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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Qualidade da Legislação Ambiental Brasileira: uma Discussão a partir de sua Efetividade.

Cesár, estou te enviando, em anexo, as informações formatadas.
Obrigada.
Priscila
Seminário de Meio Ambiente
Qualidade da Legislação Ambiental Brasileira: uma Discussão a partir de sua Efetividade.
Data: 17 de Abril de 2008
Horário: 8h00 às 12h30
Local: Rua da Paisagem,220 Vila da Serra – Nova Lima/MG
As leis Ambientais Brasileiras, avançadas e bem elaboradas, no que diz respeito ao objeto proposto, apresentam muitos questionamentos acerca de sua aplicação na prática, que por fatores dos mais diversos, dificultam a sua execução. Para discutir sobre a qualidade da legislação ambiental brasileira nas diferentes esferas de mercado, o Comitê de Meio Ambiente convida você a participar do Seminário de Meio Ambiente da Amcham Belo Horizonte.
Palestrantes:
Eduardo Martins – Diretor de Monitoramento e Fiscalização Ambiental do IEF
Wagner Soares Costa – Gerente de Meio Ambiente da FIMG
Alison José Coutinho – Superintendente do Ibama em Belo Horizonte
Carlos Fernandes – Presidente Nacional da Essencis

Moderador:
Joaquim Martins – Chefe do Departamento Jurídico da FEAM
Presidente:
William freire – Presidente do Comitê de Meio Ambiente da Amcham BH.
Investimento:
Sócio:R$ 30,00
Não Sócio: R$ 60,00
Informações e inscrições:
mhtml:%7B523CC2C1-A2F6-4B4A-ABF9-9FC638EBA9E8%7Dmid://00000685/!x-usc:mailto:Rafael.moretzsohn@amchambrasil.com.br
(31)2126-9750
Realização:
Câmara Americana do Comércio
American Chamber of Commerce
Patrocínio:
Hospital dos Olhos
Alcicla
Essencis MG
CBMM
Arcelor Mittal

quinta-feira, 20 de março de 2008

ENTIDADES DE CLASSE - BRASIL

Entidades de Classe
Associação de Agricultura Orgânica
ABI - Associação Brasileira de Imprensa
ABAP - Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas
ABAS - Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
ABEMA - Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente
ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
ABIPTI - Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica
ABMS - Associação Brasileira de Mecânica dos Solos
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais
ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos
ABTCP - Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel
ANJ - Associaçao Nacional de Jornais
BM&F - Bolsa de Mercadorias e Futuros
CFBio - Conselho Federal de Biologia
CFMV - Conselho Federal de Medicina Veterinária
CFF - Conselho Federal de Farmácia
CNI - Confederação Nacional da Indústria
CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CREA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Embrapa Acre
Embrapa Agrobiologia
Embrapa Agroindústria de Alimentos
Embrapa Agroindústria Tropical
Embrapa Agropecuária Oeste
Embrapa Algodão
Embrapa Amapá
Embrapa Amazônia Ocidental
Embrapa Amazônia Oriental
Embrapa Arroz e Feijão
Embrapa Caprinos
Embrapa Cerrados
Embrapa Clima Temperado
Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologias
Embrapa Florestas
Embrapa Gado de Corte
Embrapa Gado de Leite
Embrapa Hortaliças
Embrapa Informática Agropecuária
Embrapa Instrumentação Agropecuária
Embrapa Mandioca e Fruticultura
Embrapa Meio Ambiente
Embrapa Meio - Norte
Embrapa Milho e Sorgo
Embrapa Monitoramento por Satélite
Embrapa Negócios Tecnológicos
Embrapa Pantanal
Embrapa Pecuária Sudeste
Embrapa Pecuária Sul
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Embrapa Rondônia
Embrapa Roraima
Embrapa Semi-Árido
Embrapa Soja
Embrapa Solos
Embrapa Suínos e Aves
Embrapa Tabuleiros Costeirosl
Embrapa Trigo
Embrapa Uva e Vinho
FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos
Grupo de Debates sobre Proteção Florestal - UFPR
IBAPE - Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia
IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas
IBRAM - Instituto Brasileiro de Mineração
IEA - Instituto de Economia Agrícola
IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas
MME - Ministério das Minas e Energia
Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento
SBP - Sociedade Brasileira de Paleontologia
UNESCO - Oraganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura

sábado, 8 de dezembro de 2007

O BRASIL VISTO DO ESPAÇO - EMBRAPA LANDSAT

http://www.cdbrasil.cnpm.embrapa.br/

A possibilidade de conhecer o Brasil através de sua imagem real e não de mapas (sujeitos a interpretações e erros) seria impensável há alguns anos, quando o preço e o tamanho das imagens de satélite tornavam seu uso restrito. Hoje os processos de tratamento das imagens estão mais automatizados, mais rápidos, baratos e compatíveis com computadores pessoais.
Pela primeira vez já é possível observar claramente a real situação de 100% do território nacional, ou seja, 8.547.403,5 km2. Mosaicos inéditos, para todos os Estados brasileiros, foram gerados, a partir de imagens recentes dos satélites Landsat 5 e 7, pela Embrapa Monitoramento por Satélite e permitem ver, com detalhes, como está a situação de cada um desses Estados.
Além das dificuldades de aquisição, georreferenciamento e mosaicagem das imagens de satélite, o projeto Brasil Visto do Espaço exigiu um grande esforço da equipe da Embrapa, na criação de uma interface de navegação "amigável", capaz de rodar em qualquer tipo de computador, com os mesmos programas de navegação utilizados para Internet. O projeto pretende fazer com que as imagens de satélite se tornem ferramentas cada vez mais públicas e democráticas e antecipa a aposentadoria do velho globo terrestre desenhado. Alguns estados deram muito trabalho devido à cobertura constante de nuvens como no litoral do Nordeste ou na serra onde está o Pico da Neblina, no Amazonas. O Amapá, por exemplo, exigiu o dobro do empenho, na colagem eletrônica de pedacinhos de imagem sem nuvem, um verdadeiro quebra-cabeças de datas diferentes, sempre buscando a maior atualização possível.

Uma vez resolvido o quebra-cabeças, entretanto, o mosaico se tornou uma ferramenta de fácil leitura. Através de aproximações sucessivas, qualquer um pode procurar sua fazenda, sua cidade ou saber que tipo de forças econômicas modificam sua vizinhança.

Ao oferecer este tipo de produto operacional de com uma aplicação de amplo espectro, a Embrapa Monitoramento por Satélite pretende seguir democratizando a informação científica e sua aplicabilidade pelas comunidades locais, sociedade organizada, ongs, institutos de ensino, pesquisa etc. Entendemos que este é o melhor caminho para aumentar a sustentabilidade da agricultura brasileira e a preservação ambiental.

Informações Técnicas
Antecedentes e Justificativas
Objetivos e Finalidades
Material
Articulação das Imagens Landsat
Articulação das Folhas Cartográficas
Imagens Utilizadas: Órbita/Ponto e Data
Métodos
Método de Elaboração dos Mosaicos
Descrição Geral dos Mosaicos
Parâmetros Técnicos dos Mosaicos Elaborados
Um Exemplo de Execução: O Estado do Amazonas
Métodos empregados na Confecção dos Mosaicos Estaduais
Método para Navegação nos Mosaicos Recortes geográficos dos mosaicos
Como navegar nas imagens
Abrangência geográfica do recorte
Navegação por município
Georreferenciamento
Bibliografia

