domingo, 16 de março de 2008

Imagens de satélites estão mais acessíveis

Imagens de satélites estão mais acessíveis
Por Celira Caparica
11/03/2008

Disseminação da tecnologia e preços mais acessíveis tornaram as imagens de satélites ferramentas usuais para cientistas de diversas áreas e até para o cidadão comum que pode localizar pela internet endereços de ruas com as imagens captadas do espaço. Os pesquisadores também estão utilizando as ferramentas públicas da rede mundial em seus trabalhos. É o caso da antropóloga Denise Schaan, da Universidade Federal do Pará e presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira. Ela usa a ferramenta Google Earth na busca de novas ocorrências de sítios arqueológicos conhecidos como geoglifos e que estão espalhados por uma área de 270 quilômetros entre Xapuri e Boca do Acre, no estado do Acre. O Google Earth combina os recursos de pesquisa do Google com imagens de satélite, mapas, terrenos para fornecer informações geográficas do mundo todo.O biólogo e especialista em gestão ambiental, Leandro Luiz Giatti, da Fiocruz-Amazonas, usou imagens de satélites para mapear as fontes de água em Iauaretê, uma área indígena em São Gabriel da Cachoeira (AM) no intuito de descrever as condições sanitárias e socioambientais de seus habitantes. “Iauaretê é uma área indígena na Amazônia brasileira que se destaca pela concentração populacional”, diz Giatti. Foram construídos mapas-falantes; realizadas entrevistas; estudos da disposição de resíduos sólidos; localização, amostragem e análise da água de consumo humano; e aplicação de técnica de georeferenciamento (correção das imagens coletadas). A pesquisa mostrou que 89,2% das 65 amostras de água analisadas, estavam contaminadas.Graças aos investimentos do Brasil na construção de dois satélites em parceria com a China, as imagens geradas por esses equipamentos podem ser fornecidas gratuitamente ao cidadão comum, segundo explica o geógrafo Heleno Bezerra da Silva da Embrapa Cerrados, do Distrito Federal,. Os Satélites Sino-Brasileiros de Recursos Terrestres, (CBERS, sigla em inglês) 1 e 2 custaram 150 mil dólares e o Brasil participou com 30% desse valor. Esses satélites, lançados em 1999 e 2003, respectivamente, orbitam a 778 km da Terra e geram imagens utilizadas nos setores de agricultura, meio ambiente, recursos hidrológicos e oceânicos, florestas, geologia entre outros. Segundo Silva, uma imagem de satélite pode ser usada para comparar duas situações diferentes no tempo e espaço. Uma antes do acontecimento e outra depois.

