Survey

Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

VOCÊ QUER SABER SE UM SATELITE ESTÁ PASSANDO SOBRE SUA CABEÇA NESSE MOMENTO ? ESCOLHA SKYVIEW....

Do you want to know whether a satellite is passing over your head right now? Switch to the Sky View, open the Location tab, select your city from the pop-down list or enter your location coordinates.
http://orbits.eoportal.org/orbits.html

EYES ON THE EARTH 3D:

NASA /CURRENT VITAL SIGNS :

http://climate.jpl.nasa.gov/Eyes/eyes.html


For more instructions on how to view satellite orbits please read here.

Standalone orbit tracker :
The orbits applet can also be run in a standalone Java window allowing you to resize the display to maximum effect.

Click
here to access the standalone version.: http://orbits.eoportal.org/standalone.html

Welcome to Orbits in the eoPortal! Here you can see the orbits and locations of many different Earth Observation satellites. ESA satellites; Envisat, ERS-2 and Proba are shown as default but you can select from many other satellites using the Satellites TAB.

Have a go!
Contact Us with any feedback or comments on Orbits.

Orbit Viewer controls

General controls
Select Time tab to control the Time settings
Select Satellites tab to access the Satellites controls
Select View tab to control the View settings
Select Location tab to control the Location settings
Click Toggle to Earth View to switch the Earth View
Click Toggle to Sky View to switch the Sky View
Click Maximize button for the full screen resolution
Click Restore Down button for the default screen resolution

Mouse controls
Move cursor on object on the Scene to display its name
Click on object on the Scene to select it
Click and Drag cursor over the Scene to rotate it
Ctrl-click + Drag Up cursor over the Scene to Zoom In
Ctrl-click + Drag Down cursor over the Scene to Zoom Out

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

Concursos públicos e empregos: veja as oportunidades da semana

Concursos públicos e empregos: veja as oportunidades da semana 09/04/2009

O Portal MundoGEO publica toda semana as mais recentes oportunidades de trabalho na área de geoinformação. São empregos com carteira assinada, trabalhos temporários, processos seletivos, concursos públicos, licitações, estágios e programas de trainee.

Veja aqui, toda semana, as melhores oportunidades de crescimento profissional em geotecnologia.

Cargo: Processo de seleção para duas vagas: Comercial para venda de Imagens de Satélite e Técnico em Geoprocessamento. O profissional selecionado para o setor comercial atuará na comercialização de imagens de satélite e soluções em geotecnologia, elaboração de propostas e pesquisas de prospecção de clientes. Já o cargo de técnico em geoprocessamento tem como atribuições a manipulação e atualização de bases de dados geográficos e alfanuméricos de SIGs;cartografia digital e sensoriamento remoto; análise espacial e mapeamento temático; processamento de imagens de satélite e elaboração de documentação técnica.Empresa: Codex Remote – Ciências Espaciais e Imagens Digitais.Local: Porto Alegre, RS.Contato: Os interessados devem encaminhar seu currículo contendo pretensão salarial para comunicacao@codexremote.com.br, informando no campo assunto o título da vaga: COMERCIAL ou TÉCNICO GEOPROCESSAMENTO.

Cargo: Profissional licenciado em Geografia e Planejamento Regional ou Engenharia Geográfica.Empresa: Triede TI.Local: Leiria, Portugal.Contato: Mandar currículo para curriculos@triedeti.com.

Concursos públicos e processos seletivos
Cargo: Três vagas para professor adjunto. Duas vagas são para a área de Geodésia/Topografia e uma para a área de Cartografia. Exige-se doutorado na área de geotecnologias.Instituição: Departamento de Engenharia Cartográfica da UFPE.Local: Pernambuco.Contato: O edital está disponível em
www.ufpe.br (Edital n.25).

Cargo: Uma vaga de professor adjunto destinada a todas as atividades acadêmicas presenciais doDepartamento de Geografia e às relativas ao ensino à distância. Graduação em Geografia e Doutorado ou Livre-Docência em Geografia ou áreas afins, com ênfase em sensoriamento remoto e geoprocessamento. Regime de trabalho em dedicação exclusiva. Inscrições de 08/04/2009 a 06/07/2009, na secretaria da UAB.Instituição: Universidade Aberta do Brasil – UAB.Local: Não informado.Contato: http://uab.capes.gov.br/.

Cargo: Uma vaga para professor adjunto para a área de planejamento e avaliação ambiental. O candidato precisa ter título de Doutor em áreas afins à área do concurso. A solicitação de inscrição será exclusivamente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb.Instituição: Fundação Universidade de Brasília – FUB. Local: Brasília.Contato: http://srh.unb.br/concursos.
Cargo: Duas vagas para o cargo de professor de terceiro grau, para a área de geografia nas séries iniciais. O candidato precisa ser portador do título de Doutor ou Mestre na área de Geografia ou educação, com experiência comprovada em docência em Geografia na educação básica ou no ensino superior. A solicitação de inscrição será exclusivamente via internet, no endereço eletrônico
http://www.cespe.unb.br/concursos/docentesunb.Instituição: Fundação Universidade de Brasília – FUB.Local: Brasília.Contato: http://srh.unb.br/concursos
Cargo: Vagas para carreira de magistério superior.Instituição: Universidade Federal FluminenseLocal: Rio de Janeiro, RJ.Contato: O acesso aos editais n.º 31/09 e 82/09 estão disponíveis no site www.uff.br/copemag.

Cargo: Técnico em laboratório para a área de Geografia. O candidato deve ter formação completa de nível médio profissionalizante, realizado em instituição reconhecida pelo MEC ou formação completa de nível médio ou curso equivalente, realizado em instituição reconhecida pelo MEC.Instituição: Universidade Federal Fluminense – UFF.Local: Campo dos Goytacazes.Contato: Maiores informações em www.coseac.uff.br/concursos/uff2009.
Cargo: Vaga aberta para Professor Adjunto nas disciplinas de Introdução às Ciências Ambientais, as exigências são, mestrado em Ciências Exatas e da Terra, engenharia ou área afim, doutorado Ciências Exatas e da Terra, engenharia ou área afim. Outra vaga é para Introdução a Sistemas de Informação – Bancos de Dados e exigência Doutorado Ciências Exatas e da Terra, engenharia ou área afim.Instituição: Universidade Federal do Estado do Rio de JaneiroLocal: Rio de Janeiro, RJ.Contato: Centro de Ciências Exatas e Tecnologia. Inscrição: Secretaria da Decania do CCET, Av. Pasteur, 458 -Urca, de 9 às 16h . Fone: 3223-8020.
Cargo: Vaga para professor assistente, 40 horas, dedicação exclusiva. Área: Geomática e Sensoriamento Remoto. Graduação em Eng.: Agrimensura, Cartográfica ou Geodésia. Mestrado ou doutorado em Geociências, Cartografia, Geodésia, Geoprocessamento ou Sensoriamento Remoto.Instituição: Universidade Federal do Espírito SantoLocal: Alegre, ES.Contato: Maiores informações no site
www.cca.ufes.br; tel: (28) 3552-8932. (inscrições até 30/04/2009)
Cargo: Duas vagas para professor adjunto com titulação de doutor. Uma das vagas é para a área de Sistemas de Informação Geográfica/Engenharia Rural, com dedicação exclusiva. A outra é para a área de metodologia do ensino de Geografia para a educação básica.Instituição: Universidade Federal de Santa Maria.Local: Santa Maria, RS.Contato: Informações pelo telefone 55 3220 8211 ou e-mail:cppd@mail.ufsm.br.
Anuncie no Portal MundoGEO
Para anunciar uma vaga no Portal MundoGEO, envie um e-mail para
editorial@mundogeo.com com a descrição do cargo, o local de trabalho e o e-mail para contato.
Leia mais sobre:
Oportunidades

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

INFORMATIVO DRM - RJ ANO VII

INFORMATIVO DRM-RJ Ano VII - Nº 170 - 25/03/2009
DRM-RJ - Diploma Prata PQ-Rio 2007 "Preserve o ambiente: reflita antes de imprimir este Informativo"
Presidência: 21-2717-3995 / 21-8596-5648 / Gabinete da Presidência: 21-2717-2556 / 21-8596-5644 / Diretoria de Administração e Finanças: 21-2717-3877 / 21-8596-5645Diretoria de Geologia: 21-2717-4234 / 21-8596-5647 / Diretoria de Mineração: 21-2717-4234 / 21-8596-5646 / Geoinformação: 21-2717-5075 / Geologia: 21-2717-4083Registro Mineral: 21-2717-3094 / Fiscalização: 21-2717-3468 / Economia Mineral: 21-2717-5283 / Imprensa: 21-2717-3248 / Fax: 21-2717-4191 Data do fechamento desta edição: 01/04/2009


