domingo, 30 de setembro de 2007

LEGISLAÇÃO MINERAL - CATEGORIAS


LEGISLAÇÃO MINERAL


LEGISLAÇÃO SOBRE EXPEDIÇÕES CIENTÍFICAS
Portarias MCT


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Vale do Rio Doce é a maior empresa do Brasil


Vale do Rio Doce é a maior empresa do Brasil

29/09/2007 07:23:10 -


A Vale do Rio Doce superou a Petrobras em valor de mercado no posto de maior empresa brasileira.


O valor de cada uma delas supera os R$ 280 bilhões na bolsa de valores, mas a valorização das ações da Vale nos últimos anos fizeram com que a gigante da mineração superasse a estatal petrolífera.


No fechamento do pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) desta sexta-feira (28), a Vale alcançou o valor de R$ 286 bilhões, superando a Petrobras, que é cotada em R$ 285,3 bilhões. A forma de cálculo leva em conta o número total de ações da companhia, inclusive àquelas guardadas em tesouraria.A possibilidade de que o valor do minério de ferro suba em 2008 foi o principal motivo que acelerou a negociação de ações da Vale, mas a compra de outras empresas do setor, como a canadense Inco, também influenciou na valorização da empresa. A mineradora canadense é grande produtora de níquel, cujo valor saltou de US$ 23 mil para Us$ 58 mil a tonelada em menos de um ano.Porém, o analista Fábio Silveira acredita que o processo de privatização da empresa foi o que mais influiu na valorização de suas ações."Não resta dúvida de que a privatização da Vale foi fundamental para que ela aumentasse a sua eficiência, a prospeção de novas áreas de exploração, aumentasse a sua produção. Isto é inegável", afirma.Interferência política


No caso da Petrobras, investidores temem que a interferência política na administração influencie na saúde financeira da empresa, como aconteceu nesta semana, quando PT e PMDB disputavam cargos políticos em troca do apoio na aprovação da CPMF.


Porém, o senador Delcídio Amaral (PT-MS), da comissão de infra-estrutura, diz que não existe ligação entre as nomeações e a queda no valor das ações da Petrobras e que a empresa não está perdendo eficiência."Em razão de votações importantes querem passar a impressão que a Petrobras não tem bons gestores e isto não é verdade", afirma o parlamentar.

As riquezas inexploradas do Amazona

As riquezas inexploradas do Amazonas

A mineração é uma das alternativas econômicas do Amazonas.
Pesquisas no subsolo indicam reservas bilionárias de mais de uma dezena de minérios em várias regiões do estado.
O grande desafio é explorar essa riqueza evitando, ao máximo, a degradação ambiental, o que hoje é possível graças às modernas tecnologias de extração. Outro entrave é que grande parte das reservas minerais está em terras indígenas e unidades de preservação.
A Constituição permite a mineração em terras indígenas, mas falta regulamentação. É hora da bancada amazonense agir sobre essa questão. O Brasil não pode se dar ao luxo de manter inexploradas suas reservas minerais quando as pressões sociais impõem ao País um crescimento econômico, não se pode desprezar o potencial econômico da exploração dessas áreas. O Mapa Geológico do Amazonas, lançado no ano passado, indica que há no Estado 8 minas e 29 jazidas, a maioria de estanho, tantalita, calcário, ferro, gipsita, ouro e caulim. Jazidas são áreas ainda inexploradas e minas são locais onde já há exploração econômica dos minérios. A Amazônia responde por 80% da produção de cobre brasileira; 74% de manganês; 100% de cassiterita e tântalo e 93% de caulim. Scliar lembrou ainda que, dos 137 bilhões de dólares das exportações brasileiras, 21 bilhões de dólares são gerados pelo setor mineral. Há várias incongruências na política mineral do País. Um exemplo é o potássio. Atualmente, o Brasil importa 90% do produto utilizado na correção de solo, uma evasão de divisas da ordem de 1 bilhão de dólares. Enquanto isso, a reserva de potássio de Nova Olinda, no Amazonas, descoberta há 20 anos continua inexplorada. Recentemente a Petrobras fez licitação para explorar as jazidas amazonenses, mas não houve interesse considerando o valor mínimo estabelecido pela estatal. Sem exploração dessas riquezas, perde o governo que não arrecada e perde a população que não se beneficia da exploração e perde a economia, que não cresce o suficiente para atender as demandas sociais.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Coca-Cola Brasil apresenta programa de recuperaçãode bacias hidrográficas


Data: 27/09/2007
Coca-Cola Brasil apresenta programa de recuperaçãode bacias hidrográficas

O Instituto Coca-Cola Brasil, através da Coca-Cola Brasil, vai promover o lançamento mundial do programa Água das Florestas Tropicais Brasileiras na Clinton Global Initiative (CGI), um dos mais importantes fóruns internacionais para o desenvolvimento sustentável que reúne, além de alguns dos mais importantes líderes políticos e empresariais da atualidade, movimentos e organizações sociais e ambientais com atuação relevante em várias partes do mundo.


O programa será representado no CGI pelo presidente da Coca-Cola Brasil, Brian Smith, e pelo diretor-superintendente do Instituto Coca-Cola Brasil, Marco Simões.O Água das Florestas receberá o certificado de reconhecimento especial da CGI após o painel "Protecting Tropical Forests" (Protegendo Florestas Tropicais), que acontece nesta quarta-feira (26), das 15h30 às 17h, no horário de Nova Iorque. De acordo com o presidente Brian Smith, "O Brasil é um país chave quando se fala de meio ambiente e tenho a certeza de que o programa interessará a outros parceiros internacionais.


O Água das Florestas é parte das atividades do Sistema Coca-Cola Brasil em prol do meio ambiente e com ele queremos fazer a diferença na recuperação de bacias hidrográficas, beneficiando também as comunidades em seu entorno".O Água das Florestas Tropicais Brasileiras promove a recuperação de bacias hidrográficas através do reflorestamento de matas ciliares.


Está em linha com os objetivos da The Coca-Cola Company que, no Dia Mundial do Meio Ambiente, anunciou parceria com a WWF para a recuperação de sete das principais bacias hidrográficas do mundo e o objetivo de tornar-se neutra no uso da água. Na ocasião, a companhia estabeleceu metas para o uso da água resumidas em três "R": Reduzir, Reciclar e Repor.Na plataforma Reduzir, a The Coca-Cola Company fixará metas globais, a partir de 2008, para tornar-se a empresa global mais eficiente do setor em uso de água. Em Reciclar, o objetivo é, até 2010, passar a devolver toda a água utilizada nos processos fabris em níveis que suportem a vida aquática e a agricultura.