Um programa de computador compara imagens obtidas, por exemplo, com 16 dias de diferença e permite apontar em quais localidades os pontos verdes (matas) são substituídos por outras colorações, que indicam a ocorrência de queimadas, retirada de madeira, plantações de soja, pecuária extensiva, etc. O uso de imagens de satélite também pode ajudar a salvar vidas em casos de catástrofes, no planejamento da ocupação do território ou na formulação de planos de emergência e monitoramento. Segundo, Leonardo Rios, doutor em Ciências Ambientais pela USP de São Carlos, em casos de enchentes, o que pode ser feito é um estudo prévio de áreas que podem ser afetadas por enchentes através da sobreposição de imagens de satélites. Dados históricos de enchentes podem ser levantados para fazer modelos de previsão em SIGs (sistemas de informações geográficas). Um exemplo de utilização desse recurso pode ser encontrado no site do programa de SIG Idrisi.
Entretanto, dependendo da aplicação, as imagens do espaço podem não ser tão acessíveis. Para se obter fotografias de objetos de cerca 30 metros em áreas urbanas, por exemplo, o interessado terá de desembolsar mil reais por quilômetro quadrado, (preço pelos serviços do satélite japonês Ikonos) e, segundo explica Silva, as imagens podem demorar até um mês para ficarem prontas. Para se ter uma idéia de quanto custa utilizar essa tecnologia do espaço, empresas especializadas divulgam os valores desses serviços (ver: Engesat). Leonardo Rios, da USP, aponta ainda outros obstáculos mais prosaicos para o uso desses equipamentos. Um simples céu encoberto, por exemplo, bloqueia as imagens fotográficas, e os sensores tipo radar, que não dependem do clima, ainda não apresentam boa qualidade em imagens de áreas reduzidas. Além dos problemas de ordem técnica, Rios aponta duas outras limitações importantes, o baixo investimento feito no Brasil para a implantação de sistemas de informações geográficas e a falta de pessoal qualificado no setor público. “Esses profissionais poderiam auxiliar nas tomadas de decisões do governo utilizando bases técnicas e não somente políticas”, critica Rios.
Amazônia perde área igual a 40% de SP só em janeiro.
Em janeiro 2008, enquanto o governo divulgava medidas para tentar conter o ritmo acelerado de desmatamento na Amazônia, uma área equivalente a 40% da cidade de São Paulo foi devastada na região.
Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram o abate de 639,1 km2 de florestas no mês, segundo dados consolidados na terça-feira (11/03/08). O desmatamento em janeiro 2008 foi menor do que em novembro e dezembro do ano passado, mas supera os números nos três meses anteriores (agosto, setembro e outubro). O movimento das motosserras na Amazônia nesse período de cinco meses justificou o alerta do governo e deu força a medidas como o corte de crédito e o embargo da produção em áreas desmatadas. Em janeiro teria começado a valer a moratória anunciada pela ministra Marina Silva (Meio Ambiente) à derrubada de árvores por meio da suspensão de novas autorizações para corte de árvores nos 36 municípios com maiores índices de devastação na Amazônia. O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, considerou positivo o resultado apurado ontem pelo Inpe, apesar da grande extensão de área desmatada. Ele alega que as medidas editadas pelo presidente Lula e regulamentadas em janeiro só teriam efeito a partir de fevereiro.O Inpe registrou grandes áreas de desmatamento (acima de 15 km2) nos municípios de Marcelândia (MT) e São Félix do Xingu (PA), que já ocupavam o topo do ranking do desmatamento. Foram registradas grandes extensões de corte de árvores também em Tapurah (MT), município que não entrou na lista dos que mais abatem a floresta. O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, contesta as medições do Inpe. Informações mais precisas sobre a área desmatada na Amazônia só serão divulgadas no segundo semestre deste ano (2008). Mas os números indicados pelo Deter (sistema de detecção de desmatamento em tempo real) - tradicionalmente subdimensionados em relação à área total- mostram que a derrubada da floresta manteve ritmo acelerado.
Sobre as Chuvas. A seca prolongada em janeiro ajuda a explicar os dados relativos ao mês. De acordo com informações do próprio Inpe, choveu menos do que a média histórica do mês em grande parte de Rondônia e em regiões de Mato Grosso e do Pará. Os três Estados -sobretudo os dois últimos- são os que mais desmatam a Amazônia. Em fevereiro também choveu bem menos do que a média histórica. O período de chuvas costuma reduzir a atividade das motosserras, assim como a detecção do problema pelos satélites do Inpe. Na avaliação do governo, mantido o ritmo de desmatamento verificado nos últimos cinco meses de 2007, é provável que o país interrompa a tendência contínua do abate de árvores registrado desde o segundo semestre de 2005. As imagens captadas pelo Deter entre outubro de 2007 e janeiro de 2008 mostram o desaparecimento de uma área sete vezes maior da floresta. (Folha de São Paulo)

Fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=36926

sexta-feira, 14 de março de 2008

Garçom media acordo entre garimpeiros, DNPM e consórcio da Odebrech

Garçom media acordo entre garimpeiros, DNPM e consórcio da Odebrech
Quarta-feira, 12 de Março de 2008 - 18:22]

O deputado federal Lindomar Garçom (PV-RO) participou nesta quarta feira de mais duas reuniões entre diretores do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e representantes dos garimpeiros do Estado de Rondônia.Na audiência anterior ocorrida no início deste mês com os diretores Miguel Nery e Roberto Silva, o parlamentar entregou documentos a direção do órgão, explicando que a categoria está sendo prejudicada em sua atividade com a falta de Permissão de Lavra Garimpeira (PLG).

Os garimpeiros demonstraram na oportunidade a direção nacional do DNPM que a categoria está com toda documentação legal e cumprindo todas as exigências solicitadas pelo órgão. A direção do DNPM argumentou que a permissão para a atividade garimpeira não estava sendo autorizada porque existe um grande empreendimento energético a ser construído na região, que são as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, e que estas obras não podem ser comprometidas pela atividade garimpeira na região. Mas os garimpeiros informaram que a área onde está sendo requerida a permissão para lavra não compromete a construção das usinas porque fica há mais de 30 quilômetros da região dos empreendimentos.