SEDEIS REALIZA REUNIÕES EM FRIBURGO, SANTA MARIA MADALENA E CAMPOS DOS GOYTACAZESA subsecretária de Comércio e Serviços da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Dulce Ângela Procópio de Carvalho, realizou uma série de reuniões em Nova Friburgo (localidade de Mury), Santa Maria Madalena (região Centro Norte) e Campos dos Goytacazes (Norte) nos últimos dias 24 e 25 de março. No dia 24 pela manhã (terça-feira) a equipe esteve em Mury, participando da reunião mensal da governança do APL de Entretenimento e Turismo de Mury, Lumiar e São Pedro da Serra. À tarde a programação aconteceu em Santa Maria Madalena, em reunião com o prefeito Arthur Garcia e lideranças locais, com foco no turismo e no Núcleo de Artesanato Mineral da cidade, que foi visitado pela equipe. No dia 25 a reunião foi na prefeitura de Campos, iniciada com a prefeita Rosinha Garotinho e seguida de encontro coordenado pela subsecretária Dulce Angela e pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Petróleo do município, Eraldo Bacelar, com a presença de vários secretários municipais, representantes da Firjan, Uenf, Fundenor e Senai, abordando as temáticas de turismo, rochas e cerâmica vermelha. Ficou definida uma agenda de trabalho específica para a próxima reunião de trabalho, programada para 5 de maio próximo. Na agenda do DRM-RJ, a proposta de inserção da prefeitura nas discussões da governança do APL de Cerâmica Vermelha e a ampliação do Projeto Caminhos Geológicos no município, em cooperação com a prefeitura e Uenf, além da cooperação no projeto de turismo para as regiões o Imbé e Lagoa Feia, com a inserção do geoturismo. Mais detalhes com Lucia Helena Nascimento


luciah@desenvolvimento.rj.gov.br).

PESQUISADORES BRASILEIROS PARTICIPAM DE CONGRESSO LATINOAMERICANO DE GEOTURISMONo período de 16 a 19 de março, aconteceu em La Asunción, Isla de Margarita, República Bolivariana da Venezuela, o I Congreso Latinoamericano e del Caribe sobre Iniciativas en Geoturismo, organizado pela FGDV - Fundación Geoparques de Venezuela e patrocinado pela empresa estatal CVG Minerven - Compañía General de Minería de Venezuela (
www.cvgminerven.com). Os brasileiros presentes ao evento foram os pesquisadores Kátia Mansur, do DRM/RJ – Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e Everaldo Nunes, do IEMA – Instituto Estadual do Meio Ambiente do Espírito Santo, que apresentaram as conferências “Projeto Caminhos Geológicos – Rio de Janeiro - Brasil” e “Projeto Jardim Geológico - Sana, Macaé, estado do Rio de Janeiro”, respectivamente. Na parte da manhã aconteceram as conferências e na parte da tarde as discussões foram divididas em 4 grupos: Geoturismo, Rede, Legislação e Inventário. Na conclusão dos trabalhos, foi divulgada uma declaração pela criação da Red Latinoamericana y del Caribe para la Defensa y Conservación del Patrimonio Geológico, Minero, Metalurgico y Paleontológico, com sede na Venezuela, cuja legislação permitiu que esta forma de associação fosse criada de forma simples, aproveitando a infraestrutura da FGDV, que dispõe de advogados e possui as condições legais para tal. Durante o evento foi decidido que o próximo Congresso terá o Brasil como anfitrião, no estado do Rio de Janeiro. Mais detalhes sobre o evento e as palestras apresentadas, faça contato com
kmansur@drm.rj.gov.br.

OFICINA EM PÁDUA ESTABELECE PLANO DE AÇÃO DO APL DE ROCHAS PARA 2009/2011Aconteceu na última terça-feira, dia 24 de março, a oficina de planejamento estratégico do Arranjo Produtivo Local - APL de Rochas Ornamentais do Noroeste Fluminense, que definiu as bases do Plano de Ação 2009/2011, para a formatação de um novo acordo de resultados a ser assinado entre os diversos parceiros da governança do APL. A oficina foi coordenada pelo SEBRAE/RJ e seguiu as rotinas da metodologia Gestão Estratégica Orientada para Resultados. Entre os participantes, representantes do SEBRAE/RJ, Sindgnaisses, Simagran/Rio, CETEM, DRM-RJ/SEDEIS, Senai, Firjan, Prefeitura de Santo Antônio de Pádua, Redetec e empresários de Pádua, Miracema e Itaperuna. Foram definidos cinco focos estratégicos: (a) associativismo; (b) capacitação técnica e empresarial; (c) ampliação de mercado (interno e externo); (d) responsabilidade socioambiental e (e) aumento da competitividade. Em breve os resultados estarão disponíveis no sistema GEOR/Sebrae. Mais detalhes, consulte José Maurício Soares Reis

josemauricio@sebraerj.com.br ou 22-3851-0774).

DNPM COMEMORA 75 ANOS EM FRANCO PROCESSO DE MODERNIZAÇÃOO Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) completou 75 anos em 8 de março passado e realizou solenidade comemorativa no último dia 27 de março, em Brasília. O DNPM foi criado em 1934, como órgão central de direção superior, vinculado à época ao Ministério da Agricultura, sucedendo o extinto Serviço Geológico e Mineralógico. Em 1994, foi transformado em Autarquia Federal, possuindo as atribuições de: Outorga de direitos Minerários Fiscalização de pesquisa, lavra e beneficiamento de minérios; Ações de Fomento ao setor mineral; Manter a base de dados sobre a economia mineral brasileira; Proteção ao Patrimônio Fossilifero; Fiscalização do Controle Ambiental e; Promover a arrecadação das taxas, emolumentos e compensação financeira decorrentes da atividade de mineração no país. Como missão, o DNPM tem a de Gerir o Patrimônio Mineral Brasileiro de forma sustentável, utilizando instrumentos de regulação em benefício da sociedade e a Visão de ser reconhecido pela sociedade como uma instituição de excelência capaz de gerir o patrimônio mineral de forma sustentável no interesse da nação. Acesse
www.dnpm.gov.br e conheça a íntegra da mensagem do diretor-geral Miguel Nery sobre a data. O Serviço Geológico do Estado do RIo de Janeiro parabeniza o DNPM, patrimônio do setor mineral brasileiro, pelos 75 anos!

INSTITUTO GEOLÓGICO DE SÃO PAULO LANÇA PROJETO MONUMENTOS GEOLÓGICOSÉ com muita satisfação que informamos o lançamento do projeto Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo, uma iniciativa do Instituto Geológico de São Paulo – IG, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. O lançamento aconteceu na última sexta-feira, dia 27 de março, durante as comemorações dos 123 anos da Commissão Geographica e Geologica (CGG), em São Paulo, promovidas pelo IG. O projeto, que tem por objetivo a implantação do Inventário Paulista dos Monumentos, com o registro dos sítios geológicos com alto valor científico, existentes no Estado de São Paulo, é coordenado por Rogério Rodrigues Ribeiro, da Seção de Monumentos Geológicos do IG. Como subprodutos deste trabalho, serão lançados o logo do projeto, a ficha de campo para descrição do sítio geológico e uma série de marcadores de página Conheça mais sobre o IG visitando
www.igeologico.sp.gov.br e sobre o projeto Monumentos Geológicos, fazendo contato com : rrribeiro@igeologico.sp.gov.br. O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro parabeniza o IG pela importante iniciativa!

CETEM LANÇA BANCO DE DADOS MINERALDATAO Centro de Tecnologia Mineral – CETEM lançou o MINERALDATA, coroando um bem sucedido projeto de informatização das Estatísticas do Setor Mineral Brasileiro. O público (estudante e profissional) que busca dados do setor mineral terá imediatamente disponível um material de consulta até então inexistente em formato digital. Foi executado pela Coordenação de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação - CPAA do CETEM e com o patrocínio da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral - SGM/Ministério de Minas e Energia - MME. De consulta amigável, o MINERALDATA contém as principais publicações do setor mineral brasileiro. No MINERALDATA existem mais de 120 substâncias: - do Aço ao Zircônio e pode ser consultado por Temas: - Reservas, Produção, Exportação, Importação, Consumo, Preço, Faturamento, Investimento, Mão-de-obra, Porte das Minas, Porte das Usinas e CFEM.