http://www.cdbrasil.cnpm.embrapa.br/

Como interpretar os Mosaicos de Imagens do Satélite Landsat
As imagens Landsat-TM e ETM, na composição das bandas 5, 4 e 3 respectivamente, apresentam uma semelhança bastante grande com as cores verdadeiras da paisagem ou com os resultados de uma fotografia colorida. Entretanto, para alguém não especializado no uso de imagens de satélite, pode ser difícil a identificação de determinados alvos ou áreas de interesse. Para ajudar na interpretação e no uso dos mosaicos de imagens realizados pela Embrapa apresentam-se, a seguir, alguns padrões básicos e didáticos de cores, texturas e formas.
As florestas tropicais densas aparecem com diferentes tonalidades de verde (desde o verde escuro até tons mais amarelados), apresentando padrões texturais lisos ou rugosos, dependendo da uniformidade do dossel. É o padrão que domina nos mosaicos do Amazonas, Pará e no norte do Mato Grosso, bem como em remanescentes florestais na região do Bico do Papagaio no Tocantins, no noroeste do Maranhão, na Região Sul da Bahia e na Serra do Mar em São Paulo.
Os reflorestamentos apresentam padrões de cor mais escuros e textura mais lisa do que as áreas de florestas naturais, devido à sua composição florística e seu dossel extremamente uniforme e contínuo, como nos casos existentes no
Amapá, Maranhão, Tocantins e Espírito Santo.
Tipos de florestas: diferentes tonalidades de verde também podem indicar mudanças na composição florística e estrutural em áreas inalteradas (
florestas densas, florestas inundáveis e tabocais), como pode ser observado na região oeste do Estado do Acre (florestas com bambús, próximas à Boca do Acre) e norte do Amazonas (florestas com palmeiras, matas de cipó etc.), na região da Cabeça do Cachorro, norte do Pará e em quase todo o Estado do Maranhão (transições entre florestas densas e caducifólias, transições para cerradão e caatinga).
Remanescentes florestais podem aparecer como "ilhas verdes" (parques, áreas indígenas) em áreas parcialmente ou bastante degradadas como na
região bragantina no Pará, na região central do Estado do Tocantins, ao longo da Transamazônica, no oeste do Maranhão, no Parque Nacional do Araripe, na Serra Negra em Pernambuco, ou no Parque Estadual do Morro do Diabo em São Paulo, por exemplo.
No caso das florestas e formações inundáveis, as tonalidades podem ser bastante escuras, em função da presença de grande quantidade de água. Na
região do Pantanal, no sul do Mato Grosso e norte do Mato Grosso do Sul, por exemplo, tem um padrão bem típico desses casos, mas diferenciado dos campos inundáveis de Roraima. O mesmo observa-se nos campos abertos de várzea ao longo do rio Demene no Estado do Amazonas e na ilha do Marajó, marcados por diferentes tonalidades de vermelho e marrom.
Áreas desmatadas, solos preparados para o plantio e culturas em estágio precoce de desenvolvimento apresentam diferentes tonalidades de rosa e vermelho e formas geométricas muito regulares, como, por exemplo, ao longo das rodovias
BR-364 em Rondônia, Cuiabá-Santarém ou ainda na Chapada dos Parecis no Mato Grosso, no vale do Tocantins, no norte de Minas Gerais, no oeste da Bahia, norte do Paraná e no sudoeste de Goiás.
Solo nu: na ausência de verde (de vegetação), a natureza do substrato também contribui na cor, como na região leste do Tocantins a área do
Jalapão. Ali, as areias quartzosas e arenitos marcam a imagem com tonalidades cinzas e brancas. Padrões idênticos ocorrem em ilhas fluviais, paleodunas e paleodeltas interiores, como na região do rio Demene no Amazonas. O mesmo ocorre em áreas de mineração, como Carajás, no Pará. No Rio Grande do Norte as áreas de solo nu, em substrato cristalino, aparecem em diferentes tonalidades de rosa.
Cerrados, campo cerrado e cerradão: essa unidade apresenta um padrão textural com menos rugosidade do que as áreas florestais, como no
Parque Nacional de Brasília. Boa parte do ano apresenta-se, marcadamente, com uma tonalidade rósea a avermelhada. Emerge nitidamente no norte do Pará na região de Tiriós, no sul do Amazonas na região de Humaitá, no oeste do Estado de Mato Grosso, na região central do Maranhão e principalmente em grande parte dos Estados do Tocantins e Piauí. Tende a se confundir com pastagens. A intensificação do uso pecuário dos cerrados, dificulta separar o que na origem era um cerrado e hoje apresenta-se como campo cerrado etc. Em geral, são áreas amplamente ocupadas com atividades agro-silvo-pastoris, como nas áreas de campos e lavrados de Roraima.
Culturas intensificadas, áreas irrigadas e pastagens de alta produtividade aparecem com uma tonalidade verde claro, bem luminoso, indicador de uma grande atividade fotossintética. Nesses casos, a forma e a regularidade dos polígonos é um bom indicativo do tipo de cobertura, como no caso do
projeto de irrigação do Rio Formoso no Tocantins ou os círculos delimitados pelos pivôs de irrigação no Estado do Tocantins, Estado do Mato Grosso, Estado do Maranhão, Estado da Bahia, Estado de Pernambuco, Estado de São Paulo e Estado de Minas Gerais, por exemplo.
Grandes culturas mecanizadas e áreas desmatadas apresentam padrões lineares e formas geométricas bem definidas, contrastantes com seu entorno, como no caso dos plantios de soja e algodão na Chapada dos Parecis ou da colonização agrícola em Alta Floresta no norte do Mato Grosso e ainda nas grandes áreas de pecuária no sudeste do Pará e leste do Mato Grosso. O mesmo ocorre com a soja, na região de Balsas no Maranhão.
Afloramentos rochosos (
arenitos na Serra do Aracá) e pães de açúcar do norte do Amazonas, por exemplo e áreas de cobertura vegetal com marcada influência da sazonalidade (cerrados e região semi-árida), também apresentam padrões avermelhados nas estações secas, como nos limites do Maranhão com o Piauí, Sertão do Ceará e da Paraíba. A forma é um bom parâmetro para decisão entre estas classes e as do item anterior, além dos critérios de contexto.
Mangues e ecossistemas costeiros: uma tonalidade verde escuro, bastante acentuada, marca a vegetação dos manguezais, facilmente identificáveis na
zona costeira do Pará, Amapá e Bahia. Outros ecossistemas apresentam padrões análogos aos do solo nu (tonalidades róseas e brancas): restingas e áreas de avanço e recuo das marés (como no golfão maranhense e na ilha de Marajó) ou dunas de areia (Lençóis Maranhenses, Delta do Parnaíba, Piauí, Ceará, Alagoas e Santa Catarina).
Cidades e aglomerações urbanas também aparecem em rosa e avermelhadas. Em geral é possível identificar (dependendo da escala) a rugosidade ou a regularidade dos quarteirôess e ruas, com um alinhamento ortogonal etc., como no caso das capitais:
Aracajú, Belém, Brasília, Porto Alegre, São Paulo etc.
Rios, lagos, represas e açudes (
Tucuruí, Balbina, Samuel, Barra Bonita) variam em tonalidades que vão do preto e azul escuro (águas claras onde a luz do sol penetra e não é quase refletida), como no Tapajós, no Rio Negro, e na Lagoa de Araruama, até o azul e azul claro, em função do aumento de material em suspensão (argilas ou poluição) como no Rio Solimões ou a Lagoa dos Patos no Rio Grande do Sul. Devido à carga elétrica diferenciada essas águas demoram para misturarem-se e produzem o fenômeno do encontro das águas, como na formação do Rio Amazonas, à juzante de Manaus. Os açudes aparecem geralmente como pequenos pontos pretos nas imagens, como no caso do sudoeste do Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul.
Áreas queimadas aparecem em preto ou em tonalidades muito escuras. Estão geralmente associadas aos cerrados no
Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia e região do Tiriós no Pará ou a campos abertos de várzeas ou vegetações análogas como na Ilha do Bananal. Quando a queimada é praticada por atividade agrícola sua forma tende a apresentar um padrão mais regular. Em casos de queimadas descontroladas e em pastagens extensivas, as manchas apresentam uma forma bastante variável e irregular (queimadas em áreas de cerrado são facilmente identificáveis) como nas enormes superfícies queimadas anualmente nas áreas indígenas dos Tiriós (norte do Pará), da Ilha do Bananal no Tocantins e da Chapada dos Parecis no Mato Grosso, por exemplo.
Nuvens aparecem em branco, como pequenos flocos de algodão. Geralmente, há uma mancha preta ao lado, correspondendo à sombra da nuvem, na superfície terrestre (Pernambuco e Bahia). Nos mosaicos buscou-se ao máximo a eliminação das nuvens, através da seleção e composição das imagens. Quando são mais azuladas, tratam-se de plumas de fumaça de queimadas, em geral, próximas á frentes de fogo ativas.
Estradas são identificadas, geralmente, por desmatamentos que ocorrem em seu entorno, gerando uma superfície alterada de maiores dimensões (rosa ou avermelhada) e evidenciando seu traçado como na
rodovia Cuiabá-Santarém, na rodovia Transamazônica, na rodovia BR-364 etc.
Salinas: Dependendo do volume de água e da concentração de sais, aparecem em tons azulados contrastando fortemente com o seu entorno, como no caso do Rio Grande do Norte.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Seminário sobre MDL: Novas Atividades de Negócios