E Repor significa que a companhia apoiará projetos de proteção a fontes de água e ao acesso comunitário ao bem natural, de captação de água da chuva, de reflorestamento e de eficiência no uso agrícola. O plantio das árvores foi iniciado no Brasil em maio, alinhado com a terceira plataforma: Repor.


E ainda seqüestra carbono através do plantio de árvores e colabora para a um clima mais ameno, com o crescimento da vegetação nativa.O programa foi desenhado seguindo as regras do Protocolo de Kyoto para ser elegível ao mercado de carbono, que contempla a recuperação de áreas de florestas devastadas. Com isto, o Água das Florestas já nasce com uma possibilidade adicional de recursos para a sua sustentabilidade. Para tanto, a implantação do programa foi precedida por fases de estudo, pesquisa e planejamento, incluindo análises físico-químicas da água dos rios. Para desenhar e planejar o programa, foram identificadas as necessidades da região e a disponibilidade de recursos materiais e técnicos para a sua realização.Apenas na sua primeira fase, com duração de cinco anos, o programa brasileiro promoverá o replantio de 3,3 milhões de mudas de espécies nativas, em 3 mil ha, com investimentos de R$ 27 milhões (US$ 13,5 milhões) até 2011.


A Fundação SOS Mata Atlântica, uma das mais importantes ONGs ambientais do País, é a parceira responsável pela mobilização dos proprietários de terra, engajamento social e monitoramento da qualidade da água, realizada com a participação de escolas e a conscientização da população local sobre a necessidade da conservação dos rios e das matas na primeira fase do programa. Para tanto, promove atividades educativas e convida estudantes e organizações da sociedade civil das cidades vizinhas a participarem da medição da qualidade da água dos rios no longo prazo, utilizando kits com reagentes químicos e físicos e monitorando os resultados.


Esta ação envolve diretamente pelo menos 800 moradores da região."A sociedade em geral e a população local em particular têm que participar ativamente de um programa de gestão ambiental a fim de garantir o seu desenvolvimento. Essa participação é importante, não só para o sucesso do programa, como também para que os cidadãos percebam os benefícios da floresta no dia-a-dia das pessoas e na qualidade de vida de cada um. As pessoas têm que perceber que a quantidade e a qualidade da água que elas bebem, o ar que respiram e muitas outras questões são, de certa forma, decididas dentro da floresta", explicou o diretor Mário Mantovani, da Fundação SOS Mata Atlântica, que se dedica à preservação da região com a natureza mais degradada do território brasileiro.O piloto foi iniciado na Serra do Japi, Alto Tietê, em São Paulo, o estado mais populoso do País e que apresenta problemas na quantidade e na qualidade da água disponível para captação e uso."É fácil defender o meio ambiente na casa dos outros. Difícil é defender o meio ambiente na nossa casa. Fico feliz de estarmos aqui com o propósito de fazermos o bem para o meio ambiente.


Parabenizo o Instituto Coca-Cola Brasil por esta iniciativa", declarou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva., durante o plantio das primeira mudas, em São Paulo.O programa conta com o patrocínio também da Coca-Cola FEMSA, fabricante autorizado no México, Argentina, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela e, no Brasil, nas regiões de São Paulo e de Mato Grosso do Sul. A maior fábrica de Coca-Cola em capacidade de produção no mundo está sediada no município de Jundiaí, em região próxima à Serra do Japi, e pertence à FEMSA.Instituto Coca-Cola BrasilO Instituto Coca-Cola Brasil é o responsável pelos projetos sociais e ambientais de âmbito nacional do Sistema Coca-Cola Brasil. Seu Conselho Consultivo tem a função de assessorar a administração do Instituto, orientar as políticas econômicas, sociais e financeiras e opinar sobre matérias que sejam submetidas pela diretoria da entidade.


A atuação do Instituto Coca-Cola Brasil dá ênfase a programas nas áreas da educação, meio ambiente e bem-estar. Os principais programas ligados ao Instituto são o Programa de Valorização do Jovem e o Reciclou, Ganhou, além do novo Água das Florestas Tropicais Brasileiras.Sistema Coca-Cola BrasilO Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola e 17 grupos fabricantes brasileiros, emprega diretamente mais de 34 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 310 mil empregos. Anualmente, adquire R$ 3,7 bilhões (US$ 1,9 bilhão) em produtos e serviços e recolhe R$ 4 bilhões (US$ 2,2 bilhões) em impostos no País. O Sistema Coca-Cola Brasil investiu mais de R$ 3,5 bilhões (US$ 1,8 bilhão) no Brasil nos últimos cinco anos e está presente em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas brasileiro – águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, isotônicos e lácteos, com uma linha que soma 55 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria.

Fonte: Envolverde/Assessoria

Jardim Botânico participa da Semana Nacional de Ciência e TecnologiaNa Semana Nacional de Ciência e Tecnologia


Jardim Botânico participa da Semana Nacional de Ciência e TecnologiaNa Semana Nacional de Ciência e Tecnologia que começa na segunda-feira, 1º de outubro, o Jardim Botânico, através do seu Núcleo de Educação Ambiental, realizará o projeto “Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável” com a participação de alunos das escolas municipais do seu entorno.


O NEA também estará presente em Guaratiba, onde fará palestra sobre plantas de uso medicinal na Capoeira Grande e participará de evento na praça principal do bairro. A programação do NEA acontecerá de 1 a 5 de outubro. Os alunos das escolas vizinhas serão convidados a percorrer pontos do arboreto do Jardim que estimulem a reflexão sobre questões relacionadas à Terra, tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em 2007. Também poderão participar de uma exposição de trabalhos elaborados por estas escolas, no Laboratório Didático da Casa da Educação Ambiental da instituição.


A mostra ficará aberta ao público do Jardim Botânico, durante a próxima semana, das 8h às 17h. Além do Jardim Botânico, também participam do projeto “Tecendo Redes por um Planeta Terra Saudável”: MAST, FIOCRUZ, Escolas Municipais do entorno destas instituições, Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME), 1ª, 2ª e 4ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE). Estas instituições pretendem, através do projeto, o desenvolvimento de ações colaborativas de educação ambiental, promovendo, assim, a popularização da ciência. A abertura dos trabalhos será no dia 1º de outubro, às 13h30, na sede do NEA, próxima à portaria da rua Jardim Botânico, 1008.