Mais detalhes em www.cetem.gov.br e acesse o MINERALDATA em http://w3.cetem.gov.br:8080/mineraldata/app (fonte: CETEM Notícias - nº 60 / 24 de março de 2009).

3/4 – GEOFISICA DA UFF TEM AULA INAUGURAL EM NITERÓIAcontece nesta sexta-feira, dia 3 de abril, às 14h, a aula inaugural do curso de Geofísica do Instituto de Geociências da Universidade Federal Fluminense, a cargo do Geólogo Marcus Gorini, que falará sobre o tema “Geofísica – Visão do Cientista na Exploração dos Continentes, dos Oceanos e do Interior da Terra”. O evento acontece no Auditório Milton Santos, situado no Instituto de Geociências da UFF, na avenida General Miltom Campos, no Gragoatá – Caminho Niemeyer, em Niterói. Mais informações, escreva para

:geofisica@igeo.uff.br.

6/4 - GOVERNO DO ESTADO INAUGURA CVT DE CERÂMICA VERMELHA EM CAMPOSO Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entrega, na próxima segunda-feira, dia 6 de abril, às 16h, os Centros Vocacionais Tecnológico de Solda e de Cerâmica de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e da FAETEC – Fundação Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro. A cerimônia acontecerá na Rua Alberto Lamego, nº 712, Parque Califórnia, Campos dos Goitacazes – RJ. Entre os objetivos do CVT está a formação de mão-de-obra, melhoria do processo produtivo e da inovação tecnológica para o parque cerâmico da região, o mais importante do estado e que se constitui hoje num Arranjo Produtivo Local de Base Mineral, reconhecido pelo MCT. Mais detalhes, consulte Etevaldo Pessanha, Coordenador Geral do CVT de Cerâmica

etevaldop@censanet.com.br).

6/4 - PROJETO CAMINHOS DE DARWIN TEM REUNIÃO NA CASA DA CIÊNCIAO projeto Caminhos de Darwin foi criado em 2008, no Rio de Janeiro, em comemoração aos 150 anos do lançamento da Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin. É coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Casa da Ciência da UFRJ e Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro, em parceria com instituições, escolas, universidades e prefeituras das cidades do Rio de Janeiro por onde Charles Darwin passou em sua viagem a bordo do navio Beagle, em 1832. Em 2008, foram realizadas reuniões e palestras nos municípios, que culminaram na Expedição Caminhos de Darwin, que, durante quatro dias (26, 27, 28 e 29 de novembro), percorreu as 12 cidades com um grupo de cientistas, pesquisadores, jornalistas, professores, alunos e profissionais da área de popularização da ciência, para inauguração de marcos comemorativos, apresentação de esquete teatral, mostra de vídeo, exposição de rochas e minerais da região e palestra sobre o tema. Além disso, foram instaladas 24 placas sinalizadoras nas estradas que dão acesso a essas cidades e, durante a expedição, foram organizadas diversas atividades por professores, alunos, instituições locais e pelas prefeituras das cidades do Rio de Janeiro, Maricá, Saquarema, Araruama, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Barra de São João, Macaé, Conceição de Macabu, Rio Bonito, Itaboraí e Niterói. Mais de 4.000 mil pessoas participaram diretamente ou observando os trabalhos apresentados pelos alunos e professores, nos municípios. Em 2009, muitas serão as comemorações em torno de Charles Darwin, no Brasil e no exterior e estão acontecendo reuniões da organização, para planejamento das ações a serem implementadas. A próxima reunião será no dia 6 de abril, segunda-feira, às 13h, na Casa da Ciência da UFRJ, situada na rua Lauro Muller, 3, Botafogo, RJ (referências: ao lado do Rio Sul e do Canecão). Para maiores informações, acesse www.casadaciencia.ufrj.br/caminhosdedarwin ou faça contato com Aline Portilho – 21-2542-7494 ou aline@casadaciência.ufrj.br.

9/4 - DELEGAÇÃO DE CERAMISTAS A DUBAI E CHINA AINDA RECEBE INSCRIÇÕESA ANICER – Associação Nacional da Indústria Cerâmica informa que estão chegando ao fim as inscrições para a 1a delegação brasileira da cerâmica vermelha que visitará a Ceramics China 2009, que acontece em maio na cidade chinesa de Guangzhou. Os empresários que desejam participar da iniciativa precisam confirmar presença até 9 de abril, na próxima quinta-feira. Ceramistas dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais já confirmaram participação na delegação. E o número de integrantes de diversas partes do país deve continuar crescendo nesta semana. Na programação da delegação estão visitas à Ceramics China, uma das maiores feiras do segmento no mundo. Em sua última edição, a exposição contou com a participação de 427 expositores de quase vinte países. Nos quatro dias de evento, mais de 40 mil pessoas passaram pelos pavilhões. Para ingressar na delegação à China Ceramics 2009 é preciso acessar
www.anicer.com.br, preencher a ficha de inscrição e encaminhar por fax para a Associação no telefone 21-2524-0128. No mesmo número também é possível solicitar o envio do formulário de participação por fax. Mais detalhes, acesse www.anicer.com.br/anicer2008/images/noticias/beijn.jpg.

15/4 - SEMINÁRIO EM MINAS DISCUTE A CRISE E O SETOR MINERALA revista Brasil Mineral e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, através do Pólo de Excelência Mineral e Metalúrgico convidam para o evento “Como o Setor Mineral Pode Enfrentar a Crise?”, promovido conjuntamente pelas duas entidades. Na programação do evento, o workshop “Estratégias de CTI & RH para Tempos de Transformações”, no dia 15 de abril, às 9h, no Caesar Business Hotel, Belo Horizonte, MG, que contará com a participação de Eduardo Salamuni, presidente da Mineropar, representando a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Mineração – ABEMIN, discutindo o tema “O que o Governo Pode Fazer Para Apoiar o Setor?”, para o qual também estão sendo convidados representantes do MME, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de MG e SECTES-MG. Também como parte do evento será realizado, na parte da tarde, o seminário “Perspectivas 2009-2012 para o Mercado Mineral e Metalúrgico na Visão do Setor Produtivo”, reunindo dirigentes das empresas Vale, Usiminas, CBA, Kinross, Magnesita e profissionais da imprensa especializados no setor minero-metalúrgico. O evento é exclusivo para convidados e maiores informações podem ser obtidas com

:franalves@signuseditora.com.br.

NOVO VOLUME DA REVISTA BRASILEIRA DE GEOCIÊNCIAS DA SBG ESTÁ ON LINEOs editores informam que mais um fascículo da Revista Brasileira de Geociências - RBG, 38(2), correspondente ao mês de junho de 2008, está disponível em formato on-line. Os artigos poderão ser acessados e baixados na página da Sociedade Brasileira de Geologia - SBG, seção da RBG, em “Arquivos”, no endereço
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/rbg/issue/archive, item v. 38, n. 2 (junho de 2008). A versão impressa se encontra em fase de prova da gráfica, devendo ser distribuída em breve pelo correio. Mais detalhes podem ser obtidos em www.sbgeol.org.br ou com os editores
:fiori@ufpr.br ou
:elvo@ufpr.br.

NOVO VOLUME DA REVISTA DE GEOCIÊNCIAS DA UNESP JÁ ESTÁ DISPONÍVELO Núcleo São Paulo da Sociedade Brasileira de Geologia informa que o volume 27(2) da Revista Geociências já se encontra disponível para download em
www.revistageociencias.com.br. A Revista é uma publicação do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista – UNESP, com o apoio do Departamento de Petrologia e Metalogenia – DPM/IGCE/UNESP e a SBG-SP.
SÃO PEDRO – SP - SIMPOSIO DE GEOLOGIA DO SUDESTE ESTÁ COM PÁGINA NO AREstá no ar o site do XI Simpósio de Geologia do Sudeste – SGS 2009, que ocorrerá entre os dias 14 a 17 de outubro de 2009, no Hotel Fonte Colina Verde na cidade de São Pedro (SP). O evento, coordenado pela SBG-SP, tem o apoio dos Núcleos Rio de Janeiro e Minas Gerais, que desde 2005 realizam o SGS em rodízio de sede (2005 em Niterói, RJ e 2007 em Diamantina, MG). Acesse
http://jasper.rc.unesp.br/simposiogeologia2009/ e obtenha mais informações sobre o evento.

