Os 33 mineiros presos há 19 dias em uma mina de cobre e ouro no Chile devem sobreviver com uma dieta de peixe, leite e pêssegos, que eles receberão a cada dois dias, informa na edição desta terça-feira o jornal local El Mercurio.
Os trabalhadores estão presos desde o dia 5 de agosto, dentro da mina San José, na cidade de Capiapó, quando um desabamento a 300 metros de profundidade bloqueou a saída do local. Ainda não se sabe, ao certo, o que provocou o acidente, que está sendo investigado pelas autoridades do país.
Os mineiros foram encontrados com vida em um dos refúgios subterrâneos - construções dentro de minas feitas, exatamente, para emergências. Foi confirmado que estavam vivos quando, no domingo (22), uma sonda perfurou a rocha até o refúgio a quase 700 metros de profundidade do solo. Eles conseguiram sobreviver, aparentando boa sáude, graças à comida armazenada para emergências no refúgio. Agora, deverão esperar até quatro meses,segundo especialistas, para que sejam retirados com segurança do local.
Nesta terça-feira (24), uma terceira sonda se aproxima do espaço subterrâneo onde 33 trabalhadores permanecem soterrados. O engenheiro Andrés Sougarret da Codelco, estatal chilena de exploração de recursos minerais, que comandou as perfurações efetuadas para encontrar os trabalhadores, disse que a sonda já alcançou 530 metros de profundidade. Ela deverá melhorar a ventilação do local.
A primeira sonda, que permitiu constatar que os trabalhadores soterrados estavam vivos, chegou ao refúgio subterrâneo no domingo (22). De acordo com Sougarret, a segunda sonda chegou ao reduto na segunda-feira (23) à noite, a uma profundidade de 678 metros. "Agora vamos poder dividir as funções. A primeira sonda será destinada à entrega de alimentos de forma rápida. A segunda será para nos comunicar permanentemente", explicou o especialista.
Como será o resgate
O resgate pode demorar entre três e quatro meses, pois é necessária a perfuração de um túnel de cerca de 700 metros para retirar os mineiros. Uma escavadeira de 30 toneladas perfurará a rocha a uma velocidade de 20 metros por dia, para escavar um túnel vertical de 66 centímetros de diâmetro e, pelo qual, os operários serão retirados.
No momento, os engenheiros estão concluindo um levantamento topográfico para poder abrir o novo acesso e irão coordenar as ações com o grupo soterrado quando as máquinas iniciarem o trabalho. O tempo para se chegar ao grupo ainda não foi comunicado aos mineiros, que receberão tarefas diárias e serão monitorados por médicos e psicólogos.
Saúde mental e física
Segundo Jaime Mañalich, ministro da Saúde chileno, foi solicitada ajuda da Nasa (agência espacial dos EUA) para alimentar os mineiros presos, com pequenas doses de alimentos condensados, mas ricos em proteínas. O jornal El Mercurio, do Chile, assinala que a Nasa já está planejando a assessoria ao governo chileno.
O grupo de mineiros sobreviveu até agora com duas colheres de atum e meio copo de leite a cada 48 horas. Equipes médicas entraram em contato com o grupo por um sistema de comunicação enviado por meio do duto aberto até o ponto sob a terra, com o qual se estabeleceu a primeira comunicação no domingo (22), e foi possível constatar "o perfeito estado de saúde de todos", segundo a médica Paula Newman.
Os médicos se encarregarão da recuperação física e os psicólogos darão apoio emocional para que osoterrados aguentem em melhores condições. Paula informou que o grupo já recebeu uma solução com glicose a 5% e comprimidos de omeprazol, um medicamento para o estômago visando evitar possíveis úlceras devido à falta de alimentação. Além disso, os profissionais enviarão um questionário para conhecer o estado físico e psicológico com perguntas como "quem está organizando o grupo?", "quando foi a última vez que você comeu?" ou "está ferido, machucado ou doente?".
Comunicação com a família
O buraco fino feito por uma sonda para chegar ao refúgio de emergência onde estão reunidos os mineiros possibilitou a comunicação deles com a superfície. A nota, segunda-feira (23), com letras grandes, escritas em vermelho dizia: "Estamos bem no refúgio, os 33".
"A sobrevivência de mineiros após 17 dias é muito rara, mas, dado que eles conseguiram até agora, devem sair fisicamente bem", previu Davitt McAteer, ex-secretário-assistente de sanidade e segurança para as minas no Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, durante o governo do presidente Bill Clinton. "Os riscos à saúde em uma mina de cobre e ouro são muito pequenos se eles têm ar, alimento e água", completou.
Na superfície da mina, houve uma festa para os familiares das vítimas, com música, comida e velas, além de bandeiras do país. As famílias foram convidadas a escrever recados levados pela sonda aos prisioneiros para ajudá-los a passar os longos meses de duração das operações de resgate. Psicólogos, que se dedicam há dias às famílias angustiadas, os aconselharam a escrever mensagens positivas para ajudar os mineiros a resistirem.
"Estamos contando o que está acontecendo em nível nacional, pedimos que ele mantenha a calma, que tenha fé e quem sabe ele não perde um pouco da barriga e jogue melhor o futebol! E dissemos também que adoraríamos lhe enviar um pão com abacate que ele ama tanto", contou Caroline Lobos que fez sua primeira mensagem ao pai Franklin Lobos, ex-jogador de futebol profissional dos anos 1980, que operava máquinas subterrâneas na mina.
"Contei que apareci na imprensa internacional, que recebi ligações do mundo inteiro, que virei uma celebridade esta semana. Disse que está tudo bem, que estamos esperando por ele, todos felizes", disse Antenor Berrios, que tem o filho Carlos, 29 anos, preso sob a terra.
Com EFE, Agência Estado e AFP.
domingo, 19 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
O PRÉ SAL DEVE TER RECURSOS CHINESES E COREANOS
Pré-sal deve ter recursos chineses e coreanos
No ano passado, as empresas estatais chinesas lideraram os investimentos em petróleo fora do próprio país, com um total de US$ 16 bilhões.
Uma radiografia do perfil das empresas e de seus negócios estratégicos mostra que as estatais de petróleo da China e da Coreia do Sul deverão liderar os investimentos estrangeiros na exploração do pré-sal brasileiro.
As empresas estatais e as grandes companhias da Europa, como a britânica BP e anglo-holandesa Shell, são as que detêm capital suficiente para as demandas do pré-sal. No entanto, as companhias europeias estão hoje mais interessadas em explorar fontes não convencionais, como gás betuminoso ou areias de petróleo. Ou atravessam um momento turbulento - como é o caso da BP, ainda às voltas com as consequências do megavazamento de petróleo no Golfo do México.
Já as empresas estatais de petróleo investem prioritariamente em adquirir reservas que lhes garantam o abastecimento futuro. E esse é exatamente o perfil de empreendimento a ser oferecido no pré-sal brasileiro.
As análises e previsões foram feitas por um especialista em indústria do petróleo, o advogado Giovani Loss, que atua no escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga. 'O que é a mola propulsora dessas empresas não é só a lucratividade', afirmou. 'As estatais de países onde a produção interna já não supre a demanda, ou não vai suprir, estão mais dispostas a desembolsar dinheiro no curto prazo para garantir a segurança do suprimento energético no futuro.'Vantagem diplomática. No ano passado, as empresas estatais chinesas lideraram os investimentos em petróleo fora do próprio país, com um total de US$ 16 bilhões. As grandes empresas europeias ficaram em segundo lugar nesse ranking, com US$ 5,6 bilhões. Em seguida, vêm as coreanas, com US$ 5,25 bilhões.
'As chinesas são as que têm destaque internacional hoje', comentou o advogado. 'Elas fizeram 45% das grandes transações, que são as que interessam para o pré-sal.'
As estatais têm outra vantagem sobre as companhias privadas: a diplomática. 'Quando o governo brasileiro está lidando com a Sinopec (China Petroleum and Chemical Corporation), ele está necessariamente lidando também com o governo daquele país', explicou. 'Isso exerce um impacto no relacionamento.'
As estatais chinesas contam ainda com regras de repatriação de capital que lhes são favoráveis do ponto de vista de tributação. Isso é importante para a empresa estruturar suas operações e conseguir fôlego para fazer negócios que chegam à casa dos US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões, como será necessário no pré-sal.
Em países como os Estados Unidos, por exemplo, a repatriação de recursos é cara. 'Existem regras de imposto de renda sobre ganhos de capital muito pesadas. O sistema é desfavorável', disse Loss.
Não por acaso, a Sinopec já fechou um acordo com a Petrobrás, no qual as duas empresas se comprometem a atuar juntas em investimentos de interesse comum nas áreas de produção, exploração e refino de petróleo. A estatal brasileira já havia feito, em maio do ano passado, um acerto com o Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês) envolvendo um empréstimo de US$ 10 bilhões.
Desfavorável. De acordo com o advogado, o pré-sal brasileiro é no momento um investimento atraente para as companhias petrolíferas porque a maior parte das mais recentes descobertas de jazidas de petróleo se deu em águas profundas. A taxa de sucesso naquela área tem sido da ordem de 80%. Além disso, a indústria de petróleo se encontra num bom momento, pois o barril está a US$ 75 e deverá chegar a US$ 85 no ano que vem. Apesar de ainda estar longe do pico de quase US$ 150 registrado em julho de 2008, esses são valores considerados 'confortáveis'.
No entanto, o Brasil não é bem avaliado pelos potenciais investidores no setor por causa da elevada carga tributária e, também, da instabilidade de regras. 'Acho que é uma reflexão que teremos de fazer, dado o interesse do governo - se é que há mesmo interesse - em atrair empresas estrangeiras para fazer investimentos no pré-sal', disse Loss. Em termos de qualidade regulatória, por exemplo, o Brasil fica atrás de países como Egito, Angola, Moçambique e Suriname, de acordo com pesquisa elaborada pelo Instituto Fraser, do Canadá.
'A imagem do Brasil, nesse aspecto, pode se tornar ainda pior, dependendo de como forem tratadas as novas leis (o novo marco regulatório do petróleo)', observou Loss, que criticou o excesso de flexibilidade que as novas regras dão ao governo.
Além disso, o advogado lembra do risco jurídico da questão. 'Se isso for levado ao Supremo (Tribunal Federal) para uma discussão que levará longos anos, haverá desinteresse ou depreciação de investimentos na área do pré-sal.'
RAZÕES PARA...
China e Coreia serem parceiras da Petrobrás
1. A extração do petróleo do pré-sal exigirá investimentos pesados, e as estatais de petróleo com atuação internacional responderam por 50% dos negócios de mais de US$ 1 bilhão no ano passado.
2. Estatais chinesas investiram US$ 16 bilhões, as coreanas US$ 5,25 bilhões e as grandes europeias, US$ 5,6 bilhões em 2009.
3. Mais do que lucro, a prioridade das estatais é garantir reservas. O petróleo do pré-sal tem exatamente esse perfil de investimento.
Já as grandes empresas estatais europeias preferem ativos não convencionais, como gás betuminoso e areias de petróleo.
4. Estatais têm vantagem diplomática sobre as empresas privadas. O governo brasileiro, ao lidar com uma estatal estrangeira, está se relacionando também com o governo daquele país.
Notícias
Novidade no mercado global atrai atenção para Rio Oil & Gas
A grande novidade no mercado mundial de gás natural é o shale gas, extraído de reservatórios cuja exploração só recentemente a tecnologia vem conseguindo tornar econômica.
25/08/2010 Executivos do futuro com visão de sustentabilidade
A discussão e a prática da Responsabilidade Sócio-Ambiental vêm ganhando força no dia a dia da indústria e, por isso mesmo, ganhará mais exposição na Rio Oil & Gas.
23/07/2010
Rio Oil & Gas fecha parceria para jornal diário do evento
A Rio Oil & Gas fechou, pela segunda edição consecutiva, uma parceria com o jornal Upstream, uma das mais importantes publicações internacionais do setor, para produzir o jornal diário oficial do evento.
