sábado, 27 de outubro de 2007

Alimentos Transgênicos e seus Impactos na Saúde, na Economia e no Meio Ambiente

Temos a satisfação de convidá-lo a participar do Seminário Internacional - Alimentos Transgênicos e seus Impactos na Saúde, na Economia e no Meio Ambiente que será realizado no dia 31 de outubro, das 8h30 às 18h00, no Auditório da FGV - EAESP, localizado na Avenida 9 de Julho, 2029.
O Seminário será uma oportunidade para a sociedade aprofundar o debate sobre os transgênicos e os possíveis impactos relacionados ao consumo de alimentos geneticamente modificados. Na ocasião, especialistas das áreas médica, jurídica e econômica apresentarão diferentes pontos de vista sobre os alimentos transgênicos de modo a enriquecer a discussão em torno do tema.
O evento é uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV - EAESP em parceria com a Ética da Terra com apoio da Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente de São Paulo e da Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz - UMAPAZ.
A programação está no documento em anexo.

Clique aqui para fazer sua inscrição no evento.Contamos com sua presença. Centro de Estudos em Sustentabilidade - GVces

OK

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

MINERAÇÃO & METALÚRGICABrasil tem maior potencial mineral do mundo

17/10/07 - 00:00 > MINERAÇÃO & METALÚRGICABrasil tem maior potencial mineral do mundo

SÃO PAULO - O Brasil é o país com maior potencial mineral do mundo, alcançando a pontuação mais alta (98, em uma escala até 100) entre todos os outros países e regiões do planeta. A constatação é do Fraser Institute, entidade americana que acompanha o setor e divulga há 15 anos o PPI (Policy Potential Index), índice potencial da mineração.Segundo o instituto, o potencial brasileiro supera o de outras áreas importantes em mineração, como Canadá (incluindo Quebec e Ontário, que tiveram índice 97), Estados Unidos (Alasca, que também teve 97), e Austrália (a região oeste do país teve índice 97 e a norte, 96).Em outro estudo, o Metal Economics Group, que também acompanha o setor, verificou que o Brasil aumentou sua fatia nos investimentos globais em exploração mineral, de 3% para 4%, ficando no mesmo nível de países com potencial mineral semelhante, como Austrália, Canadá e África do Sul.Os investimentos das
empresas no País indicam que essa fatia vai crescer ainda mais. Nos últimos dez dias, empresas como Companhia Vale do Rio Doce, Votorantim e Alcoa anunciaram aportes superiores a US$ 40 bilhões no setor nos próximos cinco anos, os mais altos da história.Em 2008, a Vale planeja investir mais de US$ 7,5 bilhões em minerais ferrosos e não ferrosos, além de alumínio. E a Votorantim tem planos de aportar cerca de US$ 6 bilhões em mineração nos próximos cinco anos.Projetos até em OmãOutro ponto ressaltado pelas análises do setor é a diversificação geográfica de áreas para investimento das empresas brasileiras de mineração.Além de projetos em países próximos, como o da Votorantim no Peru, há planos até para o Oriente Médio. A Vale, por exemplo, pretende desenvolver um usina de pelotização em Omã, com capacidade para a produção de 9 milhões de toneladas por ano. O investimento previsto é de US$ 546 milhões e o início de operações se dará no primeiro semestre de 2010.Segundo a Vale, o projeto em Omã levou em consideração "a expansão da indústria de aço no Oriente Médio, com usinas a forno elétrico."A companhia também tem um projeto na Nova Caledônia, no Pacífico Sul: o Goro, um dos maiores depósitos de níquel do mundo, com capacidade para produzir 60 mil toneladas por ano de níquel refinado e 4.600 toneladas anuais de cobalto.A Vale, que já é a maior produtora mundial de minério de ferro, planeja também aumentar sua capacidade no Brasil, para 450 milhões de toneladas, com três grandes projetos: Carajás, Carajás Serra Azul e Maquiné-Baú.Carajás Serra Azul será o maior projeto de minério de ferro do mundo, com capacidade de produção de 90 milhões de toneladas por ano e investimento total de US$ 10,094 bilhões.O projeto será implantado na serra Sul de Carajás, no Pará. Esse estado terá o maior número de investimentos em mineração: de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), existem 13 projetos previstos em território paraense, incluindo o projeto Juriti, da Alcoa, de mineração de bauxita.Além disso, a Alunorte prevê expansão da usina de beneficiamento de bauxita em Barcarena, também no Pará, com investimentos de US$ 850 milhões.Presença mundialDessa forma, o Brasil se prepara para aumentar sua importância no mercado externo. Na pauta mineral de exportação do País o destaque é o ferro, com 64% do total, seguido por bauxita, com 11%. O cobre aparece em terceiro lugar, com 3%, mas projetos de expansão fazem com que as previsões sejam de aumento do peso do produto nas vendas externas.O saldo da balança comercial do setor representa mais de 35% do superávit total do País, com um resultado superior a US$ 45 bilhões. Paulo Camillo Vargas Penna, presidente do Ibram, lembra que os principais importadores são Ásia (liderada pela China), Alemanha e Estados Unidos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Ciclo de Palestras do Departamento de Recursos Minerais no próximo dia 25 de outubro,

