quinta-feira, 20 de março de 2008

Vale vai contratar 62 mil até 2012

Vale vai contratar 62 mil até 2012
19/03/2008 às 09:20
Nos próximos cinco anos, a Vale contratará 62 mil pessoas em todo o mundo e 70% do total das vagas disponíveis serão direcionados para o Brasil. Só este ano, a empresa vai contratar em torno de 7 mil novos empregados próprios.
O motivo de tanta abundância é que - além de o setor viver momento de expansão no mercado global por causa do recente reajuste no preço das commodities (a empresa conseguiu aumentar em 65% o preço do minério de ferro) - a Vale também quer concentrar esforços na capacitação da mão-de-obra especializada para sustentar crescimento e aumentar a competitividade internacional.
No ano passado, a empresa anunciou vultosos investimentos da ordem de US$ 59 bilhões para o período 2008-2012, onde, deste montante, US$ 11 bilhões serão gastos só neste ano.
Maria Gurgel, diretora de Planejamento de Recursos Humanos e Remuneração da companhia, revela que a empresa lançou oito programas de recrutamento e formação. Os programas de recrutamento compreendem o modelo formal de contratação, em que a empresa define um número de vagas, recebe currículos, entrevista e seleciona os profissionais capacitados.
No entanto, no outro modelo de contratação, a empresa oferece cursos de pós-graduação para engenheiros e geólogos recém-formados.
- Eles ingressam na companhia já participando de um curso de 450 horas (três meses de duração) e recebem um salário inicial de R$ 3 mil - destaca a diretora. - Uma oportunidade para desenvolver e capacitar a mão-de-obra especializada para suprir a carência da empresa e do mercado.
Maria ressalta que o programa total prevê a geração de 33 mil empregos próprios e 30 mil terceiros - permanentes e em projetos - onde, segundo a diretora, a maioria pode ser absorvida pela própria Vale. Mas nada impede que as empresas parceiras da gigante da mineração possam contratar este profissionais no futuro.
- É também um trabalho de inclusão social, em que pretendemos desenvolver a comunidade local - observa. - Vamos dar prioridade aos talentos nas próprias localidades. Os paranaenses vão encontrar emprego no Pará, os mineiros, em Minas.
Entre as especializações oferecidas pela Vale estão os cursos de mineração, organizados em parceria com a
Universidade Federal de Ouro Preto, em Belo Horizonte; a pós-graduação em Porto, elaborada conjuntamente com a Universidade Federal do Rio de Janeiro; e a pós-graduação em engenharia ferroviária, parceria com PUC (MG) e CEFET (ES).
A empresa conduzirá também processos de recrutamento e seleção para estagiários e nível técnico no Brasil. Os jovens estagiários têm salário inicial de R$ 400 mais benefícios.
No exterior, a Vale contratará engenheiros e geólogos para atuarem no Leste Europeu e Filipinas. Estes profissionais vão aprender, além de mineração, um pouco da cultura brasileira.
Além disso, a companhia também vai recrutar profissionais para programas summer jobs (cursos de verão). Alunos que estudam em cursos de MBA das 25 universidades mais importantes no mundo participam do programa. Fonte: JB Online

ENTIDADES DE CLASSE - BRASIL

Entidades de Classe
Associação de Agricultura Orgânica
ABI - Associação Brasileira de Imprensa
ABAP - Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas
ABAS - Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
ABEMA - Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente
ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
ABIPTI - Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica
ABMS - Associação Brasileira de Mecânica dos Solos
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais
ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos
ABTCP - Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel
ANJ - Associaçao Nacional de Jornais
BM&F - Bolsa de Mercadorias e Futuros
CFBio - Conselho Federal de Biologia
CFMV - Conselho Federal de Medicina Veterinária
CFF - Conselho Federal de Farmácia
CNI - Confederação Nacional da Indústria
CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CREA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Embrapa Acre
Embrapa Agrobiologia
Embrapa Agroindústria de Alimentos
Embrapa Agroindústria Tropical
Embrapa Agropecuária Oeste
Embrapa Algodão
Embrapa Amapá
Embrapa Amazônia Ocidental
Embrapa Amazônia Oriental
Embrapa Arroz e Feijão
Embrapa Caprinos
Embrapa Cerrados
Embrapa Clima Temperado
Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologias
Embrapa Florestas
Embrapa Gado de Corte
Embrapa Gado de Leite
Embrapa Hortaliças
Embrapa Informática Agropecuária
Embrapa Instrumentação Agropecuária
Embrapa Mandioca e Fruticultura
Embrapa Meio Ambiente
Embrapa Meio - Norte
Embrapa Milho e Sorgo
Embrapa Monitoramento por Satélite
Embrapa Negócios Tecnológicos
Embrapa Pantanal
Embrapa Pecuária Sudeste
Embrapa Pecuária Sul
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Embrapa Rondônia
Embrapa Roraima
Embrapa Semi-Árido
Embrapa Soja
Embrapa Solos
Embrapa Suínos e Aves
Embrapa Tabuleiros Costeirosl
Embrapa Trigo
Embrapa Uva e Vinho
FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos
Grupo de Debates sobre Proteção Florestal - UFPR
IBAPE - Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia
IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas
IBRAM - Instituto Brasileiro de Mineração
IEA - Instituto de Economia Agrícola
IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas
MME - Ministério das Minas e Energia
Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento
SBP - Sociedade Brasileira de Paleontologia
UNESCO - Oraganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura

segunda-feira, 17 de março de 2008

Universidade de Lisboa - Centro de Geologia

Universidade de Lisboa
Centro de Geologia
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Research Position: Geoquímica Ambiental

A Universidade de Lisboa, através do Centro de Geologia
abriu concurso internacional para um lugar de investigador, com
a duração de cinco anos, na área da Geoquímica Ambiental.
Mais informações em:
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http://centro-geologia.fc.ul.pt/


Os detalhes deste concurso podem ser consultados em:
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http://www.eracareers.pt/opportunities/index.aspx?task=global&jobId=8807

'Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil'

Este é um e-mail de 'Expedição VILLAS-BÔAS pelo Brasil'
Mensagem: EMPRESÁRIOS LEGAIS PROFISSIONALISMO AO POVO BRASILEIRO ASSINEM A LISTA ABAIXO Coloque seu nome e email e passem para seus amigos. Quando chegar ao número 100 envie para villasboaspaulo@gmail.com e faça uma nova lista. Estamos lançamos o referendo nacional. Pedimos via internet que assinem nossas propostas enviadas aos governantes federais e estaduais, e que disseminem aos amigos num jogo de pirâmide para que todos os brasileiros combatam a miséria e a degradação da floresta e da sociedade que atinge os menos assistidos deste país. Fome não se acaba com um simples prato de comida, mas com dignidade de agir como cidadão de fato e de direito. QUEM SOMOS O projeto EXPEDIÇÃO VILLAS-BÔAS pelo Brasil, ( www.expedicaovillasboas.com.br ) que é dirigido por mim, ( VILLAS-BÔAS Paulo Celso villasboaspaulo@gmail.com.br ) nasceu no ano de 1.989 reeditado em 2.005, objetiva atuação nacional com roteiros de visitas aos mais diversos rincões pelo período mínimo de 8 anos. Sua principal bandeira é ser um agente multiplicador na formação da SENSIBILIZAÇÃO em ações de conservação das florestas, preservação das nascentes e matas ciliares, identidade brasileira, ai inserido o povo amazônida, cooperativismo e projetos sociais. Tudo isto exteriorizado do sonho de acompanhar os irmãos VILLAS-BÔAS, que nos idos de 1.970, já estavam sediados no Parque Nacional do Xingu. Sob o comando do valoroso MARECHAL RONDON, dedicaram-se à colonização Centro Oeste, Sul do Pará e a Amazônia, por ordem do então Presidente da República Federativa do Brasil, o saudoso GETULIO VARGAS. NOSSA PROPOSTA AGRONEGÓCIOS Os projetos estaduais de Zoneamento Econômico Ecológico precisam ser mais explícitos pelas partes interessadas (agronegócios), seus direitos e espaços para produção, e postos em discussão mais aberta com os governos e a sociedade A Lei em vigor diz: A propriedade só pode desmatar 20% de toda a área particular. Todas as áreas degradadas ou alteradas criminosamente deverão ser reflorestadas. Aqueles que alterarão suas propriedades criminosamente além dos 50% (cinqüenta por cento) deverão ser obrigados a reflorestar nas propriedades ou não, em suas regiões ou não, até 20 (vinte) vezes mais, como prevê o Código Florestal em vigor, a contar dos 20% (vinte por cento) previstos em lei, legalizando suas áreas desmatadas. E nas áreas contempladas ao desmatamento em até 50% (cinqüenta por cento) como querem os produtores rurais, estes deverão reflorestar 10 (dez) vezes mais em todos os hectares a ser derrubado nas áreas alteradas ou degradadas, tudo sob a supervisão dos setores competentes, a fim de que possam continuar a usufruir das vantagens de financiamentos em instituições financeiras aprovadas pelo governo. MADEIREIROS E INDÚSTRIAS Madeireiros com manejo florestal não precisariam ficar limitados ao corte de somente 20 % (vinte por cento), podendo cortar até 50% (cinqüenta por cento), desde que a cada 1 (um) hectare subtraído tivessem que plantar 3 (três) hectares de árvores nativas ou frutíferas em terras alteradas ou