06/07/2010
Rodada de Negócios
Como nas edições anteriores, a Rio Oil & Gas 2010 terá uma Rodada de Negócios, reunindo os grandes compradores do mercado de petróleo, gás e biocombustíveis e as pequenas e médias empresas fornecedoras de bens e serviços para o setor.
O evento
Principal evento de Petróleo e Gás da América Latina, a Rio Oil & Gas Expo and Conference é realizada a cada dois anos no Centro de Convenções do Riocentro, Rio de Janeiro.
Desde sua primeira edição, em 1982, a feira e conferência vêm colaborando na consolidação do Rio de Janeiro como "capital do petróleo", já que o estado concentra 80% de todo o óleo produzido no país, além de 50% da produção de gás. A Exposição é uma importante vitrine para as empresas nacionais e estrangeiras apresentarem seus produtos e serviços, bem como, a conferência dá a oportunidade de discussão sobre os principais temas relativos às inovações tecnológicas.Os números do evento mostram como a Rio Oil & Gas é uma excelente oportunidade de negócios:
Estatísticas - Rio Oil & Gas 2008
Feira
Expositores – 1200
Espaço de feira ocupado – 35.000 m²
Países Participantes – 23
Visitantes - 39.000
Conferência
Delegados – 5.000
Nº de trabalhos técnicos apresentados - 705
Retrospectiva 2008
“Leia a retrospectiva completa de tudo o que aconteceu na Rio Oil & Gas 2008. A revista Brasil Energia preparou um especial sobre o evento, com detalhes de todos os painéis e conferências, além de outras atividades de destaque, como a exposição e as rodadas de negócios. Clique aqui e faça download da retrospectiva.”
A camada pré-sal refere-se a um conjunto de reservatórios mais antigos que a camada de sal, principalmente halita e anidrita. Esses reservatórios podem ser encontrados do Nordeste ao Sul do Brasil (onshore e offshore) e de uma forma similar no Golfo do México e na costa Oeste africana. A área que tem recebido destaque é o trecho que se estende do Norte da Bacia de Campos ao Sul da Bacia de Santos desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis respectivamente. A espessura da camada de sal na porção centro-sul da Bacia de Santos chega a 2.000 metros, enquanto na porção norte da bacia de Campo está em torno de 200 metros. Este sal foi depositado durante o processo de abertura do oceano Atlântico, após a quebra do Gondwana (Antigo Supercontinente formado pelas Américas e África, que foi seguido do afastamento da América do Sul e da África, iniciado a cerca de 120 milhões de anos). As camadas mais recentes de sal foram depositadas durante a última fase de mar raso e de clima semi-árido/árido
No ano passado, as empresas estatais chinesas lideraram os investimentos em petróleo fora do próprio país, com um total de US$ 16 bilhões.
Uma radiografia do perfil das empresas e de seus negócios estratégicos mostra que as estatais de petróleo da China e da Coreia do Sul deverão liderar os investimentos estrangeiros na exploração do pré-sal brasileiro.
As empresas estatais e as grandes companhias da Europa, como a britânica BP e anglo-holandesa Shell, são as que detêm capital suficiente para as demandas do pré-sal. No entanto, as companhias europeias estão hoje mais interessadas em explorar fontes não convencionais, como gás betuminoso ou areias de petróleo. Ou atravessam um momento turbulento - como é o caso da BP, ainda às voltas com as consequências do megavazamento de petróleo no Golfo do México.
Já as empresas estatais de petróleo investem prioritariamente em adquirir reservas que lhes garantam o abastecimento futuro. E esse é exatamente o perfil de empreendimento a ser oferecido no pré-sal brasileiro.
As análises e previsões foram feitas por um especialista em indústria do petróleo, o advogado Giovani Loss, que atua no escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga. 'O que é a mola propulsora dessas empresas não é só a lucratividade', afirmou. 'As estatais de países onde a produção interna já não supre a demanda, ou não vai suprir, estão mais dispostas a desembolsar dinheiro no curto prazo para garantir a segurança do suprimento energético no futuro.'Vantagem diplomática. No ano passado, as empresas estatais chinesas lideraram os investimentos em petróleo fora do próprio país, com um total de US$ 16 bilhões. As grandes empresas europeias ficaram em segundo lugar nesse ranking, com US$ 5,6 bilhões. Em seguida, vêm as coreanas, com US$ 5,25 bilhões.
'As chinesas são as que têm destaque internacional hoje', comentou o advogado. 'Elas fizeram 45% das grandes transações, que são as que interessam para o pré-sal.'
As estatais têm outra vantagem sobre as companhias privadas: a diplomática. 'Quando o governo brasileiro está lidando com a Sinopec (China Petroleum and Chemical Corporation), ele está necessariamente lidando também com o governo daquele país', explicou. 'Isso exerce um impacto no relacionamento.'
As estatais chinesas contam ainda com regras de repatriação de capital que lhes são favoráveis do ponto de vista de tributação. Isso é importante para a empresa estruturar suas operações e conseguir fôlego para fazer negócios que chegam à casa dos US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões, como será necessário no pré-sal.
Em países como os Estados Unidos, por exemplo, a repatriação de recursos é cara. 'Existem regras de imposto de renda sobre ganhos de capital muito pesadas. O sistema é desfavorável', disse Loss.
Não por acaso, a Sinopec já fechou um acordo com a Petrobrás, no qual as duas empresas se comprometem a atuar juntas em investimentos de interesse comum nas áreas de produção, exploração e refino de petróleo. A estatal brasileira já havia feito, em maio do ano passado, um acerto com o Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês) envolvendo um empréstimo de US$ 10 bilhões.
Desfavorável. De acordo com o advogado, o pré-sal brasileiro é no momento um investimento atraente para as companhias petrolíferas porque a maior parte das mais recentes descobertas de jazidas de petróleo se deu em águas profundas. A taxa de sucesso naquela área tem sido da ordem de 80%. Além disso, a indústria de petróleo se encontra num bom momento, pois o barril está a US$ 75 e deverá chegar a US$ 85 no ano que vem. Apesar de ainda estar longe do pico de quase US$ 150 registrado em julho de 2008, esses são valores considerados 'confortáveis'.
No entanto, o Brasil não é bem avaliado pelos potenciais investidores no setor por causa da elevada carga tributária e, também, da instabilidade de regras. 'Acho que é uma reflexão que teremos de fazer, dado o interesse do governo - se é que há mesmo interesse - em atrair empresas estrangeiras para fazer investimentos no pré-sal', disse Loss. Em termos de qualidade regulatória, por exemplo, o Brasil fica atrás de países como Egito, Angola, Moçambique e Suriname, de acordo com pesquisa elaborada pelo Instituto Fraser, do Canadá.
'A imagem do Brasil, nesse aspecto, pode se tornar ainda pior, dependendo de como forem tratadas as novas leis (o novo marco regulatório do petróleo)', observou Loss, que criticou o excesso de flexibilidade que as novas regras dão ao governo.
Além disso, o advogado lembra do risco jurídico da questão. 'Se isso for levado ao Supremo (Tribunal Federal) para uma discussão que levará longos anos, haverá desinteresse ou depreciação de investimentos na área do pré-sal.'
RAZÕES PARA...
China e Coreia serem parceiras da Petrobrás
1. A extração do petróleo do pré-sal exigirá investimentos pesados, e as estatais de petróleo com atuação internacional responderam por 50% dos negócios de mais de US$ 1 bilhão no ano passado.
2. Estatais chinesas investiram US$ 16 bilhões, as coreanas US$ 5,25 bilhões e as grandes europeias, US$ 5,6 bilhões em 2009.
3. Mais do que lucro, a prioridade das estatais é garantir reservas. O petróleo do pré-sal tem exatamente esse perfil de investimento.
Já as grandes empresas estatais europeias preferem ativos não convencionais, como gás betuminoso e areias de petróleo.
4. Estatais têm vantagem diplomática sobre as empresas privadas. O governo brasileiro, ao lidar com uma estatal estrangeira, está se relacionando também com o governo daquele país.
Notícias
Novidade no mercado global atrai atenção para Rio Oil & Gas
A grande novidade no mercado mundial de gás natural é o shale gas, extraído de reservatórios cuja exploração só recentemente a tecnologia vem conseguindo tornar econômica.
25/08/2010 Executivos do futuro com visão de sustentabilidade
A discussão e a prática da Responsabilidade Sócio-Ambiental vêm ganhando força no dia a dia da indústria e, por isso mesmo, ganhará mais exposição na Rio Oil & Gas.
23/07/2010
Rio Oil & Gas fecha parceria para jornal diário do evento
A Rio Oil & Gas fechou, pela segunda edição consecutiva, uma parceria com o jornal Upstream, uma das mais importantes publicações internacionais do setor, para produzir o jornal diário oficial do evento.
06/07/2010
Rodada de Negócios
Como nas edições anteriores, a Rio Oil & Gas 2010 terá uma Rodada de Negócios, reunindo os grandes compradores do mercado de petróleo, gás e biocombustíveis e as pequenas e médias empresas fornecedoras de bens e serviços para o setor.
O evento
Principal evento de Petróleo e Gás da América Latina, a Rio Oil & Gas Expo and Conference é realizada a cada dois anos no Centro de Convenções do Riocentro, Rio de Janeiro.
Desde sua primeira edição, em 1982, a feira e conferência vêm colaborando na consolidação do Rio de Janeiro como "capital do petróleo", já que o estado concentra 80% de todo o óleo produzido no país, além de 50% da produção de gás. A Exposição é uma importante vitrine para as empresas nacionais e estrangeiras apresentarem seus produtos e serviços, bem como, a conferência dá a oportunidade de discussão sobre os principais temas relativos às inovações tecnológicas.Os números do evento mostram como a Rio Oil & Gas é uma excelente oportunidade de negócios:
Estatísticas - Rio Oil & Gas 2008
Feira
Expositores – 1200
Espaço de feira ocupado – 35.000 m²
Países Participantes – 23
Visitantes - 39.000
Conferência
Delegados – 5.000
Nº de trabalhos técnicos apresentados - 705
Retrospectiva 2008
“Leia a retrospectiva completa de tudo o que aconteceu na Rio Oil & Gas 2008. A revista Brasil Energia preparou um especial sobre o evento, com detalhes de todos os painéis e conferências, além de outras atividades de destaque, como a exposição e as rodadas de negócios. Clique aqui e faça download da retrospectiva.”
A camada pré-sal refere-se a um conjunto de reservatórios mais antigos que a camada de sal, principalmente halita e anidrita. Esses reservatórios podem ser encontrados do Nordeste ao Sul do Brasil (onshore e offshore) e de uma forma similar no Golfo do México e na costa Oeste africana. A área que tem recebido destaque é o trecho que se estende do Norte da Bacia de Campos ao Sul da Bacia de Santos desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis respectivamente. A espessura da camada de sal na porção centro-sul da Bacia de Santos chega a 2.000 metros, enquanto na porção norte da bacia de Campo está em torno de 200 metros. Este sal foi depositado durante o processo de abertura do oceano Atlântico, após a quebra do Gondwana (Antigo Supercontinente formado pelas Américas e África, que foi seguido do afastamento da América do Sul e da África, iniciado a cerca de 120 milhões de anos). As camadas mais recentes de sal foram depositadas durante a última fase de mar raso e de clima semi-árido/árido
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Chile: Mineiros falaram com famílias por videoconferência
A perfuradora Schramm T-130, máquina que as autoridades denominaram como "Plano B",
começou a trabalhar neste domingo
Reduzir Normal Aumentar Imprimir O ministro de Mineração chileno, Laurence Golborne, confirmou neste domingo que a máquina T-130, a perfuradora que as autoridades denominaram como "Plano B", começou a realizar seu trabalho na jazida onde 33 mineiros continuam presos desde o dia 5 de agosto.
Em entrevista coletiva no acampamento "Esperança", local da mina, Golborne disse que começou o mencionado plano "embora 30 minutos mais tarde".A T-130 começou a perfurar de forma paralela à galeria que executa a gigantesca máquina Strata 950, que segundo a autoridade já alcançou 70 m de profundidade.
