quinta-feira, 2 de abril de 2009

INFORMATIVO DRM - RJ ANO VII

INFORMATIVO DRM-RJ Ano VII - Nº 170 - 25/03/2009
DRM-RJ - Diploma Prata PQ-Rio 2007 "Preserve o ambiente: reflita antes de imprimir este Informativo"
Presidência: 21-2717-3995 / 21-8596-5648 / Gabinete da Presidência: 21-2717-2556 / 21-8596-5644 / Diretoria de Administração e Finanças: 21-2717-3877 / 21-8596-5645Diretoria de Geologia: 21-2717-4234 / 21-8596-5647 / Diretoria de Mineração: 21-2717-4234 / 21-8596-5646 / Geoinformação: 21-2717-5075 / Geologia: 21-2717-4083Registro Mineral: 21-2717-3094 / Fiscalização: 21-2717-3468 / Economia Mineral: 21-2717-5283 / Imprensa: 21-2717-3248 / Fax: 21-2717-4191 Data do fechamento desta edição: 01/04/2009


SEDEIS REALIZA REUNIÕES EM FRIBURGO, SANTA MARIA MADALENA E CAMPOS DOS GOYTACAZESA subsecretária de Comércio e Serviços da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Dulce Ângela Procópio de Carvalho, realizou uma série de reuniões em Nova Friburgo (localidade de Mury), Santa Maria Madalena (região Centro Norte) e Campos dos Goytacazes (Norte) nos últimos dias 24 e 25 de março. No dia 24 pela manhã (terça-feira) a equipe esteve em Mury, participando da reunião mensal da governança do APL de Entretenimento e Turismo de Mury, Lumiar e São Pedro da Serra. À tarde a programação aconteceu em Santa Maria Madalena, em reunião com o prefeito Arthur Garcia e lideranças locais, com foco no turismo e no Núcleo de Artesanato Mineral da cidade, que foi visitado pela equipe. No dia 25 a reunião foi na prefeitura de Campos, iniciada com a prefeita Rosinha Garotinho e seguida de encontro coordenado pela subsecretária Dulce Angela e pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Petróleo do município, Eraldo Bacelar, com a presença de vários secretários municipais, representantes da Firjan, Uenf, Fundenor e Senai, abordando as temáticas de turismo, rochas e cerâmica vermelha. Ficou definida uma agenda de trabalho específica para a próxima reunião de trabalho, programada para 5 de maio próximo. Na agenda do DRM-RJ, a proposta de inserção da prefeitura nas discussões da governança do APL de Cerâmica Vermelha e a ampliação do Projeto Caminhos Geológicos no município, em cooperação com a prefeitura e Uenf, além da cooperação no projeto de turismo para as regiões o Imbé e Lagoa Feia, com a inserção do geoturismo. Mais detalhes com Lucia Helena Nascimento


luciah@desenvolvimento.rj.gov.br).

PESQUISADORES BRASILEIROS PARTICIPAM DE CONGRESSO LATINOAMERICANO DE GEOTURISMONo período de 16 a 19 de março, aconteceu em La Asunción, Isla de Margarita, República Bolivariana da Venezuela, o I Congreso Latinoamericano e del Caribe sobre Iniciativas en Geoturismo, organizado pela FGDV - Fundación Geoparques de Venezuela e patrocinado pela empresa estatal CVG Minerven - Compañía General de Minería de Venezuela (
www.cvgminerven.com). Os brasileiros presentes ao evento foram os pesquisadores Kátia Mansur, do DRM/RJ – Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e Everaldo Nunes, do IEMA – Instituto Estadual do Meio Ambiente do Espírito Santo, que apresentaram as conferências “Projeto Caminhos Geológicos – Rio de Janeiro - Brasil” e “Projeto Jardim Geológico - Sana, Macaé, estado do Rio de Janeiro”, respectivamente. Na parte da manhã aconteceram as conferências e na parte da tarde as discussões foram divididas em 4 grupos: Geoturismo, Rede, Legislação e Inventário. Na conclusão dos trabalhos, foi divulgada uma declaração pela criação da Red Latinoamericana y del Caribe para la Defensa y Conservación del Patrimonio Geológico, Minero, Metalurgico y Paleontológico, com sede na Venezuela, cuja legislação permitiu que esta forma de associação fosse criada de forma simples, aproveitando a infraestrutura da FGDV, que dispõe de advogados e possui as condições legais para tal. Durante o evento foi decidido que o próximo Congresso terá o Brasil como anfitrião, no estado do Rio de Janeiro. Mais detalhes sobre o evento e as palestras apresentadas, faça contato com
kmansur@drm.rj.gov.br.