CUIABÁ – MT - XI SIMPOSIO DE GEOLOGIA ACONTECE EM JULHOO XI Simpósio de Geologia do Centro Oeste, organizado pelo Núcleo Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Geologia, acontecerá nos dias 26 a 29 de julho de 2009, no Centro de Eventos do Pantanal, na cidade de Cuiabá, Mato Grosso. O tema central será “Entendendo o Planeta para Construir Novos Caminhos para Sociedade” e os principais objetivos do evento são: (a) discutir a importância da geologia na história passada e presente da região centro-oeste; (b) apresentar os resultados das pesquisas científicas produzidas nas universidades brasileiras e estrangeiras; (c) congregar os profissionais brasileiros para debates técnicos, políticos e científicos e (d) dar oportunidade aos participantes do evento de conhecer áreas geologicamente importantes, como a Chapada dos Guimarães e o sudoeste do Cráton Amazônico (Mato Grosso até a Bolívia). Conheça mais sobre o evento, acessando
www.xisimposiocentrooeste.com.br

MANAUS – AM -SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DA AMAZÔNIA DISPONIBILIZA CIRCULARA Sociedade Brasileira de Geologia – Núcleo Norte (SBG-NO) e instituições parceiras promovem o XI Simpósio de Geologia da Amazônia – XI SGA, que terá como tema “Desafios da Mineração na Amazônia”. O evento será realizado na cidade de Manaus, AM, no período de 2 a 5 de agosto de 2009 na Universidade Federal do Amazonas. Serão três linhas temáticas principais: (1) Geologia, Pesquisa e Desenvolvimento; (2) Geologia, Mineração e Política Mineral; e (3) Geologia e Meio Ambiente. Conheça a primeira circular na página da Sociedade Brasileira de Geologia (
www.sbgeo.org.br) e maiores informações já podem ser obtidas no Departamento de Geociências da UFAM, pelos telefones 92-3647-4025/4026 ou ainda com Daniel Nava, membro da Comissão Organizadora
danielnava@sds.am.gov.br).

GRAMADO – RS - SIMPOSIO DE METALOGENIA RECEBE INSCRIÇÕES ATÉ 17 DE ABRILEstá aberto o sistema para submissão de resumos para apresentação de trabalhos ao II Simpósio Brasileiro de Metalogenia (II SBM). O prazo para envio é até o dia 17 de abril. O II SBM será realizado no período de 7 a 10 de junho, em Gramado (RS). Os organizadores do Simpósio esperam receber contribuições gerais relacionadas à geologia de depósitos minerais do Brasil, incentivando, em particular, a relação destes com ciclos tectônicos e épocas metalogenéticas. Também será estimulada a apresentação de trabalhos relacionados aos temas específicos: depósitos tipo IOCG, Intrusion Related, Pórfiros, Epitermais e Orogênicos; depósitos de minerais industriais; depósitos lateríticos e supergênicos; depósitos polimetálicos, de metais preciosos e raros; e isótopos aplicados a modelamento de depósitos minerais. Para informações ou submeter seu trabalho, consulte o site do evento
www.ufrgs.br/sbm.

INTRODUÇÃO A PETROFÍSICA PARA ANÁLISE DE PERFIS DE POÇOS ABERTOS - MUDANÇA DE LOCALA ABGP - Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo, informa o novo local do short course "Introdução à Petrofísica para Análise de Perfis de Poços Abertos", que será realizado na sede da Anadarko, na rua Victor Civita 77, bloco 1, 6o andar, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O curso acontecerá nos dias 25 a 27 de maio de 2009, de 9h às 17h e será ministrado pela Dra. Rose Lemos - Geóloga de Operações / Petrofísica da Anadarko. Mais detalhes, consulte
www.abg.com.br ou Mônica Figueiredo (môwlmailhtml:%7B11673BA7-2745-48CE-B3A0-3BD0CE58AB12%7Dmid://00000142/!x-usc:mailto:nica@abgp.com.br).

ABGP INFORMA SOBRE AAPG INTERNATIONAL CONFERENCE – RIO 2009A ABGP - Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo, informa que as primeiras informações para a ABGP/AAPG International Conference and Exhibition - Rio 2009, que acontece no RioCentro, entre 15 e 18 de novembro de 2009, já se encontram postadas no site da AAPG - American Association of Petroleum Geologists, em
www.aapg.org/rio. Dúvidas sobre o assunto, consulte www.abg.com.br ou Mônica Figueiredo
:nica@abgp.com.br).

DNPM, IBAMA E ICMBIO CRIAM COMITÊ PERMANENTE DE MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTEA portaria conjunta DNPM/IBAMA/ICMBIO nº104, de 27 de março de 2009, publicada no Diário Oficial da União de 1 de abril, criou o Comitê Permanente de Mineração e Meio Ambiente – CP/MIMA, órgão colegiado consultivo, que tem como objetivo avaliar, monitorar, elaborar e aplicar atos normativos com vistas a solucionar conflitos entre as gestões dos recursos minerais e dos recursos ambientais no interesse público, social e econômico. O CP/MIMA, que substitui o antigo Comitê Técnico DNPM/IBAMA, com a inclusão do ICMBIO (Instituto Chico Mendes), é composto por 8 (oito) membros titulares e respectivos suplentes, sendo 4 (quatro) representantes do DNPM, 2 (dois) representantes do IBAMA e 2 representantes do ICMBio, com mandato de dois anos. A coordenação do CP/MIMA será exercida por um de seus membros, em sistema de rodízio anual, cabendo a Sebastião Domingos de Oliveira, representante do DNPM, a função pelo prazo de um ano. A primeira reunião do CP/MIMA deverá ocorrer em 6 de abril de 2009, às 14 horas, no auditório do Edifício-sede do DNPM, em Brasília, ocasião em que o Coordenador em exercício apresentará proposta de Regimento Interno do CP/MIMA para discussão e posterior encaminhamento para aprovação da Diretoria-Geral do DNPM e das Presidências do IBAMA e do ICMBio. Mais detalhes, consulte
www.dnpm.gov.br.

DNPM E INCRA PUBLICAM PORTARIA SOBRE MINERAÇÃO EM ÁREAS DE ASSENTAMENTOFoi publicada no Diário Oficial da União - DOU de 27/03/2009, a Portaria Conjunta nº 104 (DNPM e INCRA), que cria Grupo de Trabalho Interdisciplinar para elaborar proposta regulamentando os procedimentos a serem adotados quanto houver interferência entre atividades de mineração e projeto de assentamentos para fins de reforma agrária na mesma área. Conheça a portaria na íntegra consultando
www.dnpm.gov.br.
SINDIROCHAS FAZ ACORDO COM DNPM NO ESPÍRITO SANTOO Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Estado do Espírito Santo (Sindirochas) fez um acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) regional para agilizar a liberação dos títulos minerários mais urgentes para os empresários capixabas. Segundo o superintendente do Sindirochas, Romildo Tavares, os pedidos devem ser feitos por carta ou e-mail

:sindirochas@sindirochas.com.br) até 31 de março, informando a razão social da empresa, CNPJ e o número de processo de interesse (apenas um processo por empresa) (fonte: Revista Minérios & Minerales On-line - www.minerios.com.br).