Construção da paisagem do Jardim Botânico será tema de palestra O ciclo de palestras “Histórias no Jardim” receberá, no dia 2 de outubro, às 10 horas, no Centro de Visitantes do Jardim Botânico, a paisagista e pesquisadora da instituição, Ana Rosa de Oliveira, que falará sobre a construção da paisagem do Jardim do século XIX ao início do século XX. Para Ana Rosa, as coleções de plantas, as atividades e a própria memória da instituição foram criadas e recriadas várias vezes, ao longo dos seus primeiros 100 anos. A paisagista ressalta que isso aconteceu devido aos diferentes projetos de administradores, funcionários e da concepção do Jardim como espaço público e de pesquisa. A palestrante abordará aspectos da passagem do tempo na paisagem do Jardim, através da análise da distribuição das formas e elementos. As palestras do projeto “Histórias no Jardim” fazem parte das comemorações dos 200 anos da instituição e acontecerão até dezembro de 2008.


O evento é aberto -FREE - ao público e as inscrições já podem ser feitas no Centro de Visitantes, entrada pela rua Jardim Botânico, 1008. Telefone: 3874 1808.

Soro antiofídico não é eficaz para todas as espécies de cobras coral


Soro antiofídico não é eficaz para todas as espécies de cobras coral

Por Caroline Borja

25/09/2007

Você está atravessando uma fazenda a pé e recebe uma picada de uma cobra coral. Você corre para o hospital mais próximo e recebe a tempo o respectivo soro prescrito para o veneno desse réptil. Você estará a salvo, certo?

A resposta, no entanto, é: depende.


O biólogo Valdemir Abreu, doutorando do Departamento de Farmacologia da Unicamp, constatou que o soro vendido comercialmente é ineficaz contra a mortal ação paralisante das toxinas da Micrurus altirostris, uma das cerca de vinte espécies diferentes de cobras coral encontradas no Brasil.

Supervisionados pela bióloga Léa Rodrigues Simioni, professora associada do departamento, os experimentos de Abreu mostraram que seria preciso aumentar a proporção do soro mais de treze vezes, em relação à quantidade prescrita pelo fabricante, para que tivesse a sua eficácia garantida contra a ação paralisante do veneno da M. altirostris, espécie do sul do país. A prescrição padrão recomenda a aplicação de 1,5 ml de soro para cada 1 mg de veneno inoculado.


Os testes de Abreu mostraram, no entanto, que a neutralização completa da ação paralisante para essa espécie só ocorre na proporção 20 para 1 (20 ml de soro para 1 mg de veneno).

A ineficácia do soro antiofídico contra a letalidade das toxinas da M. altirostris já havia sido demonstrada pela equipe da bióloga Maria de Fátima Furtado, pesquisadora do Instituto Butantan, em São Paulo. Isso acontece porque o soro é feito a partir de um coquetel de toxinas retiradas de serpentes do mesmo gênero, mas de diferentes espécies. No caso das corais, do gênero Micrurus, apenas os venenos das duas espécies mais comuns (M. frontalis e M. corallinus) entram na composição da mistura de venenos (pool) usada na fabricação do soro. O pool é injetado, em pequenas quantidades, em cavalos, dos quais o sangue rico em anticorpos formados em resposta às injeções de veneno é retirado para fabricação do soro.

Para ampliar a faixa de eficácia do soro, Maria de Fátima junto com a bióloga Denise Tambourgi, também pesquisadora do Butantan, estão estudando a neutralização da letalidade de venenos de nove espécies de coral. Um trabalho bastante difícil, como explica Maria de Fátima, “Os animais e os respectivos venenos são de difícil obtenção e ainda temos que obter mais informações para propor mudanças no pool”.

Em busca da neutralização da ação paralisante do veneno da M. altirostris, Abreu tentou usar o veneno para imunizar coelhos, mas, segundo ele, “o soro obtido não foi mais eficiente do que o antiveneno comercial”, por isso esse veneno não deverá se incluído no pool.
Abreu observou, ainda, que a um tipo de antídodo, a neostigmina é ineficaz perante o veneno da M. altirostris, o que torna ainda mais importante garantir a eficiência do soro antiofídico.
Nome popular: CoralClasse: Reptilia Ordem: Squamata Família: ElapidaeNome científico: Micrurus lemniscatus Nome inglês: Coral snake Distribuição: América do Sul Habitat: Cerrado Hábito: Crepuscular e Noturno Particularidades: Quando uma pessoa encontra uma Coral, logo ela pergunta: será Verdadeira ou Falsa ? Não é simples diferenciar a espécie verdadeira da falsa.A maneira mais segura é através da dentição. Somente uma pessoa experiente consegue diferenciar as duas espécies simplesmente olhando. Mesmo assim, alguns indivíduos podem apresentar anomalias e nascer completamente vermelho, ou até mesmo albino (branco) ou melânico (preto). As Corais são da mesma família das Najas e Mambas (Elapidae), e possuem um veneno neurotóxico muito potente. É a Cobra mais venenosa do Brasil, mas não é o maior responsável pelos acidentes ofídicos, com uma taxa de 1% de casos.Hábitos alimentares: Se alimenta de outras cobras (menos a Cascavel), e peixes. Reprodução: Ovípara, coloca entre 16 e 20 ovos com o nascimento previsto para início da estação chuvosa.
É VENENOSA OKKKKKKKKKKKK
CROTALUS E BOTROPS SORO POLIVALENTE
FAÇAM O TESTE COM TUBO CAPILAR ANTES OU ENTAO SORO DILUIDO
P EVITAR NAO SOFRER CHOQUE ANAFILATICO OU COISA PARECIDA............
OK

William Freire - Gestão de Crises e Negociações Ambientais


Caro Cesar Antônio

Tudo bem?
Gostaríamos de pedir a gentileza de divulgar no seu blog as informações a respeito do Lançamento do Livro do Dr. William Freire - Gestão de Crises e Negociações Ambientais

Saudações,
Juliana Cestaro de Souza


William Freire & Advogados AssociadosRua Paraíba, 476, 4º Andar, SavassiCEP: 30130-140Belo Horizonte/MGTel: 31 3261 7747 Fax: 31 3261 6745