Seminário sobre MDL: Novas Atividades de Negócios
17 de Setembro de 2007
Centro de Convenções da FIRJAN
Avenida Graça Aranha, 1
Rio de Janeiro - RJ

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Prazo da Inscrição: 12 de Setembro de 2007

Por gentileza, encaminhar a ficha de inscrição preenchida até a data mencionada mesmo que não possa participar do Seminário para o e-mail:
meioambiente@fijan.org.br
( ) Comparecerá ao Seminário
Nome:
Cargo:
Empresa/Órgão:
Telefone:
E-mail:
Mensagem (opcional):

Estamos à disposição para quaisquer informações adicionais.

COMISSÃO ORGANIZADORA
Japan Bank for International Cooperation - JBIC
Tel: (21) 2554-2305

sábado, 21 de julho de 2007

Caracterização e Priorização de Comunidades quanto ao Manejo Sustentável dos Recursos Hídricos Locais

Novos Documento com livre acesso, em formato PDF
Clientes,informamos que já se encontra disponível para download, em formato PDF, o documento Guia Prático para Caracterização e Priorização de Comunidades quanto ao Manejo Sustentável dos Recursos Hídricos Locais, com Ênfase na Dessanilização de Água Salobra no

http://www.cnpma.embrapa.br/public/conta.php3?flag=111(se for o caso copie e cole endereço eletrônico na barra de endereços de seu navegador)
Caso não possua o programa Acrobat Reader basta realizar download no endereço eletrônico
http://www.brasil.adobe.com/products/acrobat/readstep2.htmlseguindo as instruções fornecidas pela página.

Atenciosamente,
Antonio Ruy Machado Pupo PastanaÁrea de Comunicação EmpresarialEmbrapa Meio AmbienteEmbrapa Meio Ambiente - Certificada ISO 9001:2000!