OFICINA EM PÁDUA ESTABELECE PLANO DE AÇÃO DO APL DE ROCHAS PARA 2009/2011Aconteceu na última terça-feira, dia 24 de março, a oficina de planejamento estratégico do Arranjo Produtivo Local - APL de Rochas Ornamentais do Noroeste Fluminense, que definiu as bases do Plano de Ação 2009/2011, para a formatação de um novo acordo de resultados a ser assinado entre os diversos parceiros da governança do APL. A oficina foi coordenada pelo SEBRAE/RJ e seguiu as rotinas da metodologia Gestão Estratégica Orientada para Resultados. Entre os participantes, representantes do SEBRAE/RJ, Sindgnaisses, Simagran/Rio, CETEM, DRM-RJ/SEDEIS, Senai, Firjan, Prefeitura de Santo Antônio de Pádua, Redetec e empresários de Pádua, Miracema e Itaperuna. Foram definidos cinco focos estratégicos: (a) associativismo; (b) capacitação técnica e empresarial; (c) ampliação de mercado (interno e externo); (d) responsabilidade socioambiental e (e) aumento da competitividade. Em breve os resultados estarão disponíveis no sistema GEOR/Sebrae. Mais detalhes, consulte José Maurício Soares Reis

josemauricio@sebraerj.com.br ou 22-3851-0774).

DNPM COMEMORA 75 ANOS EM FRANCO PROCESSO DE MODERNIZAÇÃOO Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) completou 75 anos em 8 de março passado e realizou solenidade comemorativa no último dia 27 de março, em Brasília. O DNPM foi criado em 1934, como órgão central de direção superior, vinculado à época ao Ministério da Agricultura, sucedendo o extinto Serviço Geológico e Mineralógico. Em 1994, foi transformado em Autarquia Federal, possuindo as atribuições de: Outorga de direitos Minerários Fiscalização de pesquisa, lavra e beneficiamento de minérios; Ações de Fomento ao setor mineral; Manter a base de dados sobre a economia mineral brasileira; Proteção ao Patrimônio Fossilifero; Fiscalização do Controle Ambiental e; Promover a arrecadação das taxas, emolumentos e compensação financeira decorrentes da atividade de mineração no país. Como missão, o DNPM tem a de Gerir o Patrimônio Mineral Brasileiro de forma sustentável, utilizando instrumentos de regulação em benefício da sociedade e a Visão de ser reconhecido pela sociedade como uma instituição de excelência capaz de gerir o patrimônio mineral de forma sustentável no interesse da nação. Acesse
www.dnpm.gov.br e conheça a íntegra da mensagem do diretor-geral Miguel Nery sobre a data. O Serviço Geológico do Estado do RIo de Janeiro parabeniza o DNPM, patrimônio do setor mineral brasileiro, pelos 75 anos!

INSTITUTO GEOLÓGICO DE SÃO PAULO LANÇA PROJETO MONUMENTOS GEOLÓGICOSÉ com muita satisfação que informamos o lançamento do projeto Monumentos Geológicos do Estado de São Paulo, uma iniciativa do Instituto Geológico de São Paulo – IG, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. O lançamento aconteceu na última sexta-feira, dia 27 de março, durante as comemorações dos 123 anos da Commissão Geographica e Geologica (CGG), em São Paulo, promovidas pelo IG. O projeto, que tem por objetivo a implantação do Inventário Paulista dos Monumentos, com o registro dos sítios geológicos com alto valor científico, existentes no Estado de São Paulo, é coordenado por Rogério Rodrigues Ribeiro, da Seção de Monumentos Geológicos do IG. Como subprodutos deste trabalho, serão lançados o logo do projeto, a ficha de campo para descrição do sítio geológico e uma série de marcadores de página Conheça mais sobre o IG visitando
www.igeologico.sp.gov.br e sobre o projeto Monumentos Geológicos, fazendo contato com : rrribeiro@igeologico.sp.gov.br. O Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro parabeniza o IG pela importante iniciativa!