Caros Colegas.Informamos que estaremos retomando a edição 2007 do tradicional Ciclo de Palestras do Departamento de Recursos Minerais no próximo dia 25 de outubro, quinta-feira, no Auditório do DRM-RJ, a partir das 14 horas, abordando o tema "9ª Rodada de Licitações da ANP – A Importância para o Estado do Rio de Janeiro", com três apresentações de especialistas sobre a próxima rodada de licitações para concessão de blocos de exploração e sua importância para a economia do Rio de Janeiro. Após as apresentações, num segundo bloco, haverá de uma Mesa Redonda com os palestrantes e convidados, seguido de debate com os presentes.Este será mais um momento de divulgação de nosso Centro de Informações da Produção de Petróleo e Gás Natural do Estado do Rio de Janeiro - CIPEG, que coordena o evento. O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro sentir-se-á honrado em receber a todos.AtenciosamenteFlavio ErthalPresidenteServiço Geológico do Estado do Rio de Janeiro.


CICLO DE PALESTRAS DO DRM-RJServiço Geológico do Estado do Rio de Janeiro
Niterói – 25 de Outubro de 2007Horário: 14:00 h às 17:10 h
“9ª Rodada de Licitações da ANP – A Importância para oEstado do Rio de Janeiro”


Programação14:00 - Abertura - Flavio Erthal - Presidente do DRM-RJ


14:10 - Palestra da ANP - “A 9ª Rodada de Licitações” - Paulo Alexandre - Superintendente de Licitações - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bio-Combustíveis ANP (a confirmar)14:40 - Palestra do IBP - Representante do IBP (a confirmar)


15:10 - Pausa para o Café15:30 - Palestra do Centro de Informações da Produção de Petróleo e Gás Natural - CIPEG /DRM-RJ - “O Estado do Rio de Janeiro e a 9ª Rodada da ANP” - Francisco Dourado - Diretor de Geologia do DRM-RJ e Coordenador do CIPEG16:00 - Mesa Redonda e Debates17:10 - Encerramento


Local: Auditório do DRM-RJ Rua Marechal Deodoro, 351 – Centro - NiteróiInformações e inscrições prévias: Departamento de Recursos Minerais - DRM-RJtel: 21-2620-2525 r.: 2440 ou fax: 21-2620-9132wsally@drm.rj.gov.br / drm@drm.rj.gov.br

domingo, 21 de outubro de 2007

Quem corre para a praia mais próxima todo santo feriado pode não imaginar, mas foram necessários milhões de anos de evolução para que a humanidade finalmente conseguisse colonizar os ambientes costeiros do nosso planeta. Uma equipe internacional de pesquisadores acaba de mapear o que parece ser o primeiro passo dessa odisséia: uma caverna da costa da África do Sul que foi ocupada há 164 mil anos pelos mais antigos "ratos de praia" da pré-história.

E mais: os pesquisadores também acharam restos de ferramentas completas e pigmentos minerais provavelmente usados para pintar o corpo e, quem sabe, as paredes da caverna. São indícios de uma mente relativamente sofisticada, capaz de conceber relações simbólicas -- capacidade que, para a maioria dos antropólogos, só teria aparecido dezenas de milhares de anos mais tarde entre nossos ancestrais.