A perfuração com a máquina alargará uma das sondas utilizadas para se comunicar com a galeria e transformá-la em uma eventual via de evacuação.
Nos próximos dias se espera a chegada da terceira alternativa para poder resgatar os mineiros: uma máquina de sondagem de petróleo cedida pela ENAP e que está no porto de Iquique, no norte do Chile.
Golborne assinalou que os especialistas estimam que os operários presos a 700 m de profundidade poderiam ser resgatados no começo de dezembro, embora a maioria dos familiares acreditem que no final de outubro ou começo de novembro eles estarão na superfície.
Escavadora encontra-se a 660 metros do local onde estão os mineiros. Familiares criticam limites aos contactos com o fundo da mina.A proposta do Presidente do Chile, Sebastián Piñera, em fechar a mina de São José e erguer no local um santuário desencadeou uma onda de controvérsia no dia em que se cumpriu um mês de permanência debaixo de solo dos 33 mineiros. Estes puderam falar ontem pela primeira vez por videoconferência com as respectivas famílias. Para assinalar a data, às 13.45 locais (18.45 em Portugal) decorreu no exterior da mina uma serenata de buzinas, apitos e assobios coincidindo com o momento do desabamento há um mês. Realizado pelos familiares e membros das equipas de salvamento, o acto foi classificado como um "gigantesco buzinão" pelo Diário Chañarcillo, jornal da província onde se situa a mina.
A questão do templo religioso em São José levantou de imediato interrogações sobre o santo a quem seria dedicado e sua natureza confessional. Isto porque sendo o Chile um país de maioria católica, nele existe uma importante minoria evangélica, presente na região de São José e, principalmente, porque cerca de metade dos 33 seguem esta denominação.
Da videoconferência - um minuto por mineiro - resultou uma outra controvérsia, desta vez envolvendo os familiares dos 33 e os responsáveis pela operação de salvamento. Por um lado, as famílias queixaram-se de que 60 segundos eram insuficientes, exigindo mais tempo; por outro lado, emergiu das conversas o facto de muitas das cartas escritas pelas mulheres e familiares dos mineiros não lhes serem entregues.
A primeira reivindicação foi depressa aceite, escrevendo a edição online do diário El Mercurio que as conversas poderão prolongar- -se por cinco minutos, estudando--se a possibilidade dos mineiros verem os seus interlocutores, o que não sucedeu ontem. Nesta primeira videoconferência, apenas os familiares tiveram acesso a imagens.
O segundo ponto permanece em aberto, principalmente por argumentos de ordem psicológica. Alberto Iturra, responsável por este aspecto das operações, explicou que "algumas cartas continham mensagens inconvenientes, susceptíveis de provocar alterações na unidade do grupo, fundamental nesta etapa para a sua sobrevivência".
Associado à explicação do psicólogo que, anteriormente, dissera "ser inegociável a supervisão do conteúdo das cartas" para evitar que "alguém mande qualquer mensagem que possa gerar mal- -entendidos lá em baixo", foi descoberta a existência de perguntas dos jornalistas aos mineiros. Um aproveitamento das comunicações pessoais considerado inaceitável pelos responsáveis do salvamento.
Iturra comentou as declarações feitas na véspera pelo ministro da Saúde, Jaime Mañalich, sugerindo o envio "de empadas e algum vinho tinto" para os mineiros celebrarem o 18 de Setembro, data da independência do Chile. Para o psicólogo, não é aceitável "mais uma variável lá em baixo, porque não sei em que condições eles estão... E imaginem que um e outro e outro não bebem o vinho e que o seu consumo se concentra em três ou quatro pessoas? Como vamos lidar com isso?", disse ao Diário Chañarcillo.
As operações para a abertura do túnel prosseguiam enquanto se ultimavam os preparativos para a abertura de outra conduta. A primeira perfuradora, activa desde 30 de Agosto, percorrera até ontem 42 em 702 metros, profundidade
começou a trabalhar neste domingo
Reduzir Normal Aumentar Imprimir O ministro de Mineração chileno, Laurence Golborne, confirmou neste domingo que a máquina T-130, a perfuradora que as autoridades denominaram como "Plano B", começou a realizar seu trabalho na jazida onde 33 mineiros continuam presos desde o dia 5 de agosto.
Em entrevista coletiva no acampamento "Esperança", local da mina, Golborne disse que começou o mencionado plano "embora 30 minutos mais tarde".A T-130 começou a perfurar de forma paralela à galeria que executa a gigantesca máquina Strata 950, que segundo a autoridade já alcançou 70 m de profundidade.
A perfuração com a máquina alargará uma das sondas utilizadas para se comunicar com a galeria e transformá-la em uma eventual via de evacuação.
Nos próximos dias se espera a chegada da terceira alternativa para poder resgatar os mineiros: uma máquina de sondagem de petróleo cedida pela ENAP e que está no porto de Iquique, no norte do Chile.
Golborne assinalou que os especialistas estimam que os operários presos a 700 m de profundidade poderiam ser resgatados no começo de dezembro, embora a maioria dos familiares acreditem que no final de outubro ou começo de novembro eles estarão na superfície.
Escavadora encontra-se a 660 metros do local onde estão os mineiros. Familiares criticam limites aos contactos com o fundo da mina.A proposta do Presidente do Chile, Sebastián Piñera, em fechar a mina de São José e erguer no local um santuário desencadeou uma onda de controvérsia no dia em que se cumpriu um mês de permanência debaixo de solo dos 33 mineiros. Estes puderam falar ontem pela primeira vez por videoconferência com as respectivas famílias. Para assinalar a data, às 13.45 locais (18.45 em Portugal) decorreu no exterior da mina uma serenata de buzinas, apitos e assobios coincidindo com o momento do desabamento há um mês. Realizado pelos familiares e membros das equipas de salvamento, o acto foi classificado como um "gigantesco buzinão" pelo Diário Chañarcillo, jornal da província onde se situa a mina.
A questão do templo religioso em São José levantou de imediato interrogações sobre o santo a quem seria dedicado e sua natureza confessional. Isto porque sendo o Chile um país de maioria católica, nele existe uma importante minoria evangélica, presente na região de São José e, principalmente, porque cerca de metade dos 33 seguem esta denominação.
Da videoconferência - um minuto por mineiro - resultou uma outra controvérsia, desta vez envolvendo os familiares dos 33 e os responsáveis pela operação de salvamento. Por um lado, as famílias queixaram-se de que 60 segundos eram insuficientes, exigindo mais tempo; por outro lado, emergiu das conversas o facto de muitas das cartas escritas pelas mulheres e familiares dos mineiros não lhes serem entregues.
A primeira reivindicação foi depressa aceite, escrevendo a edição online do diário El Mercurio que as conversas poderão prolongar- -se por cinco minutos, estudando--se a possibilidade dos mineiros verem os seus interlocutores, o que não sucedeu ontem. Nesta primeira videoconferência, apenas os familiares tiveram acesso a imagens.
O segundo ponto permanece em aberto, principalmente por argumentos de ordem psicológica. Alberto Iturra, responsável por este aspecto das operações, explicou que "algumas cartas continham mensagens inconvenientes, susceptíveis de provocar alterações na unidade do grupo, fundamental nesta etapa para a sua sobrevivência".
Associado à explicação do psicólogo que, anteriormente, dissera "ser inegociável a supervisão do conteúdo das cartas" para evitar que "alguém mande qualquer mensagem que possa gerar mal- -entendidos lá em baixo", foi descoberta a existência de perguntas dos jornalistas aos mineiros. Um aproveitamento das comunicações pessoais considerado inaceitável pelos responsáveis do salvamento.
Iturra comentou as declarações feitas na véspera pelo ministro da Saúde, Jaime Mañalich, sugerindo o envio "de empadas e algum vinho tinto" para os mineiros celebrarem o 18 de Setembro, data da independência do Chile. Para o psicólogo, não é aceitável "mais uma variável lá em baixo, porque não sei em que condições eles estão... E imaginem que um e outro e outro não bebem o vinho e que o seu consumo se concentra em três ou quatro pessoas? Como vamos lidar com isso?", disse ao Diário Chañarcillo.
As operações para a abertura do túnel prosseguiam enquanto se ultimavam os preparativos para a abertura de outra conduta. A primeira perfuradora, activa desde 30 de Agosto, percorrera até ontem 42 em 702 metros, profundidade
sábado, 28 de agosto de 2010
QUANTAS PESSOAS, DE FATO, FALAM INGLÊS FLUENTE NO BRASIL?
ATUalmente é difícil ler um anúncio de emprego, principalmente voltado aos profissionais de nível superior, que não requisite fluência ou, pelo menos, o conhecimento da língua inglesa. No entanto, pesquisas recentes demonstram que "A Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros", com mais de 16 mil entrevistados, constata que a grande maioria ainda não domina o idioma. Menos de 10% dos brasileiros falam fluentemente o inglês, com alguns erros, ou falam e escrevem corretamente
Quanto maior o nível do cargo, maior o conhecimento do idioma. Além disso, a porcentagem de profissionais com proficiência na língua aumenta em multinacionais: 13,6% deles falam e escrevem corretamente, enquanto apenas 5,5% dos profissionais de empresas nacionais possuem essa facilidade
A língua inglesa tem sido quase essencial na maioria dos processos seletivos. Vivemos num mundo globalizado e cada vez mais as empresas têm procurado profissionais com fluência no idioma. Atualmente é comum lidarmos com vários clientes e fornecedores em todo o mundo, por isso vemos o aumento indicado na pesquisa de profissionais que já têm a proficiência na língua. Sinal de que estão se aprimorando e estudando cada vez mais.
O ensino de inglês virou uma verdadeira febre em grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte onde encontramos métodos cada vez mais eficientes e criativos. As razões em estudar o idioma vão desde fazer turismo, conseguir uma bolsa de estudo até assumir um cargo superior de uma empresa. Além de outras possibilidades como uma forma de ascensão social ou mesmo de aquisição cultural.
É comum haver publicações brasileiras com nomes americanos como: Interview, Executive News (revista da Varig), Boletim News (boletim informativo mensal do Fluminense Football Club do Rio de Janeiro) e a publicação de artigos em inglês em revistas editadas no Brasil pela comunidade científica.
Aprender a língua inglesa hoje é muito importante e necessário, não pode ser ignorada, pois ela está entre nós como um produto de alto valor e para conseguirmos aperfeiçoar qualquer atividade profissional, devemos saber falar inglês.
Professor Francisco Torres
Consultor em Língua Inglesa como língua estrangeira. Atualmente, ministra aulas de inglês para empresas no rio de Janeiro
Quem quiser tirar dúvidas com o professor Francisco, favor adicionar o seu skype: inglesviaskype ou MSN: inglesviaskype@hotmail.com
Quanto maior o nível do cargo, maior o conhecimento do idioma. Além disso, a porcentagem de profissionais com proficiência na língua aumenta em multinacionais: 13,6% deles falam e escrevem corretamente, enquanto apenas 5,5% dos profissionais de empresas nacionais possuem essa facilidade
A língua inglesa tem sido quase essencial na maioria dos processos seletivos. Vivemos num mundo globalizado e cada vez mais as empresas têm procurado profissionais com fluência no idioma. Atualmente é comum lidarmos com vários clientes e fornecedores em todo o mundo, por isso vemos o aumento indicado na pesquisa de profissionais que já têm a proficiência na língua. Sinal de que estão se aprimorando e estudando cada vez mais.
O ensino de inglês virou uma verdadeira febre em grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte onde encontramos métodos cada vez mais eficientes e criativos. As razões em estudar o idioma vão desde fazer turismo, conseguir uma bolsa de estudo até assumir um cargo superior de uma empresa. Além de outras possibilidades como uma forma de ascensão social ou mesmo de aquisição cultural.