CETEM LANÇA BANCO DE DADOS MINERALDATAO Centro de Tecnologia Mineral – CETEM lançou o MINERALDATA, coroando um bem sucedido projeto de informatização das Estatísticas do Setor Mineral Brasileiro. O público (estudante e profissional) que busca dados do setor mineral terá imediatamente disponível um material de consulta até então inexistente em formato digital. Foi executado pela Coordenação de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação - CPAA do CETEM e com o patrocínio da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral - SGM/Ministério de Minas e Energia - MME. De consulta amigável, o MINERALDATA contém as principais publicações do setor mineral brasileiro. No MINERALDATA existem mais de 120 substâncias: - do Aço ao Zircônio e pode ser consultado por Temas: - Reservas, Produção, Exportação, Importação, Consumo, Preço, Faturamento, Investimento, Mão-de-obra, Porte das Minas, Porte das Usinas e CFEM.


Mais detalhes em www.cetem.gov.br e acesse o MINERALDATA em http://w3.cetem.gov.br:8080/mineraldata/app (fonte: CETEM Notícias - nº 60 / 24 de março de 2009).

3/4 – GEOFISICA DA UFF TEM AULA INAUGURAL EM NITERÓIAcontece nesta sexta-feira, dia 3 de abril, às 14h, a aula inaugural do curso de Geofísica do Instituto de Geociências da Universidade Federal Fluminense, a cargo do Geólogo Marcus Gorini, que falará sobre o tema “Geofísica – Visão do Cientista na Exploração dos Continentes, dos Oceanos e do Interior da Terra”. O evento acontece no Auditório Milton Santos, situado no Instituto de Geociências da UFF, na avenida General Miltom Campos, no Gragoatá – Caminho Niemeyer, em Niterói. Mais informações, escreva para

:geofisica@igeo.uff.br.

6/4 - GOVERNO DO ESTADO INAUGURA CVT DE CERÂMICA VERMELHA EM CAMPOSO Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entrega, na próxima segunda-feira, dia 6 de abril, às 16h, os Centros Vocacionais Tecnológico de Solda e de Cerâmica de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e da FAETEC – Fundação Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro. A cerimônia acontecerá na Rua Alberto Lamego, nº 712, Parque Califórnia, Campos dos Goitacazes – RJ. Entre os objetivos do CVT está a formação de mão-de-obra, melhoria do processo produtivo e da inovação tecnológica para o parque cerâmico da região, o mais importante do estado e que se constitui hoje num Arranjo Produtivo Local de Base Mineral, reconhecido pelo MCT. Mais detalhes, consulte Etevaldo Pessanha, Coordenador Geral do CVT de Cerâmica

etevaldop@censanet.com.br).

6/4 - PROJETO CAMINHOS DE DARWIN TEM REUNIÃO NA CASA DA CIÊNCIAO projeto Caminhos de Darwin foi criado em 2008, no Rio de Janeiro, em comemoração aos 150 anos do lançamento da Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin. É coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Casa da Ciência da UFRJ e Departamento de Recursos Minerais do Rio de Janeiro, em parceria com instituições, escolas, universidades e prefeituras das cidades do Rio de Janeiro por onde Charles Darwin passou em sua viagem a bordo do navio Beagle, em 1832. Em 2008, foram realizadas reuniões e palestras nos municípios, que culminaram na Expedição Caminhos de Darwin, que, durante quatro dias (26, 27, 28 e 29 de novembro), percorreu as 12 cidades com um grupo de cientistas, pesquisadores, jornalistas, professores, alunos e profissionais da área de popularização da ciência, para inauguração de marcos comemorativos, apresentação de esquete teatral, mostra de vídeo, exposição de rochas e minerais da região e palestra sobre o tema. Além disso, foram instaladas 24 placas sinalizadoras nas estradas que dão acesso a essas cidades e, durante a expedição, foram organizadas diversas atividades por professores, alunos, instituições locais e pelas prefeituras das cidades do Rio de Janeiro, Maricá, Saquarema, Araruama, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Barra de São João, Macaé, Conceição de Macabu, Rio Bonito, Itaboraí e Niterói. Mais de 4.000 mil pessoas participaram diretamente ou observando os trabalhos apresentados pelos alunos e professores, nos municípios. Em 2009, muitas serão as comemorações em torno de Charles Darwin, no Brasil e no exterior e estão acontecendo reuniões da organização, para planejamento das ações a serem implementadas. A próxima reunião será no dia 6 de abril, segunda-feira, às 13h, na Casa da Ciência da UFRJ, situada na rua Lauro Muller, 3, Botafogo, RJ (referências: ao lado do Rio Sul e do Canecão). Para maiores informações, acesse www.casadaciencia.ufrj.br/caminhosdedarwin ou faça contato com Aline Portilho – 21-2542-7494 ou aline@casadaciência.ufrj.br.