Na reunião desta quarta feira pela manhã, diretores do DNPM, garimpeiros e o deputado federal Lindomar Garçon e Mauro Nazif, discutiram novamente a possibilidade do DNPM permitir a lavra garimpeira no estado.Não chegando a um consenso a reunião foi suspensa sendo retomada só às 16h, onde após várias discussões e argumentos em defesa da classe garimpeira, a direção do DNPM, e o consórcio responsável pela construção das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, decidiram pela assinatura da permissão da lavra garimpeira.Os representantes dos garimpeiros assinaram um termo de compromisso que determina que na ocorrência de qualquer empecilho devido a atividade garimpeira os garimpeiros estariam dispostos a se afastar da região onde serão construídas as hidrelétricas


Ao sair da reunião, o deputado Garçon se mostrou satisfeito com o acordo assinado entre os garimpeiros e os diretores do DNPM, para liberação da lavra garimpeira. Garçon acrescentou que sempre defendeu o direito a lavra atendendo todas as normas legais do Departamento Nacional de Produção Mineral-DNPM.Segundo o parlamentar, a liberação da atividade garimpeira vai gerar aproximadamente 10 milhões de reais/mês com a extração de 200kg de ouro.Garçon acrescenta que isso representa uma injeção na economia local porque toda esta atividade será legal e regulamentada, desde a extração a comercialização do minério. Estiveram presente a audiência no DNPM, além do deputado federal Lindomar Garçon, e dos diretores do DNPM, os representantes dos garimpeiros, José Alves da Silva, presidente da federação Nacional dos Garimpeiros, José Airton Aguiar, presidente da COOGARIMA, José Brito, secretario geral da COOGARIMA, Fabiano Oliveira Sena, Presidente do Sindicato dos Garimpeiros do Estado de Rondônia. Geomário leitão Sena, Delegado da Federação Nacional dos Garimpeiros, o deputado federal Mauro Nazif.
Fonte: RONDONIAGORA.COM

Autor: RONDONIAGORA.COM

sexta-feira, 7 de março de 2008

A Nova Estrutura do COPAM - Conselho Estadual de Política Ambiental

A Nova Estrutura do COPAM
Sexta, 14 de março de 2008

A Nova Estrutura do COPAM - Conselho Estadual de Política Ambiental -, que foi reorganizado recentemente pelo Decreto estadual 44.667/2007, propõe o desafio de vencer paradigmas através de um ousado processo de mudanças visando o equacionamento dos entraves burocráticos existentes e o atendimento às metas governamentais de agilização dos processos de regularização ambiental dentro do Programa "Estado para Resultado".

Para tratar desse tema tão recente e importante para todos que lidam com a gestão ambiental no Estado de Minas Gerais, a Amcham BH tem a honra de receber em seu Comitê de Meio Ambiente o Dr. José Carlos Carvalho, Exmo. Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que nos apresentará os avanços que devem ser obtidos com a reestruturação do COPAM e esclarecerá pontos ainda controvertidos.

Dr. José Carlos Carvalho é Engenheiro Florestal, formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Ingressou no quadro técnico de servidores do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, em 1975, onde foi, sucessivamente, Coordenador Regional, Coordenador Estadual Diretor Técnico e Diretor-Geral da Instituição, até 1987.

De 1987 a 1990, atuou na administração federal, exercendo o cargo de Secretário-Geral e Presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, Diretor e Presidente Substituto do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - lbama e Secretário-Executivo do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama.

De 1999 a 2002 exerceu o cargo de Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente.
De março a dezembro de 2002 foi ministro de Estado do Meio Ambiente, quando representou o Brasil em diversos eventos internacionais.

Atualmente exerce o cargo de Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, ao qual foi reconduzido, a convite do senhor governador do Estado, Aécio Neves, no seu segundo mandato.

Contamos com a sua presença!
Programação
8h30 às 9h
Welcome Coffee
9h às 10h
Palestra do Dr. José Carlos Carvalho
10h às 10h30
Fórum de Debates
Local
AMCHAM BUSINESS CENTER Rua da Paisagem 220, Vila da Serra - Seis Pistas - Telefone: 2126-9750
Confirmação de Presença
Por favor, confirme sua presença enviando seu nome, cargo, empresa, telefone e e-mail, até às 12h do dia anterior, para o e-mail de contato abaixo
Realização: AMCAHAM BH

quinta-feira, 6 de março de 2008

MINERAÇÃO AQUECIDA ACIRRA DISPUTA POR MÃO DE OBRA

05/03/2008 - 15h35
Mineração aquecida acirra disputa por mão-de-obra
Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO (Reuters)
- A falta de mão-de-obra no setor de mineração está levando empresas do mundo inteiro a cobiçar funcionários das rivais, que já enfrentam dificuldades para preencher os milhares de cargos espalhados pelas suas atividades globais.

