XIV Encontro de Mineradores e Consumidores
(15 a 18/Outubro/2007 em Curitiba/PR)
A ABC – Associação Brasileira de Cerâmica, preocupada com as atuais ações ambientais restritivas à mineração de minerais não metálicos, em especial com relação à Resolução CONAMA no 369, na qualidade de representante da comunidade cerâmica brasileira, convoca todos os associados e não sócios, pessoas físicas e jurídicas, a participarem do XIV Encontro de Mineradores e Consumidores, que se realizará entre os dias 15 e 18 de Outubro próximo, em Curitiba/PR, no Hotel Victória Villa.No evento será promovido um debate sobre a Resolução CONAMA 369, com a participação de Associações/Entidades Civis e Órgãos de Governo envolvidos com o assunto, propondo, ao final, a assinatura da Carta de Curitiba pelas entidades interessadas, na qual serão descritos os interesses e preocupações dos Setores envolvidos, exigindo as ações necessárias para a continuação do normal funcionamento dos mesmos, sendo a mesma, posteriormente, enviada aos Ministérios de Minas e Energia, Meio Ambiente e à Presidência da República.A ABC ressalta que a dita resolução CONAMA no 369, dividiu a mineração, colocando como exceção: areia, argila, cascalho e saibro; e classificando-os como atividade de Interesse Social, enquanto o restante da mineração foi classificada como atividade de Utilidade Pública. Ao mesmo tempo proíbe a atividade de Interesse Social de ser exercida em áreas de APP – Área de Proteção Permanente que contenham nascentes, veredas, manguezais e dunas. Ocorre, que o termo técnico nascente não é definido objetivamente em nosso Código Florestal. Tal regulamentação poderá ter conseqüências desastrosas, não apenas para o Setor Cerâmico Brasileiro (e aqui incluídos os segmentos de Pisos e Revestimentos, Estrutural, Louças Sanitárias, Louças de Mesa, Olarias, Isoladores Elétricos, Cerâmica Fina e Artístico), como também para outros Setores dependentes, direta ou indiretamente, da mineração de minerais não metálicos, tais como: Indústrias de Refratários; Siderurgia; Cimento, Vidro, Papel e Celulose, Colorifícios e a Construção Civil como um todo; interferindo diretam
ente no funcionamento dos mesmos, assim como nos possíveis investimentos futuros.Clique e
conheça a programação.
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:: INFORMAÇÕES TÉCNICAS - DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO ::
DEFINIÇÃOCerâmica compreende todos os materiais inorgânicos, não metálicos, obtidos geralmente após tratamento térmico em temperaturas elevadas.
CLASSIFICAÇÃOO setor cerâmico é amplo e heterogêneo o que induz a dividi-lo em sub-setores ou segmentos em função de diversos fatores como matérias-primas, propriedades e áreas de utilização. Dessa forma, a seguinte classificação, em geral, é adotada.
Cerâmica VermelhaCompreende aqueles materiais com coloração avermelhada empregados na construção civil (tijolos, blocos, telhas, elementos vazados, lajes, tubos cerâmicos e argilas expandidas) e também utensílios de uso doméstico e de adorno. As lajotas muitas vezes são enquadradas neste grupo porém o mais correto é em Materiais de Revestimento.
Materiais de Revestimento(Placas Cerâmicas)São aqueles materiais, na forma de placas usados na construção civil para revestimento de paredes, pisos, bancadas e piscinas de ambientes internos e externos. Recebem designações tais como: azulejo, pastilha, porcelanato, grês, lajota, piso, etc.
Cerâmica BrancaEste grupo é bastante diversificado, compreendendo materiais constituídos por um corpo branco e em geral recobertos por uma camada vítrea transparente e incolor e que eram assim agrupados pela cor branca da massa, necessária por razões estéticas e/ou técnicas. Com o advento dos vidrados opacificados, muitos dos produtos enquadrados neste grupo passaram a ser fabricados , sem prejuízo das características para uma dada aplicação, com matérias-primas com certo grau de impurezas, responsáveis pela coloração.
Dessa forma é mais adequado subdividir este grupo em:
louça sanitária
louça de mesa
isoladores elétricos para alta e baixa tensão
cerâmica artística (decorativa e utilitária).
cerâmica técnica para fins diversos, tais como: químico, elétrico, térmico e mecânico.
Materiais RefratáriosEste grupo compreende uma diversidade de produtos, que têm como finalidade suportar temperaturas elevadas nas condições específicas de processo e de operação dos equipamentos industriais, que em geral envolvem esforços mecânicos, ataques químicos, variações bruscas de temperatura e outras solicitações. Para suportar estas solicitações e em função da natureza das mesmas, foram desenvolvidos inúmeros tipos de produtos, a partir de diferentes matérias-primas ou mistura destas. Dessa forma, podemos classificar os produtos refratários quanto a matéria-prima ou componente químico principal em: sílica, sílico-aluminoso, aluminoso, mulita, magnesianocromítico, cromítico-magnesiano, carbeto de silício, grafita, carbono, zircônia, zirconita, espinélio e outros.
Isolantes Térmicosos produtos deste segmento podem ser classificados em:
a) refratários isolantes que se enquadram no segmento de refratários,b) isolantes térmicos não refratários, compreendendo produtos como vermiculita expandida, sílica diatomácea, diatomito, silicato de cálcio, lã de vidro e lã de rocha, que são obtidos por processos distintos ao do item a) e que podem ser utilizados, dependendo do tipo de produto até 1100 ºC ec) fibras ou lãs cerâmicas que apresentam características físicas semelhantes as citadas no item b), porém apresentam composições tais como sílica, sílica-alumina, alumina e zircônia, que dependendo do tipo, podem chegar a temperaturas de utilização de 2000º C ou mais.
Fritas e CorantesEstes dois produtos são importantes matérias-primas para diversos segmentos cerâmicos que requerem determinados acabamentos. Frita (ou vidrado fritado) é um vidro moído, fabricado por indústrias especializadas a partir da fusão da mistura de diferentes matérias-primas. É aplicado na superfície do corpo cerâmico que, após a queima, adquire aspecto vítreo. Este acabamento tem por finalidade aprimorar a estética, tornar a peça impermeável, aumentar a resistência mecânica e melhorar ou proporcionar outras características.
Corantes constituem-se de óxidos puros ou pigmentos inorgânicos sintéticos obtidos a partir da mistura de óxidos ou de seus compostos. Os pigmentos são fabricados por empresas especializadas, inclusive por muitas das que produzem fritas, cuja obtenção envolve a mistura das matérias-primas, calcinação e moagem. Os corantes são adicionados aos esmaltes (vidrados) ou aos corpos cerâmicos para conferir-lhes colorações das mais diversas tonalidades e efeitos especiais.
AbrasivosParte da indústria de abrasivos, por utilizarem matérias-primas e processos semelhantes aos da cerâmica, constituem-se num segmento cerâmico. Entre os produtos mais conhecidos podemos citar o óxido de alumínio eletrofundido e o carbeto de silício.
Vidro, Cimento e CalSão três importantes segmentos cerâmicos e que, por suas particularidades, são muitas vezes considerados à parte da cerâmica.
Cerâmica de Alta Tecnologia/Cerâmica AvançadaO aprofundamento dos conhecimentos da ciência dos materiais proporcionaram ao homem o desenvolvimento de novas tecnologias e aprimoramento das existentes nas mais diferentes áreas, como aeroespacial, eletrônica, nuclear e muitas outras e que passaram a exigir materiais com qualidade excepcionalmente elevada. Tais materiais passaram a ser desenvolvidos a partir de matérias-primas sintéticas de altíssima pureza e por meio de processos rigorosamente controlados. Estes produtos, que podem apresentar os mais diferentes formatos, são fabricados pelo chamado segmento cerâmico de alta tecnologia ou cerâmica avançada. Eles são classificados, de acordo com suas funções, em: eletroeletrônicos, magnéticos, ópticos, químicos, térmicos, mecânicos, biológicos e nucleares. Os produtos deste segmento são de uso intenso e a cada dia tende a se ampliar. Como alguns exemplos, podemos citar: naves espaciais, satélites, usinas nucleares, materiais para implantes em seres humanos, aparelhos de som e de vídeo, suporte de catalisadores para automóveis, sensor
INFORMAÇÕES TÉCNICAS - MATÉRIAS-PRIMAS NATURAIS ::
Matérias-primas naturais são aquelas utilizadas como extraídas da natureza ou que foram submetidas a algum tratamento físico para eliminação de impurezas indesejáveis, ou seja sem alterar a composição química e mineralógica dos componentes principais.
As principais matérias-primas estão relacionadas abaixo. Para informação sobre as mesmas, clique no item correspondente.
Agalmatolito
Andalusita
Argila
Bauxito
Calcita
Cianita
Cromita
Dolomita
Feldspato
Filitos
Cerâmicos
Grafita
Magnesita
Materiais Fundentes
Pirofilita
Quartzo
Silimanita
Talco
Wollastonita
Zirconita
(umidade, gases e outros), ferramentas de corte, brinquedos, acendedor de fogão, etc.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS - MATÉRIAS-PRIMAS SINTÉTICAS ::
Matérias-primas sintéticas são aquelas que individualmente ou em mistura foram submetidas a um tratamento térmico, que pode ser calcinação, sinterização, fusão e fusão/redução e as produzidas por processos químicos.