LANÇAMENTO

GESTÃO DE CRISES E NEGOCIAÇÕES AMBIENTAIS – WILLIAM FREIRE

INFORMAÇÕES:
A última década apresentou à sociedade, aos órgãos ambientais, ao Ministério Público e ao setor produtivo um novo desafio: a gestão de crises ambientais. Os que, no início da década de 70, pensavam que o desafio de utilizar os recursos naturais e recuperar o meio físico já havia chegado ao extremo possível, foram surpreendidos. As questões socioambientais, o componente político e um valor moral na preservação ambiental ganharam força. O desafio de lidar com dados intangíveis levou as empresas à necessidade de reciclar seus conceitos e acelerar seu aprendizado face à velocidade com que a onda ecológica se instalou.
A gestão de crises e negociações ambientais de forma profissional é conhecida, estudada e praticada nos países desenvolvidos há mais de três décadas. No Brasil, entretanto, não há tradição em formar gestores de crises e negociadores ambientais. Por isso, o resultado da gestão da crise ou negociações ambientais ficam aquém do ideal ou do possível. As conseqüências são perdas financeiras e institucionais desnecessárias para as empresas, para as instituições, bem como soluções inadequadas para o meio ambiente.
Estes são assuntos discutidos no livro Gestão de Crises e Negociações Ambientais – William Freire.

NÚMERO DE PÁGINAS: 178 – papel reciclado
PARA ADQUIRIR:
Através do e-mail: editoramineira@bol.com.br
Tel.: (31) 3262 0494

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

CERÂMICA :: INFORMAÇÕES TÉCNICAS - DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO ::

XIV Encontro de Mineradores e Consumidores
(15 a 18/Outubro/2007 em Curitiba/PR)
A ABC – Associação Brasileira de Cerâmica, preocupada com as atuais ações ambientais restritivas à mineração de minerais não metálicos, em especial com relação à Resolução CONAMA no 369, na qualidade de representante da comunidade cerâmica brasileira, convoca todos os associados e não sócios, pessoas físicas e jurídicas, a participarem do XIV Encontro de Mineradores e Consumidores, que se realizará entre os dias 15 e 18 de Outubro próximo, em Curitiba/PR, no Hotel Victória Villa.No evento será promovido um debate sobre a Resolução CONAMA 369, com a participação de Associações/Entidades Civis e Órgãos de Governo envolvidos com o assunto, propondo, ao final, a assinatura da Carta de Curitiba pelas entidades interessadas, na qual serão descritos os interesses e preocupações dos Setores envolvidos, exigindo as ações necessárias para a continuação do normal funcionamento dos mesmos, sendo a mesma, posteriormente, enviada aos Ministérios de Minas e Energia, Meio Ambiente e à Presidência da República.A ABC ressalta que a dita resolução CONAMA no 369, dividiu a mineração, colocando como exceção: areia, argila, cascalho e saibro; e classificando-os como atividade de Interesse Social, enquanto o restante da mineração foi classificada como atividade de Utilidade Pública. Ao mesmo tempo proíbe a atividade de Interesse Social de ser exercida em áreas de APP – Área de Proteção Permanente que contenham nascentes, veredas, manguezais e dunas. Ocorre, que o termo técnico nascente não é definido objetivamente em nosso Código Florestal. Tal regulamentação poderá ter conseqüências desastrosas, não apenas para o Setor Cerâmico Brasileiro (e aqui incluídos os segmentos de Pisos e Revestimentos, Estrutural, Louças Sanitárias, Louças de Mesa, Olarias, Isoladores Elétricos, Cerâmica Fina e Artístico), como também para outros Setores dependentes, direta ou indiretamente, da mineração de minerais não metálicos, tais como: Indústrias de Refratários; Siderurgia; Cimento, Vidro, Papel e Celulose, Colorifícios e a Construção Civil como um todo; interferindo diretam

ente no funcionamento dos mesmos, assim como nos possíveis investimentos futuros.Clique e
conheça a programação.
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:: INFORMAÇÕES TÉCNICAS - DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO ::