9/4 - DELEGAÇÃO DE CERAMISTAS A DUBAI E CHINA AINDA RECEBE INSCRIÇÕESA ANICER – Associação Nacional da Indústria Cerâmica informa que estão chegando ao fim as inscrições para a 1a delegação brasileira da cerâmica vermelha que visitará a Ceramics China 2009, que acontece em maio na cidade chinesa de Guangzhou. Os empresários que desejam participar da iniciativa precisam confirmar presença até 9 de abril, na próxima quinta-feira. Ceramistas dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais já confirmaram participação na delegação. E o número de integrantes de diversas partes do país deve continuar crescendo nesta semana. Na programação da delegação estão visitas à Ceramics China, uma das maiores feiras do segmento no mundo. Em sua última edição, a exposição contou com a participação de 427 expositores de quase vinte países. Nos quatro dias de evento, mais de 40 mil pessoas passaram pelos pavilhões. Para ingressar na delegação à China Ceramics 2009 é preciso acessar
www.anicer.com.br, preencher a ficha de inscrição e encaminhar por fax para a Associação no telefone 21-2524-0128. No mesmo número também é possível solicitar o envio do formulário de participação por fax. Mais detalhes, acesse www.anicer.com.br/anicer2008/images/noticias/beijn.jpg.

15/4 - SEMINÁRIO EM MINAS DISCUTE A CRISE E O SETOR MINERALA revista Brasil Mineral e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, através do Pólo de Excelência Mineral e Metalúrgico convidam para o evento “Como o Setor Mineral Pode Enfrentar a Crise?”, promovido conjuntamente pelas duas entidades. Na programação do evento, o workshop “Estratégias de CTI & RH para Tempos de Transformações”, no dia 15 de abril, às 9h, no Caesar Business Hotel, Belo Horizonte, MG, que contará com a participação de Eduardo Salamuni, presidente da Mineropar, representando a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Mineração – ABEMIN, discutindo o tema “O que o Governo Pode Fazer Para Apoiar o Setor?”, para o qual também estão sendo convidados representantes do MME, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de MG e SECTES-MG. Também como parte do evento será realizado, na parte da tarde, o seminário “Perspectivas 2009-2012 para o Mercado Mineral e Metalúrgico na Visão do Setor Produtivo”, reunindo dirigentes das empresas Vale, Usiminas, CBA, Kinross, Magnesita e profissionais da imprensa especializados no setor minero-metalúrgico. O evento é exclusivo para convidados e maiores informações podem ser obtidas com

:franalves@signuseditora.com.br.

NOVO VOLUME DA REVISTA BRASILEIRA DE GEOCIÊNCIAS DA SBG ESTÁ ON LINEOs editores informam que mais um fascículo da Revista Brasileira de Geociências - RBG, 38(2), correspondente ao mês de junho de 2008, está disponível em formato on-line. Os artigos poderão ser acessados e baixados na página da Sociedade Brasileira de Geologia - SBG, seção da RBG, em “Arquivos”, no endereço
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/rbg/issue/archive, item v. 38, n. 2 (junho de 2008). A versão impressa se encontra em fase de prova da gráfica, devendo ser distribuída em breve pelo correio. Mais detalhes podem ser obtidos em www.sbgeol.org.br ou com os editores
:fiori@ufpr.br ou
:elvo@ufpr.br.

NOVO VOLUME DA REVISTA DE GEOCIÊNCIAS DA UNESP JÁ ESTÁ DISPONÍVELO Núcleo São Paulo da Sociedade Brasileira de Geologia informa que o volume 27(2) da Revista Geociências já se encontra disponível para download em
www.revistageociencias.com.br. A Revista é uma publicação do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista – UNESP, com o apoio do Departamento de Petrologia e Metalogenia – DPM/IGCE/UNESP e a SBG-SP.
SÃO PEDRO – SP - SIMPOSIO DE GEOLOGIA DO SUDESTE ESTÁ COM PÁGINA NO AREstá no ar o site do XI Simpósio de Geologia do Sudeste – SGS 2009, que ocorrerá entre os dias 14 a 17 de outubro de 2009, no Hotel Fonte Colina Verde na cidade de São Pedro (SP). O evento, coordenado pela SBG-SP, tem o apoio dos Núcleos Rio de Janeiro e Minas Gerais, que desde 2005 realizam o SGS em rodízio de sede (2005 em Niterói, RJ e 2007 em Diamantina, MG). Acesse
http://jasper.rc.unesp.br/simposiogeologia2009/ e obtenha mais informações sobre o evento.