IBAMA SOLICITA ESTUDO ESPELEOLÓGICO ÀS CIMENTEIRAS DE CANTAGALO-RJNo dia 12 de março de 2009 os técnicos do IBAMA de Nova Friburgo, dando continuidade ao Programa de Preservação do Patrimônio Espeleológico da Região Serrana Fluminense, solicitaram às indústrias cimenteiras Holcim, Votoran e Lafarge, todas sediadas no município de Cantagalo-RJ, a apresentação, num prazo de 90 dias, dos estudos contendo o levantamento do patrimônio espeleológico de suas jazidas. Esses estudos, que passaram a ser parte integrante do processo de licenciamento ambiental através da Resolução CONAMA 347/2004, permitirão identificar, preservar e conservar o patrimônio espeleológico local, fomentando levantamentos, estudos e pesquisas que possibilitem ampliar o conhecimento sobre as cavidades naturais subterrâneas existentes na região. As indústrias cimenteiras envolvidas estão conscientes do seu papel de preservar esse patrimônio científico e cultural, e nesse sentido, elas têm sido parceiras do IBAMA na execução desse projeto. O IBAMA de Nova Friburgo já identificou e interditou quatro importantes cavernas calcárias na Região Serrana Fluminense: Gruta Pedra Santa e Gruta Novo Tempo (em Cantagalo), Gruta da Ponte da Jararaca (em São Sebastião do Alto) e Gruta do Sumidouro (em Cambuci), por estarem sofrendo depredações devido ao seu uso indiscriminado. A utilização dessas cavernas para fins turísticos ou para estudos científicos dependem de apresentação de Plano de Manejo, a ser analisado pelo IBAMA e ICMbio (fonte: IBAMA/Nova Friburgo-RJ). Mais detalhes faça contato com Mauro Fernandes, coordenador do IBAMA, em

mail to:mauro.fernandes@ibama.gov.br.

REGULAÇÃO DA MINERAÇÃO TEM FÓRUM EM SÃO PAULOO Escritório Wiliam Freire Advogados Associados anuncia a realização do 1º Fórum Brasileiro de Regulação da Mineração, nos dias 26 e 27 de maio de 2009, no Hotel Blue Tree Towers Morumbi, São Paulo, SP. O objetivo do encontro será consultar e debater, junto às autoridades governamentais, o novo marco regulatório da mineração. O evento contará com a presença dos poderes legislativo, executivo, além de diversas instituições públicas diretamente envolvidas com a formulação, análise e sanção dos conjuntos de lei que formarão o marco setorial do mercado privado. Entre as participações confirmadas estão os senadores Aloizio Mercadante, Delcídio Amaral e Jefferson Praia, o deputado Jorge Khoury, Paulo Paiva (BDMG), Roberto Machado (BNDES) e Antonio F.S Rodrigues (DNPM). A programação final do fórum está disponível em
www.iqpc.com/br/legalmining. Para maiores informações, faça contato com
mailto:atendimento@iqpc.com ou 11-3164 5600.

IBGE LANÇA CONSULTA PÚBLICA AOS USUÁRIOS DE INFORMAÇÕES ALTIMÉTRICASA Diretoria de Geociências do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE informa que está disponível o formulário da Consulta Pública aos Usuários de Informações Altimétricas do SGB 2009, com o objetivo de identificar e avaliar novas demandas, bem como o nível de satisfação da comunidade técnico-científica brasileira inserida nas diversas atividades do campo das Ciências da Terra, com relação às informações sobre a Rede Altimétrica de Alta Precisão - RAAP, do Sistema Geodésico Brasileiro - SGB, disponibilizadas por meio do Banco de Dados Geodésicos - BDG. Além disso, o IBGE pretende difundir a necessidade de consulta ao Banco de Dados Geodésicos em virtude das possíveis alterações de altitude das referências de nível devido aos periódicos reajustamentos da Rede. Acesse
www.ibge.gov.br/home/geociencias/geodesia/dalti/pesquisa.php ou faça contato com Nívia Régis Di Maio
:nivia@ibge.gov.br ou 21-2142-4965), para maiores informações.

EDITAL DA FINEP CONTEMPLA PROJETOS VOLTADOS ÀS TECNOLOGIAS SOCIAISA Finep lançou uma chamada pública voltada à seleção de propostas que receberão apoio financeiro para a execução de projetos de tecnologias para o desenvolvimento social. A data limite para a submissão eletrônica das propostas é o dia 25 de maio. Serão disponibilizados R$ 34,6 milhões, não reembolsáveis, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O objetivo é contribuir para a redução da pobreza e das desigualdades sociais, além de democratizar o acesso às tecnologias de informação e comunicação em áreas rurais do país. A chamada contemplará projetos em duas linhas temáticas: o desenvolvimento de tecnologia social em contextos produtivos de empreendimentos econômicos solidários em áreas urbanas e rurais; e a implantação de centros de inclusão digital em áreas rurais. O prazo de execução dos projetos é de até 24 meses, prorrogáveis a critério da Finep. Cada Estado e o Distrito Federal, por meio de suas secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação, poderá apresentar uma única proposta contemplando uma ou ambas as linhas temáticas. O formulário eletrônico para a submissão dos projetos estará disponível no site da Finep a partir do dia 31 de março. As propostas deverão ser estruturadas em subprojetos a serem executados por Instituição Científica e Tecnológica Pública (ICT) e empresas públicas que executem atividades de pesquisa científica e tecnológica, extensão ou serviços tecnológicos. Os subprojetos apresentados no âmbito da primeira linha temática, que envolve o desenvolvimento de tecnologia social em contextos produtivos, deverão contemplar uma cadeia produtiva principal, com destacada importância social, econômica e ambiental. No que diz respeito aos centros de inclusão digital, objeto da segunda linha temática, a proposta deverá conter a lista completa dos municípios escolhidos para receberem os centros de inclusão digital. As unidades deverão funcionar em bibliotecas públicas, empresas públicas de extensão e assistência técnica rural, escolas agrotécnicas e cooperativas de agricultores familiares. A íntegra do edital está disponível em
www.finep.gov.br//fundos_setoriais/acao_transversal/editais/Chamada_Desenvolvimento_%20Social_2009.pdf.

FUNDO DE DIREITOS DIFUSOS ABRE INSCRIÇÕES PARA ENCAMINHAMENTO DE PROPOSTASO Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), vinculado ao Ministério da Justiça (
www.mj.gov.br) está com inscrições abertas para o encaminhamento de propostas de projetos que visem reparar danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valores artísticos, estéticos, históricos, turísticos, paisagísticos e a outros interesses difusos e coletivos. As propostas de trabalho deverão ser cadastradas no período de 1º de março a 30 de abril de 2009 e serão aceitas propostas e cartas-consulta que solicitem apoio financeiro de até no máximo R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), sendo que para os estados, municípios e Distrito Federal, o valor mínimo será de R$ 100.000,00 (cem mil reais), incluindo a contrapartida. O Fundo é constituído dos recursos financeiros oriundos de multas aplicadas pela Justiça Federal, CADE e etc, decorrentes da violação dos direitos difusos. Entre as linhas financiadas estão meio ambiente e patrimônio cultural brasileiro. Mais detalhes sobre o edital, acesse www.mj.gov.br/cfdd/data/Pages/MJ038B8D53PTBRNN.htm.

AQUISIÇÃO DE PRODUTOS DO DRM-RJ - SAIBA COMO FAZER
Com o intuito de divulgar o conhecimento e facilitar o acesso aos produtos gerados pelo DRM-RJ e parceiros, é criado um canal para a "Aquisição de Produtos do DRM-RJ". Agora de uma forma mais direta, todos os "usuários" poderão adquirir produtos via email ou postagem, focando assim, a otimização do tempo e acessibilidade da informação. Hoje os produtos mais solicitados no DRM-RJ são as Cartas Geológicas do Estado do Rio de Janeiro na escala de 1:50.000 em formato matricial e vetorial. Entretanto, encontram-se também no acervo do Departamento vários outros produtos que fazem parte desta forma de aquisição. Para maiores informações:


anaferreira@drm.rj.gov.br (Coordenadora de Geoinformação).