DEFINIÇÃOCerâmica compreende todos os materiais inorgânicos, não metálicos, obtidos geralmente após tratamento térmico em temperaturas elevadas.
CLASSIFICAÇÃOO setor cerâmico é amplo e heterogêneo o que induz a dividi-lo em sub-setores ou segmentos em função de diversos fatores como matérias-primas, propriedades e áreas de utilização. Dessa forma, a seguinte classificação, em geral, é adotada.
Cerâmica VermelhaCompreende aqueles materiais com coloração avermelhada empregados na construção civil (tijolos, blocos, telhas, elementos vazados, lajes, tubos cerâmicos e argilas expandidas) e também utensílios de uso doméstico e de adorno. As lajotas muitas vezes são enquadradas neste grupo porém o mais correto é em Materiais de Revestimento.
Materiais de Revestimento(Placas Cerâmicas)São aqueles materiais, na forma de placas usados na construção civil para revestimento de paredes, pisos, bancadas e piscinas de ambientes internos e externos. Recebem designações tais como: azulejo, pastilha, porcelanato, grês, lajota, piso, etc.
Cerâmica BrancaEste grupo é bastante diversificado, compreendendo materiais constituídos por um corpo branco e em geral recobertos por uma camada vítrea transparente e incolor e que eram assim agrupados pela cor branca da massa, necessária por razões estéticas e/ou técnicas. Com o advento dos vidrados opacificados, muitos dos produtos enquadrados neste grupo passaram a ser fabricados , sem prejuízo das características para uma dada aplicação, com matérias-primas com certo grau de impurezas, responsáveis pela coloração.
Dessa forma é mais adequado subdividir este grupo em:
louça sanitária
louça de mesa
isoladores elétricos para alta e baixa tensão
cerâmica artística (decorativa e utilitária).
cerâmica técnica para fins diversos, tais como: químico, elétrico, térmico e mecânico.
Materiais RefratáriosEste grupo compreende uma diversidade de produtos, que têm como finalidade suportar temperaturas elevadas nas condições específicas de processo e de operação dos equipamentos industriais, que em geral envolvem esforços mecânicos, ataques químicos, variações bruscas de temperatura e outras solicitações. Para suportar estas solicitações e em função da natureza das mesmas, foram desenvolvidos inúmeros tipos de produtos, a partir de diferentes matérias-primas ou mistura destas. Dessa forma, podemos classificar os produtos refratários quanto a matéria-prima ou componente químico principal em: sílica, sílico-aluminoso, aluminoso, mulita, magnesianocromítico, cromítico-magnesiano, carbeto de silício, grafita, carbono, zircônia, zirconita, espinélio e outros.
Isolantes Térmicosos produtos deste segmento podem ser classificados em:
a) refratários isolantes que se enquadram no segmento de refratários,b) isolantes térmicos não refratários, compreendendo produtos como vermiculita expandida, sílica diatomácea, diatomito, silicato de cálcio, lã de vidro e lã de rocha, que são obtidos por processos distintos ao do item a) e que podem ser utilizados, dependendo do tipo de produto até 1100 ºC ec) fibras ou lãs cerâmicas que apresentam características físicas semelhantes as citadas no item b), porém apresentam composições tais como sílica, sílica-alumina, alumina e zircônia, que dependendo do tipo, podem chegar a temperaturas de utilização de 2000º C ou mais.
Fritas e CorantesEstes dois produtos são importantes matérias-primas para diversos segmentos cerâmicos que requerem determinados acabamentos. Frita (ou vidrado fritado) é um vidro moído, fabricado por indústrias especializadas a partir da fusão da mistura de diferentes matérias-primas. É aplicado na superfície do corpo cerâmico que, após a queima, adquire aspecto vítreo. Este acabamento tem por finalidade aprimorar a estética, tornar a peça impermeável, aumentar a resistência mecânica e melhorar ou proporcionar outras características.
Corantes constituem-se de óxidos puros ou pigmentos inorgânicos sintéticos obtidos a partir da mistura de óxidos ou de seus compostos. Os pigmentos são fabricados por empresas especializadas, inclusive por muitas das que produzem fritas, cuja obtenção envolve a mistura das matérias-primas, calcinação e moagem. Os corantes são adicionados aos esmaltes (vidrados) ou aos corpos cerâmicos para conferir-lhes colorações das mais diversas tonalidades e efeitos especiais.
AbrasivosParte da indústria de abrasivos, por utilizarem matérias-primas e processos semelhantes aos da cerâmica, constituem-se num segmento cerâmico. Entre os produtos mais conhecidos podemos citar o óxido de alumínio eletrofundido e o carbeto de silício.
Vidro, Cimento e CalSão três importantes segmentos cerâmicos e que, por suas particularidades, são muitas vezes considerados à parte da cerâmica.
Cerâmica de Alta Tecnologia/Cerâmica AvançadaO aprofundamento dos conhecimentos da ciência dos materiais proporcionaram ao homem o desenvolvimento de novas tecnologias e aprimoramento das existentes nas mais diferentes áreas, como aeroespacial, eletrônica, nuclear e muitas outras e que passaram a exigir materiais com qualidade excepcionalmente elevada. Tais materiais passaram a ser desenvolvidos a partir de matérias-primas sintéticas de altíssima pureza e por meio de processos rigorosamente controlados. Estes produtos, que podem apresentar os mais diferentes formatos, são fabricados pelo chamado segmento cerâmico de alta tecnologia ou cerâmica avançada. Eles são classificados, de acordo com suas funções, em: eletroeletrônicos, magnéticos, ópticos, químicos, térmicos, mecânicos, biológicos e nucleares. Os produtos deste segmento são de uso intenso e a cada dia tende a se ampliar. Como alguns exemplos, podemos citar: naves espaciais, satélites, usinas nucleares, materiais para implantes em seres humanos, aparelhos de som e de vídeo, suporte de catalisadores para automóveis, sensor
INFORMAÇÕES TÉCNICAS - MATÉRIAS-PRIMAS NATURAIS ::

Matérias-primas naturais são aquelas utilizadas como extraídas da natureza ou que foram submetidas a algum tratamento físico para eliminação de impurezas indesejáveis, ou seja sem alterar a composição química e mineralógica dos componentes principais.
As principais matérias-primas estão relacionadas abaixo. Para informação sobre as mesmas, clique no item correspondente.
Agalmatolito
Andalusita
Argila
Bauxito
Calcita
Cianita
Cromita
Dolomita
Feldspato
Filitos
Cerâmicos
Grafita
Magnesita
Materiais Fundentes
Pirofilita
Quartzo
Silimanita
Talco
Wollastonita
Zirconita

(umidade, gases e outros), ferramentas de corte, brinquedos, acendedor de fogão, etc.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS - MATÉRIAS-PRIMAS SINTÉTICAS ::

Matérias-primas sintéticas são aquelas que individualmente ou em mistura foram submetidas a um tratamento térmico, que pode ser calcinação, sinterização, fusão e fusão/redução e as produzidas por processos químicos.
As principais matérias-primas estão relacionadas abaixo. Para informação sobre as mesmas, clique no item correspondente.
Alumina
Alumina Calcinada para Cerâmica
Alumina Eletrofundida Marrom
Alumina Eletrofundida Branca
Alumina Tabular
Carbeto de Silício
Cimento Aluminoso
EspinélioMagnésia
Mulita Sintética
Mulita - Zircônia
Óxido de ZincoSílica Ativa

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada

Notas – Semana de 27 de setembro a 3 de outubro de 2007
27/09/2007
Assinatura
do Repórter