É comum haver publicações brasileiras com nomes americanos como: Interview, Executive News (revista da Varig), Boletim News (boletim informativo mensal do Fluminense Football Club do Rio de Janeiro) e a publicação de artigos em inglês em revistas editadas no Brasil pela comunidade científica.
Aprender a língua inglesa hoje é muito importante e necessário, não pode ser ignorada, pois ela está entre nós como um produto de alto valor e para conseguirmos aperfeiçoar qualquer atividade profissional, devemos saber falar inglês.
Professor Francisco Torres
Consultor em Língua Inglesa como língua estrangeira. Atualmente, ministra aulas de inglês para empresas no rio de Janeiro
Quem quiser tirar dúvidas com o professor Francisco, favor adicionar o seu skype: inglesviaskype ou MSN: inglesviaskype@hotmail.com
MENSAGEM À COMUNIDADE GEOCIENTÍFICA
MENSAGEM À COMUNIDADE GEOCIENTÍFICA
Ao longo de seus 64 anos de história, a Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) tem se mantido fiel ao princípio que norteou sua criação:
o de contribuir para o progresso das Geociências no Brasil, cumprindo seu múltiplo papel de congregar e representar os profissionais da área, divulgar informações técnico-científicas e participar de discussões e decisões que envolvam o ensino e a pesquisa nas Ciências da Terra.
Esta missão da SBG efetiva-se principalmente através do Congresso Brasileiro de Geologia, que representa o principal fórum de divulgação, discussão e consolidação do conhecimento geocientífico do Brasil, e que nas últimas edições vem ganhando repercussão internacional.
Pela sua grande abrangência, este evento tornou-se também local para discussões de natureza política, social e econômica pertinentes à área, além de constituir um excelente ambiente para divulgação de serviços e produtos, e para a realização de negócios e de contatos que resultem, posteriormente, no estabelecimento de novas parcerias, ou na consolidação das já existentes.
Em 2010 a cidade de Belém do Pará vai sediar o 45o Congresso Brasileiro de Geologia - 45o CBG, e o Núcleo Norte da SBG sente-se honrado pela oportunidade de promover este evento, 22 anos após a sua última edição nesta mesma cidade, no ano de 1988.
Portanto, convidamos toda a comunidade geocientífica, estudantes e profissionais dos mais diversos segmentos, professores, pesquisadores, empresários do setor, gestores públicos e lideranças políticas, a virem a Belém participar do 45o CBG.
Lúcia Travassos da Rosa Costa
Presidente da Comissão Organizadora do 45o CBG
Marcelo Lacerda Vasquez
Presidente do Núcleo Norte da SBG
---------------------------------------------------------------------------------
31/8 - Prazo Final para Inscrição no Concurso de Fotografias do 45o Congresso Brasileiro de Geologia
quando acontecerá o evento: 26 de setembro a 01 de outubro de 2010
local: Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, na cidade de Belém – PA
informe-se: www.45cbg.com.br
contato: 45cbg@acquacon.com.br
Data e local
O 45° CBG será realizado no período de 26 de setembro a 1 de outubro de 2010, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. O Hangar é o maior centro de convenções da Amazônia e um dos maiores do Brasil, conta com uma área total de 64.000 m2, sendo 25.000 m2 de área construída, totalmente adaptada ao ambiente amazônico. É equipado com recursos de última tecnologia e está preparado para receber qualquer tipo de evento.
Belém do Pará é a porta de entrada da Amazônia, e em função de suas boas condições de infra-estrutura e variadas opções de lazer e turismo, é atualmente o principal pólo de eventos da região.
Vir a Belém significa receber o carinho e a hospitalidade de um povo acolhedor, saborear uma gastronomia irresistível, embalar-se em ritmos variados, desfrutar de cores, cheiros e sabores, e conhecer um mundo de verde e água, muita água, da Baía do Guajará, do Rio Guamá, e da chuva de quase todos os dias.
Tema central
tema central do 45° CBG, “Desenvolvimento e Mudanças Globais: a Importância das Geociências”, expressa uma preocupação mundial centrada na sobrevivência do Homem no Planeta Terra – missão em que a comunidade geocientífica, pela essência de seu conhecimento, tem muito a contribuir. Propor este tema significa reconhecer o importante papel que a Geologia e outras Ciências da Terra têm para o desenvolvimento econômico e social da nação, através da descoberta e uso conservativo dos recursos naturais, e assim, assegurar um equilíbrio possível entre nossas necessidades e as possibilidades do ambiente que nos cerca.
O clássico geólogo de décadas passadas, hoje se transformou em um geocientista, preocupado não tão somente com a descoberta de bens minerais, ou com o entendimento da origem e evolução do Planeta Terra, mas também com o uso racional de suas riquezas naturais, com a preservação do ambiente em que vive e com o legado para as gerações futuras, colocando em prática o conceito de desenvolvimento sustentável, já amplamente difundido, mas ainda pouco aplicado de fato.
Neste contexto, a cidade de Belém constitui local estratégico para a realização deste evento e com esta temática, pois é a capital de um dos principais estados mineiros do país, além de ser popularmente
econhecida como a “Metrópole da Amazônia”, região que hoje está em pauta mundial, portanto, cenário ideal para debate de questões atualmente em foco, como o desenvolvimento sustentável, o meio ambiente e a conservação dos recursos naturais.
A expectativa é que o 45° CBG congregue toda a comunidade geocientífica para que juntos, em 2010, transformemos Belém na “Capital das Geociências”.
Simpósios temáticos
Grande Área:
GEODINÂMICA E EVOLUÇÃO CRUSTAL
SP1 - Terrenos arqueanos: evolução crustal e magmatismo
Coordenadores: Reinhardt A. Fuck (UnB) e Roberto Dall’Agnol (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP2 - Evolução de terrenos paleoproterozóicos e mesoproterozóicos
Coordenadores: Celso C. G. Tassinari (USP) e Jean Michel Lafon (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP3 - Ciclo Brasiliano e evolução de terrenos neoproterozóicos
Coordenadores: Benjamim Bley de Brito Neves (USP) e Paulo S. de S. Gorayeb (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP4 - Magmatismo alcalino, básico e ultrabásico
Coordenadores: Herbet Conceição (UFS) e César Fonseca Ferreira Filho (UnB)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP5 - Magmatismo ácido a intermediário
Coordenadores: Lauro Valentim Stoll Nardi (UFRGS) e Hilton Túlio Costi (MPEG)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: RECURSOS MINERAIS
SP6 - Depósitos minerais metálicos: geologia, gênese e exploração
Coordenadores: Maria da Glória da Silva (UFBA/CPRM) e Raimundo Netuno N. Villas (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP7 - Depósitos minerais não metálicos, minerais industriais e rochas ornamentais
Coordenadores: Adão Benvindo da Luz (CETEM) e José de Araújo Nogueira Neto (UFC)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP8 - Intemperismo, processos de lateritização e depósitos minerais associados
Coordenadores: Sonia Maria Barros de Oliveira (USP) e Marcondes Lima da Costa (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: GEOLOGIA SEDIMENTAR
SP9 - Bacias sedimentares intracratônicas e riftes fanerozóicos: estratigrafia, tectônica, sedimentação, magmatismo e hidrotermalismo
Coordenadores: Cláudio Riccomini (USP) e Werner Truckenbrodt (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP10 - Proveniência de depósitos sedimentares
Coordenadores: Cláudio de Morisson Valeriano (UERJ) e Cândido A. Veloso Moura (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP11 - Depósitos sedimentares pré-cambrianos
Coordenador: Afonso César R. Nogueira (UFPA) e Thomas Rich Fairchild (USP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: RECURSOS ENERGÉTICOS
SP13 - Geodinâmica e evolução do Atlântico Sul
Coordenadores: Luciano Portugal Magnavita (PETROBRAS) e Sidney Luiz de Matos Mello (UFF)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP14 - Óleo e gás: desafios em áreas de fronteira
Coordenador: Otaviano da Cruz Pessoa Neto (PETROBRAS) e Jorge de Jesus Picanço de Figueiredo (PETROBRAS)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP15 - Óleo e gás: desafios em áreas maduras
Coordenadores: Ricardo Defeo de Castro (PETROBRAS) e João de Deus Souto Filho (PETROBRAS)
Apresentações orais Apresentações em painéis
Grande Área: EVOLUÇÃO E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS QUARTERNÁRIOS, FLUVIAIS, COSTEIROS E MARINHOS
SP16 - Geologia marinha e recursos minerais
Coordenadores: Kaiser Gonçalves de Souza (CPRM) e Cleverson Guizan Silva (UFF)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP17 - Geologia costeira
Coordenadores: Alberto Garcia de Figueiredo Jr. (UFF) e Odete F. M. Silveira (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP18 - Gerenciamento costeiro e marinho
Coordenadores: Marcus Polette (UNIVALI) e Amilcar Carvalho Mendes (MPEG)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP19 - Dinâmica e gerenciamento de sistemas fluviais
Coordenador: José Cândido Stevaux (UEM) e Naziano Filizola (UEA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: RECURSOS HÍDRICOS
SP20 - Sistemas hidrogeológicos e bacias hidrográficas
Coordenadores: Chang Hung Kiang (UNESP) e Francisco de A. Matos de Abreu (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP21 - Gestão de recursos hídricos
Coordenador: Itabaraci Nazareno Cavalcante (UFC
Apresentações orais
Apresentações em painéis)
Grande Área: NEOTECTÔNICA, GEOMORFOLOGIA E EVOLUÇÃO DA PAISAGEM
SP22 - Neotectônica, sismicidade intraplaca e geomorfologia
Coordenador: Alberto Pio Fiori (UFPR)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: GEOTECNOLOGIAS
SP23 - Sensoriamento remoto nas Geociências
Coordenadores: Waldir Renato Paradella (INPE) e Pedro W. Martins e Souza Filho (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP24 - Sistemas de informações e análise espacial de dados georreferenciados
Coordenador: Carlos Roberto Souza Filho (UNICAMP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP25 - Aplicação de dados geofísicos em investigações geológicas
Coordenadores: Adalene Moreira Silva (UnB) e Francisco José Fonseca Ferreira (UFPR)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: GEODIVERSIDADE
SP26 - Geologia, ambiente e saúde
Coordenadores: Bernardino Ribeiro de Figueiredo (UNICAMP) e Bruno Santana Carneiro (Instituto Evandro Chagas)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP27 - Monumentos geológicos, geoturismo, geoconservação e geoparques
Coordenadores: Kátia Leite Mansur (DRM-RJ) e Marcos Antonio L. do Nascimento (UFRN)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP28 - Geologia de engenharia, geotecnia e riscos geológicos
Coordenador: Osni José Pejon (USP-São Carlos)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP29 - Geologia e geoquímica ambiental, mitigação de áreas degradadas, planejamento urbano e rural e gestão territorial
Coordenadores: Cássio Roberto da Silva (CPRM) e José Augusto M. Correa (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: ENSINO E EDUCAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS
SP30 - Ensino e educação em Geociências
Coordenadores: Celso Dal Re Carneiro (UNICAMP) e José Fernando Pina Assis (UFPA)Apresentações orais
Apresentações em painéis
CONCURSO DE FOTOGRAFIAS - INSCRIÇÃO ATÉ 31/08/2010
As inscrições para o Concurso de Fotografias do 45° Congresso Brasileiro de Geologia foram estendidas até o dia 31 de agosto.
Cada participante poderá inscrever até 5 fotografias, nos seguintes temas:
1) Detalhes Geológicos
2) Conceito Geológico
3) O Geocientista e o Planeta Terra
4) Trabalho de Geólogo
5) Atividade Exploratória
Seis (6) fotos serão premiadas, sendo que 5 fotos (uma por tema) serão eleitas pelos participantes do congresso, e 1 foto (de qualquer tema) será escolhida por júri técnico. Cada um dos 6 vencedores receberá 1 netbook como premiação.