No caso da Vale, maior produtora mundial de minério de ferro, não é diferente. Segundo o diretor Financeiro da empresa, Fábio Barbosa, o assédio pode vir por meio de anúncios em inglês na região de Carajás, no Pará, oferecendo oportunidades na Austrália --onde estão as rivais BHP e Rio Tinto -- ou via "sedução" por um cargo mais alto em outra companhia.
"O chefe das nossas operações de níquel no Canadá, o Mark Cutifani, foi convidado para posição de mais relevo", deu como exemplo Barbosa, referindo-se ao novo presidente da sul-africana Anglo Gold, empossado no final do ano passado.
O atual presidente da LLX, empresa do empresário Eike Batista voltada para logística da área de mineração, Ricardo Antunes, também mudou de casa depois de 23 anos na Vale onde chegou a ser diretor de Novos Negócios.
No caso de funcionários menos graduados, a abordagem se dá por anúncios estratégicos nas áreas de trabalho, "uma competição cruel", segundo o diretor. Ele vê como a melhor defesa a esses "ataques" a criação de programas de retenção de talentos, remuneração eficiente e investimento na formação de profissionais, como faz a Vale.
"É difícil manter os talentos em casa e também aumentar o número de pessoas necessárias para tocar os projetos de investimentos, mas a BHP enfrenta isso, a Rio Tinto, a Xstrata, todo mundo enfrenta isso", explicou.
Barbosa informou que apenas este ano a Vale vai contratar 7 mil empregados.
"Quando foi privatizada, a Vale inteira tinha 15 mil, estamos contratando a metade este ano", ressaltou.
Hoje, o quadro de pessoal da mineradora ultrapassa 124 mil pessoas no Brasil, sendo 45,6 mil em empregos diretos, e chega perto de 30 mil contratados fora do país, com metade desse total de quadro próprio e o restante de terceirizados.

SEM SINAIS DE RETRAÇÃO
A escassez de mão de obra tem afetado todas as empresas no setor, afirmou Barbosa, e reflete o aquecimento do mercado de metais, que na avaliação do diretor não dá sinais de retração.
"Não há qualquer sinal de desaceleração de preços (dos metais), o que seria um indicador de desaceleração econômica, mas não vemos isso", afirmou.
Segundo Barbosa, a expectativa mais pessimista que ele teve acesso sobre a economia norte-americana para este ano é de crescimento nulo, "mas especilistas falam de leve alta de 0,5 a 1 por cento", destacou. Uma retração mais forte do maior mercado consumidor poderia levar à queda de preços.
A estimativa da Vale é de que a China, maior cliente individual da companhia brasileira, continuará com demanda forte e vai ajudar a garantir o crescimento da economia global em torno dos 4 por cento. A fatia de 49 por cento do gigante asiático no mercado de minério de ferro em 2007 deve crescer para 54 por cento em 2011, segundo projeções da Vale.
"Não há sinal no horizonte de arrefecimento da demanda (por metais) na Ásia", garantiu. "A falta de mão-de-obra para atender esse crescimento é um desafio que nós já temos e que não pode nos impedir de avaliar alternativas estratégicas que nos criem valor", finalizou, referindo-se a possíveis futuras aquisições ou crescimento orgânico por meio das dezenas de projetos de expansão da companhia.

A Vale está em plena negociação com os acionistas da mineradora anglo-suiça Xstrata, que tem operações espalhadas por 18 países em vários segmentos como níquel, carvão e cobre, entre outros. A companhia brasileira comprou no final de 2006 a mineradora canadense Inco.
(Edição de Roberto Samora)

domingo, 2 de março de 2008

PDAC CANADA --- BRASIL PAVILION / DNPM AND CPRM

12.26.2007PDAC’2008 – News in Toronto
12.26.2007PDAC’2008 - Expectation of Participants
12.26.2007Technical material of PDAC'2008 - CD-ROM with the Presentations
more
PRESENTATION ROOM – BRASIL PAVILION – BRIEFING
MONDAY, MARCH 3BRAZIL – THE LAND OF GREAT OPPORTUNITIES: EMPHASIS ON GOVERNMENT POLICIES FOR THE BRAZILIAN MINERAL SECTORRoom 711 MTCC2:00pm – 5:00pm
Brazil’s geological potential is recognized for its diversified environments and mining industry tradition. These attributes, together with available infrastructure (roads, ports, telecommunications, qualified labor, strong domestic market) and consolidated economic stability, make the country a secure, safe place to assure the success of new investments in prospecting and mineral research.