CUIABÁ – MT - XI SIMPOSIO DE GEOLOGIA ACONTECE EM JULHOO XI Simpósio de Geologia do Centro Oeste, organizado pelo Núcleo Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Geologia, acontecerá nos dias 26 a 29 de julho de 2009, no Centro de Eventos do Pantanal, na cidade de Cuiabá, Mato Grosso. O tema central será “Entendendo o Planeta para Construir Novos Caminhos para Sociedade” e os principais objetivos do evento são: (a) discutir a importância da geologia na história passada e presente da região centro-oeste; (b) apresentar os resultados das pesquisas científicas produzidas nas universidades brasileiras e estrangeiras; (c) congregar os profissionais brasileiros para debates técnicos, políticos e científicos e (d) dar oportunidade aos participantes do evento de conhecer áreas geologicamente importantes, como a Chapada dos Guimarães e o sudoeste do Cráton Amazônico (Mato Grosso até a Bolívia). Conheça mais sobre o evento, acessando
www.xisimposiocentrooeste.com.br

MANAUS – AM -SIMPÓSIO DE GEOLOGIA DA AMAZÔNIA DISPONIBILIZA CIRCULARA Sociedade Brasileira de Geologia – Núcleo Norte (SBG-NO) e instituições parceiras promovem o XI Simpósio de Geologia da Amazônia – XI SGA, que terá como tema “Desafios da Mineração na Amazônia”. O evento será realizado na cidade de Manaus, AM, no período de 2 a 5 de agosto de 2009 na Universidade Federal do Amazonas. Serão três linhas temáticas principais: (1) Geologia, Pesquisa e Desenvolvimento; (2) Geologia, Mineração e Política Mineral; e (3) Geologia e Meio Ambiente. Conheça a primeira circular na página da Sociedade Brasileira de Geologia (
www.sbgeo.org.br) e maiores informações já podem ser obtidas no Departamento de Geociências da UFAM, pelos telefones 92-3647-4025/4026 ou ainda com Daniel Nava, membro da Comissão Organizadora
danielnava@sds.am.gov.br).

GRAMADO – RS - SIMPOSIO DE METALOGENIA RECEBE INSCRIÇÕES ATÉ 17 DE ABRILEstá aberto o sistema para submissão de resumos para apresentação de trabalhos ao II Simpósio Brasileiro de Metalogenia (II SBM). O prazo para envio é até o dia 17 de abril. O II SBM será realizado no período de 7 a 10 de junho, em Gramado (RS). Os organizadores do Simpósio esperam receber contribuições gerais relacionadas à geologia de depósitos minerais do Brasil, incentivando, em particular, a relação destes com ciclos tectônicos e épocas metalogenéticas. Também será estimulada a apresentação de trabalhos relacionados aos temas específicos: depósitos tipo IOCG, Intrusion Related, Pórfiros, Epitermais e Orogênicos; depósitos de minerais industriais; depósitos lateríticos e supergênicos; depósitos polimetálicos, de metais preciosos e raros; e isótopos aplicados a modelamento de depósitos minerais. Para informações ou submeter seu trabalho, consulte o site do evento
www.ufrgs.br/sbm.

INTRODUÇÃO A PETROFÍSICA PARA ANÁLISE DE PERFIS DE POÇOS ABERTOS - MUDANÇA DE LOCALA ABGP - Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo, informa o novo local do short course "Introdução à Petrofísica para Análise de Perfis de Poços Abertos", que será realizado na sede da Anadarko, na rua Victor Civita 77, bloco 1, 6o andar, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O curso acontecerá nos dias 25 a 27 de maio de 2009, de 9h às 17h e será ministrado pela Dra. Rose Lemos - Geóloga de Operações / Petrofísica da Anadarko. Mais detalhes, consulte
www.abg.com.br ou Mônica Figueiredo (môwlmailhtml:%7B11673BA7-2745-48CE-B3A0-3BD0CE58AB12%7Dmid://00000142/!x-usc:mailto:nica@abgp.com.br).