As principais matérias-primas estão relacionadas abaixo. Para informação sobre as mesmas, clique no item correspondente.
Alumina
Alumina Calcinada para Cerâmica
Alumina Eletrofundida Marrom
Alumina Eletrofundida Branca
Alumina Tabular
Carbeto de Silício
Cimento Aluminoso
EspinélioMagnésia
Mulita Sintética
Mulita - Zircônia
Óxido de ZincoSílica Ativa
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada
Notas – Semana de 27 de setembro a 3 de outubro de 2007
27/09/2007
Assinatura
do Repórter
Edital Pensa Rio recebe 206 propostasEncerradas as inscrições on-line para o edital Pensa Rio – Apoio ao Estudo de Temas Relevantes e Estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro, o sistema inFAPERJ contabilizou 206 candidatos. Lançado em 27 de julho, o programa irá disponibilizar R$ 30 milhões para o apoio de pesquisas multidisciplinares abrangentes, em áreas relevantes e estratégicas para o estado do Rio de Janeiro. A instituição que mais submeteu projetos foi a UFRJ (83). Uerj (27), Fiocruz (22), UFF (16) e Uenf (13) também tiveram número expressivo de inscrições. O Pensa Rio financia projetos sobre temas tão distintos quanto agricultura familiar, fármacos e fitoterápicos, habitação e urbanização, biodiversidade, minorias e intolerâncias correlatas, doenças parasitárias e infecciosas, entre quase 40 assuntos diversos. Os recursos serão divididos em duas parcelas de R$ 15 milhões. E as propostas precisam se enquadrar em uma de três faixas, de acordo com o montante solicitado e o número de pesquisadores doutores no grupo (Faixa A: participação de, no mínimo, quatro pesquisadores e orçamento máximo de R$ 200 mil; Faixa B: participação de, no mínimo, oito pesquisadores e orçamento máximo de R$ 400 mil; e Faixa C: participação de, no mínimo, 12 pesquisadores e orçamento máximo de R$ 600 mil).
Ruy Marques e Nélson Maculan discutem intercâmbio com universidades italianasO diretor-presidente da FAPERJ, Ruy Marques, e o Secretário de Educação Nélson Maculan, que acompanharam o governador Sérgio Cabral durante viagem à Europa na semana passada, foram recebidos em agenda paralela pelos reitores da Universidade de Roma I (La Sapienza), Renato Guarini, e do Instituto Politécnico de Milão, Giulio Ballio. Nas duas ocasiões, foram iniciados contatos visando a assinatura de termo de cooperação técnico-científica envolvendo o intercâmbio de professores e alunos. No Politécnico, foi debatida a possibilidade de que alunos de pós-graduação dos dois países tenham duplo diploma, tanto da Politécnica quanto de instituições sediadas no Estado do Rio. Ruy Marques participou da comitiva de Cabral, representando o Secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso.
Celso Lafer toma posse como presidente da Fapesp A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo tem novo presidente desde quarta-feira (26/9), quando Celso Lafer tomou posse em cerimônia assistida pelo governador José Serra, na sede da Fundação, na capital paulista. Professor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Lafer presidirá a instituição nos próximos três anos em substituição ao lingüista e secretário do Ensino Superior Carlos Vogt. Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo; José Carlos Vaz de Lima, deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa; Alberto Goldman, vice-governador e secretário de Desenvolvimento; e Aloysio Nunes Ferreira Filho, secretário da Casa Civil, entre outros, também estiveram presentes à cerimônia em que Lafer ressaltou o papel da Fapesp como elo entre o saber literário e humanista e o conhecimento científico. Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em 1999, e ministro das Relações Exteriores em 1992 e de 2001 a 2002, Lafer foi ainda embaixador do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) e na Organização das Nações Unidas, de 1995 a 1998. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências, eleito em 2004, e da Academia Brasileira de Letras, eleito em 2006, o acadêmico foi laureado com o prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais, em 2001. Mais informações: www.fapesp.br
Belita Koiller faz conferência no Copea/UFRJA próxima palestra do ciclo de conferências Nanociências e Nanotecnologia, promovido pela Coordenação de Programas de Estudos Avançados da UFRJ (Copea), será feita pela física Belita Koiller, da UFRJ. O tema da conferência de quinta-feira, dia 4 de outubro, às 17h30, é A Computação na Nanoescala. Integrante da Academia Brasileira de Ciências desde 1985, Koiller foi coordenadora da área de Física da FAPERJ, de 1999 a 2004. Aberta ao público, o ciclo acontece no Salão Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura/UFRJ. O Fórum fica no campus da Praia Vermelha (Palácio Universitário da Praia Vermelha – Av. Pasteur, 250, 2º andar, Urca). Outras informações: http://www.forum.ufrj.br/ ou pelo tel.: (21) 2295-1595, ramais 113 e 117.
Novo programa de Epidemiologia tem inscrições abertasVão até o dia 10 de outubro as inscrições para o novo programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP/Fiocruz. Como em outros programas de pós-graduação da escola, as inscrições só podem ser feitas pela internet no endereço Plataforma Siga. O curso terá 24 meses e deverá contar com 30 docentes, oferecendo 37 disciplinas, distribuídas em cinco áreas de concentração: Epidemiologia Geral; Métodos Quantitativos em Epidemiologia; Epidemiologia, Etnicidade e Saúde; Filosofia e Ciências Sociais Aplicadas à Epidemiologia; e Epidemiologia das Doenças Infecciosas. A coordenação é dos pesquisadores Francisco Inácio Bastos e Sheila Mendonça. Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP foi o único entre os 194 novos cursos aprovados pela Capes a obter conceito 6. Desse total, apenas cinco são da área de saúde coletiva. O Conselho Técnico-Científico da Capes analisou o total de 444 cursos, 19 ainda estão sendo analisados e 231 não foram recomendados. Mais informações: http://www.ensp.fiocruz.br.CNPq anuncia R$ 15 milhões para informática
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), anunciou que destinará R$ 15 milhões para financiar pesquisas nas áreas de tecnologia da informação e engenharia de software. Serão selecionadas propostas por meio de dois editais: o primeiro, que atende o Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação (PD&I-TI), terá R$ 9 milhões em dois anos para financiar projetos em áreas relacionadas aos temas lançados pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O segundo edital, que escolherá propostas para concessão de bolsas de doutorado em Engenharia de Software, é uma ação do Programa para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. As inscrições serão feitas em duas chamadas. A primeira, com prazo final no dia 4 de novembro, elegerá propostas a serem contratadas em novembro deste ano. Na segunda chamada, o prazo final para submissão de propostas é 25 de janeiro de 2008, e os projetos aprovados serão contratados a partir de março de 2008. Mais informações: www.cnpq.br/editais/ct/2007/007.htm ou www.cnpq.br/editais/ct/2007/017.htm.
LNLS oferece bolsas de iniciação científica e tecnológica Os interessados em participar do 17º Programa Bolsas de Verão, promovido pelo Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), devem inscrever-se até o dia 22 de outubro. O programa é voltado a universitários que queiram desenvolver projetos de iniciação científica e tecnológica nas instalações do laboratório, em Campinas (SP). A cada ano, o LNLS elege 15 estudantes do 5° semestre dos cursos de graduação em ciências exatas, biológicas e engenharia, de instituições de ensino superior de todo o Brasil, e de países da América Latina e do Caribe, além de África do Sul e Austrália. O programa possibilitará aos bolsistas que, em janeiro e fevereiro de 2008, se empenhem em projetos nas áreas de biologia estrutural e molecular, ciência de materiais (com ênfase em nanotecnologia e nanociência com aplicações de luz síncrotron), instrumentação científica, física e engenharia de aceleradores. Para inscrever-se é preciso enviar CV e histórico escolar, além de cartas de recomendação de dois professores para o e-mail bv2008@lnls.br. Mais informações: http://www.lnls.br.CNPq lança edital para fixar doutores no Norte, Nordeste e Centro-Oeste
Por meio de edital lançado em 13 de setembro, o CNPq está selecionando propostas para o desenvolvimento de pesquisas em áreas vinculadas ao setor nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os recursos alocados na iniciativa são do Fundo Setorial de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (CT-Petro) e totalizam R$ 4,5 milhões. A agência irá selecionar propostas no âmbito do Programa de Estímulo à Fixação de Recursos Humanos de interesse dos Fundos Setoriais (Proset). As propostas podem ser submetidas até 28 de outubro por pesquisadores doutores que queiram desenvolver projetos em áreas vinculadas aos setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis em instituição de ensino superior ou instituto de pesquisa científica ou tecnológica localizado no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste do País. Os recursos serão liberados em duas etapas – sendo R$ 2 milhões para este ano e R$ 2,5 milhões em 2008 – e destinados à concessão de bolsas e auxílios, incluindo a aquisição de material de consumo e bibliográfico, pagamento de serviços de terceiros, compra de equipamentos e outras despesas relativas necessárias para o desenvolvimento do projeto. Mais informações: http://www.cnpq.br.Mestrado em Engenharia Biomédica na Coppe: inscrições abertas
Estão abertas até 29 de novembro as inscrições para o mestrado em Engenharia Biomédica na Coppe/UFRJ. O curso é dirigido aos profissionais de Ciências Exatas e Engenharias bem como de Ciências Biológicas e de Saúde e que tenham interesse em se qualificar nas áreas de Instrumentação Biomédica, Processamento de Sinais e Imagens Médicas, Ultra-Som, Engenharia Pulmonar, Engenharia de Sistemas de Saúde e Engenharia Clinica. A Engenharia Biomédica está relacionada com a aplicação dos métodos de distintas áreas das Ciências Exatas e de Engenharia no campo das Ciências Médicas e Biológicas. A evolução da tecnologia levou a Engenharia Biomédica a atuar no desenvolvimento de instrumentos para uso médico. Os profissionais são requisitados, não só para atuarem em Engenharia Biomédica, como também nas áreas correlatas de processamento de sinais, instrumentação científica, informática e manutenção de sistemas e instrumentais complexos. Mais informações: tel.: (21) 2562-8630 ou pelo endereço http://www.peb.ufrj.br.Uerj debate violência contra criançasPor iniciativa de seu Instituto de Psicologia, a Uerj (Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã) realiza nos dias 28 e 29 de setembro a V Jornada Internacional sobre Violência contra Crianças. Os principais objetivos do evento são contribuir para o avanço dos conhecimentos específicos na área e oferecer mais informações aos profissionais que prestam assistência às crianças vítimas de violência e abuso sexual. Os palestrantes serão professores e pesquisadores da Uerj, UFRJ, UFF, Fiocruz, entre outras instituições. Durante o evento, será lançado o livro O trauma, o estranho e o psiquiatrismo infantil, da psicóloga e ex-aluna da Uerj Cristiane Neves Pereira. Os interessados podem se inscrever até o dia 27 de setembro. O evento será realizado no Auditório 91, 9º andar, do Pavilhão João Lyra Filho. Mais informações: 2587-7101 e 2587-7756. Mais informações: www.uerj.br.
© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada
27/09/2007
Assinatura
do Repórter
Edital Pensa Rio recebe 206 propostasEncerradas as inscrições on-line para o edital Pensa Rio – Apoio ao Estudo de Temas Relevantes e Estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro, o sistema inFAPERJ contabilizou 206 candidatos. Lançado em 27 de julho, o programa irá disponibilizar R$ 30 milhões para o apoio de pesquisas multidisciplinares abrangentes, em áreas relevantes e estratégicas para o estado do Rio de Janeiro. A instituição que mais submeteu projetos foi a UFRJ (83). Uerj (27), Fiocruz (22), UFF (16) e Uenf (13) também tiveram número expressivo de inscrições. O Pensa Rio financia projetos sobre temas tão distintos quanto agricultura familiar, fármacos e fitoterápicos, habitação e urbanização, biodiversidade, minorias e intolerâncias correlatas, doenças parasitárias e infecciosas, entre quase 40 assuntos diversos. Os recursos serão divididos em duas parcelas de R$ 15 milhões. E as propostas precisam se enquadrar em uma de três faixas, de acordo com o montante solicitado e o número de pesquisadores doutores no grupo (Faixa A: participação de, no mínimo, quatro pesquisadores e orçamento máximo de R$ 200 mil; Faixa B: participação de, no mínimo, oito pesquisadores e orçamento máximo de R$ 400 mil; e Faixa C: participação de, no mínimo, 12 pesquisadores e orçamento máximo de R$ 600 mil).
Ruy Marques e Nélson Maculan discutem intercâmbio com universidades italianasO diretor-presidente da FAPERJ, Ruy Marques, e o Secretário de Educação Nélson Maculan, que acompanharam o governador Sérgio Cabral durante viagem à Europa na semana passada, foram recebidos em agenda paralela pelos reitores da Universidade de Roma I (La Sapienza), Renato Guarini, e do Instituto Politécnico de Milão, Giulio Ballio. Nas duas ocasiões, foram iniciados contatos visando a assinatura de termo de cooperação técnico-científica envolvendo o intercâmbio de professores e alunos. No Politécnico, foi debatida a possibilidade de que alunos de pós-graduação dos dois países tenham duplo diploma, tanto da Politécnica quanto de instituições sediadas no Estado do Rio. Ruy Marques participou da comitiva de Cabral, representando o Secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso.
Celso Lafer toma posse como presidente da Fapesp A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo tem novo presidente desde quarta-feira (26/9), quando Celso Lafer tomou posse em cerimônia assistida pelo governador José Serra, na sede da Fundação, na capital paulista. Professor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Lafer presidirá a instituição nos próximos três anos em substituição ao lingüista e secretário do Ensino Superior Carlos Vogt. Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo; José Carlos Vaz de Lima, deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa; Alberto Goldman, vice-governador e secretário de Desenvolvimento; e Aloysio Nunes Ferreira Filho, secretário da Casa Civil, entre outros, também estiveram presentes à cerimônia em que Lafer ressaltou o papel da Fapesp como elo entre o saber literário e humanista e o conhecimento científico. Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em 1999, e ministro das Relações Exteriores em 1992 e de 2001 a 2002, Lafer foi ainda embaixador do Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) e na Organização das Nações Unidas, de 1995 a 1998. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências, eleito em 2004, e da Academia Brasileira de Letras, eleito em 2006, o acadêmico foi laureado com o prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais, em 2001. Mais informações: www.fapesp.br
Belita Koiller faz conferência no Copea/UFRJA próxima palestra do ciclo de conferências Nanociências e Nanotecnologia, promovido pela Coordenação de Programas de Estudos Avançados da UFRJ (Copea), será feita pela física Belita Koiller, da UFRJ. O tema da conferência de quinta-feira, dia 4 de outubro, às 17h30, é A Computação na Nanoescala. Integrante da Academia Brasileira de Ciências desde 1985, Koiller foi coordenadora da área de Física da FAPERJ, de 1999 a 2004. Aberta ao público, o ciclo acontece no Salão Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura/UFRJ. O Fórum fica no campus da Praia Vermelha (Palácio Universitário da Praia Vermelha – Av. Pasteur, 250, 2º andar, Urca). Outras informações: http://www.forum.ufrj.br/ ou pelo tel.: (21) 2295-1595, ramais 113 e 117.
Novo programa de Epidemiologia tem inscrições abertasVão até o dia 10 de outubro as inscrições para o novo programa de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP/Fiocruz. Como em outros programas de pós-graduação da escola, as inscrições só podem ser feitas pela internet no endereço Plataforma Siga. O curso terá 24 meses e deverá contar com 30 docentes, oferecendo 37 disciplinas, distribuídas em cinco áreas de concentração: Epidemiologia Geral; Métodos Quantitativos em Epidemiologia; Epidemiologia, Etnicidade e Saúde; Filosofia e Ciências Sociais Aplicadas à Epidemiologia; e Epidemiologia das Doenças Infecciosas. A coordenação é dos pesquisadores Francisco Inácio Bastos e Sheila Mendonça. Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP foi o único entre os 194 novos cursos aprovados pela Capes a obter conceito 6. Desse total, apenas cinco são da área de saúde coletiva. O Conselho Técnico-Científico da Capes analisou o total de 444 cursos, 19 ainda estão sendo analisados e 231 não foram recomendados. Mais informações: http://www.ensp.fiocruz.br.CNPq anuncia R$ 15 milhões para informática
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), anunciou que destinará R$ 15 milhões para financiar pesquisas nas áreas de tecnologia da informação e engenharia de software. Serão selecionadas propostas por meio de dois editais: o primeiro, que atende o Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação (PD&I-TI), terá R$ 9 milhões em dois anos para financiar projetos em áreas relacionadas aos temas lançados pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). O segundo edital, que escolherá propostas para concessão de bolsas de doutorado em Engenharia de Software, é uma ação do Programa para Promoção da Excelência do Software Brasileiro. As inscrições serão feitas em duas chamadas. A primeira, com prazo final no dia 4 de novembro, elegerá propostas a serem contratadas em novembro deste ano. Na segunda chamada, o prazo final para submissão de propostas é 25 de janeiro de 2008, e os projetos aprovados serão contratados a partir de março de 2008. Mais informações: www.cnpq.br/editais/ct/2007/007.htm ou www.cnpq.br/editais/ct/2007/017.htm.