"O legal da ciência é que algumas idéias podem ser testadas e falsificadas, ou seja, derrubadas, se não estiverem de acordo com os fatos", disse ao G1 o americano Curtis Marean, da Escola de Evolução Humana e Mudanças Sociais da Universidade do Estado do Arizona. "Bom, a idéia de que toda a complexidade comportamental humana apareceu de uma vez só há apenas 50 mil anos está derrubada, e nossos achados são uma nova prova disso", afirma o pesquisador, que coordenou a pesquisa que está na edição desta semana da revista científica
"Nature".


The Mossel Bay Archaeology Project/Divulgação

A pesquisa de Marean e companhia é uma janela preciosa numa época durante a qual indivíduos fisicamente quase idênticos ao Homo sapiens atual já andavam pelo mundo. Ao que tudo indica, nossa espécie tem cerca de 200 mil anos de idade, mas esses primeiros humanos biologicamente modernos estranhamente eram, bem, um pouco menos que humanos, a julgar pelos traços de seu comportamento que chegaram até nós.

Explica-se: até hoje, praticamente não há indícios de ferramentas complexas (ou compostas de materiais que não sejam pedra ou madeira), arte, capacidade de entender o mundo com a ajuda de símbolos, linguagem e ocupação de áreas costeiras antes de, pelo menos, uns 100 mil anos atrás. É como se os primeiros Homo sapiens tivessem "demorado a engrenar" social e culturalmente.

Daí a importância dos achados de Marean e companhia. A caverna que eles escavaram fica perto do oceano Índico, numa região conhecida como Pinnacle Point pelos sul-africanos. Apesar de ficar perto do oceano, o lugar é relativamente alto, o que ajudou a protegê-lo das flutuações do nível do mar nas últimas centenas de milhares de anos -- do contrário, os restos desencavados teriam sido levados pelas ondas.

E os restos são um bocado significativos. A começar, por exemplo, de uma variedade considerável de espécies de mariscos e outros moluscos marinhos -- sim, esses humanos antigos aparentemente apreciavam frutos do mar, ao contrário de seus ancestrais, que só utilizavam recursos alimentares terrestres.

"Por que demoramos tanto para ocupar zonas costeiras? É uma ótima pergunta, e não sei se tenho a resposta", pondera Marean. Parte do problema, diz o cientista, pode ser o sumiço de sítios arqueológicos mais antigos e mais baixos, tragados pela elevação do nível do mar. Mas, para ele, o problema central pode ser outro -- a dificuldade natural de um primata acostumado com o interior de encarar o oceano e seus perigos e oportunidades.

Haja coragem
"Jonathan Swift, autor de 'As Viagens de Gulliver' tem uma frase engraçada. Ele diz que o primeiro homem a ver uma ostra como fonte de alimento só podia ser alguém muito corajoso", brinca Marean. Aliás, algumas das espécies de marisco são, na verdade, parasitas de baleias -- o que significa que os humanos, ou talvez humanas, de Pinnacle Point chegaram a se aproveitar até do cadáver dos grandes mamíferos marinhos para obter seus frutos do mar. Há também indícios de ferramentas de pedra extremamente delicadas, com lâminas de poucos milímetros de espessura de quartzo -- normalmente só encontradas muitos milênios depois.

O mais intrigante, no entanto, é o uso aparentemente abundante de ocre, um pigmento mineral avermelhado que teria muito futuro durante o florescimento cultural do Homo sapiens no fim da Era do Gelo. É verdade que o ocre também poderia ser usado como adesivo, para fixar pontas de pedra a cabos de madeira, mas a escolha das pedras mais avermelhadas para produzi-lo parece indicar que ele servia mesmo como pintura corporal.