Sessões técnico-científicas
STC1 - Petrologia metamórfica
Coordenadores: Marcos Aurélio F. de Oliveira (UNESP) e Renato de Moraes (USP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC2 - Mineralogia e aplicações petrológicas
Coordenadores: Valdecir de Assis Janasi (USP) e Cláudio Nery Lamarão (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC3 - Geoquímica e geologia isotópica
Coordenadores: Alcides Nóbrega Sial (UFPE) e Moacir José Buenano Macambira (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC4 - Mineralogia e gemologia
Coordenadores: Cristiane Castañeda (Consultora) e Rômulo Simões Angélica (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC5 - Economia e política mineral
Coordenador: Xafi da Silva Jorge João (CPRM)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC6 - Estratigrafia, sedimentologia e petrologia sedimentar
Coordenador: Mário Vicente Caputo (Consultoria Geológica)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC7 - Paleontologia
Coordenadores: Marina Bento Soares (UFRGS) e Vladimir de Araújo Távora (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC8 - Geologia estrutural, tectônica e microtectônica
Coordenadores: Rudolph A. Johannes Trouw (UFRJ) e Roberto Vizeu Lima Pinheiro (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC9 - Geoespeleologia, sistemas cársticos e seus registros paleoambientais
Coordenador: Ivo Karmann (USP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Ao longo de seus 64 anos de história, a Sociedade Brasileira de Geologia (SBG) tem se mantido fiel ao princípio que norteou sua criação:
o de contribuir para o progresso das Geociências no Brasil, cumprindo seu múltiplo papel de congregar e representar os profissionais da área, divulgar informações técnico-científicas e participar de discussões e decisões que envolvam o ensino e a pesquisa nas Ciências da Terra.
Esta missão da SBG efetiva-se principalmente através do Congresso Brasileiro de Geologia, que representa o principal fórum de divulgação, discussão e consolidação do conhecimento geocientífico do Brasil, e que nas últimas edições vem ganhando repercussão internacional.
Pela sua grande abrangência, este evento tornou-se também local para discussões de natureza política, social e econômica pertinentes à área, além de constituir um excelente ambiente para divulgação de serviços e produtos, e para a realização de negócios e de contatos que resultem, posteriormente, no estabelecimento de novas parcerias, ou na consolidação das já existentes.
Em 2010 a cidade de Belém do Pará vai sediar o 45o Congresso Brasileiro de Geologia - 45o CBG, e o Núcleo Norte da SBG sente-se honrado pela oportunidade de promover este evento, 22 anos após a sua última edição nesta mesma cidade, no ano de 1988.
Portanto, convidamos toda a comunidade geocientífica, estudantes e profissionais dos mais diversos segmentos, professores, pesquisadores, empresários do setor, gestores públicos e lideranças políticas, a virem a Belém participar do 45o CBG.
Lúcia Travassos da Rosa Costa
Presidente da Comissão Organizadora do 45o CBG
Marcelo Lacerda Vasquez
Presidente do Núcleo Norte da SBG
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31/8 - Prazo Final para Inscrição no Concurso de Fotografias do 45o Congresso Brasileiro de Geologia
quando acontecerá o evento: 26 de setembro a 01 de outubro de 2010
local: Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, na cidade de Belém – PA
informe-se: www.45cbg.com.br
contato: 45cbg@acquacon.com.br
Data e local
O 45° CBG será realizado no período de 26 de setembro a 1 de outubro de 2010, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. O Hangar é o maior centro de convenções da Amazônia e um dos maiores do Brasil, conta com uma área total de 64.000 m2, sendo 25.000 m2 de área construída, totalmente adaptada ao ambiente amazônico. É equipado com recursos de última tecnologia e está preparado para receber qualquer tipo de evento.
Belém do Pará é a porta de entrada da Amazônia, e em função de suas boas condições de infra-estrutura e variadas opções de lazer e turismo, é atualmente o principal pólo de eventos da região.
Vir a Belém significa receber o carinho e a hospitalidade de um povo acolhedor, saborear uma gastronomia irresistível, embalar-se em ritmos variados, desfrutar de cores, cheiros e sabores, e conhecer um mundo de verde e água, muita água, da Baía do Guajará, do Rio Guamá, e da chuva de quase todos os dias.
Tema central
tema central do 45° CBG, “Desenvolvimento e Mudanças Globais: a Importância das Geociências”, expressa uma preocupação mundial centrada na sobrevivência do Homem no Planeta Terra – missão em que a comunidade geocientífica, pela essência de seu conhecimento, tem muito a contribuir. Propor este tema significa reconhecer o importante papel que a Geologia e outras Ciências da Terra têm para o desenvolvimento econômico e social da nação, através da descoberta e uso conservativo dos recursos naturais, e assim, assegurar um equilíbrio possível entre nossas necessidades e as possibilidades do ambiente que nos cerca.
O clássico geólogo de décadas passadas, hoje se transformou em um geocientista, preocupado não tão somente com a descoberta de bens minerais, ou com o entendimento da origem e evolução do Planeta Terra, mas também com o uso racional de suas riquezas naturais, com a preservação do ambiente em que vive e com o legado para as gerações futuras, colocando em prática o conceito de desenvolvimento sustentável, já amplamente difundido, mas ainda pouco aplicado de fato.
Neste contexto, a cidade de Belém constitui local estratégico para a realização deste evento e com esta temática, pois é a capital de um dos principais estados mineiros do país, além de ser popularmente
econhecida como a “Metrópole da Amazônia”, região que hoje está em pauta mundial, portanto, cenário ideal para debate de questões atualmente em foco, como o desenvolvimento sustentável, o meio ambiente e a conservação dos recursos naturais.
A expectativa é que o 45° CBG congregue toda a comunidade geocientífica para que juntos, em 2010, transformemos Belém na “Capital das Geociências”.
Simpósios temáticos
Grande Área:
GEODINÂMICA E EVOLUÇÃO CRUSTAL
SP1 - Terrenos arqueanos: evolução crustal e magmatismo
Coordenadores: Reinhardt A. Fuck (UnB) e Roberto Dall’Agnol (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP2 - Evolução de terrenos paleoproterozóicos e mesoproterozóicos
Coordenadores: Celso C. G. Tassinari (USP) e Jean Michel Lafon (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP3 - Ciclo Brasiliano e evolução de terrenos neoproterozóicos
Coordenadores: Benjamim Bley de Brito Neves (USP) e Paulo S. de S. Gorayeb (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP4 - Magmatismo alcalino, básico e ultrabásico
Coordenadores: Herbet Conceição (UFS) e César Fonseca Ferreira Filho (UnB)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP5 - Magmatismo ácido a intermediário
Coordenadores: Lauro Valentim Stoll Nardi (UFRGS) e Hilton Túlio Costi (MPEG)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: RECURSOS MINERAIS
SP6 - Depósitos minerais metálicos: geologia, gênese e exploração
Coordenadores: Maria da Glória da Silva (UFBA/CPRM) e Raimundo Netuno N. Villas (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP7 - Depósitos minerais não metálicos, minerais industriais e rochas ornamentais
Coordenadores: Adão Benvindo da Luz (CETEM) e José de Araújo Nogueira Neto (UFC)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP8 - Intemperismo, processos de lateritização e depósitos minerais associados
Coordenadores: Sonia Maria Barros de Oliveira (USP) e Marcondes Lima da Costa (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: GEOLOGIA SEDIMENTAR
SP9 - Bacias sedimentares intracratônicas e riftes fanerozóicos: estratigrafia, tectônica, sedimentação, magmatismo e hidrotermalismo
Coordenadores: Cláudio Riccomini (USP) e Werner Truckenbrodt (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP10 - Proveniência de depósitos sedimentares
Coordenadores: Cláudio de Morisson Valeriano (UERJ) e Cândido A. Veloso Moura (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP11 - Depósitos sedimentares pré-cambrianos
Coordenador: Afonso César R. Nogueira (UFPA) e Thomas Rich Fairchild (USP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: RECURSOS ENERGÉTICOS
SP13 - Geodinâmica e evolução do Atlântico Sul
Coordenadores: Luciano Portugal Magnavita (PETROBRAS) e Sidney Luiz de Matos Mello (UFF)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP14 - Óleo e gás: desafios em áreas de fronteira
Coordenador: Otaviano da Cruz Pessoa Neto (PETROBRAS) e Jorge de Jesus Picanço de Figueiredo (PETROBRAS)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP15 - Óleo e gás: desafios em áreas maduras
Coordenadores: Ricardo Defeo de Castro (PETROBRAS) e João de Deus Souto Filho (PETROBRAS)
Apresentações orais Apresentações em painéis
Grande Área: EVOLUÇÃO E GERENCIAMENTO DE SISTEMAS QUARTERNÁRIOS, FLUVIAIS, COSTEIROS E MARINHOS
SP16 - Geologia marinha e recursos minerais
Coordenadores: Kaiser Gonçalves de Souza (CPRM) e Cleverson Guizan Silva (UFF)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP17 - Geologia costeira
Coordenadores: Alberto Garcia de Figueiredo Jr. (UFF) e Odete F. M. Silveira (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP18 - Gerenciamento costeiro e marinho
Coordenadores: Marcus Polette (UNIVALI) e Amilcar Carvalho Mendes (MPEG)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP19 - Dinâmica e gerenciamento de sistemas fluviais
Coordenador: José Cândido Stevaux (UEM) e Naziano Filizola (UEA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: RECURSOS HÍDRICOS
SP20 - Sistemas hidrogeológicos e bacias hidrográficas
Coordenadores: Chang Hung Kiang (UNESP) e Francisco de A. Matos de Abreu (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP21 - Gestão de recursos hídricos
Coordenador: Itabaraci Nazareno Cavalcante (UFC
Apresentações orais
Apresentações em painéis)
Grande Área: NEOTECTÔNICA, GEOMORFOLOGIA E EVOLUÇÃO DA PAISAGEM
SP22 - Neotectônica, sismicidade intraplaca e geomorfologia
Coordenador: Alberto Pio Fiori (UFPR)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: GEOTECNOLOGIAS
SP23 - Sensoriamento remoto nas Geociências
Coordenadores: Waldir Renato Paradella (INPE) e Pedro W. Martins e Souza Filho (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP24 - Sistemas de informações e análise espacial de dados georreferenciados
Coordenador: Carlos Roberto Souza Filho (UNICAMP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP25 - Aplicação de dados geofísicos em investigações geológicas
Coordenadores: Adalene Moreira Silva (UnB) e Francisco José Fonseca Ferreira (UFPR)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: GEODIVERSIDADE
SP26 - Geologia, ambiente e saúde
Coordenadores: Bernardino Ribeiro de Figueiredo (UNICAMP) e Bruno Santana Carneiro (Instituto Evandro Chagas)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP27 - Monumentos geológicos, geoturismo, geoconservação e geoparques
Coordenadores: Kátia Leite Mansur (DRM-RJ) e Marcos Antonio L. do Nascimento (UFRN)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP28 - Geologia de engenharia, geotecnia e riscos geológicos
Coordenador: Osni José Pejon (USP-São Carlos)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
SP29 - Geologia e geoquímica ambiental, mitigação de áreas degradadas, planejamento urbano e rural e gestão territorial
Coordenadores: Cássio Roberto da Silva (CPRM) e José Augusto M. Correa (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Grande Área: ENSINO E EDUCAÇÃO EM GEOCIÊNCIAS
SP30 - Ensino e educação em Geociências
Coordenadores: Celso Dal Re Carneiro (UNICAMP) e José Fernando Pina Assis (UFPA)Apresentações orais
Apresentações em painéis
CONCURSO DE FOTOGRAFIAS - INSCRIÇÃO ATÉ 31/08/2010
As inscrições para o Concurso de Fotografias do 45° Congresso Brasileiro de Geologia foram estendidas até o dia 31 de agosto.
Cada participante poderá inscrever até 5 fotografias, nos seguintes temas:
1) Detalhes Geológicos
2) Conceito Geológico
3) O Geocientista e o Planeta Terra
4) Trabalho de Geólogo
5) Atividade Exploratória
Seis (6) fotos serão premiadas, sendo que 5 fotos (uma por tema) serão eleitas pelos participantes do congresso, e 1 foto (de qualquer tema) será escolhida por júri técnico. Cada um dos 6 vencedores receberá 1 netbook como premiação.