BRAZIL – THE LAND OF GREAT OPPORTUNITIES: EMPHASIS ON GOVERNMENT POLICIES FOR THE BRAZILIAN MINERAL SECTORSeminar, to take place during the 2008 PDAC convention, is a complementary activity connected to BRAZIL PAVILION.
The priorities adopted by the Ministry of Mines and Energy, through the sector policies of the Secretariat of Geology, Mining, and Mineral Transformation, will be presented by the Geological Survey of Brazil (CPRM) and by the National Department of Mineral Production (DNPM). The generation of quality geological information will be highlighted with a view to disclose the favorable conditions for new mineral discoveries and the process of modernization and revision of granting concessions, fundamented in geo-referenced systems and new technologies.
BRAZIL – THE LAND OF GREAT OPPORTUNITIES: EMPHASIS ON GOVERNMENT POLICIES FOR THE BRAZILIAN MINERAL SECTOR

Contents:
Geological Information – Known Environments and New Frontiers
Economic Information – Statistics and Cases on the Mining Industry
Simplified Legal Setup – Actions Involving Mineral Policies
Mineral Potential – Mineral Opportunities
Mineral Sector Network – Investment and Technical Excellence
Airborne Geophysical Surveys – Emphasis on the Amazon Region

This section intends to show Brazil’s competitive differential in relation to other Latin American markets in attracting venture capital, revealed by the latest macroeconomic and sector indicators, as well as the significant growth of the Brazilian mining industry.
All are welcome. Registration is not required.Further details available at the BRAZIL PAVILION, Booth 1303
BRASIL PAVILION é um esforço conjugado entre o governo federal e empresas privadas, nacionais e estrangeiras atuantes no Brasil que, reunidas em consórcio, trabalham para a promoção organizada do setor mineral no evento do PDAC*, realizado anualmente em Toronto, Canadá.Desde 1998, o Brasil vem conquistando importante espaço no cenário internacional, em virtude de sua primeira participação organizada no evento. Este fato decorreu da política de divulgação e promoção implementada pelo Ministério de Minas e Energia, através da liderança da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, com a participação do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM e do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Em 2008, o BRASIL PAVILION comemora 10 anos de exposição no PDAC*, captando novos e cada vez mais significativos investimentos em prospecção mineral e, consequentemente, ampliando sua visibilidade perante a comunidade internacional.

Governo, instituições de fomento, pesquisa e tecnologia, empresas de mineração, prestadoras de serviços, consultorias e imprensa especializada trabalham em parceria para que o BRASIL PAVILION represente uma extensão da realidade do país, motivando visitantes e congressistas do PDAC* a conhecerem melhor o setor mineral brasileiro.

FAÇA PARTE DESSE TIME E TAMBÉM DESSA HISTÓRIA. PARTICIPE DO BRASIL PAVILION 2008.

Como agente facilitador para viabilizar a formação do consórcio BRASIL PAVILION, incluindo planejamento, captação de adesões das empresas privadas, contratação de serviços no Brasil e no Canadá para a realização do evento, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral selecionou a Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira – ADIMB para a coordenação executiva do projeto, contando com a coordenação técnica da Divisão de Marketing e Divulgação do Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
*PDAC – The annual convention of the Prospectors and Developers Association of Canada

PDAC 2008 International Convention, Trade Show and Investors Exchange

General InformationExhibitors
For PDAC 2008 delegate registration, ticket, purchase and/or short course registration click here.PDAC 2008 International Convention, Trade Show and Investors Exchange (in its entirety) is moving to the South Building of the Metro Toronto Convention Centre. All presentations, exhibits and luncheons will take place in this venue. The South Building entrance is located at 222 Bremner Blvd., Toronto, one block north of Lakeshore Blvd., west of York Street.To see the new location, browse detailed interactive floor plans, search for exhibitors using country and commodity, view a full exhibitor list and network with PDAC 2008 exhibitors, visit Virtual PDAC.For more information please refer to our Question and Answer page.Please note: The North and South Buildings are connected to Union Station via the Skywalk. The Skywalk entrance is located at the west end of Union Station, on street level. You can also connect to the Royal York via the Pathway and Skywalk.