não. Nas plantações de eucaliptos ou outra silvicultura de ciclos rápidos, tão necessários para a celulose ou fornos de usinas, que já foi um grande problema de devastação no centro oeste e sudeste, e agora querem o mesmo na região norte, a cada hectare derrubado, reflorestem 6 (seis) hectares de árvores frutíferas e madeiras de lei deverão ser plantados, isto em terras alteradas ou degradadas em todo território nacional, aí incluídas a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica ou outra extensão de terras alteradas, e os cerrados, a cada corte efetuado. E quando o corte for criminoso, com derrubada e queima da floresta, o madeireiro ou fazendeiro deverá ser obrigado a plantar 10 (dez) hectares de árvores nativas ou frutíferas por cada hectare destruído, pois de nada adiantam multas ou prisões, punições que não alteram o que já foi destruído, até porque, na maioria das vezes, o criminoso ambiental não paga um centavo da multa que lhe é imposta em razão de anistias ou desistência dos processos instaurados e depois criam chavões: “O que há de se fazer já foi alterado mesmo” conforme frases publicadas dos secretários das pastas envolvidas. Seria muito mais importante para o meio ambiente que o criminoso que devasta seja obrigado a replantar e que seja obrigado à prestação de serviços por um tempo de 10 (dez) anos em órgãos de reconhecida responsabilidade ambiental reeducando-se sob a supervisão do Órgão do Ministério Público e Organizações Não Governamentais – Ong’s. Só assim haverá transparência, pois a opinião pública será implacável nesse processo. EXPORTAÇÃO Empresas oriundas dos países mais ricos do mundo fincam suas empresas no Brasil e daqui exportam tudo o que a nossa Mãe Natureza oferece, o que não deveria ocorrer, só se permitindo que 20% (vinte por cento) das riquezas in natura sejam remetidas para seus países ou exportadas para outras nações, dos 100% (cem por cento) o que aqui produzam industrialmente. INDÚSTRIAS DESCUIDADAS O que fazer com a indústria descuidada? Fechar? Multar a que comete um crime ambiental, como de rejeitos vazados? Nessa briga de gigantes, o Meio Ambiente será sempre o único perdedor! As indústrias descuradas com as regras de preservação ambiental devem receber o mesmo tratamento daquele que derruba e queima as florestas criminosamente. Devem reparar os danos dentro de suas empresas com a assessoria de engenheiros e arquitetos, engenheiros florestais, geólogos, biólogos e outros profissionais que se façam necessários. Um grande aliado para efetivação destas ações serão os órgãos de classe fiscalizando os projetos e detendo os registros destes processos. PARA CONHECIMENTO A atual área de abrangência da Amazônia Legal corresponde à totalidade dos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão, perfazendo uma superfície de aproximadamente 5.217.423 km², correspondente a cerca de 61% (sessenta e um por cento) de todo o território brasileiro. A Mata Atlântica, cuja área original era de 1.290.692,46 km² ou 15% (quinze por cento) do território brasileiro, só tem hoje 95.000 km², exatos 7,3% (sete vírgula três por cento) da área original. Tudo isso sem falar nos Cerrados, que também estão sendo dizimados. Vamos fazer a nossa parte hoje e não daqui a 50 (cinqüenta) anos, quando, segundo os analistas pessimistas deste século, não haverá mais florestas! Temos a absoluta certeza de que as federações de indústrias e agros-negócios e seus associados bem intencionados, que respeitam a Lei, estarão ao lado no nosso projeto. Temos igual convicção que a sociedade civil organizada apoiará o projeto, pois perceberá que seu objetivo é dar um basta, de uma por todas, à devastação ambiental ditada pelo mundo capitalista em detrimento do ser humano, que como se viu linhas acima, 1- 2- 3- 4- 5- 6- 7- 8- 9- 10- 11- 12- 13- 14- 15- 16- 17- 18- 19 20-