ABGP INFORMA SOBRE AAPG INTERNATIONAL CONFERENCE – RIO 2009A ABGP - Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo, informa que as primeiras informações para a ABGP/AAPG International Conference and Exhibition - Rio 2009, que acontece no RioCentro, entre 15 e 18 de novembro de 2009, já se encontram postadas no site da AAPG - American Association of Petroleum Geologists, em
www.aapg.org/rio. Dúvidas sobre o assunto, consulte www.abg.com.br ou Mônica Figueiredo
:nica@abgp.com.br).

DNPM, IBAMA E ICMBIO CRIAM COMITÊ PERMANENTE DE MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTEA portaria conjunta DNPM/IBAMA/ICMBIO nº104, de 27 de março de 2009, publicada no Diário Oficial da União de 1 de abril, criou o Comitê Permanente de Mineração e Meio Ambiente – CP/MIMA, órgão colegiado consultivo, que tem como objetivo avaliar, monitorar, elaborar e aplicar atos normativos com vistas a solucionar conflitos entre as gestões dos recursos minerais e dos recursos ambientais no interesse público, social e econômico. O CP/MIMA, que substitui o antigo Comitê Técnico DNPM/IBAMA, com a inclusão do ICMBIO (Instituto Chico Mendes), é composto por 8 (oito) membros titulares e respectivos suplentes, sendo 4 (quatro) representantes do DNPM, 2 (dois) representantes do IBAMA e 2 representantes do ICMBio, com mandato de dois anos. A coordenação do CP/MIMA será exercida por um de seus membros, em sistema de rodízio anual, cabendo a Sebastião Domingos de Oliveira, representante do DNPM, a função pelo prazo de um ano. A primeira reunião do CP/MIMA deverá ocorrer em 6 de abril de 2009, às 14 horas, no auditório do Edifício-sede do DNPM, em Brasília, ocasião em que o Coordenador em exercício apresentará proposta de Regimento Interno do CP/MIMA para discussão e posterior encaminhamento para aprovação da Diretoria-Geral do DNPM e das Presidências do IBAMA e do ICMBio. Mais detalhes, consulte
www.dnpm.gov.br.

DNPM E INCRA PUBLICAM PORTARIA SOBRE MINERAÇÃO EM ÁREAS DE ASSENTAMENTOFoi publicada no Diário Oficial da União - DOU de 27/03/2009, a Portaria Conjunta nº 104 (DNPM e INCRA), que cria Grupo de Trabalho Interdisciplinar para elaborar proposta regulamentando os procedimentos a serem adotados quanto houver interferência entre atividades de mineração e projeto de assentamentos para fins de reforma agrária na mesma área. Conheça a portaria na íntegra consultando
www.dnpm.gov.br.
SINDIROCHAS FAZ ACORDO COM DNPM NO ESPÍRITO SANTOO Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcário do Estado do Espírito Santo (Sindirochas) fez um acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) regional para agilizar a liberação dos títulos minerários mais urgentes para os empresários capixabas. Segundo o superintendente do Sindirochas, Romildo Tavares, os pedidos devem ser feitos por carta ou e-mail

:sindirochas@sindirochas.com.br) até 31 de março, informando a razão social da empresa, CNPJ e o número de processo de interesse (apenas um processo por empresa) (fonte: Revista Minérios & Minerales On-line - www.minerios.com.br).

IBAMA SOLICITA ESTUDO ESPELEOLÓGICO ÀS CIMENTEIRAS DE CANTAGALO-RJNo dia 12 de março de 2009 os técnicos do IBAMA de Nova Friburgo, dando continuidade ao Programa de Preservação do Patrimônio Espeleológico da Região Serrana Fluminense, solicitaram às indústrias cimenteiras Holcim, Votoran e Lafarge, todas sediadas no município de Cantagalo-RJ, a apresentação, num prazo de 90 dias, dos estudos contendo o levantamento do patrimônio espeleológico de suas jazidas. Esses estudos, que passaram a ser parte integrante do processo de licenciamento ambiental através da Resolução CONAMA 347/2004, permitirão identificar, preservar e conservar o patrimônio espeleológico local, fomentando levantamentos, estudos e pesquisas que possibilitem ampliar o conhecimento sobre as cavidades naturais subterrâneas existentes na região. As indústrias cimenteiras envolvidas estão conscientes do seu papel de preservar esse patrimônio científico e cultural, e nesse sentido, elas têm sido parceiras do IBAMA na execução desse projeto. O IBAMA de Nova Friburgo já identificou e interditou quatro importantes cavernas calcárias na Região Serrana Fluminense: Gruta Pedra Santa e Gruta Novo Tempo (em Cantagalo), Gruta da Ponte da Jararaca (em São Sebastião do Alto) e Gruta do Sumidouro (em Cambuci), por estarem sofrendo depredações devido ao seu uso indiscriminado. A utilização dessas cavernas para fins turísticos ou para estudos científicos dependem de apresentação de Plano de Manejo, a ser analisado pelo IBAMA e ICMbio (fonte: IBAMA/Nova Friburgo-RJ). Mais detalhes faça contato com Mauro Fernandes, coordenador do IBAMA, em