The Hotel Intercontinental is attached to the MTCC, North Building and the South Building can be accessed via an internal walk-way.

Previous Conventions2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001Proud 2008 Sponsors Committed to Success

The PDAC International Convention, Trade Show and Investors Exchange is the most important event in the world of exploration, bringing together over 18,000 attendees from all over the globe.

Proud to be the Diamond Sponsor.Teck Cominco Limited is a diversified mining and metals company, headquartered in Vancouver, Canada. They are a world leader in the production of zinc and metallurgical coal and a significant producer of copper, gold and specialty metals.


General Information

Exhibitors

PRESENTATIONS
PDAC Professional Liability and Business Insurance
The needs of independent geological consultants, junior exploration companies, mine site developers, mine operators, and service and equipment providers are complex and specialized. They do not comprise a mass market and, as a consequence, effective and reasonably priced professional liability and other specialized insurance has been difficult to find.
The Prospectors and Developers Association of Canada has put together two insurance packages with the help of two insurance consultants, Partners Indemnity Insurance Brokers Ltd., and JLT Northern Underwriting Services. The packages are designed for the specific needs of PDAC individual members who are resident in Canada and of PDAC corporate members based in Canada, and to keep rates low by negotiating excellent group discount

sábado, 26 de janeiro de 2008

Exploração do Urânio no Brasil gera interesse de empresas

Exploração do Urânio no Brasil gera interesse de empresas
MAPA COM PAISES PRODUTORES DE URANIO NO MUNDO


24 de Janeiro de 2008
O Brasil possui uma das maiores reservas mundiais de urânio, o que permite o suprimento das necessidades domésticas a longo prazo e a disponibilização do excedente para o mercado externo.

Há, aproximadamente, 300.000 toneladas de Urânio (U3 O8) nos Estados da Bahia, Ceará, Paraná e Minas Gerais, entre outras ocorrências. Estudos de prospecção e pesquisas geológicas foram realizados em apenas 25% do território nacional.As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) realizam a mineração em três áreas: Caetité, na Bahia; Caldas, em Minas Gerais e Itataia no Ceará. A INB é a empresa encarregada, por lei, de promover, no País, a exploração do urânio, desde a mineração e beneficiamento primário até sua colocação nos elementos combustíveis que acionam os reatores das usinas nucleares.A maioria do minério extraído serve para consumo das usinas de Angra I e II (responsáveis por 40% da geração de energia do Rio de Janeiro). A jazida de Caetité produz hoje 400 toneladas/ano de urânio. Quanto à comercialização, a INB prevê que, a partir de 2014, atinja o nível necessário para a venda ao mercado externo.

Flexibilização?
Seria interessante flexibilizar a mineração de urânio para a iniciativa privada, pois o governo tem dificuldades em explorar o minério e de fazer os investimentos necessários para aumentar a prospecção de urânio. A INB se posiciona de maneira contrária à abertura de exploração de urânio para a iniciativa privada. No entanto, a mesma empresa já declarou que irá estabelecer parcerias privadas para o fosfato (que vem em conjunto com o urânio na natureza) na jazida de Santa Quitéria, no interior do Ceará, que entrará em operação em 2011.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

GOLD AND SILVER ANALYSIS - New record highs for gold; is it too good to be true?

GOLD AND SILVER ANALYSIS
New record highs for gold; is it too good to be true? Gold is challenging $900/ounce and can go higher, but it really ought to go lower first if strength is to be sustained.

Author: Rhona O’ConnellPosted: Monday , 14 Jan 2008
LONDON - On January 21, 1980, gold recorded its then record high fix of $850, as a result of the Hunt Brothers' attempted corner of the silver market, plus the second oil crisis, the invasion of Afghanistan and the hostage crisis in Iran.
Any of this sound familiar?
This time we are lacking the silver market manipulation, but we have renewed bearishness for the dollar, not only due to tensions in the financial sector that are resulting in increased risk aversion, but also for the more basic fundamental reasons with respect to interest rate differentials; German 10-year rates are currently 20 basis points above those in the U.S. The differential has been as high as 37 basis points and it looks as if the gap will continue to widen.
Inflationary concerns are less important this time than they were in 1980 - 28 years ago the US CPI peaked in March at just less than 15% - but the dreaded word "stagflation" has been on the lips of a number of economists and this, too, supports the investment case for gold.
But should we perhaps be a little cautious here?