DEPARTAMENTO DE RECURSOS MINERAIS - DRM-RJServiço Geológico do Estado do Rio de Janeiro Rua Marechal Deodoro, 351 - Centro - CEP: 24030-060 - Niterói (RJ) Fone: 21 2717-3334 - Fax: 21 2717-4191e-mail:

:drm@drm.rj.gov.br home-page: www.drm.rj.gov.br

Notícias, avisos, eventos e assuntos relacionados com a página eletrônica do DRM-RJ, escreva para:

mailto:msilvino@drm.rj.gov.br Assuntos de interesse da Diretoria do DRM-RJ, escreva para:
:mailto:wsally@drm.rj.gov.brAssuntos de imprensa, escreva para :mailto:msilvino@drm.rj.gov.brAquisição de produtos do DRM-RJ, escreva para mailto:anaferreira@drm.rj.gov.brPara falar diretamente com a Presidência do DRM-RJ, escreva para: :ferthal@drm.rj.gov.brFale com o Secretário:
:mailto:juliobueno@desenvolvimento.rj.gov.brQuerendo receber nosso informativo, escreva para: :drm@drm.rj.gov.br

Flavio Erthal
Presidente
DRM-RJ / Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro
21-2717-3995 / 8596-5648
www.drm.rj.gov.br

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Terça-feira, 3 de Março de 2009

O Brasil e a crise mundial - Dez razões para sermos otimistas


O Brasil e a crise mundial - Dez razões para sermos otimistas
Avaliada pelos últimos indicadores de desempenho econômico e em vista de seu brilhante passado recente, a economia brasileira inspira preocupação. Milhares de profissionais valiosos perderam seu emprego nas indústrias mais dependentes do ambiente externo, como no caso da atividade de mineração.A inadimplência das famílias atingiu em janeiro desse ano o maior nível desde maio de 2002. A desaceleração do PIB é severa. Parece, portanto, não haver espaço para otimismo. Mas, como o otimismo tem de ser encontrado justamente nesses momentos mais duros, transcrevemos matéria da maior revista semanal de notícias do Brasil – VEJA – que, realisticamente, à luz de fatos e da análise dos principais e mais respeitados economistas, o país deve transpor com razoável desenvoltura o ambiente perverso que a economia mundial está impondo ao mundo globalizado. A economia brasileira também sofre com a crise. Mas é consenso que o Brasil será um dos países menos afetados. Concordam com esse diagnóstico organizações como o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e a OCDE, a organização econômica dos países ricos. Anote as dez razões que sustentam com otimismo a possibilidade do Brasil atravessar a crise mundial de 2009 apenas com pequenos arranhões – e com chances significativas de emergir em 2010 com crescimento robusto:
1) Reservas de 200 bilhões de dólares intocadas depois de seis meses de crise; 2) Bancos competentes, regulados, com baixa exposição a riscos e provisionados contra calotes; 3) Ausência de bolhas de crédito e imobiliária, com potencial de crescimento real nesses setores; 4) Mercado interno forte, crescendo em poder de compra e em proporção da população; 5) Matriz energética mais "verde" do mundo, com independência do petróleo importado; 6) Estabilidade política, em que a democracia foi entronizada como patrimônio nacional; 7) Estabilidade econômica e arcabouço regulatório imperfeito mas previsível; 8) Maior exportador de alimentos do mundo, o que garante vendas externas volumosas em qualquer cenário; 9) Mercado externo diversificado, com compradores em todo o mundo e mercadorias de crescente valor agregado;10) As mesmas projeções que apontam estagnação no mundo projetam crescimento do PIB do Brasil em 2009.
Fonte: Revista VEJA - Edição 2102 - 04 de março de 2009

MEG faz balanço de 2008 e antecipa projeções para 2009O relatório anual do Metal Economic Group - MEG, distribuído no PDAC 2009, elaborado por Jason Goulden (vice-presidente da entidade), faz analise dos orçamentos de 2008 do segmento de exploração mineral em escala global.
Pela síntese do relatório do MEG o total mundial dos orçamentos em exploração mineral, para metais não ferrosos (excluído urânio), foi estimado para 2009 em US$ 13,2 bilhões, considerando o universo de 2.095 empresas de mineração. Incluindo o urânio, o orçamento mundial em exploração mundial salta para US$ 14,4 bilhões.
Em 2007 os investimentos excluindo urânio foram de US$ 10,5 bilhões. Caso não houvessem ocorrido cortes nos orçamentos no ultimo trimestre de 2008, fatalmente o mercado teria realizado o maior orçamento de todos os tempos. Os gastos reais em 2008 foram, no entanto, menores do que os orçamentos previstos para o mesmo ano. Como a maioria das empresas investiu a maior parte dos seus recursos antes do inicio da forte da crise, é provável que os gastos reais em exploração mineral no mundo no ano passado tenham superado os valores de 2007, materializando o maior investimento em exploração mineral desde que o MEG começou a levantar esses dados estatísticos setoriais.
Considerando o porte das empresas, as majors aumentaram seus investimentos, relativos às demais empresas, de 30% para 37%, as empresas de porte médio diminuíram os investimentos de 16% para 14% e as juniores diminuíram de 52% para 49%. Nesse cenário as empresas de governo ainda permaneceram com orçamentos estáveis. As juniores mantiveram a liderança nos investimentos globais em exploração mineral com 49% do total. Nesse período, os custos dos serviços em exploração mineral experimentaram significativos aumentos nas planilhas de despesas das empresas, desde os gastos com combustíveis até os relacionados ao pessoal técnico.
Após cinco anos de forte crescimento dos orçamentos liderados pelas empresas juniores, responsável pela euforia do mercado e na relativa facilidade na captação de recursos, em 2008 o segmento cresceu somente 16%.
Os orçamentos em exploração mineral por região mostram a America Latina com 25% do total, Canadá com 19%, Austrália com 14%, África com 15%, USA com 7%, o Pacífico/Sudeste da Ásia com 5% e as demais com apenas 15% dos recursos globais.
A distribuição dos orçamentos pelos 10 principais países mineradores do mundo foi em 2008, da seguinte ordem: Canadá - 19%, Austrália -14%, USA - 7%, México - 6%, Peru - 5%, Rússia - 5%, Chile - 4%, Brasil - 3%, África do Sul - 3% e os demais 31%.
O Brasil ocupou o oitavo lugar dentre os 10 maiores orçamentos.
Considerando a distribuição dos orçamentos por alvo (commodity) o quadro foi o seguinte: ouro - 39%, metais base - 40%, diamante - 8%, PGM - 3%, outros - 10%.
Pela primeira vez os metais base (cobre, niquel e zinco) eclipsaram o ouro como alvo de maior orçamento em exploração mineral, sendo o cobre o principal foco. Os investimentos em exploração mineral para urânio também cresceram em 2008 considerando-se 383 empresas (sendo 173 só para urânio) consultadas, que investiram em conjunto US$ 1,15 bilhão.
Na alocação dos orçamentos de exploração mineral por estagio de desenvolvimento, os projetos em estagio avançado (late-stage) receberam 42% dos recursos, os projetos em estagio inicial (grassroot) receberam 36%, sendo que os projetos de ampliação de reservas e melhoria de produtos na mina (minesite) receberam 22%.
As juniores contribuíram com mais de 50% dos investimentos no estagio inicial e mais de 60% no estagio avançado, enquanto as empresas intermediarias e as majors investiram cerca de 80% dos seus orçamentos no local da mina.
Perspectivas
A crise que afetou as economias globais teve forte e significativa influência no setor de exploração mineral. No entanto, a esperança dos especialistas é a de que o mundo em desenvolvimento, particularmente a China, tenha sido pouco afetado e que garanta breve retorno às transações vivenciadas nos últimos anos.
A previsão de duração da crise para os otimistas pode ter a duração de apenas seis meses, até de vários anos para os mais pessimistas. Considerando o panorama atual um maior número de cancelamentos de empreendimentos mineiros é inevitável para os próximos meses. É esperada uma forte contração nas atividades das empresas juniores, para muitos analistas maior do que 50%, com forte impacto nos investimentos totais do segmento em 2009.
Muitas companhias majors e intermediarias já anunciaram profundos cortes em seus planos de investimento em exploração para 2009, algumas por cautela e outras por imperativa necessidade de sobrevivência.
Fonte: Annual Report MEG - Metal Economic Group.

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

O PDAC* – International Convention & Trade Show é considerado o top dos eventos de classe mundial relacionados à indústria de pesquisa e prospecção mi

O PDAC* – International Convention & Trade Show é considerado o top dos eventos de classe mundial relacionados à indústria de pesquisa e prospecção mineral. Desde 1932, é líder entre as convenções do gênero pela excelência de sua programação técnica, seu foco em business e oportunidades para o estabelecimento de networking de abrangência global, por reunir os mais expressivos representantes em prospecção e pesquisa geológica, exploração e desenvolvimento mineral, incluindo governos e seus serviços geológicos, investidores da comunidade financeira, empresas dos setores de serviços, associações da indústria mineira, executivos, gerentes de exploração, prospectores e geólogos.
O PDAC é uma grande vitrine, tanto para as empresas que lideram o estado da arte, como para aquelas que buscam referências, investimentos ou parcerias. É um fórum completo, onde se pode avaliar tendências e medir os interesses de investimento das maiores corporações da indústria mineral em escala global.