Sessões técnico-científicas
STC1 - Petrologia metamórfica
Coordenadores: Marcos Aurélio F. de Oliveira (UNESP) e Renato de Moraes (USP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC2 - Mineralogia e aplicações petrológicas
Coordenadores: Valdecir de Assis Janasi (USP) e Cláudio Nery Lamarão (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC3 - Geoquímica e geologia isotópica
Coordenadores: Alcides Nóbrega Sial (UFPE) e Moacir José Buenano Macambira (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC4 - Mineralogia e gemologia
Coordenadores: Cristiane Castañeda (Consultora) e Rômulo Simões Angélica (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC5 - Economia e política mineral
Coordenador: Xafi da Silva Jorge João (CPRM)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC6 - Estratigrafia, sedimentologia e petrologia sedimentar
Coordenador: Mário Vicente Caputo (Consultoria Geológica)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC7 - Paleontologia
Coordenadores: Marina Bento Soares (UFRGS) e Vladimir de Araújo Távora (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC8 - Geologia estrutural, tectônica e microtectônica
Coordenadores: Rudolph A. Johannes Trouw (UFRJ) e Roberto Vizeu Lima Pinheiro (UFPA)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
STC9 - Geoespeleologia, sistemas cársticos e seus registros paleoambientais
Coordenador: Ivo Karmann (USP)
Apresentações orais
Apresentações em painéis
Marcadores:
WAVELITA DO SUL DE TO
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS - Núcleo Regional do Rio de Janeiro
COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS - Núcleo Regional do Rio de JaneiroConvite para Palestra:
10 de Agosto de 2010
UHE FOZ DO CHAPECÓ
ASPECTOS GERAIS DA CONSTRUÇÃO, COM ÊNFASE NO NÚCLEO DE VEDAÇÃO ASFÁLTICA DA BARRAGEM
Palestrantes:
Eng. MIGUEL ZERBINI DE FARIA (Foz do Chapecó)
Eng. RENATO CABRAL GUIMARÃES (Eletrobrás - Furnas)
Eng. CIRO HUMES (CNEC-WorleyParsons)Resumo Técnico:
A UHE Foz do Chapecó está sendo construída no Rio Uruguai e localiza-se entre os municípios de Águas de
Chapecó (SC) e Alpestre (RS). Sua principal característica é o núcleo da Barragem Principal, que é o 1º do país em concreto asfáltico. A construção da Obra teve início em janeiro de 2007 (construção do Canteiro de Obras) e a 1ª das 4 Unidades Geradoras deverá estar operando em agosto de 2010. A potência instalada é de 855 MW, com 432 MW de energia assegurada. O Contrato de concessão foi assinado com a ANEEL pela Foz do Chapecó Energia SA, Sociedade de Propósito Específico (SPE), criada pelos acionistas para esse fim.
O Reservatório principal inunda uma área de apenas 80 km², sendo 40 km² correspondentes à calha natural do rio. O Vertedouro tem capacidade de escoamento de 62.190 m³/s em 15 vãos de 18,70 x 20,60 m. A Barragem Principal possui volume total de 1.800.000 m³, sendo 18.000 m³ de concreto asfáltico, apresentando altura média de 47 m e 548 m de crista. Foram previstos volumes de 1.795.000 m³ de escavações comuns e 3.405.000 m³ de escavações
em rocha, sendo 235.000 m³ subterrâneos, além de 3.024.000 m³ de enrocamento, 673.600 m³ de concreto e 34.400 ton de aço. A barragem está posicionada no início de uma grande alça do Rio Uruguai, de praticamente 180° e extensão de 19,5 km, com desnível natural de 12 m e a 6 km a montante da confluência com o Rio Chapecó. As águas são conduzidas através de dois túneis tipo arco-retângulo de 18,00 x 18,75 m, com 392 m de extensão, para um reservatório intermediário, onde são captadas e direcionadas para a casa de força abrigada, dotada de 4 Unidades Geradoras com turbinas Francis, com 214 MW cada.
Local / Horário:
CLUBE DE ENGENHARIA
Av. Rio Branco, 124 – Auditório 22º andar
Centro – Rio de Janeiro - RJ
10/08/2010 – 3ª feira – 18:00h
Apoio:
NRRJ
CLUBE DE ENGENHARIA
DTE GEOTECNIA
sábado, 5 de junho de 2010
Seminário sobre Tecnologias no Mercado de Energia
Primeiro Dia
Terça-feira, 03 de agosto de 2010
08h30 Café de Boas-vindas, Recepção dos Participantes e Credenciamento
08h50 Abertura Solene do 11º Energy Summit pelo Presidente de Mesa
José Octávio Knaack Campos
Diretor Vogal de Energia
IBEF-RJ
Membro do Conselho de Energia Representante da Associação no Conselho de Consumidores da Light
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO
09h00 Palestra de Abertura: Planejamento Energético Brasileiro
Mauricio Tolmasquim
Presidente
EPE
PAINEL DE DEBATES
09h30 Avaliação das Propostas de Governo dos Candidatos à Presidência da República para o Mercado de Energia
Envolvimento da esfera política na diversificação da matriz energética
Propostas de subsídios produtivos e tecnológicos e reformas na regulamentação
Estímulo e incentivos aos projetos de geração de energia
Parcerias em linhas de financiamento
Iniciativas regionais para projetos de energia
Como a energia, tecnologia e papel do consumidor estarão presentes na política? Qual é a tendência neste processo?
Reflexos das propostas na gestão de energia de grandes consumidores
O objetivo deste painel é reunir os responsáveis pelo planejamento e articulação do programa de governo dos candidatos, especialmente os relacionados às estratégias para o mercado de energia.
Moderador e Representante dos Consumidores de Energia:
Carlos Faria
Presidente
ANACE
10h30 Intervalo para Café
11h00 Análise Econômica da Demanda x Oferta de Energia no Mercado Industrial, Incentivos ao Desenvolvimento de Projetos de Geração, Transmissão e Distribuição e Expectativas em Relação aos Próximos Leilões
Perspectivas do preço de energia elétrica
Renovação das concessões e condução dos contratos de energia velha
Planos de ação para investimentos em fontes de energia complementares
Licenciamento ambiental como ponto crucial na viabilização de novos projetos de energia
Gestão do suprimento de energia
Equalização das tarifas de energia e impactos na gestão do Mercado Cativo
Luiz Fernando Leone Vianna
Presidente
APINE
Mauro Henrique Moreira Sousa
Advogado da União e Consultor Jurídico
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA
12h10 Almoço
13h40 Apresentação do Presidente de Mesa do Período da Tarde
Alessandro KarliN
Presidente
ENEL BRASIL PARTICIPAÇÕES
13h45 Visão Geral e Exposição de Caso Prático sobre Desafios para a Gestão de Energia em Grandes Consumidores
Ricardo Lima
Presidente
ABRACEDefinição de Critérios para Migração entre Ambientes para Assegurar Eficácia na Gestão Operacional da Rede
Paulo Henrique da Silva Rodrigues
GRUPO CARREFOUR BRASIL
PAINEL DE COMERCIALIZAÇÃO
14h40 Perspectivas diante das Novas Regras para Comercialização de Energia e Novas Oportunidades a partir da Portaria Nº 73 para Comercialização de Excedentes
Modelos clássicos de contratação de energia elétrica convencional e incentivada, para consumidores e geradores frente às oportunidades a partir da Resolução 247 e Portaria 73
José Amorim
Diretor Presidente
COOME
Perspectivas para o Mercado Livre
Regulação vigente e necessidades de aperfeiçoamento
Novas regras de comercialização e reflexos na gestão de contratos
Modelos de precificação no Mercado Livre
Reflexos da Portaria Nº 73 para venda de excedentes dos consumidores no Mercado Livre
Mecanismos para minimização de riscos nos contratos
Prestação de serviços de informação e pós-venda ao consumidor de energia
José Antonio Sorge
VPGE - Vice Presidente de Gestão de Energia
Rede Energia
Márcio Sant´Anna
Sócio
Ecom Energia
16h00 Intervalo para o Café
PAINEL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS
Este painel será dividido em mesas redondas lideradas
por especialistas em cada fonte de energia.
16h30 Incentivos ao Uso das Energias Renováveis como Fontes Complementares na Matriz Energética Brasileira e Desafios no Financiamento Desses Projetos
Fomento aos projetos de energias renováveis
Incentivos regulatórios e tributários
Benefícios da regulamentação de energias renováveis, políticas, preço e configuração da matriz energética no futuro
Expansão da energia eólica
Programa de bioeletricidade
Planejamento para a gestão e fiscalização das obras de geração de energia
Parcerias nos projetos: investimentos realizados pelo setor privado e público
Inclusão da biomassa no MRE e demonstração da viabilidade desses projetos no Mercado Livre
Estímulos aos projetos de geração, transmissão e distribuição
Carlos Roberto Silvestrin
Vice-presidente Executivo
COGEN
Luís Fernando Sartini Felli
VP de Operações Agroindustriais
ETH BIOENERGIA
Felipe Barroso
Sócio-diretor
BIO ENERGIAS RENOVÁVEIS
Fernando Ferro
Deputado Federal – PE
COMISSÃO ESPECIAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
James Mattos
Diretor de Energia Solar
APMPE
Diretor
GRUPO GUASCOR
Amílcar Guerreiro
Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais
EPE
Fábio Sales Dias
Diretor Executivo
APMPE
18h00 Encerramento do Primeiro Dia
Segundo Dia
Quarta-feira, 04 de agosto de 2010
08h50 Abertura do Segundo Dia pelo Presidente de Mesa
09h00Garantias Financeiras para UTEs e Aspectos Críticos nas Operações e Comercialização
Gestão das garantias envolvidas na construção de UTEs
Gerenciamento de ativos quando as UTEs não são despachadas
Custos dos combustíveis e disponibilidade
Comercialização das UTEs
Xisto Vieira Filho
Diretor Presidente
ABRAGET
10h00
Intervalo para o Café
10h30 Estratégias para os Investimentos em Energia Nuclear: Gestão das Obras de Angra 3, Modelo de Negócio e Participação Privada nas Futuras Centrais Nucleares Brasileiras
Comercialização da energia de Angra 1 e 2 e perspectivas para a comercialização da energia de Angra 3
Andamento das obras de construção de Angra 3
Estudos de localização de novas Centrais Nucleares no Brasil
Envolvimento do setor na definição do modelo de negócios na geração termonuclear
Combustível nuclear: garantia de fornecimento a longo prazo e participação do Brasil no mercado internacional
Leonam dos Santos Guimarães
Assistente do Diretor-Presidente
ELETRONUCLEAR - Eletrobrás Termonuclear S.A.
Antonio Müller
Presidente
ABDAN
11h30 Gestão de Projetos de Grandes Centrais Hidrelétricas: Como Garantir as Melhores Práticas para Alcançar Sucesso no Licenciamento Ambiental e Monitorar os Indicadores de Performance das Operaçõe
Levantamento do potencial hidrelétrico no Brasil por região
Estratégias para obter sucesso no licenciamento ambiental das UHEs
Acompanhamento dos indicadores de performance das UHEs e plano de ações para assegurar a eficácia operacional
João Carlos de Oliveira Mell
Presidente
ANDRADE & CANELLAS
12h20 Almoço
14h00 Financiamento de Projetos de Energia: Volume Destinado aos Empreendedores em 2010 e Perspectivas para a Alocação de Recursos em Novas Linhas em 2011.