Ora, isso é indício praticamente inequívoco de pensamento simbólico, dizem os pesquisadores. Se eles estiverem certos, a caverna sul-africana pode ser um dos primeiros degraus da escalada que acabaria transformando nossos ancestrais em humanos plenos.

sábado, 20 de outubro de 2007

XI Congresso Brasileiro de Geoquímica DATA: 21 a 26 de outubro - LOCAL: Atibaia - SP


Sociedade Brasileira de Geoquímica
Bem-vindo ao XI Congresso Brasileiro de Geoquímica a realizar-se na Estância de Atibaia em 21-26 de outubro de 2007. O XI CBGq é uma realização da Sociedade Brasileira de Geoquímica - SBGq - e conta, nesta edição, com o apoio da IUGS-GEM (Comission of Geosciences for Environmental Management) e da IMGA (International Medical Geology Association).
O XI CBGq está sendo organizado como parte das comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra (IUGS-UNESCO, 2007-2009). Com uma programação científica inspirada nos temas do Ano Internacional, espera-se que as contribuições técnico-científicas contemplem enfoques multidisciplinares de temas de fronteira das diversas sub-áreas da Geoquímica e suas interfaces com disciplinas e especialidades afins, na abordagem de problemas relevantes do ponto de vista científico e social.

As atividades do Congresso incluem mini-cursos pré-congresso (8 horas), excursões e passeios (1 dia), palestras, mesas redondas, workshops, simpósios, sessões técnicas e programação sócio-cultural , refletindo o interesse da comunidade profissional, acadêmica e estudantil. As entidades internacionais já anunciaram a programação do workshop "Geosciences for environmental management" no qual serão abordados temas do Ano Internacional por palestrantes convidados, e da II Hemispheric Conference on Medical Geology, patrocinada pela IMGA.
A organização do XI CBGq e atividades conexas vem sendo orientada por 4 idéias básicas:
O Congresso é um espaço de compartilhamento de informações de todas as sub-áreas da Geoquímica e áreas afins com foco em pesquisas na fronteira do conhecimento e abordagens transdiciplinares;

A participação dos estudantes e dos jovens profissionais constitui um elemento importante na programação das atividades do congresso requerendo a atenção dos organizadores e também das Instituições e empresas participantes;

O conteúdo científico e o objetivo de difusão do Ano Internacional do Planeta Terra são a inspiração das atividades do Congresso inclusive daquelas dedicadas à população da cidade e do Estado que nos recebe;

A atenção da mídia para os temas do Ano Internacional do Planeta Terra deve ser buscada por meio de uma ação planejada contando a participação dos congressistas brasileiros e estrangeiros.


A Comissão Organizadora do XI CBGq deseja a todos uma estada muito agradável na Estância de Atibaia e que o congresso represente mais um momento de inspiração para o trabalho profissional e para o enriquecimento pessoal de todos os congressistas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Ciclo de Palestras do Departamento de Recursos Minerais

Caros Colegas.Informamos que estaremos retomando a edição 2007 do tradicional Ciclo de Palestras do Departamento de Recursos Minerais no próximo dia 25 de outubro, quinta-feira, no Auditório do DRM-RJ, a partir das 14 horas, abordando o tema "9ª Rodada de Licitações da ANP – A Importância para o Estado do Rio de Janeiro", com três apresentações de especialistas sobre a próxima rodada de licitações para concessão de blocos de exploração e sua importância para a economia do Rio de Janeiro. Após as apresentações, num segundo bloco, haverá de uma Mesa Redonda com os palestrantes e convidados, seguido de debate com os presentes.Este será mais um momento de divulgação de nosso Centro de Informações da Produção de Petróleo e Gás Natural do Estado do Rio de Janeiro - CIPEG, que coordena o evento. O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro sentir-se-á honrado em receber a todos.AtenciosamenteFlavio ErthalPresidenteServiço Geológico do Estado do Rio de Janeiro

CICLO DE PALESTRAS DO DRM-RJServiço Geológico do Estado do Rio de Janeiro
Niterói – 25 de Outubro de 2007Horário: 14:00 h às 17:10 h

“9ª Rodada de Licitações da ANP – A Importância para oEstado do Rio de Janeiro”

Programação14:00 - Abertura - Flavio Erthal - Presidente do DRM-RJ14:10 - Palestra da ANP - “A 9ª Rodada de Licitações” - Paulo Alexandre - Superintendente de Licitações - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bio-Combustíveis ANP (a confirmar)14:40 - Palestra do IBP - Representante do IBP (a confirmar)15:10 - Pausa para o Café15:30 - Palestra do Centro de Informações da Produção de Petróleo e Gás Natural - CIPEG /DRM-RJ - “O Estado do Rio de Janeiro e a 9ª Rodada da ANP” - Francisco Dourado - Diretor de Geologia do DRM-RJ e Coordenador do CIPEG16:00 - Mesa Redonda e Debates17:10 - Encerramento