LNLS oferece bolsas de iniciação científica e tecnológica Os interessados em participar do 17º Programa Bolsas de Verão, promovido pelo Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), devem inscrever-se até o dia 22 de outubro. O programa é voltado a universitários que queiram desenvolver projetos de iniciação científica e tecnológica nas instalações do laboratório, em Campinas (SP). A cada ano, o LNLS elege 15 estudantes do 5° semestre dos cursos de graduação em ciências exatas, biológicas e engenharia, de instituições de ensino superior de todo o Brasil, e de países da América Latina e do Caribe, além de África do Sul e Austrália. O programa possibilitará aos bolsistas que, em janeiro e fevereiro de 2008, se empenhem em projetos nas áreas de biologia estrutural e molecular, ciência de materiais (com ênfase em nanotecnologia e nanociência com aplicações de luz síncrotron), instrumentação científica, física e engenharia de aceleradores. Para inscrever-se é preciso enviar CV e histórico escolar, além de cartas de recomendação de dois professores para o e-mail bv2008@lnls.br. Mais informações: http://www.lnls.br.CNPq lança edital para fixar doutores no Norte, Nordeste e Centro-Oeste
Por meio de edital lançado em 13 de setembro, o CNPq está selecionando propostas para o desenvolvimento de pesquisas em áreas vinculadas ao setor nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os recursos alocados na iniciativa são do Fundo Setorial de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (CT-Petro) e totalizam R$ 4,5 milhões. A agência irá selecionar propostas no âmbito do Programa de Estímulo à Fixação de Recursos Humanos de interesse dos Fundos Setoriais (Proset). As propostas podem ser submetidas até 28 de outubro por pesquisadores doutores que queiram desenvolver projetos em áreas vinculadas aos setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis em instituição de ensino superior ou instituto de pesquisa científica ou tecnológica localizado no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste do País. Os recursos serão liberados em duas etapas – sendo R$ 2 milhões para este ano e R$ 2,5 milhões em 2008 – e destinados à concessão de bolsas e auxílios, incluindo a aquisição de material de consumo e bibliográfico, pagamento de serviços de terceiros, compra de equipamentos e outras despesas relativas necessárias para o desenvolvimento do projeto. Mais informações: http://www.cnpq.br.Mestrado em Engenharia Biomédica na Coppe: inscrições abertas
Estão abertas até 29 de novembro as inscrições para o mestrado em Engenharia Biomédica na Coppe/UFRJ. O curso é dirigido aos profissionais de Ciências Exatas e Engenharias bem como de Ciências Biológicas e de Saúde e que tenham interesse em se qualificar nas áreas de Instrumentação Biomédica, Processamento de Sinais e Imagens Médicas, Ultra-Som, Engenharia Pulmonar, Engenharia de Sistemas de Saúde e Engenharia Clinica. A Engenharia Biomédica está relacionada com a aplicação dos métodos de distintas áreas das Ciências Exatas e de Engenharia no campo das Ciências Médicas e Biológicas. A evolução da tecnologia levou a Engenharia Biomédica a atuar no desenvolvimento de instrumentos para uso médico. Os profissionais são requisitados, não só para atuarem em Engenharia Biomédica, como também nas áreas correlatas de processamento de sinais, instrumentação científica, informática e manutenção de sistemas e instrumentais complexos. Mais informações: tel.: (21) 2562-8630 ou pelo endereço http://www.peb.ufrj.br.Uerj debate violência contra criançasPor iniciativa de seu Instituto de Psicologia, a Uerj (Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã) realiza nos dias 28 e 29 de setembro a V Jornada Internacional sobre Violência contra Crianças. Os principais objetivos do evento são contribuir para o avanço dos conhecimentos específicos na área e oferecer mais informações aos profissionais que prestam assistência às crianças vítimas de violência e abuso sexual. Os palestrantes serão professores e pesquisadores da Uerj, UFRJ, UFF, Fiocruz, entre outras instituições. Durante o evento, será lançado o livro O trauma, o estranho e o psiquiatrismo infantil, da psicóloga e ex-aluna da Uerj Cristiane Neves Pereira. Os interessados podem se inscrever até o dia 27 de setembro. O evento será realizado no Auditório 91, 9º andar, do Pavilhão João Lyra Filho. Mais informações: 2587-7101 e 2587-7756. Mais informações: www.uerj.br.
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SO VOU ACREDITAR VENDO MAS PARABENS AO IBRAM entre outros.

Editorial - Brasil Mineral
Apoio maior para o setor da Mineração
São Paulo, 27 de Setembro de 2007
Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara dos Deputados, entende que o Congresso Nacional não pode mais ficar alheio à mineração dada à representatividade do setor na economia brasileira.Na opinião de Chinaglia, "já há clima" UFAAAAAAAAAAAAAA ATÉ QUE ENFIM........MAS VAMOS VER ........entre os parlamentares para tratar de projetos polêmicos como a mineração em terras indígenas, ATE QUANDO VAO ESPERAR NA GAVETA.......
por exemplo, entre outros que venham a favorecer a atividade mineral no País.
Além da mineração em terras indígenas, outros projetos de lei de interesse do setor que tramitam no Congresso dizem respeito a questões relacionadas ao meio ambiente, regulamentação online de decretos de lavra, SO VOU ACREDITAR VENDO MAS PARABENS AO IBRAM entre outros.
- Editorial - Brasil InfoMine
Mineração deve ter ampla discussão na região Oeste
São Paulo - 27 de Setembro de 2007
A deputada Josefina Carmo defendeu que seja realizada uma ampla discussão sobre os projetos de mineração na região oeste do Pará.ANTES TARDE DO QUE NUNCA............ - Segundo ela, esta poderá se tornar uma importante fonte de desenvolvimento regional, principalmente para a Calha Norte. A parlamentar lembrou que nos municípios de Monte Alegre e Alenquer foi descoberto uma das maiores minas da bauxita do mundo, pela mineradora Rio Tinto. Segundo Josefina, a empresa pretende investir R$ 2.2 bilhões de dólares em um projeto de extração e beneficiamento do minério, mas não pode dar seqüência aos estudos por causa da criação de uma unidade de conservação.
Ela informou que existem propostas de soluções para o problema, para que a área onde está localizada a bauxita possa ser explorada. A deputada destacou que o investimento será quase três vezes maior do que a Alcoa está fazendo hoje no município de Juruti, destacando a necessidade de o início de uma discussão com a empresa Rio Tinto, para que possa ser defendidas ações que visam ao desenvolvimento da região.
Josefina sugeriu a realização de uma audiência da ACES com a mineradora Rio Tinto, para discutir o projeto. O presidente da Associação Comercial, Olavo das Neves, avaliou como muito produtiva a reunião com a deputada, destacando que o objetivo das reuniões com os parlamentares é, além de ouvir sobre o trabalho deles e sobre a real situação sobre os projetos para a região, apresentar novos problemas e sugestões.
'Tem sido muito importante este contato, pois estamos recebendo informações importantes e também
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EDITORIAL
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
INTRUSÃO E ROCHAS ÍGNEAS

Intrusão
Torre do Diabo, é uma intrusão ígnea exposta quando a rocha encaixante, menos resistente, foi removida por erosão
Torre do Diabo, é uma intrusão ígnea exposta quando a rocha encaixante, menos resistente, foi removida por erosão
Em geologia, uma intrusão é um corpo de rocha ígnea que cristalizou de um magma derretido sob a superfície da Terra. As massas de magma que solidificam em profundidade, antes de atingirem a superfície terrestre, são designados plutões, de Plutão, o deus romano do submundo. Correspondentemente, as rochas deste tipo também são designadas como rochas ígneas plutónicas ou rochas ígneas intrusivas. Comparar com rochas extrusivas. A rocha que rodeia um plutão é chamada rocha encaixante.
Variedades
Em termos da sua composição, as rochas intrusivas abrangem toda a sequência de tipos de rochas ígneas desde os densos e escuros peridotitos ultramáficos até aos muito claros e pouco densos granitos alcalinos e sienitos. Um exemplo bem conhecido de intrusão ígnea é o Complexo do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, Brasil.
Em termos da sua composição, as rochas intrusivas abrangem toda a sequência de tipos de rochas ígneas desde os densos e escuros peridotitos ultramáficos até aos muito claros e pouco densos granitos alcalinos e sienitos. Um exemplo bem conhecido de intrusão ígnea é o Complexo do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, Brasil.
Tipos estruturais
As rochas intrusivas ocorrem também numa grande variedade de formas, desde batólitos do tamanho de montanhas, a enchimentos de fracturas de pequena espessura (aplitos). As estruturas intrusivas são muitas vezes classificadas em função do facto de estarem ou não orientadas paralelamente aos planos de estratificação ou foliação da rocha encaixante: se as intrusões são paralelas, dizem-se concordantes, se cortam através da rocha encaixante dizem-se discordantes. Entre os tipos estruturais incluem-se:
batólito: intrusões irregulares de grande dimensão.
stock: intrusões mais pequenas irregulares e discordantes.
dique: corpo tabular estreito e discordante, muitas vezes com atitude quase vertical.
soleira: corpo tabular de pequena espessura e concordante, geralmente sub-horizontal na altura de formação, cuja intrusão ocorreu ao longo de um plano de estratificação.
tubo vulcânico: corpo quase vertical com forma circular ou de tubo que pode ter alimentado um vulcão.
lacólito: corpo concordante de base essencialmente plana e com superfície superior em forma de domo, geralmente com tubo de alimentação situado abaixo.
lopólito: corpo concordante com o topo essencialmente plano ou em forma de sela e base convexa de pequena profundidade (forma de colher). Pode ter um dique ou um tubo de alimentação abaixo.
facólito: plutão concordante de forma lenticular, tipicamente situado na crista de um anticlinal ou no vale de um sinclinal.