Palestrante a confirmar
14h50 Sustentabilidade em Projetos de Energia: Estratégias de Comunicação e dos Resultados Apresentados nos Relatórios de Sustentabilidade
Envolvimento dos líderes do empreendimento e multiplicação dos conceitos de sustentabilidade para a equipe de colaboradores
Entendimento da proposta de trabalho e sinergia na equipe
Gestão de resultados dos projetos além dos relatórios de sustentabilidade
Apresentação de estudo de caso
Lia Medeiros
Diretora de Novos Negócios e do Núcleo de Sustentabilidade
TN PETRÓLEO
Membro da Comissão de Responsabilidade Social
IBP
15h30 Intervalo para o Café
PAINEL DE COGERAÇÃO
16h00 Resultados Efetivos da Parceria entre Consumidores e Fornecedores nos Projetos de Cogeração de Energia
Potencial da cogeração e uso racional do gás na indústria cerâmica e cimenteira
Efeitos da cogeração a gás nos processos produtivos dessas empresas
Redução de custos e aumento da eficiência energética
Gestão de venda de excedentes dos autoprodutores
Gerenciamento da reserva de capacidade por autoprodutores
Rodrigo Arruda Rosa
Diretor Presidente
COGERAÇÃO ENERGIA
Envolvimento dos gestores industriais nos projetos de energia
Premissas a serem seguidas nas alianças estratégicas entre consumidores e fornecedores nos projetos de cogeração de energia
Alexandre Breda
Gerente de Cogeração & Climatização
COMGÁ
Estratégias para conexão de plantas de cogeração a biomassa à rede básica baseadas na Resolução 320/2008
Investimentos em subestações de ICG
Ricardo Aquino
Diretor de Novos Negócios e Energia
GRUPO EQUIPAV
17h30 Encerramento da Conferência
WORKSHOPS
Quinta-feira, 05 de agosto de 2010
O Energy Summit conclui esta edição oferecendo workshops simultâneos, orientados para o aprofundamento e experiência prática, assegurando que o investimento feito nesta conferência se traduza em resultados tangíveis aos participantes e suas empresas.
Workshop 1
Workshop 2
Gestão Estratégica da Comercialização de Energia
Objetivo: Orientar os investidores do mercado de energia e consumidores a atuar no Ambiente de Contratação Livre. A partir da exposição de conceitos e fatores que influenciam as negociações no Mercado Livre, o workshop apresenta análises dos riscos e nível de exposição nas operações, formação do PLD, influência do nível de água nos reservatórios, monitoramento da disponibilidade de água para geração de energia e como é ativado o uso de outras fontes.
Registros de contratos de comercialização, operações no mercado Spot e aspectos que interferem nas decisões sobre suprimento de energia e preço serão amplamente expostos neta oportunidade.
Mateus Andrade
Diretor
DELTA ENERGIA
Investimentos em Biomassa e Biocombustíveis Avançados
Objetivo:
Além do aproveitamento da cana-de-açúcar para produção de etanol, geração de bioeletricidade, novas frentes se abrem para otimizar o uso do bagaço, da palha e de co-produtos da cana-de-açúcar, minimizando resíduos nas usinas e criando novas oportunidades para geração de receita, agregação de valor e para inovação tecnológica.
Para entender melhor como estes novos negócios estao se tornando uma realidade no Brasil e no mundo, aprofundaremos os conceitos e impactos nos negócios das novas tecnologias para melhoria da qualidade da cana, maximização do rendimento e da energia gerada, a partir das inovações vindas da agricultura às biorefinarias do futuro, onde o etanol celulósico, biobutanol, bioquerosene e outros produtos derivados da álcool química, serão a ponte para uma civilização sustentável.
Weber Antônio Neves do Amaral
Professor Associado
ESALQ / USP
Agenda dos Workshops 1 e 2
08h30 Recepção dos Participantes e Credenciamento
09h00 Início
12h30 Almoço
Haverá intervalo para café
Workshop 3
Workshop 4
Nova Dinâmica para o Mercado de Energia a partir do Smart Grid
Objetivo: A partir da conceituação e explanação sobre o que é o Smart Grid, o workshop apresentará os reflexos das operações nessa nova configuração, questões regulatórias acerca das tarifas e a mudança da dinâmica nos distribuidores.
Análises sobre tendências para o uso, tempo para implementação, tecnologia demandada e controle de processos para garantir segurança no suprimento e gestão dos negócios estão previstos nas discussões.
Gerenciamento de Projetos de Eficiência Energética
Objetivo:
Expor os desafios do gerenciamento de projetos de eficiência energética nos consumidores de energia e novas soluções para garantir resultados expressivos. Parte deste processo envolve o desenvolvimento de alianças estratégicas com fornecedores de serviços e comprometimento de toda essa equipe no resultado final. Aspectos fundamentais na gestão desse processo e envolvimento da equipe terceirizada serão apresentados em um caso prático, com foco na conscientização e busca do resultado final nos projetos de eficiência energética.
Será abordado o monitoramento das ações do projeto de eficiência energética, continuidade deste e gerenciamento dos resultados para assegurar o uso racional dos recursos energéticos e diferencial competitivo às empresas que aderem às novas práticas de mercado.
Rodrigo Aguiar
Diretor
ECOM ESCO
Alexandre Gomes da Silva
Gestor de Planta Interna
TELEFÔNICA DO BRASIL
Agenda dos Workshops 3 e 4
14h00 Início
17h30 Término dos Workshops
Haverá intervalo para café
SEMINÁRIO
Terça-feira, 3 de agosto de 2010
Seminário desenvolvido especialmente para os colaboradores de sua empresa que atuam nas áreas técnica, engenharia, automação, manutenção, operações, industrial, qualidade. Inscreva-os nesse módulo voltado às apresentações sobre otimização do uso da tecnologia e práticas voltadas à excelência operacional.
Gestão Tecnológica na Geração, Transmissão e Distribuição de Energia
09h20 Abertura do Seminário pelo Presidente de Mesa
PAINEL DE COGERAÇÃO
09h00
Escolha da Tecnologia para Melhorar a Rentabilidade na Geração de Energia
Rendimento da energia gerada
Avanços na tecnologia em geração de energia e ganho na produtividade
Precificação de equipamentos e manutenção: custo de reposição e adaptações
Análise do investimento financeiro x resultados projetados
Novas tecnologias para otimizar os resultados na geração de energia
Como gerar valor para a empresa e carreira antecipando novas tecnologias no setor
James Pessoa
Diretor Presidente
VSE - Vale Soluções em Energia
Guilherme Rino
Engenheiro de Vendas
TGM Turbinas
Luiz Alberto Almeida
Business Development Manager
CRITICAL SOFTWARE BRASIL LTDA
Início do painel: 9h25
10h00 – 10h30 Intervalo para o Café
Encerramento do painel: 12h00
12h00 Melhoria da Confiabilidade nas Usinas Hidrelétricas por meio de Processos de Modernização Tecnológica.
Ações para garantir segurança e eficácia aos processos de modernização
Ampliação dos sistemas de proteção das unidades geradoras
Integração de sistemas de controle e proteção garantindo maior confiabilidade operacional
Fábio Nugnezi
Gerente Geral – Geração de Energia e Águas
ABB Ltda.
12h50
Almoço
PALESTRA INTERNACIONAL
14h10 Estado da Arte na Tecnologia de Solar Cooling, Principais Componentes do Sistema e Análise da Viabilidade de Aplicação no Brasil
Definição da tecnologia Solar Cooling
Características básicas da tecnologia
Principais componentes do sistema
Restrições climáticas e meteorológicas
Potenciais nas regiões brasileiras e aplicações
Parâmetros básicos
Apresentação de casos
Peter Haacke
Senior Executive Manager
Ferostaal
Marcos Teixeira
Gestor de Projetos - Prorgama Energia
AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ALEMÃ - GTZ
15h00 Consolidação Técnica da Automação no Setor Elétrico: Proteção de Sistemas Elétricos para Garantir Segurança na Transmissão e Distribuição de Energia.
Desenvolvimento tecnológico para medição e automação de processos.
Transformação no setor elétrico a partir do uso dessas tecnologias para medição
Alinhamento com a regulamentação do setor e as tendências tecnológicas
Palestrante a confirmar
15h40 Intervalo para o Café
16h10 Desafios na Implementação de Smart Grid e Recursos para Garantir Excelência Operacional e Interação com a Atividade Comercial
Custo desses mecanismos de operação e impacto no preço final de energia
Gargalos na implementação do smart grid
Reflexos para a gestão operacional nas distribuidoras
Expectativas para a disseminação da tecnologia
Palestrante a confirmar
17h30 Encerramento do Seminário
Terça-feira, 03 de agosto de 2010
08h30 Café de Boas-vindas, Recepção dos Participantes e Credenciamento
08h50 Abertura Solene do 11º Energy Summit pelo Presidente de Mesa
José Octávio Knaack Campos
Diretor Vogal de Energia
IBEF-RJ
Membro do Conselho de Energia Representante da Associação no Conselho de Consumidores da Light
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO
09h00 Palestra de Abertura: Planejamento Energético Brasileiro
Mauricio Tolmasquim
Presidente
EPE
PAINEL DE DEBATES
09h30 Avaliação das Propostas de Governo dos Candidatos à Presidência da República para o Mercado de Energia
Envolvimento da esfera política na diversificação da matriz energética
Propostas de subsídios produtivos e tecnológicos e reformas na regulamentação
Estímulo e incentivos aos projetos de geração de energia
Parcerias em linhas de financiamento
Iniciativas regionais para projetos de energia
Como a energia, tecnologia e papel do consumidor estarão presentes na política? Qual é a tendência neste processo?
Reflexos das propostas na gestão de energia de grandes consumidores
O objetivo deste painel é reunir os responsáveis pelo planejamento e articulação do programa de governo dos candidatos, especialmente os relacionados às estratégias para o mercado de energia.
Moderador e Representante dos Consumidores de Energia:
Carlos Faria
Presidente
ANACE
10h30 Intervalo para Café
11h00 Análise Econômica da Demanda x Oferta de Energia no Mercado Industrial, Incentivos ao Desenvolvimento de Projetos de Geração, Transmissão e Distribuição e Expectativas em Relação aos Próximos Leilões
Perspectivas do preço de energia elétrica
Renovação das concessões e condução dos contratos de energia velha
Planos de ação para investimentos em fontes de energia complementares
Licenciamento ambiental como ponto crucial na viabilização de novos projetos de energia
Gestão do suprimento de energia
Equalização das tarifas de energia e impactos na gestão do Mercado Cativo
Luiz Fernando Leone Vianna
Presidente
APINE
Mauro Henrique Moreira Sousa
Advogado da União e Consultor Jurídico
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA
12h10 Almoço
13h40 Apresentação do Presidente de Mesa do Período da Tarde
Alessandro KarliN
Presidente
ENEL BRASIL PARTICIPAÇÕES
13h45 Visão Geral e Exposição de Caso Prático sobre Desafios para a Gestão de Energia em Grandes Consumidores
Ricardo Lima
Presidente
ABRACEDefinição de Critérios para Migração entre Ambientes para Assegurar Eficácia na Gestão Operacional da Rede
Paulo Henrique da Silva Rodrigues
GRUPO CARREFOUR BRASIL
PAINEL DE COMERCIALIZAÇÃO
14h40 Perspectivas diante das Novas Regras para Comercialização de Energia e Novas Oportunidades a partir da Portaria Nº 73 para Comercialização de Excedentes
Modelos clássicos de contratação de energia elétrica convencional e incentivada, para consumidores e geradores frente às oportunidades a partir da Resolução 247 e Portaria 73
José Amorim
Diretor Presidente
COOME
Perspectivas para o Mercado Livre
Regulação vigente e necessidades de aperfeiçoamento
Novas regras de comercialização e reflexos na gestão de contratos
Modelos de precificação no Mercado Livre
Reflexos da Portaria Nº 73 para venda de excedentes dos consumidores no Mercado Livre
Mecanismos para minimização de riscos nos contratos
Prestação de serviços de informação e pós-venda ao consumidor de energia
José Antonio Sorge
VPGE - Vice Presidente de Gestão de Energia
Rede Energia
Márcio Sant´Anna
Sócio
Ecom Energia
16h00 Intervalo para o Café
PAINEL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS
Este painel será dividido em mesas redondas lideradas
por especialistas em cada fonte de energia.