mail to:mauro.fernandes@ibama.gov.br.

REGULAÇÃO DA MINERAÇÃO TEM FÓRUM EM SÃO PAULOO Escritório Wiliam Freire Advogados Associados anuncia a realização do 1º Fórum Brasileiro de Regulação da Mineração, nos dias 26 e 27 de maio de 2009, no Hotel Blue Tree Towers Morumbi, São Paulo, SP. O objetivo do encontro será consultar e debater, junto às autoridades governamentais, o novo marco regulatório da mineração. O evento contará com a presença dos poderes legislativo, executivo, além de diversas instituições públicas diretamente envolvidas com a formulação, análise e sanção dos conjuntos de lei que formarão o marco setorial do mercado privado. Entre as participações confirmadas estão os senadores Aloizio Mercadante, Delcídio Amaral e Jefferson Praia, o deputado Jorge Khoury, Paulo Paiva (BDMG), Roberto Machado (BNDES) e Antonio F.S Rodrigues (DNPM). A programação final do fórum está disponível em
www.iqpc.com/br/legalmining. Para maiores informações, faça contato com
mailto:atendimento@iqpc.com ou 11-3164 5600.

IBGE LANÇA CONSULTA PÚBLICA AOS USUÁRIOS DE INFORMAÇÕES ALTIMÉTRICASA Diretoria de Geociências do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE informa que está disponível o formulário da Consulta Pública aos Usuários de Informações Altimétricas do SGB 2009, com o objetivo de identificar e avaliar novas demandas, bem como o nível de satisfação da comunidade técnico-científica brasileira inserida nas diversas atividades do campo das Ciências da Terra, com relação às informações sobre a Rede Altimétrica de Alta Precisão - RAAP, do Sistema Geodésico Brasileiro - SGB, disponibilizadas por meio do Banco de Dados Geodésicos - BDG. Além disso, o IBGE pretende difundir a necessidade de consulta ao Banco de Dados Geodésicos em virtude das possíveis alterações de altitude das referências de nível devido aos periódicos reajustamentos da Rede. Acesse
www.ibge.gov.br/home/geociencias/geodesia/dalti/pesquisa.php ou faça contato com Nívia Régis Di Maio
:nivia@ibge.gov.br ou 21-2142-4965), para maiores informações.

EDITAL DA FINEP CONTEMPLA PROJETOS VOLTADOS ÀS TECNOLOGIAS SOCIAISA Finep lançou uma chamada pública voltada à seleção de propostas que receberão apoio financeiro para a execução de projetos de tecnologias para o desenvolvimento social. A data limite para a submissão eletrônica das propostas é o dia 25 de maio. Serão disponibilizados R$ 34,6 milhões, não reembolsáveis, provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O objetivo é contribuir para a redução da pobreza e das desigualdades sociais, além de democratizar o acesso às tecnologias de informação e comunicação em áreas rurais do país. A chamada contemplará projetos em duas linhas temáticas: o desenvolvimento de tecnologia social em contextos produtivos de empreendimentos econômicos solidários em áreas urbanas e rurais; e a implantação de centros de inclusão digital em áreas rurais. O prazo de execução dos projetos é de até 24 meses, prorrogáveis a critério da Finep. Cada Estado e o Distrito Federal, por meio de suas secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação, poderá apresentar uma única proposta contemplando uma ou ambas as linhas temáticas. O formulário eletrônico para a submissão dos projetos estará disponível no site da Finep a partir do dia 31 de março. As propostas deverão ser estruturadas em subprojetos a serem executados por Instituição Científica e Tecnológica Pública (ICT) e empresas públicas que executem atividades de pesquisa científica e tecnológica, extensão ou serviços tecnológicos. Os subprojetos apresentados no âmbito da primeira linha temática, que envolve o desenvolvimento de tecnologia social em contextos produtivos, deverão contemplar uma cadeia produtiva principal, com destacada importância social, econômica e ambiental. No que diz respeito aos centros de inclusão digital, objeto da segunda linha temática, a proposta deverá conter a lista completa dos municípios escolhidos para receberem os centros de inclusão digital. As unidades deverão funcionar em bibliotecas públicas, empresas públicas de extensão e assistência técnica rural, escolas agrotécnicas e cooperativas de agricultores familiares. A íntegra do edital está disponível em
www.finep.gov.br//fundos_setoriais/acao_transversal/editais/Chamada_Desenvolvimento_%20Social_2009.pdf.