*PDAC – The annual convention of the Prospectors and Developers Association of Canada é considerado o top dos eventos de classe mundial relacionados à indústria de pesquisa e prospecção mi
BRASIL PAVILION é um esforço conjugado entre o governo federal e empresas privadas, nacionais e estrangeiras atuantes no Brasil que, reunidas em consórcio, trabalham para a promoção organizada do setor mineral no evento do PDAC*, realizado anualmente em Toronto, Canadá.Desde 1998, o Brasil vem conquistando importante espaço no cenário internacional, em virtude de sua primeira participação organizada no evento. Este fato decorreu da política de divulgação e promoção implementada pelo Ministério de Minas e Energia, através da liderança da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, com a participação do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM e do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Governo, instituições de fomento, pesquisa e tecnologia, empresas de mineração, prestadoras de serviços, consultorias e imprensa especializada trabalham em parceria para que o BRASIL PAVILION represente uma extensão da realidade do país, motivando visitantes e congressistas do PDAC* a conhecerem melhor o setor mineral brasileiro.


FAÇA PARTE DESSE TIME E TAMBÉM DESSA HISTÓRIA. PARTICIPE DO BRASIL PAVILION 2009.

Como agente facilitador para viabilizar a formação do consórcio BRASIL PAVILION, incluindo planejamento, captação de adesões das empresas privadas, contratação de serviços no Brasil e no Canadá para a realização do evento, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral selecionou a Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira – ADIMB para a coordenação executiva do projeto, contando com a coordenação técnica da Divisão de Marketing e Divulgação do Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
*PDAC – The annual convention of the Prospectors and Developers Association of Canada.

BRASIL PREPARADO PARA O PDAC´2009Em 2008 o Brasil fechou um ciclo virtuoso de 10


anos comparecendo ao PDAC com representações organizadas, consistentes e tecnicamente bem embasadas, em especial contando com montagem do BRASIL PAVILION no Trade Show do Metro Toronto Convention Centre, em Toronto.
Apesar do clima de retração imposto pela crise econômica desencadeada em outubro passado nos Estados Unidos que, gradativamente, vem contaminado as economias globais, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME mantém sua política de promoção setorial, que inclui a presença continuada e permanente na feira do PDAC, fundamentada na estratégia de permanecer repassando confiança no mercado investidor internacional.
Mais uma vez o consórcio governo-empresas, coordenado pela ADIMB – Agência de Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira – alcança em tempo recorde uma representação que conta com 27 entidades representativas do setor mineral, entre organismos governamentais, empresas de mineração, juniors companies, empresas de serviços, escritórios de advocacia e imprensa especializada.
Acompanhe o desempenho do Brasil no mais antigo e renomado congresso especializado em prospecção e pesquisa mineral do mundo e fique ligado no desenrolar dessa época de incertezas e nas estratégias operadas pelas empresas que participam do PDAC´2009.
Clique aqui e confira a relação das empresas que participam do BRASIL PAVILION 2009
FROM THE MINING MAGAZINE
PDAC 2009 - Challenges lie ahead
What a difference a year makes. Recent swings in the financial markets, like the weather, have been extreme and have affected almost everyone. Future plans, and in many cases the very existence of junior companies, are uncertain. It is precisely at times like this when explorers and developers alike, all over the world, need the support, guidance and direction that attending the PDAC International Convention can provide.

Moving the convention to the South Building of the Metro Toronto Convention Centre in 2008 has opened the way for even more growth in the future. The Investors Exchange of over 600 booths is fully booked and has a waiting list. The more than 340 booths of the Trade Show are fully booked, with an extensive waiting list as well. Our sponsors from last year are on board, and we have added some new ones.

In November 2008, I attended the China Mining conference in Beijing. Many people came by the PDAC booth there and a number of them desperately wanted to get booth space at the 2009 PDAC convention. They wanted to be seen where it counts.PDAC advocacy efforts, on behalf of explorers and developers, the e-3 environmental excellence in exploration and health and safety initiatives, the international marketing efforts and Canada’s reputation worldwide as a source of expertise for mineral exploration, development and financing have all helped to make this convention the one to attend.

In the past, whenever there have been difficult times in the industry, people have come in large numbers to the convention. The reason is simple: they want the exposure, they want the networking and they want to be able to have an opportunity to market themselves and their products at the best venue possible.

I firmly believe that this current economic downturn has not altered the overall fundamentals that underlie the global mining industry. While the speculative market factors have again proven to be the biggest risk, especially for the junior exploration sector, and most likely will take some time to reset to a new norm, these current market factors are certainly not reflective of the real under­lying global need and demand for metals and mineral products.

The pre-Christmas financial support packages that the US, European, Chinese and Canadian governments have implemented to support and stimulate their economies all include a very significant number of infrastructure enhancement projects, all of which will need mineral resources such as bauxite (aluminium), iron and base metals, as well as sand, gravel and cement. Demand for uranium, coal and natural gas for electrical power generation, and fertiliser products, will also continue to grow, especially in countries like China, India and Africa as populations expand and continue their migration to cities. The demand for communications, data technology and ever-smarter instrumentation is driving the development of new uses for rare earths, specialty metals and even graphite.

I believe that we are also now experiencing major changes in the way the world does business. Nation-centric ways of thinking are being replaced by a more multinational, global approach.

There is a fundamental shift underway in the drivers of the global economy. There are many more internationally influential players than there were in the past. Europe and North America now share the stage with China, India and Russia, and that is going to affect how business is done everywhere in the future.An example of this is China’s investment in resource and infrastructure projects throughout the world, as that country becomes a net resource consumer. While the current economy may look bleak, there are tremendous opportunities at hand, and Canada is well-positioned to take advantage of them. The Chinese have already invested significantly in Africa and Australia, and are now looking at projects in Canada and many other countries. This could provide a major source of financing for future exploration and project development, both in Canada and around the globe. Canadian miners, explorers and developers are recognised for their global expertise and mine financing know-how, and are sought out by many countries or groups wishing to take advantage of that expertise. What better place than the PDAC to make these connections?

This year’s convention will start with pre-convention workshops from Friday, February 27 through Sunday, March 1. The workshops will deal with Aboriginal awareness and employment opportunities; understanding NI 43-101 and technical reporting; understanding the financial life cycles of junior mining companies, best practices and the importance of due diligence; and the relatively new concept of geometallurgy and remote sensing and spectral geology.

Corporate social responsibility (CSR) is playing a major role at this year’s convention with the launching of the PDAC’s Framework for Responsible Exploration. A benchmark that exploration and mining companies can use and tailor to their own needs and circumstances, the framework consists of a set of principles and guidelines, and two tools — the existing e3 environmental excellence in exploration, and a health and safety manual. The pre-convention workshop, on Friday, February 27, will introduce the framework, providing an orientation to its components and practical advice on its use in the field.

A special post-convention session will also identify and examine some of the issues of carbon offsets and their potential impacts on development and advanced exploration projects, as more and more countries are passing legislation in this area.

On Sunday, March 1, the traditional commodities session will have an added attraction. This year, we will hear the experts discuss the market outlook for rare earth metals and potash as well as the usual outlooks for gold and silver, iron ore, copper and molybdenum, zinc, uranium, and nickel and platinum.The technical sessions of the convention officially open on the morning of Monday March 2, with the keynote session. This year the focus is on the new global realities and challenges and Canada’s leadership in responsible exploration. I will be co-chairing the session with John Morganti of Teck.

We have lined up a number of high-profile speakers to help us all make sense of the current uncertainties. Donald Coxe, of BMO Financial Group, will lead off with a special presentation, “The mining industry in a post-deflationary world”, which promises to be insightful.

In keeping with the global context, Kobus van der Wath, of The Beijing Axis, will tell us what is happening in China and the expected role it is going to play in everyone’s future.

Because of their global reach, explorers, developers and miners have an opportunity, and perhaps a duty, to become the industry leaders in advocating for social equality and justice worldwide. Anthony Hodge of the International Council on Mining and Metals will talk about mining’s contribution to society, how it is measured and its inherent challenges. We will hear about understanding, enhancing and explaining this contribution. In the past, our industry has not extolled its virtues and we need to demonstrate its beneficial aspects.

Topping off the morning, Dennis Jones, a PDAC director and chair of the association’s CSR committee, will discuss the CSR framework and its implications for industry. These last two presenters highlight the tremendous influence mining has on society and the PDAC’s contribution in fostering good industry practices.