Local: Auditório do DRM-RJ Rua Marechal Deodoro, 351 – Centro - NiteróiInformações e inscrições prévias: Departamento de Recursos Minerais - DRM-RJtel: 21-2620-2525 r.: 2440 ou fax: 21-2620-9132wsally@drm.rj.gov.br / drm@drm.rj.gov.br

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Fe-Oxide Cu-Au deposits and alkaline porphyry systems

SC 38 - ALKALINE Cu-Au PORPHYRIES AND Fe-OXIDE Cu-Au DEPOSITS:DISTINCT DEPOSIT TYPES, A CONTINUUM OR GENETIC LINKAGE?

Sponsored by: Mineral Deposit Research Unit (MDRU)Mineral Deposits Division (MDD)Geological Association of Canada (GAC)

Organizers: Dick Tosdal (rtosdal@eos.ubc.ca), Moira Smith (moira.smith@teckcominco.com) and Murray Hitzman (mhitzman@mines.edu)

Fe-Oxide Cu-Au deposits and alkaline porphyry systems can share a number of mineralogical, geochemical and alteration-related characteristics. A number of deposits appear to share attributes of both types. This two day short course will explore the characteristics, similarities, differences and possible linkages between both types. We will also have an open session with space available to all who wish to contribute a poster or rock specimens for discussion. The course is targeted toward mineral exploration, government and academic geologists. This is an excellent chance to meet and exchange data and views with some of the leading researchers in the field!

Presenters:
Murray Hitzman, Colorado School of Mines - Introduction to the Question
Mark Barton, University of Arizona - Overview of IOCG Deposits
Jim Lang, Consultant – Overview of Alkaline Porphyry Deposits
John Dilles, Oregon State University – IOCG-PCD Link in Nevada
Russell Dow, Colorado School of Mines, and Moira Smith, Teck Cominco Limited –Rio Grande and Arizaro-Lindero deposits in Argentina – IOCG or PCD?
Graham Nixon, B.C. Geological Survey – The Lorraine Deposit, B.C.
Geordie Mark, Monash University – IOCG Deposits in Australia
When? Saturday and Sunday, May 24 and 25, 2003 (immediately preceding the Vancouver, B.C. GAC-MAC-SEG Joint Annual Meeting)Where? Vancouver Sheraton Wall Centre, 1088 Burrard Street, Vancouver, BC, V6Z 2R9, Canada
http://www.sheratonwallcentre.com/#
Cost:$ 350 CAD - Professionals$ 175 CAD - Students with valid ID

Advertisment (in PDF)

Registration: GAC-MAC-SEG Vancouver 2003 website, www.vancouver2003.comIf you are having difficulty finding the registration area, try these links as well:

http://gac.esd.mun.ca/gac_2003/Registration.asp (on-line registration form)http://gac.esd.mun.ca/gac_2003/Registration_Form.PDF (PDF registration form)http://132.156.108.210/vancouver2003/registration_e.htm (main registration page) Please note: Short course registration on-line is reserved for delegates who are also attending the meeting.
If you wish to register for the short course only, you will need to download the registration forms and fax them in.

For more information please contact one of the organizers.

Comitê de Meio Ambiente - Amcham BH

Comitê de Meio Ambiente - Amcham BH
Ecoeconomia
Quinta, 25 de outubro de 2007

A Amcham BH tem a honra de receber em seu comitê de Meio Ambiente, Hugo Penteado, Economista-Chefe e Estrategista de Investimentos do ABN AMRO para tratar de EcoEconomia.

Nós, nossa economia e nosso sistema produtivo somos dependentes da natureza e ao mesmo tempo estamos provocando os maiores desastres ambientais já vistos na história da humanidade.. A solução milagrosa para a marginalização de milhares de pessoas é o crescimento infinito e ininterrupto das economias que por sua vez, impõe sobre a natureza pressões cada vez maiores. Vivemos um grande paradoxo, uma grande crise. É esta a discussão da palestra “Economia Ecológica e Desenvolvimento Sustentável.” Começamos apresentando um resumo dos problemas socioambientais criados pelo nosso sistema econômico de forma contínua, diária e crescente. Em seguida, mostramos como a teoria econômica tradicional simplesmente ignora os fatores sociais e ambientais e continuam influenciando na direção errada as políticas dos governos e empresas, tornando-os cegos em relação ao desastre ambiental que acabará se tornando um grande empecilho na sua meta de maximizar lucros.