domingo, 16 de março de 2008

Imagens de satélites estão mais acessíveis

Imagens de satélites estão mais acessíveis
Por Celira Caparica
11/03/2008

Disseminação da tecnologia e preços mais acessíveis tornaram as imagens de satélites ferramentas usuais para cientistas de diversas áreas e até para o cidadão comum que pode localizar pela internet endereços de ruas com as imagens captadas do espaço. Os pesquisadores também estão utilizando as ferramentas públicas da rede mundial em seus trabalhos. É o caso da antropóloga Denise Schaan, da Universidade Federal do Pará e presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira. Ela usa a ferramenta Google Earth na busca de novas ocorrências de sítios arqueológicos conhecidos como geoglifos e que estão espalhados por uma área de 270 quilômetros entre Xapuri e Boca do Acre, no estado do Acre. O Google Earth combina os recursos de pesquisa do Google com imagens de satélite, mapas, terrenos para fornecer informações geográficas do mundo todo.O biólogo e especialista em gestão ambiental, Leandro Luiz Giatti, da Fiocruz-Amazonas, usou imagens de satélites para mapear as fontes de água em Iauaretê, uma área indígena em São Gabriel da Cachoeira (AM) no intuito de descrever as condições sanitárias e socioambientais de seus habitantes. “Iauaretê é uma área indígena na Amazônia brasileira que se destaca pela concentração populacional”, diz Giatti. Foram construídos mapas-falantes; realizadas entrevistas; estudos da disposição de resíduos sólidos; localização, amostragem e análise da água de consumo humano; e aplicação de técnica de georeferenciamento (correção das imagens coletadas). A pesquisa mostrou que 89,2% das 65 amostras de água analisadas, estavam contaminadas.Graças aos investimentos do Brasil na construção de dois satélites em parceria com a China, as imagens geradas por esses equipamentos podem ser fornecidas gratuitamente ao cidadão comum, segundo explica o geógrafo Heleno Bezerra da Silva da Embrapa Cerrados, do Distrito Federal,. Os Satélites Sino-Brasileiros de Recursos Terrestres, (CBERS, sigla em inglês) 1 e 2 custaram 150 mil dólares e o Brasil participou com 30% desse valor. Esses satélites, lançados em 1999 e 2003, respectivamente, orbitam a 778 km da Terra e geram imagens utilizadas nos setores de agricultura, meio ambiente, recursos hidrológicos e oceânicos, florestas, geologia entre outros. Segundo Silva, uma imagem de satélite pode ser usada para comparar duas situações diferentes no tempo e espaço. Uma antes do acontecimento e outra depois.

Um programa de computador compara imagens obtidas, por exemplo, com 16 dias de diferença e permite apontar em quais localidades os pontos verdes (matas) são substituídos por outras colorações, que indicam a ocorrência de queimadas, retirada de madeira, plantações de soja, pecuária extensiva, etc. O uso de imagens de satélite também pode ajudar a salvar vidas em casos de catástrofes, no planejamento da ocupação do território ou na formulação de planos de emergência e monitoramento. Segundo, Leonardo Rios, doutor em Ciências Ambientais pela USP de São Carlos, em casos de enchentes, o que pode ser feito é um estudo prévio de áreas que podem ser afetadas por enchentes através da sobreposição de imagens de satélites. Dados históricos de enchentes podem ser levantados para fazer modelos de previsão em SIGs (sistemas de informações geográficas). Um exemplo de utilização desse recurso pode ser encontrado no site do programa de SIG Idrisi.
Entretanto, dependendo da aplicação, as imagens do espaço podem não ser tão acessíveis. Para se obter fotografias de objetos de cerca 30 metros em áreas urbanas, por exemplo, o interessado terá de desembolsar mil reais por quilômetro quadrado, (preço pelos serviços do satélite japonês Ikonos) e, segundo explica Silva, as imagens podem demorar até um mês para ficarem prontas. Para se ter uma idéia de quanto custa utilizar essa tecnologia do espaço, empresas especializadas divulgam os valores desses serviços (ver: Engesat). Leonardo Rios, da USP, aponta ainda outros obstáculos mais prosaicos para o uso desses equipamentos. Um simples céu encoberto, por exemplo, bloqueia as imagens fotográficas, e os sensores tipo radar, que não dependem do clima, ainda não apresentam boa qualidade em imagens de áreas reduzidas. Além dos problemas de ordem técnica, Rios aponta duas outras limitações importantes, o baixo investimento feito no Brasil para a implantação de sistemas de informações geográficas e a falta de pessoal qualificado no setor público. “Esses profissionais poderiam auxiliar nas tomadas de decisões do governo utilizando bases técnicas e não somente políticas”, critica Rios.
Amazônia perde área igual a 40% de SP só em janeiro.
Em janeiro 2008, enquanto o governo divulgava medidas para tentar conter o ritmo acelerado de desmatamento na Amazônia, uma área equivalente a 40% da cidade de São Paulo foi devastada na região.
Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram o abate de 639,1 km2 de florestas no mês, segundo dados consolidados na terça-feira (11/03/08). O desmatamento em janeiro 2008 foi menor do que em novembro e dezembro do ano passado, mas supera os números nos três meses anteriores (agosto, setembro e outubro). O movimento das motosserras na Amazônia nesse período de cinco meses justificou o alerta do governo e deu força a medidas como o corte de crédito e o embargo da produção em áreas desmatadas. Em janeiro teria começado a valer a moratória anunciada pela ministra Marina Silva (Meio Ambiente) à derrubada de árvores por meio da suspensão de novas autorizações para corte de árvores nos 36 municípios com maiores índices de devastação na Amazônia. O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, considerou positivo o resultado apurado ontem pelo Inpe, apesar da grande extensão de área desmatada. Ele alega que as medidas editadas pelo presidente Lula e regulamentadas em janeiro só teriam efeito a partir de fevereiro.O Inpe registrou grandes áreas de desmatamento (acima de 15 km2) nos municípios de Marcelândia (MT) e São Félix do Xingu (PA), que já ocupavam o topo do ranking do desmatamento. Foram registradas grandes extensões de corte de árvores também em Tapurah (MT), município que não entrou na lista dos que mais abatem a floresta. O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, contesta as medições do Inpe. Informações mais precisas sobre a área desmatada na Amazônia só serão divulgadas no segundo semestre deste ano (2008). Mas os números indicados pelo Deter (sistema de detecção de desmatamento em tempo real) - tradicionalmente subdimensionados em relação à área total- mostram que a derrubada da floresta manteve ritmo acelerado.
Sobre as Chuvas. A seca prolongada em janeiro ajuda a explicar os dados relativos ao mês. De acordo com informações do próprio Inpe, choveu menos do que a média histórica do mês em grande parte de Rondônia e em regiões de Mato Grosso e do Pará. Os três Estados -sobretudo os dois últimos- são os que mais desmatam a Amazônia. Em fevereiro também choveu bem menos do que a média histórica. O período de chuvas costuma reduzir a atividade das motosserras, assim como a detecção do problema pelos satélites do Inpe. Na avaliação do governo, mantido o ritmo de desmatamento verificado nos últimos cinco meses de 2007, é provável que o país interrompa a tendência contínua do abate de árvores registrado desde o segundo semestre de 2005. As imagens captadas pelo Deter entre outubro de 2007 e janeiro de 2008 mostram o desaparecimento de uma área sete vezes maior da floresta. (Folha de São Paulo)

Fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=36926

sexta-feira, 14 de março de 2008

Garçom media acordo entre garimpeiros, DNPM e consórcio da Odebrech

Garçom media acordo entre garimpeiros, DNPM e consórcio da Odebrech
Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 18:22]

O deputado federal Lindomar Garçom (PV-RO) participou nesta quarta feira de mais duas reuniões entre diretores do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e representantes dos garimpeiros do Estado de Rondônia.Na audiência anterior ocorrida no início deste mês com os diretores Miguel Nery e Roberto Silva, o parlamentar entregou documentos a direção do órgão, explicando que a categoria está sendo prejudicada em sua atividade com a falta de Permissão de Lavra Garimpeira (PLG).

Os garimpeiros demonstraram na oportunidade a direção nacional do DNPM que a categoria está com toda documentação legal e cumprindo todas as exigências solicitadas pelo órgão. A direção do DNPM argumentou que a permissão para a atividade garimpeira não estava sendo autorizada porque existe um grande empreendimento energético a ser construído na região, que são as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, e que estas obras não podem ser comprometidas pela atividade garimpeira na região. Mas os garimpeiros informaram que a área onde está sendo requerida a permissão para lavra não compromete a construção das usinas porque fica há mais de 30 quilômetros da região dos empreendimentos.

Na reunião desta quarta feira pela manhã, diretores do DNPM, garimpeiros e o deputado federal Lindomar Garçon e Mauro Nazif, discutiram novamente a possibilidade do DNPM permitir a lavra garimpeira no estado.Não chegando a um consenso a reunião foi suspensa sendo retomada só às 16h, onde após várias discussões e argumentos em defesa da classe garimpeira, a direção do DNPM, e o consórcio responsável pela construção das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, decidiram pela assinatura da permissão da lavra garimpeira.Os representantes dos garimpeiros assinaram um termo de compromisso que determina que na ocorrência de qualquer empecilho devido a atividade garimpeira os garimpeiros estariam dispostos a se afastar da região onde serão construídas as hidrelétricas