As rochas intrusivas ocorrem também numa grande variedade de formas, desde batólitos do tamanho de montanhas, a enchimentos de fracturas de pequena espessura (aplitos). As estruturas intrusivas são muitas vezes classificadas em função do facto de estarem ou não orientadas paralelamente aos planos de estratificação ou foliação da rocha encaixante: se as intrusões são paralelas, dizem-se concordantes, se cortam através da rocha encaixante dizem-se discordantes. Entre os tipos estruturais incluem-se:
batólito: intrusões irregulares de grande dimensão.
stock: intrusões mais pequenas irregulares e discordantes.
dique: corpo tabular estreito e discordante, muitas vezes com atitude quase vertical.
soleira: corpo tabular de pequena espessura e concordante, geralmente sub-horizontal na altura de formação, cuja intrusão ocorreu ao longo de um plano de estratificação.
tubo vulcânico: corpo quase vertical com forma circular ou de tubo que pode ter alimentado um vulcão.
lacólito: corpo concordante de base essencialmente plana e com superfície superior em forma de domo, geralmente com tubo de alimentação situado abaixo.
lopólito: corpo concordante com o topo essencialmente plano ou em forma de sela e base convexa de pequena profundidade (forma de colher). Pode ter um dique ou um tubo de alimentação abaixo.
facólito: plutão concordante de forma lenticular, tipicamente situado na crista de um anticlinal ou no vale de um sinclinal.
Rocha ígnea, rocha magmática ou rocha eruptiva é um tipo de rocha que resultou da consolidação devida a resfriamento de magma derretido ou parcialmente derretido.
O processo de solidificação é complexo e nele podem distinguir-se a fase ortomagmática, a fase pegmatítica-pneumatolítica e a fase hidrotermal. Estas rochas são compostas de feldspato (59,5%), quartzo (12%), piroxênios e anfibolitos (16,8%), micas (3,8%) e minerais acessorios (7%). Ocupam cerca de 25% da superfície terrestre e 90% do volume terrestre, devido ao processo de gênese.
O magma, ao solidificar-se, dependendo das condições - principalmente da pressão e temperatura - pode originar uma grande variedade de rochas, que se dividem em três grandes grupos:
O processo de solidificação é complexo e nele podem distinguir-se a fase ortomagmática, a fase pegmatítica-pneumatolítica e a fase hidrotermal. Estas rochas são compostas de feldspato (59,5%), quartzo (12%), piroxênios e anfibolitos (16,8%), micas (3,8%) e minerais acessorios (7%). Ocupam cerca de 25% da superfície terrestre e 90% do volume terrestre, devido ao processo de gênese.
O magma, ao solidificar-se, dependendo das condições - principalmente da pressão e temperatura - pode originar uma grande variedade de rochas, que se dividem em três grandes grupos:
Rochas ígneas plutônicas, intrusivas ou abissais
São formadas a partir do resfriamento do magma no interior da crosta, nas partes profundas da litosfera, sem contato com a superfície. Elas só apareceram à superfície depois de removido o material sedimentar ou metamórfico que a recobria. Em geral, o resfriamento é lento e ocorre a cristalização de todos os seus minerais. Normalmente as rochas plutônicas ou intrusivas apresentam uma estrutura maciça. A sua estrutura mais corrente é granular, isto é, os minerais apresentam-se equidimensionais ligados entre si. A classificação detalhada das rochas magmáticas requer um estudo microscópico da mesma. Em linhas gerais, podem considerar-se as seguintes famílias de rochas magmáticas, entre as quais existe toda uma série de rochas intermédias:
Granito do Vale Yosemite, Califórnia, Estados Unidos.
Família do granito: o granito é uma mistura de quartzo, feldspato e micas, além de outros minerais, que se podem encontrar em menores proporções e que recebem a denominação de acessórios. Estes podem ser turmalinas, plagioclases, topázio, e outros mais. O granito é uma rocha ácida e pouco densa que aparece abundantemente em grandes massas, formando regiões inteiras ou as zonas centrais de muitos acidentes montanhosos. O equivalente vulcânico do granito é o riolito;
São formadas a partir do resfriamento do magma no interior da crosta, nas partes profundas da litosfera, sem contato com a superfície. Elas só apareceram à superfície depois de removido o material sedimentar ou metamórfico que a recobria. Em geral, o resfriamento é lento e ocorre a cristalização de todos os seus minerais. Normalmente as rochas plutônicas ou intrusivas apresentam uma estrutura maciça. A sua estrutura mais corrente é granular, isto é, os minerais apresentam-se equidimensionais ligados entre si. A classificação detalhada das rochas magmáticas requer um estudo microscópico da mesma. Em linhas gerais, podem considerar-se as seguintes famílias de rochas magmáticas, entre as quais existe toda uma série de rochas intermédias:
Granito do Vale Yosemite, Califórnia, Estados Unidos.
Família do granito: o granito é uma mistura de quartzo, feldspato e micas, além de outros minerais, que se podem encontrar em menores proporções e que recebem a denominação de acessórios. Estes podem ser turmalinas, plagioclases, topázio, e outros mais. O granito é uma rocha ácida e pouco densa que aparece abundantemente em grandes massas, formando regiões inteiras ou as zonas centrais de muitos acidentes montanhosos. O equivalente vulcânico do granito é o riolito;
Família do sienito: tem como minerais essenciais os feldspatos alcalinos, especialmente a ortoclase, aos quais se associa a hornblenda, a augite e a biotite. Não apresentam nem moscovite nem quartzo. São rochas neutras. O equivalente vulcânico do sienito é o traquito;
Diorito, uma rocha ígnea intrusiva.
Família do diorito: tem como minerais essenciais os feldsfatos calcossódicos ácidos - oligoclase e andesina. A estes associam-se, em geral, a hornblenda, a augite e a biotite. O equivalente vulcânico do diorito é o andesito.
Diorito, uma rocha ígnea intrusiva.
Família do diorito: tem como minerais essenciais os feldsfatos calcossódicos ácidos - oligoclase e andesina. A estes associam-se, em geral, a hornblenda, a augite e a biotite. O equivalente vulcânico do diorito é o andesito.
Família do gabro: são rochas escuras, verdes ou negras, bastante densas e sem quartzo, pelo que são rochas básicas. Os seus minerais essenciais são os feldspatos básicos - labradorite e anortite -, acompanhados, geralmente, por diálage, biotite, augite e olivina. O equivalente vulcânico do gabro é o basalto;
Família do peridotito: são rochas constituídas por anfíbolas e piroxenas e, sobretudo, por olivina. São rochas ultrabásicas muito densas e escuras. O magma que as originou formou-se em grande profundidade, muitas vezes na parte superior do manto. Os peridotitos são rochas muito alteráveis por efeito dos agentes meteóricos, transformando-se em serpentinitos, que são utilizados como pedras ornamentais, muito apreciada pela sua cor verde escura.
Basalto, uma rocha ígnea extrusiva.
Rochas ígneas vulcânicas, extrusivas ou efusivas
São formadas a partir do resfriamento do material expelido pelas erupções vulcânicas atuais ou antigas. A consolidação do magma, então, acontece na superfície da crosta ou próximo a ela. O resfriamento é rapido, o que faz a que estas rochas, por vezes, apresentem material vítreo. Essas rochas têm textura microlítica ou vidrosa (vítrea). Há uma grande diversidade de rochas vulcânicas que se agrupam em alguns tipos gerais: siólitos, traquitos, andesitos e basaltos, entre os quais existe uma série de rochas intermédias, do mesmo modo que nas rochas plutônicas;
Rochas filonianas ou hipoabissais
São as rochas que alguns autores consideram, de certo modo, fazer a transição entre as rochas vulcânicas e as rochas plutônicas. Sem atingir a superfície, aproximam-se muito dela e podem preencher as fissuras da crosta terrestre. Umas formam-se por resfriamento do magma numa fissura, outras formam o recheio das fissuras e fraturas, devido à presença de soluções hidrotermais (de águas térmicas) que aí precitam os minerais. Todas as rochas filonianas se encontram em relação direta com o magma, isto é, com rochas intrusivas
Basalto, uma rocha ígnea extrusiva.
Rochas ígneas vulcânicas, extrusivas ou efusivas
São formadas a partir do resfriamento do material expelido pelas erupções vulcânicas atuais ou antigas. A consolidação do magma, então, acontece na superfície da crosta ou próximo a ela. O resfriamento é rapido, o que faz a que estas rochas, por vezes, apresentem material vítreo. Essas rochas têm textura microlítica ou vidrosa (vítrea). Há uma grande diversidade de rochas vulcânicas que se agrupam em alguns tipos gerais: siólitos, traquitos, andesitos e basaltos, entre os quais existe uma série de rochas intermédias, do mesmo modo que nas rochas plutônicas;
Rochas filonianas ou hipoabissais
São as rochas que alguns autores consideram, de certo modo, fazer a transição entre as rochas vulcânicas e as rochas plutônicas. Sem atingir a superfície, aproximam-se muito dela e podem preencher as fissuras da crosta terrestre. Umas formam-se por resfriamento do magma numa fissura, outras formam o recheio das fissuras e fraturas, devido à presença de soluções hidrotermais (de águas térmicas) que aí precitam os minerais. Todas as rochas filonianas se encontram em relação direta com o magma, isto é, com rochas intrusivas
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HIDROLOGIA CIENCIA

A Hidrologia é a ciência que estuda a ocorrência, distribuição e movimentação da água no planeta Terra. A definição atual deve ser ampliada para incluir aspectos de qualidade da água, ecologia , poluição e descontaminação.