On the afternoon of March 2, the technical programme will split into three streams to discuss diamonds, financing and the rebirth of Flin Flon, Manitoba.

Diamonds are always a popular subject at the convention, and this year’s two-and-a-half hour session will look at the six Cs of diamonds: colour, clarity, cut, carat, confidence and Canada. There are some concerns that the diamond market is losing its lustre, and one of the speakers will specifically address the global diamond supply and pricing.

Meanwhile, the session on financing will introduce a range of topics, including the benefits of flow-through financing, mergers and acquisitions, and the financing by senior companies of juniors. The one question to which everyone wants an answer is: what is going to happen to the junior sector? This session will offer some interesting answers.

The third afternoon session looks at new developments in older mining districts of Canada, specifically the Flin Flon area. Several presenters will speak about new interest in both base metal and copper-nickel deposits in northern Manitoba.This session illustrates the way our industry always reinvents itself and confirms the old saying: the best place to find new deposits is where there are existing mines. The Flin Flon area is certainly a good example.

A major focus on the morning of Tuesday, March 3, will be iron oxide copper-gold (IOCG) deposits. During a full morning session, we will be looking at the variations in styles of these tremendous deposits globally. Examples will be presented from Australia, Olympic Dam and others, as well as North and South America.

Running concurrently will be a session on Aboriginal participation in the mineral industry. One of the speakers is National Chief of the Assembly of First Nations (AFN) Phil Fontaine, who will discuss the AFN corporate challenge and its implications for the mineral exploration sector.

On Tuesday afternoon, international activities are the focus, with technical sessions on Latin America and West Africa.Latin American speakers will focus on major ore deposits, including the Laguna Norte deposit in Peru and several others in South America and Mexico.

The ever-popular session on new discoveries and developments takes place on Wednesday morning, March 4. Speakers will present papers on Hathor Exploration’s Roughrider zone in Saskatchewan; the Lalor deposit in Flin Flon, Manitoba; the Nokomis nickel deposit; the gold-copper porphyry discoveries in Romania’s historic Rovina valley; and the greenfields platinum-palladium discovery in northwest Ontario.

A concurrent session on geophysics will focus on the many developments in geophysical technology. Two-dimensional and three-dimensional imaging and the use of geophysical (magnetic and gravity) data to model deposit parameters, as well as case studies including Victor and Eagle One, will be presented.

A major attraction at the convention is the Investors Exchange. Here, companies can showcase their activities and the general public and convention delegates can talk directly to investor relations personnel, geologists or management about their projects and prospects.

In addition, throughout the duration of the convention, 160 presenters will use the Exchange Forum to deliver technical presentations about their projects and discoveries and answer questions.

The popular core shack displays allow delegates a first-hand look at drill core from the next generation of projects. This year, 60 companies will be presenting their latest prospects.Always a significant part of the convention, the Trade Show will feature many national and international pavilions, as well as booths promoting a vast range of equipment, products and services for the exploration and mining industry.Rounding out these major convention activities are a number of social and networking events for delegates and also for students, who enjoy a reduced convention registration fee and programmes specifically geared toward their interests.

Acknowledgements

On behalf of the PDAC, I would like to thank our sponsors, without whose support it would be impossible to stage this convention. In particular, I would like to recognise the generosity of our Diamond Sponsor, Teck; our Platinum Sponsor, IBK Capital Corp; and our Patron Sponsor, Barrick Gold Corp. An event such as this also requires a tremendous amount of organisation and I would personally like to thank all the dedicated staff whose tireless effort behind the scenes make this event run as smoothly as clockwork each year.
As I travel abroad, I notice that the PDAC International Convention is increasingly being recognised as the place to be.
This, I think, is recognition of the importance of Canada’s contribution to the industry, and specifically the role of PDAC in promoting the Canadian mining industry.
See you all in March 2009.

Presidente do IBRAM avalia mercado de minérios

18/02/2009
Além de considerar condicionantes como demanda e nível de estoques na formação do preço do minério de ferro, é necessário avaliar o volume que vai ser negociado no contrato. O dado é fundamental para determinar os investimentos que precisam ser feitos em logística e também para evitar a formatação de novos contratos ao longo do ano, com preços mais altos.
A avaliação é do Presidente do IBRAM, Paulo Camillo Vargas Penna, ao Diário do Comércio – MG, no último sábado (14/02). A aposta dele, assim como a dos analistas de mercado, é de que a negociação seja longa. O dirigente acredita que as negociações ocorram até abril, quando o cenário deve estar mais definido e, mais favorável.
Segundo ele, ainda é cedo para se fazer algum tipo de estimativa sobre o preço. "Tudo depende muito do momento da negociação e das perspectivas futuras, além da definição do volume de minério. Temos que considerar que as empresas vinham utilizando o total da capacidade logística disponível e que, a depender do volume de minério negociado, vai ser necessário investir em infra-estrutura para o escoamento da produção", analisou.
Penna disse que, se for negociado um volume menor do que o necessário, por exemplo, novos acordos terão que ser firmados, com preços bem mais elevados. As perspectivas, até então, muito pessimistas para o mercado de siderurgia e mineração, em função da crise mundial, levaram os analistas a estimar queda de até 40% no preço do minério em 2009. Os chineses chegaram a anunciar, em novembro do ano passado, queda de 80%.
US$ 5 bi de projetos minerários cancelados
Os reflexos da crise internacional sobre a demanda e os preços das commodities metálicas fizeram com que as empresas adiem e cancelem planos de expansão no setor produtivo. Dos US$ 58 bilhões destinados ao setor de mineração no país, entre 2008 e 2012, US$ 5 bilhões foram oficialmente cancelados. Os R$ 53 bilhões restantes serão postergados por um período de dois anos, com investimentos até 2013.
A informação é do IBRAM. Segundo Paulo Camillo Penna, Presidente do Instituto, houve cancelamento de alguns projetos de níquel, cobre e minério de ferro. "As empresas estão adotando medidas anticrise de acordo com o comportamento do mercado, seja por meio do cancelamento ou do adiamento dos planos, com objetivo de ter mais clara a dimensão da crise", explicou.
Minas Gerais, que responde por 44% da produção mineral brasileira, teria investimentos de US$ 17 bilhões entre 2008 e 2011. Penna não informou o montante de aportes cancelados no Estado.
Em Minas não deve haver nenhum tipo de prejuízo ou de grandes mudanças nos projetos porque esses tipos de metais, que estão tendo impactos mais negativos como a crise, não são explorados no Estado. "Apesar da crise, a manutenção da maior parte dos investimentos refletem a confiança no setor e na continuidade da demanda por commodities metálicas", avaliou.
Diferente do que aconteceu neste início de ano, desde 2007 que aconteciam revisões para cima das projeções de investimento para os próximos anos. Em janeiro de 2007, as estimativas de investimento para o setor somavam cerca de US$ 25 bilhões. Em julho do mesmo ano, as projeções apontavam US$ 28 bilhões e, em setembro, rondava em torno de US$ 32 bilhões. Em 2008 não foi diferente. Em janeiro a projeção subiu para US$ 48 bilhões, montante mais uma vez alterado para US$ 58 bilhões, em setembro.
Com o cancelamento de alguns projetos, ainda não há definições das alterações de valores por tipo de minério. A previsão inicial era de que o minério de ferro, com liderança dos recursos, recebesse cerca de US$ 37 bilhões, ou 65% do total, o que deve fazer com que a produção nacional passe de 320 milhões de toneladas para 700 milhões em 2012.
(Com informações do Diário do Comércio – MG)

Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Uma coleção de relíquias fotográficas.
Vale a pena dar uma olhada.


Há muitos eventos cobertos, mas pouco do Brasil.

http://images.google.com/hosted/life
Eis um baú com raridades históricas que acaba de ser aberto na Internet. De um acervo com alguns dos flagrantes fotográficos mais importantes dos últimos 150 anos, a revista norte-americana Life, que não circula mais em papel desde o ano passado, inaugurou um serviço com 2 milhões de fotos de seu arquivo - o projeto prevê mais 8 milhões. E tudo de graça, em alta resolução e ao alcance de qualquer um.

Em parceria com o Google, o site permite, por meio de buscas, acessar registros feitos desde 1860, como um flagrante de Alberto Santos Dumont a sobrevoar Paris ou um retrato de Lenin datado de 1918.