Ao sair da reunião, o deputado Garçon se mostrou satisfeito com o acordo assinado entre os garimpeiros e os diretores do DNPM, para liberação da lavra garimpeira. Garçon acrescentou que sempre defendeu o direito a lavra atendendo todas as normas legais do Departamento Nacional de Produção Mineral-DNPM.Segundo o parlamentar, a liberação da atividade garimpeira vai gerar aproximadamente 10 milhões de reais/mês com a extração de 200kg de ouro.Garçon acrescenta que isso representa uma injeção na economia local porque toda esta atividade será legal e regulamentada, desde a extração a comercialização do minério. Estiveram presente a audiência no DNPM, além do deputado federal Lindomar Garçon, e dos diretores do DNPM, os representantes dos garimpeiros, José Alves da Silva, presidente da federação Nacional dos Garimpeiros, José Airton Aguiar, presidente da COOGARIMA, José Brito, secretario geral da COOGARIMA, Fabiano Oliveira Sena, Presidente do Sindicato dos Garimpeiros do Estado de Rondônia. Geomário leitão Sena, Delegado da Federação Nacional dos Garimpeiros, o deputado federal Mauro Nazif.
Fonte: RONDONIAGORA.COM

Autor: RONDONIAGORA.COM

sexta-feira, 7 de março de 2008

A Nova Estrutura do COPAM - Conselho Estadual de Política Ambiental

A Nova Estrutura do COPAM
Sexta, 14 de março de 2008

A Nova Estrutura do COPAM - Conselho Estadual de Política Ambiental -, que foi reorganizado recentemente pelo Decreto estadual 44.667/2007, propõe o desafio de vencer paradigmas através de um ousado processo de mudanças visando o equacionamento dos entraves burocráticos existentes e o atendimento às metas governamentais de agilização dos processos de regularização ambiental dentro do Programa "Estado para Resultado".

Para tratar desse tema tão recente e importante para todos que lidam com a gestão ambiental no Estado de Minas Gerais, a Amcham BH tem a honra de receber em seu Comitê de Meio Ambiente o Dr. José Carlos Carvalho, Exmo. Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que nos apresentará os avanços que devem ser obtidos com a reestruturação do COPAM e esclarecerá pontos ainda controvertidos.

Dr. José Carlos Carvalho é Engenheiro Florestal, formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Ingressou no quadro técnico de servidores do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, em 1975, onde foi, sucessivamente, Coordenador Regional, Coordenador Estadual Diretor Técnico e Diretor-Geral da Instituição, até 1987.

De 1987 a 1990, atuou na administração federal, exercendo o cargo de Secretário-Geral e Presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, Diretor e Presidente Substituto do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - lbama e Secretário-Executivo do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama.

De 1999 a 2002 exerceu o cargo de Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente.
De março a dezembro de 2002 foi ministro de Estado do Meio Ambiente, quando representou o Brasil em diversos eventos internacionais.

Atualmente exerce o cargo de Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, ao qual foi reconduzido, a convite do senhor governador do Estado, Aécio Neves, no seu segundo mandato.

Contamos com a sua presença!
Programação
8h30 às 9h
Welcome Coffee
9h às 10h
Palestra do Dr. José Carlos Carvalho
10h às 10h30
Fórum de Debates
Local
AMCHAM BUSINESS CENTER Rua da Paisagem 220, Vila da Serra - Seis Pistas - Telefone: 2126-9750
Confirmação de Presença
Por favor, confirme sua presença enviando seu nome, cargo, empresa, telefone e e-mail, até às 12h do dia anterior, para o e-mail de contato abaixo
Realização: AMCAHAM BH

quinta-feira, 6 de março de 2008

MINERAÇÃO AQUECIDA ACIRRA DISPUTA POR MÃO DE OBRA

05/03/2008 - 15h35
Mineração aquecida acirra disputa por mão-de-obra
Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO (Reuters)
- A falta de mão-de-obra no setor de mineração está levando empresas do mundo inteiro a cobiçar funcionários das rivais, que já enfrentam dificuldades para preencher os milhares de cargos espalhados pelas suas atividades globais.