1 Introdução
2 Definições
3 Histórico
4 Campos de aplicações da Hidrologia
5 Campos de ação da geografia nos recursos hídricos
5.1 Quantidade de água
5.2 Qualidade da água
6 Resposta de uma bacia hidrográfica
7 Balanço hídrico
8 Bibliografia
9 Ver também
10 Ligações externas
Hidrologia é, em um sentido amplo, a ciência que se relaciona com a água. Como ela se relaciona com a ocorrência primária de água na Terra, é considerada uma ciência natural. Por razões práticas, no entanto, a hidrologia restringe-se a alguns de seus aspectos, por exemplo, ela não cobre todo o estudo sobre oceanos (oceanografia) e também não se preocupa com usos médicos da água (hidrologia médica).
2 Definições
3 Histórico
4 Campos de aplicações da Hidrologia
5 Campos de ação da geografia nos recursos hídricos
5.1 Quantidade de água
5.2 Qualidade da água
6 Resposta de uma bacia hidrográfica
7 Balanço hídrico
8 Bibliografia
9 Ver também
10 Ligações externas
Hidrologia é, em um sentido amplo, a ciência que se relaciona com a água. Como ela se relaciona com a ocorrência primária de água na Terra, é considerada uma ciência natural. Por razões práticas, no entanto, a hidrologia restringe-se a alguns de seus aspectos, por exemplo, ela não cobre todo o estudo sobre oceanos (oceanografia) e também não se preocupa com usos médicos da água (hidrologia médica).
0 termo tem sido usado para denotar o estudo do ciclo da água ou ciclo hidrológico na Terra, enquanto que outros termos como hidrografia e hidrometria têm sido usados para denotar o estudo da água na superfície ou sua medição. No entanto, esses termos têm agora significados específicos:
Hidrologia se refere à ciência da água.
Hidrografia é a ciência que descreve as características físicas e as condições da água na superfície da Terra, principalmente as massas de água para navegação.
A hidrologia não é uma ciência inteiramente pura; ela tem muitas aplicações práticas. Para enfatizar-lhe a importância prática, o termo "hidrologia aplicada" tem sido comumente usado. Como numerosas aplicações dos conhecimentos em hidrologia ocorrem também no campo das engenharias hidráulica, sanitária, agrícola, de recursos hídricos e de outros ramos da engenharia, o termo "engenharia hidrológica" tem sido também empregado.
É uma disciplina considerada ampla, abrangendo grande parte do conhecimento humano. Geralmente, esta disciplina faz parte dos cursos de engenharia civil, engenharia hidráulica,engenharia sanitária,geografia.
Algumas áreas em que a Hidrologia, foi subdividida são as seguintes:
Hidrometeorologia - é a parte da ciência que trata da água na atmosfera;
Limnologia - refere-se ao estudo dos lagos e reservatórios artificiais;
Potamologia ou Fluviologia - trata do estudo dos arroios e rios;
Glaciologia ou Criologia - é a área da ciência relacionada com a neve e o gelo na natureza;
Hidrogeologia - é o campo científico que trata das águas subterrâneas.
Várias definições de hidrologia já foram propostas. O Webster's Third New International Dictionary (Merrian Webster, 1961) descreve hidrologia como sendo "a ciência que trata das propriedades, distribuição e circulação da água; especificamente, o estudo da água na superfície da Terra: no solo, rochas e na atmosfera, particularmente com respeito à evaporação e precipitação". O Painel Ad Hoc em Hidrologia do Conselho Federal para Ciência e Tecnologia dos Estados Unidos, 1959 recomendou a seguinte definição: "hidrologia é a ciência que trata da água na Terra, sua ocorrência, circulação e distribuição, suas propriedades físico-químicas e sua relação com o meio ambiente, incluindo sua relação com a vida. O domínio da hidrologia abraça toda a história da água na Terra."
Entre as definições que enfatizam a importância prática da hidrologia no que concerne aos recursos hídricos na Terra, Wisler e Brater oferecem a seguinte: "hidrologia é a ciência que trata dos processos que governam a depleção e recarga dos recursos hídricos nas superfícies sobre o mar. Trata do transporte de água através do ar, sobre e abaixo da superfície e através da Terra. É a ciência das várias partes do Ciclo hidrológico."
A Hidrologia é uma ciência relativamente jovem e praticamente teve seu maior impulso de desenvolvimento no século XX, devido à necessidade das grandes obras hidráulicas.
Os insucessos que vinham acontecendo anteriormente com as obras nas calhas dos rios, resultantes principalmente de estimativas insuficientes de vazões de enchentes, traziam conseqüências desastrosas que se agravam com a ampliação do porte das obras e o crescimento das populações ribeirinhas, bem como, com as repercussões do colapso operacional desses empreendimentos sobre a economia das nações.
A hidrologia não é uma ciência inteiramente pura; ela tem muitas aplicações práticas. Para enfatizar-lhe a importância prática, o termo "hidrologia aplicada" tem sido comumente usado. Como numerosas aplicações dos conhecimentos em hidrologia ocorrem também no campo das engenharias hidráulica, sanitária, agrícola, de recursos hídricos e de outros ramos da engenharia, o termo "engenharia hidrológica" tem sido também empregado.
É uma disciplina considerada ampla, abrangendo grande parte do conhecimento humano. Geralmente, esta disciplina faz parte dos cursos de engenharia civil, engenharia hidráulica,engenharia sanitária,geografia.
Algumas áreas em que a Hidrologia, foi subdividida são as seguintes:
Hidrometeorologia - é a parte da ciência que trata da água na atmosfera;
Limnologia - refere-se ao estudo dos lagos e reservatórios artificiais;
Potamologia ou Fluviologia - trata do estudo dos arroios e rios;
Glaciologia ou Criologia - é a área da ciência relacionada com a neve e o gelo na natureza;
Hidrogeologia - é o campo científico que trata das águas subterrâneas.
Várias definições de hidrologia já foram propostas. O Webster's Third New International Dictionary (Merrian Webster, 1961) descreve hidrologia como sendo "a ciência que trata das propriedades, distribuição e circulação da água; especificamente, o estudo da água na superfície da Terra: no solo, rochas e na atmosfera, particularmente com respeito à evaporação e precipitação". O Painel Ad Hoc em Hidrologia do Conselho Federal para Ciência e Tecnologia dos Estados Unidos, 1959 recomendou a seguinte definição: "hidrologia é a ciência que trata da água na Terra, sua ocorrência, circulação e distribuição, suas propriedades físico-químicas e sua relação com o meio ambiente, incluindo sua relação com a vida. O domínio da hidrologia abraça toda a história da água na Terra."
Entre as definições que enfatizam a importância prática da hidrologia no que concerne aos recursos hídricos na Terra, Wisler e Brater oferecem a seguinte: "hidrologia é a ciência que trata dos processos que governam a depleção e recarga dos recursos hídricos nas superfícies sobre o mar. Trata do transporte de água através do ar, sobre e abaixo da superfície e através da Terra. É a ciência das várias partes do Ciclo hidrológico."
A Hidrologia é uma ciência relativamente jovem e praticamente teve seu maior impulso de desenvolvimento no século XX, devido à necessidade das grandes obras hidráulicas.
Os insucessos que vinham acontecendo anteriormente com as obras nas calhas dos rios, resultantes principalmente de estimativas insuficientes de vazões de enchentes, traziam conseqüências desastrosas que se agravam com a ampliação do porte das obras e o crescimento das populações ribeirinhas, bem como, com as repercussões do colapso operacional desses empreendimentos sobre a economia das nações.
Entretanto, as primeiras notícias sobre a preocupação dos homens com os fenômenos hidrológicos remontam ao Antigo Egipto, à Mesopotâmia, à Índia e à China, há alguns milhares de anos antes de Cristo. Aproximadamente no ano 3000 a.C., os egípcios construíram no rio Nilo, a mais ou menos 30 quilômetros ao sul da atual cidade do Cairo, a barragem de Sadd-el-Kafara, em alvenaria de pedra, com cerca de 100 metros de extensão e dez metros de altura, presumivelmente para abastecimento de água potável, finalidade rara entre as obras da época, cuja quase totalidade consistia em canais e endicamentos, com o objetivo de promover a irrigação das terras pelo aproveitamento das enchentes dos rios. Essas obras de engenharia hidráulica eram realizadas em bases totalmente empíricas; as que tinham um bom desempenho eram copiadas, as que sofriam desastres eram alteradas naquilo que se julgasse ser a causa do erro.
A idéia predominante, na época, entre os gregos, incluindo-se Platão, Aristóteles (384 - 322 a.C.) e Tales de Mileto, era a de que as fontes e os mananciais existentes nos continentes, inclusive no alto de serras e cordilheiras, eram abastecidos por reservatórios subterrâneos inesgotáveis, existentes a grandes profundidades.
Sabe-se que Aristóteles interpretou os processos de evaporação e condensação atmosférica como intimamente relacionados à precipitação e admitiu que parte da chuva contribuísse para os rios, superficialmente, e que outra se infiltrasse e pudesse chegar às nascentes. Essa contribuição, segundo ele, seria, todavia, muito pequena e a maior responsabilidade pela surgência de água nos continentes seria o resultado da condensação da umidade atmosférica em profundas cavernas subterrâneas, uma dupla analogia com as cavernas calcárias do litoral do Mediterrâneo, com as quais os gregos estavam muito familiarizados.