Edital Pensa Rio recebe 206 propostasEncerradas as inscrições on-line para o edital Pensa Rio – Apoio ao Estudo de Temas Relevantes e Estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro, o sistema inFAPERJ contabilizou 206 candidatos. Lançado em 27 de julho, o programa irá disponibilizar R$ 30 milhões para o apoio de pesquisas multidisciplinares abrangentes, em áreas relevantes e estratégicas para o estado do Rio de Janeiro. A instituição que mais submeteu projetos foi a UFRJ (83). Uerj (27), Fiocruz (22), UFF (16) e Uenf (13) também tiveram número expressivo de inscrições. O Pensa Rio financia projetos sobre temas tão distintos quanto agricultura familiar, fármacos e fitoterápicos, habitação e urbanização, biodiversidade, minorias e intolerâncias correlatas, doenças parasitárias e infecciosas, entre quase 40 assuntos diversos. Os recursos serão divididos em duas parcelas de R$ 15 milhões. E as propostas precisam se enquadrar em uma de três faixas, de acordo com o montante solicitado e o número de pesquisadores doutores no grupo (Faixa A: participação de, no mínimo, quatro pesquisadores e orçamento máximo de R$ 200 mil; Faixa B: participação de, no mínimo, oito pesquisadores e orçamento máximo de R$ 400 mil; e Faixa C: participação de, no mínimo, 12 pesquisadores e orçamento máximo de R$ 600 mil).
Ruy Marques e Nélson Maculan discutem intercâmbio com universidades italianasO diretor-presidente da FAPERJ, Ruy Marques, e o Secretário de Educação Nélson Maculan, que acompanharam o governador Sérgio Cabral durante viagem à Europa na semana passada, foram recebidos em agenda paralela pelos reitores da Universidade de Roma I (La Sapienza), Renato Guarini, e do Instituto Politécnico de Milão, Giulio Ballio. Nas duas ocasiões, foram iniciados contatos visando a assinatura de termo de cooperação técnico-científica envolvendo o intercâmbio de professores e alunos. No Politécnico, foi debatida a possibilidade de que alunos de pós-graduação dos dois países tenham duplo diploma, tanto da Politécnica quanto de instituições sediadas no Estado do Rio. Ruy Marques participou da comitiva de Cabral, representando o Secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso.
Celso Lafer toma posse como presidente da Fapesp A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo tem novo presidente desde quarta-feira (26/9), quando Celso Lafer tomou posse em cerimônia assistida pelo governador José Serra, na sede da Fundação, na capital paulista. Professor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Lafer presidirá a instituição nos próximos três anos em substituição ao lingüista e secretário do Ensino Superior Carlos Vogt. Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo; José Carlos Vaz de Lima, deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa; Alberto Goldman, vice-governador e secretário de Desenvolvimento; e Aloysio Nunes Ferreira Filho, secretário da Casa Civil, entre outros, também estiveram presentes à cerimônia em que Lafer ressaltou o papel da Fapesp como elo entre o saber literário e humanista e o conhecimento científico. Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em 1999, e ministro das Relações Exteriores em 1992 e de 2001 a 2002, Lafer foi ainda embaixador do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) e na Organização das Nações Unidas, de 1995 a 1998. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências, eleito em 2004, e da Academia Brasileira de Letras, eleito em 2006, o acadêmico foi laureado com o prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais, em 2001. Mais informações:
www.fapesp.br
Belita Koiller faz conferência no Copea/UFRJA próxima palestra do ciclo de conferências Nanociências e Nanotecnologia, promovido pela Coordenação de Programas de Estudos Avançados da UFRJ (Copea), será feita pela física Belita Koiller, da UFRJ. O tema da conferência de quinta-feira, dia 4 de outubro, às 17h30, é A Computação na Nanoescala. Integrante da Academia Brasileira de Ciências desde 1985, Koiller foi coordenadora da área de Física da FAPERJ, de 1999 a 2004. Aberta ao público, o ciclo acontece no Salão Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura/UFRJ. O Fórum fica no campus da Praia Vermelha (Palácio Universitário da Praia Vermelha – Av. Pasteur, 250, 2º andar, Urca). Outras informações: http://www.forum.ufrj.br/ ou pelo tel.: (21) 2295-1595, ramais 113 e 117.

Novo programa de Epidemiologia tem inscrições abertasVão até o dia 10 de outubro as inscrições para o novo programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP/Fiocruz. Como em outros programas de pós-graduação da escola, as inscrições só podem ser feitas pela internet no endereço
Plataforma Siga. O curso terá 24 meses e deverá contar com 30 docentes, oferecendo 37 disciplinas, distribuídas em cinco áreas de concentração: Epidemiologia Geral; Métodos Quantitativos em Epidemiologia; Epidemiologia, Etnicidade e Saúde; Filosofia e Ciências Sociais Aplicadas à Epidemiologia; e Epidemiologia das Doenças Infecciosas. A coordenação é dos pesquisadores Francisco Inácio Bastos e Sheila Mendonça. Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP foi o único entre os 194 novos cursos aprovados pela Capes a obter conceito 6. Desse total, apenas cinco são da área de saúde coletiva. O Conselho Técnico-Científico da Capes analisou o total de 444 cursos, 19 ainda estão sendo analisados e 231 não foram recomendados. Mais informações: http://www.ensp.fiocruz.br.CNPq anuncia R$ 15 milhões para informática
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), anunciou que destinará R$ 15 milhões para financiar pesquisas nas áreas de tecnologia da informação e engenharia de software. Serão selecionadas propostas por meio de dois editais: o primeiro, que atende o Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação (PD&I-TI), terá R$ 9 milhões em dois anos para financiar projetos em áreas relacionadas aos temas lançados pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O segundo edital, que escolherá propostas para concessão de bolsas de doutorado em Engenharia de Software, é uma ação do Programa para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. As inscrições serão feitas em duas chamadas. A primeira, com prazo final no dia 4 de novembro, elegerá propostas a serem contratadas em novembro deste ano. Na segunda chamada, o prazo final para submissão de propostas é 25 de janeiro de 2008, e os projetos aprovados serão contratados a partir de março de 2008. Mais informações:
www.cnpq.br/editais/ct/2007/007.htm ou www.cnpq.br/editais/ct/2007/017.htm.
LNLS oferece bolsas de iniciação científica e tecnológica Os interessados em participar do 17º Programa Bolsas de Verão, promovido pelo Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), devem inscrever-se até o dia 22 de outubro. O programa é voltado a universitários que queiram desenvolver projetos de iniciação científica e tecnológica nas instalações do laboratório, em Campinas (SP). A cada ano, o LNLS elege 15 estudantes do 5° semestre dos cursos de graduação em ciências exatas, biológicas e engenharia, de instituições de ensino superior de todo o Brasil, e de países da América Latina e do Caribe, além de África do Sul e Austrália. O programa possibilitará aos bolsistas que, em janeiro e fevereiro de 2008, se empenhem em projetos nas áreas de biologia estrutural e molecular, ciência de materiais (com ênfase em nanotecnologia e nanociência com aplicações de luz síncrotron), instrumentação científica, física e engenharia de aceleradores. Para inscrever-se é preciso enviar CV e histórico escolar, além de cartas de recomendação de dois professores para o e-mail
bv2008@lnls.br. Mais informações: http://www.lnls.br.CNPq lança edital para fixar doutores no Norte, Nordeste e Centro-Oeste
Por meio de edital lançado em 13 de setembro, o CNPq está selecionando propostas para o desenvolvimento de pesquisas em áreas vinculadas ao setor nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os recursos alocados na iniciativa são do Fundo Setorial de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (CT-Petro) e totalizam R$ 4,5 milhões. A agência irá selecionar propostas no âmbito do Programa de Estímulo à Fixação de Recursos Humanos de interesse dos Fundos Setoriais (Proset). As propostas podem ser submetidas até 28 de outubro por pesquisadores doutores que queiram desenvolver projetos em áreas vinculadas aos setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis em instituição de ensino superior ou instituto de pesquisa científica ou tecnológica localizado no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste do País. Os recursos serão liberados em duas etapas – sendo R$ 2 milhões para este ano e R$ 2,5 milhões em 2008 – e destinados à concessão de bolsas e auxílios, incluindo a aquisição de material de consumo e bibliográfico, pagamento de serviços de terceiros, compra de equipamentos e outras despesas relativas necessárias para o desenvolvimento do projeto. Mais informações:
http://www.cnpq.br.Mestrado em Engenharia Biomédica na Coppe: inscrições abertas
Estão abertas até 29 de novembro as inscrições para o mestrado em Engenharia Biomédica na Coppe/UFRJ. O curso é dirigido aos profissionais de Ciências Exatas e Engenharias bem como de Ciências Biológicas e de Saúde e que tenham interesse em se qualificar nas áreas de Instrumentação Biomédica, Processamento de Sinais e Imagens Médicas, Ultra-Som, Engenharia Pulmonar, Engenharia de Sistemas de Saúde e Engenharia Clinica. A Engenharia Biomédica está relacionada com a aplicação dos métodos de distintas áreas das Ciências Exatas e de Engenharia no campo das Ciências Médicas e Biológicas. A evolução da tecnologia levou a Engenharia Biomédica a atuar no desenvolvimento de instrumentos para uso médico. Os profissionais são requisitados, não só para atuarem em Engenharia Biomédica, como também nas áreas correlatas de processamento de sinais, instrumentação científica, informática e manutenção de sistemas e instrumentais complexos. Mais informações: tel.: (21) 2562-8630 ou pelo endereço
http://www.peb.ufrj.br.Uerj debate violência contra criançasPor iniciativa de seu Instituto de Psicologia, a Uerj (Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã) realiza nos dias 28 e 29 de setembro a V Jornada Internacional sobre Violência contra Crianças. Os principais objetivos do evento são contribuir para o avanço dos conhecimentos específicos na área e oferecer mais informações aos profissionais que prestam assistência às crianças vítimas de violência e abuso sexual. Os palestrantes serão professores e pesquisadores da Uerj, UFRJ, UFF, Fiocruz, entre outras instituições. Durante o evento, será lançado o livro O trauma, o estranho e o psiquiatrismo infantil, da psicóloga e ex-aluna da Uerj Cristiane Neves Pereira. Os interessados podem se inscrever até o dia 27 de setembro. O evento será realizado no Auditório 91, 9º andar, do Pavilhão João Lyra Filho. Mais informações: 2587-7101 e 2587-7756. Mais informações: www.uerj.br.


© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada

SO VOU ACREDITAR VENDO MAS PARABENS AO IBRAM entre outros.



Editorial - Brasil Mineral
Apoio maior para o setor da Mineração
São Paulo, 27 de Setembro de 2007
Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara dos Deputados, entende que o Congresso Nacional não pode mais ficar alheio à mineração dada à representatividade do setor na economia brasileira.Na opinião de Chinaglia, "já há clima" UFAAAAAAAAAAAAAA ATÉ QUE ENFIM........MAS VAMOS VER ........entre os parlamentares para tratar de projetos polêmicos como a mineração em terras indígenas, ATE QUANDO VAO ESPERAR NA GAVETA.......

por exemplo, entre outros que venham a favorecer a atividade mineral no País.

Além da mineração em terras indígenas, outros projetos de lei de interesse do setor que tramitam no Congresso dizem respeito a questões relacionadas ao meio ambiente, regulamentação online de decretos de lavra, SO VOU ACREDITAR VENDO MAS PARABENS AO IBRAM entre outros.


  1. Editorial - Brasil InfoMine
    Mineração deve ter ampla discussão na região Oeste
    São Paulo - 27 de Setembro de 2007
    A deputada Josefina Carmo defendeu que seja realizada uma ampla discussão sobre os projetos de mineração na região oeste do Pará.ANTES TARDE DO QUE NUNCA............

  2. Segundo ela, esta poderá se tornar uma importante fonte de desenvolvimento regional, principalmente para a Calha Norte. A parlamentar lembrou que nos municípios de Monte Alegre e Alenquer foi descoberto uma das maiores minas da bauxita do mundo, pela mineradora Rio Tinto. Segundo Josefina, a empresa pretende investir R$ 2.2 bilhões de dólares em um projeto de extração e beneficiamento do minério, mas não pode dar seqüência aos estudos por causa da criação de uma unidade de conservação.
    Ela informou que existem propostas de soluções para o problema, para que a área onde está localizada a bauxita possa ser explorada. A deputada destacou que o investimento será quase três vezes maior do que a Alcoa está fazendo hoje no município de Juruti, destacando a necessidade de o início de uma discussão com a empresa Rio Tinto, para que possa ser defendidas ações que visam ao desenvolvimento da região.
    Josefina sugeriu a realização de uma audiência da ACES com a mineradora Rio Tinto, para discutir o projeto. O presidente da Associação Comercial, Olavo das Neves, avaliou como muito produtiva a reunião com a deputada, destacando que o objetivo das reuniões com os parlamentares é, além de ouvir sobre o trabalho deles e sobre a real situação sobre os projetos para a região, apresentar novos problemas e sugestões.
    'Tem sido muito importante este contato, pois estamos recebendo informações importantes e também

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

INTRUSÃO E ROCHAS ÍGNEAS


Intrusão

Torre do Diabo, é uma intrusão ígnea exposta quando a rocha encaixante, menos resistente, foi removida por erosão

Em geologia, uma intrusão é um corpo de rocha ígnea que cristalizou de um magma derretido sob a superfície da Terra. As massas de magma que solidificam em profundidade, antes de atingirem a superfície terrestre, são designados plutões, de Plutão, o deus romano do submundo. Correspondentemente, as rochas deste tipo também são designadas como rochas ígneas plutónicas ou rochas ígneas intrusivas. Comparar com rochas extrusivas. A rocha que rodeia um plutão é chamada rocha encaixante.