16h30 Incentivos ao Uso das Energias Renováveis como Fontes Complementares na Matriz Energética Brasileira e Desafios no Financiamento Desses Projetos
Fomento aos projetos de energias renováveis
Incentivos regulatórios e tributários
Benefícios da regulamentação de energias renováveis, políticas, preço e configuração da matriz energética no futuro
Expansão da energia eólica
Programa de bioeletricidade
Planejamento para a gestão e fiscalização das obras de geração de energia
Parcerias nos projetos: investimentos realizados pelo setor privado e público
Inclusão da biomassa no MRE e demonstração da viabilidade desses projetos no Mercado Livre
Estímulos aos projetos de geração, transmissão e distribuição
Carlos Roberto Silvestrin
Vice-presidente Executivo
COGEN
Luís Fernando Sartini Felli
VP de Operações Agroindustriais
ETH BIOENERGIA
Felipe Barroso
Sócio-diretor
BIO ENERGIAS RENOVÁVEIS
Fernando Ferro
Deputado Federal – PE
COMISSÃO ESPECIAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
James Mattos
Diretor de Energia Solar
APMPE
Diretor
GRUPO GUASCOR
Amílcar Guerreiro
Diretor de Estudos Econômico-Energéticos e Ambientais
EPE
Fábio Sales Dias
Diretor Executivo
APMPE
18h00 Encerramento do Primeiro Dia
Segundo Dia
Quarta-feira, 04 de agosto de 2010
08h50 Abertura do Segundo Dia pelo Presidente de Mesa
09h00Garantias Financeiras para UTEs e Aspectos Críticos nas Operações e Comercialização
Gestão das garantias envolvidas na construção de UTEs
Gerenciamento de ativos quando as UTEs não são despachadas
Custos dos combustíveis e disponibilidade
Comercialização das UTEs
Xisto Vieira Filho
Diretor Presidente
ABRAGET
10h00
Intervalo para o Café
10h30 Estratégias para os Investimentos em Energia Nuclear: Gestão das Obras de Angra 3, Modelo de Negócio e Participação Privada nas Futuras Centrais Nucleares Brasileiras
Comercialização da energia de Angra 1 e 2 e perspectivas para a comercialização da energia de Angra 3
Andamento das obras de construção de Angra 3
Estudos de localização de novas Centrais Nucleares no Brasil
Envolvimento do setor na definição do modelo de negócios na geração termonuclear
Combustível nuclear: garantia de fornecimento a longo prazo e participação do Brasil no mercado internacional
Leonam dos Santos Guimarães
Assistente do Diretor-Presidente
ELETRONUCLEAR - Eletrobrás Termonuclear S.A.
Antonio Müller
Presidente
ABDAN
11h30 Gestão de Projetos de Grandes Centrais Hidrelétricas: Como Garantir as Melhores Práticas para Alcançar Sucesso no Licenciamento Ambiental e Monitorar os Indicadores de Performance das Operaçõe
Levantamento do potencial hidrelétrico no Brasil por região
Estratégias para obter sucesso no licenciamento ambiental das UHEs
Acompanhamento dos indicadores de performance das UHEs e plano de ações para assegurar a eficácia operacional
João Carlos de Oliveira Mell
Presidente
ANDRADE & CANELLAS
12h20 Almoço
14h00 Financiamento de Projetos de Energia: Volume Destinado aos Empreendedores em 2010 e Perspectivas para a Alocação de Recursos em Novas Linhas em 2011.
Palestrante a confirmar
14h50 Sustentabilidade em Projetos de Energia: Estratégias de Comunicação e dos Resultados Apresentados nos Relatórios de Sustentabilidade
Envolvimento dos líderes do empreendimento e multiplicação dos conceitos de sustentabilidade para a equipe de colaboradores
Entendimento da proposta de trabalho e sinergia na equipe
Gestão de resultados dos projetos além dos relatórios de sustentabilidade
Apresentação de estudo de caso
Lia Medeiros
Diretora de Novos Negócios e do Núcleo de Sustentabilidade
TN PETRÓLEO
Membro da Comissão de Responsabilidade Social
IBP
15h30 Intervalo para o Café
PAINEL DE COGERAÇÃO
16h00 Resultados Efetivos da Parceria entre Consumidores e Fornecedores nos Projetos de Cogeração de Energia
Potencial da cogeração e uso racional do gás na indústria cerâmica e cimenteira
Efeitos da cogeração a gás nos processos produtivos dessas empresas
Redução de custos e aumento da eficiência energética
Gestão de venda de excedentes dos autoprodutores
Gerenciamento da reserva de capacidade por autoprodutores
Rodrigo Arruda Rosa
Diretor Presidente
COGERAÇÃO ENERGIA
Envolvimento dos gestores industriais nos projetos de energia
Premissas a serem seguidas nas alianças estratégicas entre consumidores e fornecedores nos projetos de cogeração de energia
Alexandre Breda
Gerente de Cogeração & Climatização
COMGÁ
Estratégias para conexão de plantas de cogeração a biomassa à rede básica baseadas na Resolução 320/2008
Investimentos em subestações de ICG
Ricardo Aquino
Diretor de Novos Negócios e Energia
GRUPO EQUIPAV
17h30 Encerramento da Conferência
WORKSHOPS
Quinta-feira, 05 de agosto de 2010
O Energy Summit conclui esta edição oferecendo workshops simultâneos, orientados para o aprofundamento e experiência prática, assegurando que o investimento feito nesta conferência se traduza em resultados tangíveis aos participantes e suas empresas.
Workshop 1
Workshop 2
Gestão Estratégica da Comercialização de Energia
Objetivo: Orientar os investidores do mercado de energia e consumidores a atuar no Ambiente de Contratação Livre. A partir da exposição de conceitos e fatores que influenciam as negociações no Mercado Livre, o workshop apresenta análises dos riscos e nível de exposição nas operações, formação do PLD, influência do nível de água nos reservatórios, monitoramento da disponibilidade de água para geração de energia e como é ativado o uso de outras fontes.
Registros de contratos de comercialização, operações no mercado Spot e aspectos que interferem nas decisões sobre suprimento de energia e preço serão amplamente expostos neta oportunidade.
Mateus Andrade
Diretor
DELTA ENERGIA
Investimentos em Biomassa e Biocombustíveis Avançados
Objetivo:
Além do aproveitamento da cana-de-açúcar para produção de etanol, geração de bioeletricidade, novas frentes se abrem para otimizar o uso do bagaço, da palha e de co-produtos da cana-de-açúcar, minimizando resíduos nas usinas e criando novas oportunidades para geração de receita, agregação de valor e para inovação tecnológica.
Para entender melhor como estes novos negócios estao se tornando uma realidade no Brasil e no mundo, aprofundaremos os conceitos e impactos nos negócios das novas tecnologias para melhoria da qualidade da cana, maximização do rendimento e da energia gerada, a partir das inovações vindas da agricultura às biorefinarias do futuro, onde o etanol celulósico, biobutanol, bioquerosene e outros produtos derivados da álcool química, serão a ponte para uma civilização sustentável.
Weber Antônio Neves do Amaral
Professor Associado
ESALQ / USP
Agenda dos Workshops 1 e 2
08h30 Recepção dos Participantes e Credenciamento
09h00 Início
12h30 Almoço
Haverá intervalo para café
Workshop 3
Workshop 4
Nova Dinâmica para o Mercado de Energia a partir do Smart Grid
Objetivo: A partir da conceituação e explanação sobre o que é o Smart Grid, o workshop apresentará os reflexos das operações nessa nova configuração, questões regulatórias acerca das tarifas e a mudança da dinâmica nos distribuidores.
Análises sobre tendências para o uso, tempo para implementação, tecnologia demandada e controle de processos para garantir segurança no suprimento e gestão dos negócios estão previstos nas discussões.
Gerenciamento de Projetos de Eficiência Energética
Objetivo:
Expor os desafios do gerenciamento de projetos de eficiência energética nos consumidores de energia e novas soluções para garantir resultados expressivos. Parte deste processo envolve o desenvolvimento de alianças estratégicas com fornecedores de serviços e comprometimento de toda essa equipe no resultado final. Aspectos fundamentais na gestão desse processo e envolvimento da equipe terceirizada serão apresentados em um caso prático, com foco na conscientização e busca do resultado final nos projetos de eficiência energética.
Será abordado o monitoramento das ações do projeto de eficiência energética, continuidade deste e gerenciamento dos resultados para assegurar o uso racional dos recursos energéticos e diferencial competitivo às empresas que aderem às novas práticas de mercado.
Rodrigo Aguiar
Diretor
ECOM ESCO
Alexandre Gomes da Silva
Gestor de Planta Interna
TELEFÔNICA DO BRASIL
Agenda dos Workshops 3 e 4
14h00 Início
17h30 Término dos Workshops
Haverá intervalo para café
SEMINÁRIO
Terça-feira, 3 de agosto de 2010
Seminário desenvolvido especialmente para os colaboradores de sua empresa que atuam nas áreas técnica, engenharia, automação, manutenção, operações, industrial, qualidade. Inscreva-os nesse módulo voltado às apresentações sobre otimização do uso da tecnologia e práticas voltadas à excelência operacional.
Gestão Tecnológica na Geração, Transmissão e Distribuição de Energia
09h20 Abertura do Seminário pelo Presidente de Mesa
PAINEL DE COGERAÇÃO
09h00
Escolha da Tecnologia para Melhorar a Rentabilidade na Geração de Energia
Rendimento da energia gerada
Avanços na tecnologia em geração de energia e ganho na produtividade
Precificação de equipamentos e manutenção: custo de reposição e adaptações
Análise do investimento financeiro x resultados projetados
Novas tecnologias para otimizar os resultados na geração de energia
Como gerar valor para a empresa e carreira antecipando novas tecnologias no setor
James Pessoa
Diretor Presidente
VSE - Vale Soluções em Energia
Guilherme Rino
Engenheiro de Vendas
TGM Turbinas
Luiz Alberto Almeida
Business Development Manager
CRITICAL SOFTWARE BRASIL LTDA
Início do painel: 9h25
10h00 – 10h30 Intervalo para o Café
Encerramento do painel: 12h00
12h00 Melhoria da Confiabilidade nas Usinas Hidrelétricas por meio de Processos de Modernização Tecnológica.
Ações para garantir segurança e eficácia aos processos de modernização
Ampliação dos sistemas de proteção das unidades geradoras
Integração de sistemas de controle e proteção garantindo maior confiabilidade operacional
Fábio Nugnezi
Gerente Geral – Geração de Energia e Águas
ABB Ltda.
12h50
Almoço
PALESTRA INTERNACIONAL
14h10 Estado da Arte na Tecnologia de Solar Cooling, Principais Componentes do Sistema e Análise da Viabilidade de Aplicação no Brasil
Definição da tecnologia Solar Cooling
Características básicas da tecnologia
Principais componentes do sistema
Restrições climáticas e meteorológicas
Potenciais nas regiões brasileiras e aplicações
Parâmetros básicos
Apresentação de casos
Peter Haacke
Senior Executive Manager
Ferostaal
Marcos Teixeira
Gestor de Projetos - Prorgama Energia
AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ALEMÃ - GTZ
15h00 Consolidação Técnica da Automação no Setor Elétrico: Proteção de Sistemas Elétricos para Garantir Segurança na Transmissão e Distribuição de Energia.
Desenvolvimento tecnológico para medição e automação de processos.
Transformação no setor elétrico a partir do uso dessas tecnologias para medição
Alinhamento com a regulamentação do setor e as tendências tecnológicas
Palestrante a confirmar
15h40 Intervalo para o Café
16h10 Desafios na Implementação de Smart Grid e Recursos para Garantir Excelência Operacional e Interação com a Atividade Comercial
Custo desses mecanismos de operação e impacto no preço final de energia
Gargalos na implementação do smart grid
Reflexos para a gestão operacional nas distribuidoras
Expectativas para a disseminação da tecnologia
Palestrante a confirmar
17h30 Encerramento do Seminário
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