There is a degree of euphoria among some of the market observations, certainly in the lay press and this is often something of a warning signal. While there is little doubt that all the conditions remain in place for a further increase in the price of gold in the medium term, the latest move has developed in relatively thin market conditions and the market is looking overbought. Physical demand is waning and there is plentiful stream of scrap supply coming through in India.

A correction in price would be a welcome development of the overall stability of the market, as the majority of the buying has come from the professional sector. The physical market is, for the longer term, a strong one, but the recent volatility in price will certainly deter buyers for a while yet.
In the first 10 days of trading in January, gold has traded in a range between $834 and $898 (on an intra-day basis), or almost 8%. The increase since the latest leg of the rally got underway, which was in the week before Christmas, is $105 or just over 13%, in only three weeks. While the dollar has obviously been a key driver in the move, the price in euro terms has risen over the same period by almost 10%. This looks worryingly like too much, too quickly.
The physical market in January tends to be dominated by the onset of the Indian Wedding Season, along with the Chinese New Year. The former is due in the middle of January and the latter falls on 7th February, and between them they form an important part of the physical market. There is no specific trend that can be displayed in the quarterly figures for physical demand as they are clearly responsive to price, but from 2003 to 2007, inclusive Greater China and the Indian Subcontinent have between them accounted for an average of 37% of worldwide jewellery and investment bars.

The first quarter of the year, worldwide, is not typically the strongest quarter of the year; that position is held by the fourth quarter, which includes a number of Indian and Middle Eastern festivals plus the Christmas season. With European demand usually falling sharply in the first quarter, the demand for jewellery and investment bars has, on average from 2003-2007 inclusive, dropped by 189 tonnes between the fourth quarter of one year and the first quarter of the next.

The recent volatility in price suggests that physical demand for gold for the imminent Wedding Season and New Year will struggle to reach the levels enjoyed in 2007. The quarterly demand for jewellery and investment bars during that period was 643 tonnes, compared with 611 tonnes in the first quarter of 2006.

In simple monetary terms (i.e. working just on the basis of the quarterly average and the tonnage of contained gold), the value of the gold bought in Q1 2007 amounted to $134.5 billion, a 24% increase in the dollar expenditure in the first quarter of 2006. With the dollar price of gold currently 43% higher than at this time last year, the [Chinese] renminbi price up by 31% and the [Indian] rupee price by 25%, the prospects for a strong revival in physical demand look slender.

Recent trading patterns on COMEX show that at the end of December, the latest date for which full data are available, the combined speculative positions on COMEX were 1,014 tonnes, compared with total open interest of 1,685 tonnes, or 60% of total. The net speculative long on COMEX was 742 tonnes, just shy of the record level of 747 tonnes on 6th November, when the sector was scoring intermediate highs. Obviously COMEX is centrally-cleared and for every long there is a short, but the speculative length in the market is worrying and it is in the gift of industrial users to stand away form the market when liquidation develops and wait for prices to be offered down.

There is little doubt that the fundamentals are in place for further medium term strength, but a pullback really would be most welcome if these higher levels are to be sustained and underpinned.

sábado, 12 de janeiro de 2008

OuroGarimpo de Serra Pelada pode ser reaberto12/01/2008 10h15


OuroGarimpo de Serra Pelada pode ser reaberto12/01/2008 10h15

Quatorze anos após ser fechado, o garimpo de Serra Pelada, no Pará, pode ter a extração de ouro retomada. Com autorização do Departamento Nacional de Pesquisas Minerais (DNPM), a empresa canadense Colossus está pesquisando quanto ouro ainda existe no local.

A empresa tem três anos para apresentar as conclusões. O ouro será procurado no subsolo e também na área dos rejeitos do antigo garimpo. Se o resultado for positivo, o mineral extraído será dividido entre a Colossus e os cerca de 40 mil garimpeiros da Cooperativa Mista dos


Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), que encomendou a pesquisa.
Para o vice-presidente da Cooperativa, Assis Coelho de Magalhães, as expectativas são otimistas. “O garimpeiro é um otimista e acredita que tem muito minério. Mas o que vai dizer na verdade é o trabalho da pesquisa, que está sendo feito”, diz.