Foi Marcus Vitruvius Pollio, engenheiro e arquiteto romano que viveu na época de Cristo, quem admitiu que a chuva que caía nas altas montanhas, infiltrava-se e ressurgia no sopé das elevações, formando os rios. Foi a primeira teoria de infiltração que rompeu os tabus dos conceitos antigos consolidados na época.
Esses preconceitos e essas teorias dominaram o pensamento humano até fins do século XVII, apresentando como únicas honrosas exceções, Leonardo da Vinci e Bernard Palissy. Da Vinci (1542-1519) explicou a salinidade dos mares pela ação das águas continentais que se infiltravam, dissolviam e carreavam os sais do subsolo para os oceanos, onde esses sais permaneciam. Palissy concebeu uma teoria da infiltração como hoje é aceita, pela qual as águas infiltradas iam formar as fontes e nascentes, todas as águas tendo como origem as precipitações. Essas idéias revolucionárias somente foram confirmadas e consagradas pelos estudos de Pierre Perrault (1608-1680), Edmé Mariotte (1620-1684) e Edmond Halley (1656-1742), franceses os dois primeiros, sendo o último o célebre astrônomo inglês. Foram eles os primeiros que puderam demonstrar, quantitativamente, as idéias de Palissy e Da Vinci, criando, dessa forma, uma hidrologia conceitualmente científica, libertando-a do subjetivismo a que, até então, estava subordinada.
Perrault mediu, durante três anos, as chuvas na bacia do rio Sena até Burgundy e, estimando suas vazões, pôde concluir que as chuvas produziam um deflúvio seis vezes maior do que o que transitava pelo rio no mesmo tempo. Além disso, Perrault estudou o fenômeno da evaporação e constatou que, através dela, imensos volumes de água podiam se perder para a atmosfera. Mariotte mediu as vazões do rio Sena em Paris por meio de flutuadores, confirmando os resultados de Perrault, e observou que as vazões das nascentes aumentavam por ocasião das chuvas. Halley mediu a evaporação no Mediterrâneo e verificou, por métodos mais ou menos grosseiros, que o volume evaporado do mar Mediterrâneo compensava a soma dos deflúvios de todos os rios que nele deságuam, justificando a permanência de seu nível de água.
Esses três pesquisadores podem ser considerados os fundadores da Hidrologia, mas não se devem esquecer figuras notáveis, como Galileu Galilei e Torricelli, ou, depois deles, Daniel Bernoulli, Henri Pitot, Antoine de Chézy, Giovanni Venturi, Henry Darcy, Jules Dupuit, Henry Bazin, Gunter Thiem, Julius Weissbach, T. Bergeron e A. Schoklitsch, os quais colaboraram, teórica ou praticamente, para o desenvolvimento da Hidrologia e da Hidráulica.
Na segunda metade do século XIX e no século XX, os Estados Unidos trouxeram uma notável contribuição para o desenvolvimento da ciência hidrológica, como conseqüência ou necessidade de seu desenvolvimento econômico e tecnológico. Podem-se citar nomes como os de Robert Manning, Allen Hazen, Adolph F. Meyer, Oscar E. Meinzer, Le Roy K. Sherman, Hans Albert Einstein, W. E. Fuller, R. E. Horton, R. K. Linsley, F. F. Snyder, Ven Te Chow, entre outros.
Entre as organizações e entidades européias que se destacaram no desenvolvimento da Hidráulica e de Hidrologia pode-se mencionar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa; o Institute of Hidraulic Engineering (IHE), em Delft, Holanda; o Wallingford Experimental Station (WES) em Wallingford, Inglaterra; o Laboratoire National d’Hydraulique (LNH) em Chatou, França; o Institut de Mécanique de Grenoble (IMG); a Societé Grénobloise d’Amenagéments Hydrauliques (SGAH) em Grenoble, França; dentre outros.
Nos Estados Unidos pode-se citar o Bureau of Reclamation do Ministério do Interior, a Colorado State University e o Corps of Engineers do USA Army, dentre outros.
No Brasil, diversas organizações públicas e privadas se destacaram, principalmente no século XX e contribuíram para o desenvolvimento dos estudos, projetos e pesquisas nas áreas relacionadas com a Hidráulica, em geral, e com a Hidrologia, em particular, podendo-se citar: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES); Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH); Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS); Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem (ABID); Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS); Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS); Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica (DNAEE); Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM); ELETROBRÁS; e as Companhias de Energia Elétrica (FURNAS, Companhia Hidrelétrica do São Francisco, Eletrosul, Eletronorte, Itaipu Binacional, CESP, COPPE – UFRJ, bem como, os principais laboratórios de hidráulica do país (HIDROESB - Laboratório Saturnino de Brito, o primeiro da América Latina, INPH, IPH-UFRGS, IPH-UFPR, Laboratórios de Hidráulica da USP e de FURNAS).
Entre as organizações e entidades européias que se destacaram no desenvolvimento da Hidráulica e de Hidrologia pode-se mencionar o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa; o Institute of Hidraulic Engineering (IHE), em Delft, Holanda; o Wallingford Experimental Station (WES) em Wallingford, Inglaterra; o Laboratoire National d’Hydraulique (LNH) em Chatou, França; o Institut de Mécanique de Grenoble (IMG); a Societé Grénobloise d’Amenagéments Hydrauliques (SGAH) em Grenoble, França; dentre outros.
Nos Estados Unidos pode-se citar o Bureau of Reclamation do Ministério do Interior, a Colorado State University e o Corps of Engineers do USA Army, dentre outros.
No Brasil, diversas organizações públicas e privadas se destacaram, principalmente no século XX e contribuíram para o desenvolvimento dos estudos, projetos e pesquisas nas áreas relacionadas com a Hidráulica, em geral, e com a Hidrologia, em particular, podendo-se citar: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES); Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH); Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS); Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem (ABID); Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS); Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS); Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica (DNAEE); Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM); ELETROBRÁS; e as Companhias de Energia Elétrica (FURNAS, Companhia Hidrelétrica do São Francisco, Eletrosul, Eletronorte, Itaipu Binacional, CESP, COPPE – UFRJ, bem como, os principais laboratórios de hidráulica do país (HIDROESB - Laboratório Saturnino de Brito, o primeiro da América Latina, INPH, IPH-UFRGS, IPH-UFPR, Laboratórios de Hidráulica da USP e de FURNAS).
O Brasil desde Maurício de Nassau possuiu ou produziu alguns dos hidrólogos e hidráulicos mais respeitados no Mundo, tais como Saturnino de Brito, Saturnino de Brito Filho, Hildebrando Góes, Lucas Nogueira Garcez, Pedro Parigot de Souza, José Martiniano de Azevedo Netto, Flavio Lyra, Díocles Rondon, Theophillo Ottonni, Marco Siciliano, Jorge Rios, André Balança dentre outros[carece de fontes?].
Campos de aplicações da Hidrologia
0 aproveitamento dos recursos hídricos requer concepção, planejamento, projeto, construção e operação de meios para o domínio e a utilização das águas. Os problemas relativos aos recursos hídricos interessam a economistas, especialistas no campo das ciências políticas, geólogos, geógrafos, engenheiros ambientais, engenheiros mecânicos e eletricistas, florestais químicos, biólogos, agrônomos, técnico em hidrologia (Hidrotécnicos) e outros especialistas em ciências sociais e naturais.
0 aproveitamento dos recursos hídricos requer concepção, planejamento, projeto, construção e operação de meios para o domínio e a utilização das águas. Os problemas relativos aos recursos hídricos interessam a economistas, especialistas no campo das ciências políticas, geólogos, geógrafos, engenheiros ambientais, engenheiros mecânicos e eletricistas, florestais químicos, biólogos, agrônomos, técnico em hidrologia (Hidrotécnicos) e outros especialistas em ciências sociais e naturais.
Cada projeto de aproveitamento hídrico supõe um conjunto específico de condições físicas, às quais deve ser condicionado, razão pela qual dificilmente podem ser aproveitados projetos padronizados que conduzam a soluções simples e estereotipadas. As condições específicas de cada projeto devem ser satisfeitas através da aplicação integrada dos conhecimentos fundamentais de várias disciplinas.
Campos de ação da geografia nos recursos hídricos
A água pode ter seu uso regulado para satisfazer a uma ampla gama de propósitos. A atenuação dos danos das enchentes, drenagem de terras, disposição de esgotos e projetos de bueiros são aplicações da Engenharia Hidráulica para o controle das águas, a fim de que não causem danos excessivos a propriedades, não tragam inconveniências ao público, ou perda de vidas. Abastecimento de água, irrigação, aproveitamento do potencial hidrelétrico e obras hidroviárias são exemplos do aproveitamento da água para fins úteis. A poluição prejudica a utilização da água e diminui seriamente o valor estético dos rios; portanto, o controle da poluição ou a manutenção da qualidade da água passou a ser um setor importante da engenharia sanitária ou de recursos hídricos.