No caso da Vale, maior produtora mundial de minério de ferro, não é diferente. Segundo o diretor Financeiro da empresa, Fábio Barbosa, o assédio pode vir por meio de anúncios em inglês na região de Carajás, no Pará, oferecendo oportunidades na Austrália --onde estão as rivais BHP e Rio Tinto -- ou via "sedução" por um cargo mais alto em outra companhia.
"O chefe das nossas operações de níquel no Canadá, o Mark Cutifani, foi convidado para posição de mais relevo", deu como exemplo Barbosa, referindo-se ao novo presidente da sul-africana Anglo Gold, empossado no final do ano passado.
O atual presidente da LLX, empresa do empresário Eike Batista voltada para logística da área de mineração, Ricardo Antunes, também mudou de casa depois de 23 anos na Vale onde chegou a ser diretor de Novos Negócios.
No caso de funcionários menos graduados, a abordagem se dá por anúncios estratégicos nas áreas de trabalho, "uma competição cruel", segundo o diretor. Ele vê como a melhor defesa a esses "ataques" a criação de programas de retenção de talentos, remuneração eficiente e investimento na formação de profissionais, como faz a Vale.
"É difícil manter os talentos em casa e também aumentar o número de pessoas necessárias para tocar os projetos de investimentos, mas a BHP enfrenta isso, a Rio Tinto, a Xstrata, todo mundo enfrenta isso", explicou.
Barbosa informou que apenas este ano a Vale vai contratar 7 mil empregados.
"Quando foi privatizada, a Vale inteira tinha 15 mil, estamos contratando a metade este ano", ressaltou.
Hoje, o quadro de pessoal da mineradora ultrapassa 124 mil pessoas no Brasil, sendo 45,6 mil em empregos diretos, e chega perto de 30 mil contratados fora do país, com metade desse total de quadro próprio e o restante de terceirizados.

SEM SINAIS DE RETRAÇÃO
A escassez de mão de obra tem afetado todas as empresas no setor, afirmou Barbosa, e reflete o aquecimento do mercado de metais, que na avaliação do diretor não dá sinais de retração.
"Não há qualquer sinal de desaceleração de preços (dos metais), o que seria um indicador de desaceleração econômica, mas não vemos isso", afirmou.
Segundo Barbosa, a expectativa mais pessimista que ele teve acesso sobre a economia norte-americana para este ano é de crescimento nulo, "mas especilistas falam de leve alta de 0,5 a 1 por cento", destacou. Uma retração mais forte do maior mercado consumidor poderia levar à queda de preços.
A estimativa da Vale é de que a China, maior cliente individual da companhia brasileira, continuará com demanda forte e vai ajudar a garantir o crescimento da economia global em torno dos 4 por cento. A fatia de 49 por cento do gigante asiático no mercado de minério de ferro em 2007 deve crescer para 54 por cento em 2011, segundo projeções da Vale.
"Não há sinal no horizonte de arrefecimento da demanda (por metais) na Ásia", garantiu. "A falta de mão-de-obra para atender esse crescimento é um desafio que nós já temos e que não pode nos impedir de avaliar alternativas estratégicas que nos criem valor", finalizou, referindo-se a possíveis futuras aquisições ou crescimento orgânico por meio das dezenas de projetos de expansão da companhia.

A Vale está em plena negociação com os acionistas da mineradora anglo-suiça Xstrata, que tem operações espalhadas por 18 países em vários segmentos como níquel, carvão e cobre, entre outros. A companhia brasileira comprou no final de 2006 a mineradora canadense Inco.
(Edição de Roberto Samora)

domingo, 2 de março de 2008

PDAC CANADA --- BRASIL PAVILION / DNPM AND CPRM

12.26.2007PDAC’2008 – News in Toronto
12.26.2007PDAC’2008 - Expectation of Participants
12.26.2007Technical material of PDAC'2008 - CD-ROM with the Presentations
more
PRESENTATION ROOM – BRASIL PAVILION – BRIEFING
MONDAY, MARCH 3BRAZIL – THE LAND OF GREAT OPPORTUNITIES: EMPHASIS ON GOVERNMENT POLICIES FOR THE BRAZILIAN MINERAL SECTORRoom 711 MTCC2:00pm – 5:00pm
Brazil’s geological potential is recognized for its diversified environments and mining industry tradition. These attributes, together with available infrastructure (roads, ports, telecommunications, qualified labor, strong domestic market) and consolidated economic stability, make the country a secure, safe place to assure the success of new investments in prospecting and mineral research.

BRAZIL – THE LAND OF GREAT OPPORTUNITIES: EMPHASIS ON GOVERNMENT POLICIES FOR THE BRAZILIAN MINERAL SECTORSeminar, to take place during the 2008 PDAC convention, is a complementary activity connected to BRAZIL PAVILION.
The priorities adopted by the Ministry of Mines and Energy, through the sector policies of the Secretariat of Geology, Mining, and Mineral Transformation, will be presented by the Geological Survey of Brazil (CPRM) and by the National Department of Mineral Production (DNPM). The generation of quality geological information will be highlighted with a view to disclose the favorable conditions for new mineral discoveries and the process of modernization and revision of granting concessions, fundamented in geo-referenced systems and new technologies.
BRAZIL – THE LAND OF GREAT OPPORTUNITIES: EMPHASIS ON GOVERNMENT POLICIES FOR THE BRAZILIAN MINERAL SECTOR