Variedades
Em termos da sua composição, as rochas intrusivas abrangem toda a sequência de tipos de
rochas ígneas desde os densos e escuros peridotitos ultramáficos até aos muito claros e pouco densos granitos alcalinos e sienitos. Um exemplo bem conhecido de intrusão ígnea é o Complexo do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, Brasil.

Tipos estruturais
As rochas intrusivas ocorrem também numa grande variedade de formas, desde
batólitos do tamanho de montanhas, a enchimentos de fracturas de pequena espessura (aplitos). As estruturas intrusivas são muitas vezes classificadas em função do facto de estarem ou não orientadas paralelamente aos planos de estratificação ou foliação da rocha encaixante: se as intrusões são paralelas, dizem-se concordantes, se cortam através da rocha encaixante dizem-se discordantes. Entre os tipos estruturais incluem-se:
batólito: intrusões irregulares de grande dimensão.
stock: intrusões mais pequenas irregulares e discordantes.
dique: corpo tabular estreito e discordante, muitas vezes com atitude quase vertical.
soleira: corpo tabular de pequena espessura e concordante, geralmente sub-horizontal na altura de formação, cuja intrusão ocorreu ao longo de um plano de estratificação.
tubo vulcânico: corpo quase vertical com forma circular ou de tubo que pode ter alimentado um vulcão.
lacólito: corpo concordante de base essencialmente plana e com superfície superior em forma de domo, geralmente com tubo de alimentação situado abaixo.
lopólito: corpo concordante com o topo essencialmente plano ou em forma de sela e base convexa de pequena profundidade (forma de colher). Pode ter um dique ou um tubo de alimentação abaixo.
facólito: plutão concordante de forma lenticular, tipicamente situado na crista de um anticlinal ou no vale de um sinclinal.
Rocha ígnea, rocha magmática ou rocha eruptiva é um tipo de rocha que resultou da consolidação devida a resfriamento de magma derretido ou parcialmente derretido.
O processo de solidificação é complexo e nele podem distinguir-se a fase
ortomagmática, a fase pegmatítica-pneumatolítica e a fase hidrotermal. Estas rochas são compostas de feldspato (59,5%), quartzo (12%), piroxênios e anfibolitos (16,8%), micas (3,8%) e minerais acessorios (7%). Ocupam cerca de 25% da superfície terrestre e 90% do volume terrestre, devido ao processo de gênese.
O magma, ao solidificar-se, dependendo das condições - principalmente da
pressão e temperatura - pode originar uma grande variedade de rochas, que se dividem em três grandes grupos:
Rochas ígneas plutônicas, intrusivas ou abissais
São formadas a partir do resfriamento do
magma no interior da crosta, nas partes profundas da litosfera, sem contato com a superfície. Elas só apareceram à superfície depois de removido o material sedimentar ou metamórfico que a recobria. Em geral, o resfriamento é lento e ocorre a cristalização de todos os seus minerais. Normalmente as rochas plutônicas ou intrusivas apresentam uma estrutura maciça. A sua estrutura mais corrente é granular, isto é, os minerais apresentam-se equidimensionais ligados entre si. A classificação detalhada das rochas magmáticas requer um estudo microscópico da mesma. Em linhas gerais, podem considerar-se as seguintes famílias de rochas magmáticas, entre as quais existe toda uma série de rochas intermédias:

Granito do Vale Yosemite, Califórnia, Estados Unidos.
Família do granito: o
granito é uma mistura de quartzo, feldspato e micas, além de outros minerais, que se podem encontrar em menores proporções e que recebem a denominação de acessórios. Estes podem ser turmalinas, plagioclases, topázio, e outros mais. O granito é uma rocha ácida e pouco densa que aparece abundantemente em grandes massas, formando regiões inteiras ou as zonas centrais de muitos acidentes montanhosos. O equivalente vulcânico do granito é o riolito;
Família do sienito: tem como minerais essenciais os feldspatos alcalinos, especialmente a ortoclase, aos quais se associa a hornblenda, a augite e a biotite. Não apresentam nem moscovite nem quartzo. São rochas neutras. O equivalente vulcânico do sienito é o traquito;

Diorito, uma rocha ígnea intrusiva.
Família do
diorito: tem como minerais essenciais os feldsfatos calcossódicos ácidos - oligoclase e andesina. A estes associam-se, em geral, a hornblenda, a augite e a biotite. O equivalente vulcânico do diorito é o andesito.
Família do gabro: são rochas escuras, verdes ou negras, bastante densas e sem quartzo, pelo que são rochas básicas. Os seus minerais essenciais são os feldspatos básicos - labradorite e anortite -, acompanhados, geralmente, por diálage, biotite, augite e olivina. O equivalente vulcânico do gabro é o basalto;
Família do peridotito: são rochas constituídas por anfíbolas e piroxenas e, sobretudo, por olivina. São rochas ultrabásicas muito densas e escuras. O magma que as originou formou-se em grande profundidade, muitas vezes na parte superior do manto. Os peridotitos são rochas muito alteráveis por efeito dos agentes meteóricos, transformando-se em serpentinitos, que são utilizados como pedras ornamentais, muito apreciada pela sua cor verde escura.

Basalto, uma rocha ígnea extrusiva.
Rochas ígneas vulcânicas, extrusivas ou efusivas
São formadas a partir do resfriamento do material expelido pelas
erupções vulcânicas atuais ou antigas. A consolidação do magma, então, acontece na superfície da crosta ou próximo a ela. O resfriamento é rapido, o que faz a que estas rochas, por vezes, apresentem material vítreo. Essas rochas têm textura microlítica ou vidrosa (vítrea). Há uma grande diversidade de rochas vulcânicas que se agrupam em alguns tipos gerais: siólitos, traquitos, andesitos e basaltos, entre os quais existe uma série de rochas intermédias, do mesmo modo que nas rochas plutônicas;

Rochas filonianas ou hipoabissais
São as rochas que alguns autores consideram, de certo modo, fazer a transição entre as rochas vulcânicas e as rochas plutônicas. Sem atingir a superfície, aproximam-se muito dela e podem preencher as fissuras da crosta terrestre. Umas formam-se por resfriamento do magma numa fissura, outras formam o recheio das fissuras e fraturas, devido à presença de soluções hidrotermais (de
águas térmicas) que aí precitam os minerais. Todas as rochas filonianas se encontram em relação direta com o magma, isto é, com rochas intrusivas