A água pode ter seu uso regulado para satisfazer a uma ampla gama de propósitos. A atenuação dos danos das enchentes, drenagem de terras, disposição de esgotos e projetos de bueiros são aplicações da Engenharia Hidráulica para o controle das águas, a fim de que não causem danos excessivos a propriedades, não tragam inconveniências ao público, ou perda de vidas. Abastecimento de água, irrigação, aproveitamento do potencial hidrelétrico e obras hidroviárias são exemplos do aproveitamento da água para fins úteis. A poluição prejudica a utilização da água e diminui seriamente o valor estético dos rios; portanto, o controle da poluição ou a manutenção da qualidade da água passou a ser um setor importante da engenharia sanitária ou de recursos hídricos.
Lista de campos de atuação da Hidrologia:
Gerenciamento de bacias
Inventário energético
Navegação
Irrigação
Geração de Energia
Drenagem
Abastecimento de água
Controle de cheias
Controle de poluição
Controle de erosão
Recreação
Piscicultura
Reservatórios
Previsão hidrológica
Barragem
Gerenciamento de bacias
Inventário energético
Navegação
Irrigação
Geração de Energia
Drenagem
Abastecimento de água
Controle de cheias
Controle de poluição
Controle de erosão
Recreação
Piscicultura
Reservatórios
Previsão hidrológica
Barragem
Quantidade de água
É necessário fazer estimativas para garantir a vazão da água.
Embora com risco de excessiva simplificação, o trabalho dos engenheiros com os recursos hídricos pode ser condensado em um certo número de perguntas essenciais. Como as obras de aproveitamento dos recursos hídricos visam ao controle do uso da água, as primeiras perguntas referem-se naturalmente às quantidades de água. Quando se pensa na utilização da água, a primeira pergunta geralmente é: Que quantidade de água será necessária? Provavelmente é a resposta mais difícil de se obter com precisão, dentre as que se pode propor em um projeto, porque envolve aspectos sociais e econômicos, além dos técnicos. Com base em uma análise econômica, deve ser também tomada uma decisão a respeito da vida útil das obras a serem realizadas.
É necessário fazer estimativas para garantir a vazão da água.
Embora com risco de excessiva simplificação, o trabalho dos engenheiros com os recursos hídricos pode ser condensado em um certo número de perguntas essenciais. Como as obras de aproveitamento dos recursos hídricos visam ao controle do uso da água, as primeiras perguntas referem-se naturalmente às quantidades de água. Quando se pensa na utilização da água, a primeira pergunta geralmente é: Que quantidade de água será necessária? Provavelmente é a resposta mais difícil de se obter com precisão, dentre as que se pode propor em um projeto, porque envolve aspectos sociais e econômicos, além dos técnicos. Com base em uma análise econômica, deve ser também tomada uma decisão a respeito da vida útil das obras a serem realizadas.
Quase todos os projetos de aproveitamento dependem da resposta à pergunta: com quanta água pode-se contar? Os projetos de um plano para controle de enchentes baseiam-se nos valores de pico do escoamento, ao passo que em plano que vise a utilização da água, o que importa é o volume escoado durante longos períodos de tempo. As respostas à essa pergunta são encontradas pela aplicação da Hidrologia, ou seja, o estudo da ocorrência e distribuição das águas naturais no globo terrestre.
Todos os projetos são feitos para o futuro, e o projetista não pode ter certeza quanto às exatas condições a que estarão sujeitas as obras. Como o exato comportamento dos cursos de água nos anos futuros não pode ser previsto algo precisa ser dito acerca das variações prováveis da vazão, de modo que o projeto possa ser elaborado mediante a admissão de um risco calculado. Lança-se mão, então, de métodos de estimativa de probabilidades relativas aos eventos hidrológicos. Faz-se a utilização dessas probabilidades no estudo de problemas como exemplificados na lista do tópico anterior. O estudo probabilístico requer como condição prévia a coleta de dados da natureza, na forma de séries históricas. A avaliação de eventos raros requer o estudo de uma função de distribuição de probabilidades que represente o fenômeno. Problemas de reservação de água em barragens requer que se tracem considerações acerca das seqüências de vazões nos cursos d’água que somente séries de dados muito extensas podem fornecer.
Poucos projetos são executados exatamente nas seções onde se fizeram medidas de vazão. Muitas obras são construídas em rios nos quais nunca se mediu vazão. Três métodos alternativos têm sido usados para calcular a vazão na ausência de registros. O primeiro método utiliza fórmulas empíricas, que transformam valores de precipitação em vazão, considerando as características hidrográficas da bacia de contribuição. Uma segunda possibilidade é analisar a série de precipitações (chuvas) e calcular as vazões através da aplicação dos modelos computacionais que simulam o comportamento hidrológico da bacia. A terceira alternativa consiste em estimar as vazões a partir de registros obtidos em postos próximos de outra bacia. As bacias devem ser muito semelhantes para se estabelecer uma correlação aceitável entre ambas.
Poucos projetos são executados exatamente nas seções onde se fizeram medidas de vazão. Muitas obras são construídas em rios nos quais nunca se mediu vazão. Três métodos alternativos têm sido usados para calcular a vazão na ausência de registros. O primeiro método utiliza fórmulas empíricas, que transformam valores de precipitação em vazão, considerando as características hidrográficas da bacia de contribuição. Uma segunda possibilidade é analisar a série de precipitações (chuvas) e calcular as vazões através da aplicação dos modelos computacionais que simulam o comportamento hidrológico da bacia. A terceira alternativa consiste em estimar as vazões a partir de registros obtidos em postos próximos de outra bacia. As bacias devem ser muito semelhantes para se estabelecer uma correlação aceitável entre ambas.
Os sistemas de abastecimento de água, de irrigação, ou hidroelétricos que contassem somente com as águas captadas diretamente dos cursos d’água, sem nenhuma regularização, não seriam capazes de satisfazer a demanda de seus usuários durante as estiagens, sobretudo se forem intensas. Muitos rios, apesar de em certas épocas do ano terem pouca ou nenhuma água, transformam-se em correntes caudalosas durante e após chuvas intensas, constituindo-se em flagelo no tocante às atividades ao longo de suas margens. A principal função de um reservatório é a de ser um regulador ou volante, visando a regularização das vazões dos cursos d’água ou atendendo às variações de demanda dos usuários.
As diferentes técnicas para a obtenção dos parâmetros a serem utilizados para o planejamento, projeto ou operação dos sistemas de recursos hídricos podem ter seu uso feito isolada ou conjuntamente. Isso se dará, em função da quantidade de dados hidrológicos disponíveis, dos recursos de tempo e financeiros alocados, da importância da obra e dos estágios do estudo (projeto em nível básico, técnico ou executivo).
[editar] Qualidade da água
Além de ser suficiente em quantidade, a água deve satisfazer certas condições quanto à qualidade.
[editar] Resposta de uma bacia hidrográfica
ver artigo Bacia hidrográfica
Balanço hídrico
ver artigo Balanço hídrico.
Bibliografia
Garcez, Lucas N. - Hidrologia - Ed. Edgard Blucher - SãoPaulo, 1970.
Chow, Ven T. - Handbook of Applied Hydrology.
Wisler, O. C.; Brater, E. F. - Hidrologia.
Braga, Benedito P.F.; Conejo, J.G.L. - Balanço Hídrico no Estado de São Paulo.
Hjelmfelt, A. T. - Hydrology for Engineers and Planners.
Ward, R. C. - Principles of Hydrology.
Baumgarter, A. - The World Water Balance, 1975.
Boletins Técnicos DAEE.
Lencastre, Armando - Lições de Hidrologia - Lisboa, 1990.
Ver também
Água
Vitrúvio
Hidrologia estatística
Período de Retorno
Risco Permissível
Geografia
Hidrografia
Mecânica dos fluidos
Engenharia Hidráulica
As diferentes técnicas para a obtenção dos parâmetros a serem utilizados para o planejamento, projeto ou operação dos sistemas de recursos hídricos podem ter seu uso feito isolada ou conjuntamente. Isso se dará, em função da quantidade de dados hidrológicos disponíveis, dos recursos de tempo e financeiros alocados, da importância da obra e dos estágios do estudo (projeto em nível básico, técnico ou executivo).
[editar] Qualidade da água
Além de ser suficiente em quantidade, a água deve satisfazer certas condições quanto à qualidade.
[editar] Resposta de uma bacia hidrográfica
ver artigo Bacia hidrográfica
Balanço hídrico
ver artigo Balanço hídrico.
Bibliografia
Garcez, Lucas N. - Hidrologia - Ed. Edgard Blucher - SãoPaulo, 1970.
Chow, Ven T. - Handbook of Applied Hydrology.
Wisler, O. C.; Brater, E. F. - Hidrologia.
Braga, Benedito P.F.; Conejo, J.G.L. - Balanço Hídrico no Estado de São Paulo.
Hjelmfelt, A. T. - Hydrology for Engineers and Planners.
Ward, R. C. - Principles of Hydrology.
Baumgarter, A. - The World Water Balance, 1975.
Boletins Técnicos DAEE.
Lencastre, Armando - Lições de Hidrologia - Lisboa, 1990.
Ver também
Água
Vitrúvio
Hidrologia estatística
Período de Retorno
Risco Permissível
Geografia
Hidrografia
Mecânica dos fluidos
Engenharia Hidráulica
Ligações externas
ABTH - Associação Brasileira dos Técnicos em Hidrologia
ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos
UNIAGUA - Universidade da Água
ABTH - Associação Brasileira dos Técnicos em Hidrologia
ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos
UNIAGUA - Universidade da Água
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