Hugo Penteado é formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). Finalizou seu curso de mestrado em Economia no Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (IPE/USP). Trabalha no mercado financeiro desde 1990 e é Economista-Chefe e Estrategista de Investimentos do ABN AMRO Asset Management desde Janeiro de 1997. Como Estrategista e Economista é um importante contribuidor para o Comitê de Investimentos do AAAM-Brasil, onde são formalizadas as decisões de investimentos referentes aos mercados financeiros da América Latina com base no cenário doméstico e internacional. Escreveu o livro Ecoeconomia – Uma Nova Abordagem, publicado pela editora Lazuli sobre a análise das teorias de desenvolvimento ambiental sustentável.


Programação

8h30 às 9h
Welcome Coffee
9h às 10h
Palestra
10h às 10h30
Fórum de Debates
Local
AMCHAM BUSINESS CENTER - Rua da Paisagem, 220 - Vila da Serra - Seis Pistas
Confirmação de Presença
Por favor, confirme sua presença enviando seu nome, cargo, empresa, telefone e e-mail, até às 12h do dia anterior, para o e-mail de contato abaixo:
comites@amcham.com.br

AMCHAM BELO HORIZONTE

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Votorantim: investimento em zinco será de US$ 500 milhões

Votorantim: investimento em zinco será de US$ 500 milhões
São Paulo - 15 de Outubro de 2007
A Votorantim investirá US$ 500 milhões para ampliar sua produção de zinco de 400 mil toneladas por ano para 750 mil toneladas. O aporte faz parte dos investimentos de R$ 11,1 bilhões que serão feitos pela companhia na área de metais nos próximos três anos, segundo informou há pouco o presidente da Votorantim Industrial, José Roberto Ermírio de Moraes, em entrevista ao Broadcast Ao Vivo."Nosso maior projeto em metais é na área de zinco, com a duplicação das operações no Peru e a redução de gargalos no Brasil", disse. O segundo maior projeto é no setor de aços longos, que ganhará uma nova usina em Resende (RJ) com capacidade para 1 milhão de toneladas. O investimento deverá ser feito em duas etapas de 500 mil toneladas. Contando as operações da colombiana Acerías Paz del Rio, adquirida pela Votorantim este ano, a capacidade de aços longos chegará a 2,7 milhões de toneladas, muito acima da capacidade atual de quase 600 mil toneladas.
A usina de aços longos da empresa em Barra Mansa (RJ) atingirá sua capacidade máxima de produção no final deste ano. Segundo Moraes, não havia condição de expansão nesta unidade, o que motivou o investimento em outra usina. "Também fomos incentivados pela expectativa de crescimento de 4% a 5% na economia e pelo aumento dos negócios na construção civil", afirmou. Hoje, a Votorantim possui uma fatia de 10% no mercado, que é dominado pela Gerdau e pela Belgo (controlada pela Arcelor Mittal).
Em um primeiro momento, a produção de longos será parcialmente exportada porque o mercado interno levará algum tempo para absorver a maior oferta, mas o foco do investimento é no mercado doméstico. "Pretendemos seguir crescendo no Sudeste, principal mercado da empresa, e se possível vamos aumentar nossa participação", disse. No setor de níquel, a Votorantim pretende produzir 50 mil toneladas a mais por ano, a partir da capacidade atual de 27 mil toneladas.
O alumínio também ganhará investimentos para aumentar a produção de 470 mil toneladas da CBA para 600 mil toneladas por ano. Segundo Moraes, todos os projetos ficarão prontos em no máximo dois anos e meio. A elevada demanda por equipamentos para mineração em todo o mundo não deve ser um problema para a empresa porque os contratos de longo prazo já foram fechados com todos os fornecedores, segundo o executivo.
"Hoje existe gargalo para aquisição de equipamentos na área de mineração, mas não temos risco de atraso para nossos projetos", disse. Segundo ele, a maioria dos fornecedores é estrangeira, com exceção da área de engenharia, montagem e construção civil.