Segundo o geólogo e gerente de projetos da Colossus, Heleno Costa, os resíduos do mineral extraído por mais de uma década ainda representam fonte de riqueza. “Todo o moído e processado pelo garimpo formou uma grande quantidade de rejeito”, explica. “As informações obtidas serão exclusivas da Coomigasp.”

Por causa da mineração mecanizada, Heleno avalia que não devem ocorrer novas migrações de garimpeiros ao local, mesmo que seja encontrado muito ouro na região. “Mas o metal encontrado deve beneficiar a comunidade local”, ressalta.

O ouro em Serra Pelada foi descoberto pelo DNPM em 1976. Um ano depois, a notícia se espalhou e migrantes começaram a chegar à região em 1980. Em 1981, a população do local somava 30 mil pessoas, e três anos mais tarde, no auge da mineração, 100 mil pessoas viviam na região do garimpo.

Os primeiros garimpeiros extraíam ouro da lama das margens dos rios. Quando o metal se esgotou na superfície, a extração passou a ser feita das rochas. Mas a partir de 1984, a produção de ouro era menor a cada ano, até que, em março de 1992, o governo não renovou a autorização para garimpagem.


Quando o garimpo foi fechado, em 1994, 60 toneladas de ouro tinham sido retiradas. No lugar, onde existia uma montanha, sobrou apenas um buraco de 180 metros de profundidade.
Fonte: Agência Brasil','').

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Petrobras e Vale são as maiores empresas da AL

Petrobras e Vale são as maiores empresas da AL

São Paulo - 11 de Janeiro de 2008

Entre as 25 maiores empresas de capital aberto por valor de mercado na América Latina, 13 estão no Brasil. A Petrobras lidera a lista das maiores em 2007 com um valor de mercado de US$ 242,7 bilhões, seguida pela Vale do Rio Doce que fechou o ano com valor de US$ 154,5 bilhões, segundo a Economática, especializada em informações financeiras.As 25 maiores empresas da América Latina, com ações cotadas em bolsas, acumularam um valor de mercado de US$ 1,072 trilhão em 2007 ante US$ 706,4 bilhões em 2006, o que representou um crescimento de 51,8%.

Mas todas essas 25 empresas juntas valem menos que as três maiores companhias norte-americanas. A Exxon Mobil, General Electric e Microsoft juntas alcançaram em 2007 um valor de mercado de US$ 1,2 trilhão.

"No caso do Brasil, parte do crescimento de mais de 50% pode ser atribuído à queda do dólar. Mas, sem dúvida, a valorização das empresas também foi significativa", diz o gerente de Relacionamento Institucional e Comercial da Economática, Einar Rivero. O valor de mercado da Petrobras e da Vale cresceu 125% em relação a 2006. "Ambas tiveram desempenhos fabulosos", diz Rivero. A Petrobras, que no ano passado já liderava a lista, ganhou destaque com a descoberta de uma megarreserva de óleo na área de pré-sal na Bacia de Santos.

No ranking das maiores empresas americanas, incluindo as dos Estados Unidos, a Petrobras ocupa a quarta posição, atrás da empresa de telecomunicações AT&T, com valor de mercado de US$ 252,051 bilhões. A Vale foi beneficiada por aquisições de companhias, como a canadense Inco, que é uma das maiores produtoras de níquel do mundo e também pelo aumento de commodities.

"Ela se tornou a maior empresa não estatal da América Latina e conseguiu em 2007 ultrapassar a mexicana America Movil de telecomunicações, que ocupava o segundo posto em 2006", diz Rivero. No ranking incluindo as empresas americanas, a Vale ocupa o 18.º lugar.
Na lista das 25 maiores por valor de mercado da América Latina, o México está representado por nove empresas, uma a mais do que no ano anterior. Já o Brasil subiu de 12 empresas para 13. As empresas novas entre as 25 maiores em 2007 são a Bovespa Holding (BR), Grupo Mexicano (MX), Santander (BR), e CSN (BR). Outro destaque no levantamento foi a mudança no setor bancário.

Em 2007 ele desbancou o setor de telecomunicações, que no ano anterior dominava com o maior número de empresas. O Itaú, que detinha a quarta posição em 2006, perdeu o lugar para o Bradesco, que passou a ser o maior banco de capital aberto da América Latina. Seu valor de mercado ficou em US$ 61,8 bilhões. Em 2006 era de US$ 39,6 bilhões. "Além de ser o maior banco privado é também o de maior giro financeiro na América Latina", diz Einar Rivero.