Contents:
Geological Information – Known Environments and New Frontiers
Economic Information – Statistics and Cases on the Mining Industry
Simplified Legal Setup – Actions Involving Mineral Policies
Mineral Potential – Mineral Opportunities
Mineral Sector Network – Investment and Technical Excellence
Airborne Geophysical Surveys – Emphasis on the Amazon Region

This section intends to show Brazil’s competitive differential in relation to other Latin American markets in attracting venture capital, revealed by the latest macroeconomic and sector indicators, as well as the significant growth of the Brazilian mining industry.
All are welcome. Registration is not required.Further details available at the BRAZIL PAVILION, Booth 1303
BRASIL PAVILION é um esforço conjugado entre o governo federal e empresas privadas, nacionais e estrangeiras atuantes no Brasil que, reunidas em consórcio, trabalham para a promoção organizada do setor mineral no evento do PDAC*, realizado anualmente em Toronto, Canadá.Desde 1998, o Brasil vem conquistando importante espaço no cenário internacional, em virtude de sua primeira participação organizada no evento. Este fato decorreu da política de divulgação e promoção implementada pelo Ministério de Minas e Energia, através da liderança da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, com a participação do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM e do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Em 2008, o BRASIL PAVILION comemora 10 anos de exposição no PDAC*, captando novos e cada vez mais significativos investimentos em prospecção mineral e, consequentemente, ampliando sua visibilidade perante a comunidade internacional.

Governo, instituições de fomento, pesquisa e tecnologia, empresas de mineração, prestadoras de serviços, consultorias e imprensa especializada trabalham em parceria para que o BRASIL PAVILION represente uma extensão da realidade do país, motivando visitantes e congressistas do PDAC* a conhecerem melhor o setor mineral brasileiro.

FAÇA PARTE DESSE TIME E TAMBÉM DESSA HISTÓRIA. PARTICIPE DO BRASIL PAVILION 2008.

Como agente facilitador para viabilizar a formação do consórcio BRASIL PAVILION, incluindo planejamento, captação de adesões das empresas privadas, contratação de serviços no Brasil e no Canadá para a realização do evento, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral selecionou a Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira – ADIMB para a coordenação executiva do projeto, contando com a coordenação técnica da Divisão de Marketing e Divulgação do Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
*PDAC – The annual convention of the Prospectors and Developers Association of Canada

PDAC 2008 International Convention, Trade Show and Investors Exchange

General InformationExhibitors
For PDAC 2008 delegate registration, ticket, purchase and/or short course registration click here.PDAC 2008 International Convention, Trade Show and Investors Exchange (in its entirety) is moving to the South Building of the Metro Toronto Convention Centre. All presentations, exhibits and luncheons will take place in this venue. The South Building entrance is located at 222 Bremner Blvd., Toronto, one block north of Lakeshore Blvd., west of York Street.To see the new location, browse detailed interactive floor plans, search for exhibitors using country and commodity, view a full exhibitor list and network with PDAC 2008 exhibitors, visit Virtual PDAC.For more information please refer to our Question and Answer page.Please note: The North and South Buildings are connected to Union Station via the Skywalk. The Skywalk entrance is located at the west end of Union Station, on street level. You can also connect to the Royal York via the Pathway and Skywalk.

The Hotel Intercontinental is attached to the MTCC, North Building and the South Building can be accessed via an internal walk-way.

Previous Conventions2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001Proud 2008 Sponsors Committed to Success

The PDAC International Convention, Trade Show and Investors Exchange is the most important event in the world of exploration, bringing together over 18,000 attendees from all over the globe.

Proud to be the Diamond Sponsor.Teck Cominco Limited is a diversified mining and metals company, headquartered in Vancouver, Canada. They are a world leader in the production of zinc and metallurgical coal and a significant producer of copper, gold and specialty metals.


General Information

Exhibitors

PRESENTATIONS
PDAC Professional Liability and Business Insurance
The needs of independent geological consultants, junior exploration companies, mine site developers, mine operators, and service and equipment providers are complex and specialized. They do not comprise a mass market and, as a consequence, effective and reasonably priced professional liability and other specialized insurance has been difficult to find.
The Prospectors and Developers Association of Canada has put together two insurance packages with the help of two insurance consultants, Partners Indemnity Insurance Brokers Ltd., and JLT Northern Underwriting Services. The packages are designed for the specific needs of PDAC individual members who are resident in Canada and of PDAC corporate members based in Canada, and to keep rates low by negotiating excellent group discount