FUNDO DE DIREITOS DIFUSOS ABRE INSCRIÇÕES PARA ENCAMINHAMENTO DE PROPOSTASO Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), vinculado ao Ministério da Justiça (
www.mj.gov.br) está com inscrições abertas para o encaminhamento de propostas de projetos que visem reparar danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valores artísticos, estéticos, históricos, turísticos, paisagísticos e a outros interesses difusos e coletivos. As propostas de trabalho deverão ser cadastradas no período de 1º de março a 30 de abril de 2009 e serão aceitas propostas e cartas-consulta que solicitem apoio financeiro de até no máximo R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), sendo que para os estados, municípios e Distrito Federal, o valor mínimo será de R$ 100.000,00 (cem mil reais), incluindo a contrapartida. O Fundo é constituído dos recursos financeiros oriundos de multas aplicadas pela Justiça Federal, CADE e etc, decorrentes da violação dos direitos difusos. Entre as linhas financiadas estão meio ambiente e patrimônio cultural brasileiro. Mais detalhes sobre o edital, acesse www.mj.gov.br/cfdd/data/Pages/MJ038B8D53PTBRNN.htm.

AQUISIÇÃO DE PRODUTOS DO DRM-RJ - SAIBA COMO FAZER
Com o intuito de divulgar o conhecimento e facilitar o acesso aos produtos gerados pelo DRM-RJ e parceiros, é criado um canal para a "Aquisição de Produtos do DRM-RJ". Agora de uma forma mais direta, todos os "usuários" poderão adquirir produtos via email ou postagem, focando assim, a otimização do tempo e acessibilidade da informação. Hoje os produtos mais solicitados no DRM-RJ são as Cartas Geológicas do Estado do Rio de Janeiro na escala de 1:50.000 em formato matricial e vetorial. Entretanto, encontram-se também no acervo do Departamento vários outros produtos que fazem parte desta forma de aquisição. Para maiores informações:


anaferreira@drm.rj.gov.br (Coordenadora de Geoinformação).


DEPARTAMENTO DE RECURSOS MINERAIS - DRM-RJServiço Geológico do Estado do Rio de Janeiro Rua Marechal Deodoro, 351 - Centro - CEP: 24030-060 - Niterói (RJ) Fone: 21 2717-3334 - Fax: 21 2717-4191e-mail:

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Notícias, avisos, eventos e assuntos relacionados com a página eletrônica do DRM-RJ, escreva para:

mailto:msilvino@drm.rj.gov.br Assuntos de interesse da Diretoria do DRM-RJ, escreva para:
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Flavio Erthal
Presidente
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terça-feira, 3 de março de 2009

O Brasil e a crise mundial - Dez razões para sermos otimistas


O Brasil e a crise mundial - Dez razões para sermos otimistas
Avaliada pelos últimos indicadores de desempenho econômico e em vista de seu brilhante passado recente, a economia brasileira inspira preocupação. Milhares de profissionais valiosos perderam seu emprego nas indústrias mais dependentes do ambiente externo, como no caso da atividade de mineração.A inadimplência das famílias atingiu em janeiro desse ano o maior nível desde maio de 2002. A desaceleração do PIB é severa. Parece, portanto, não haver espaço para otimismo. Mas, como o otimismo tem de ser encontrado justamente nesses momentos mais duros, transcrevemos matéria da maior revista semanal de notícias do Brasil – VEJA – que, realisticamente, à luz de fatos e da análise dos principais e mais respeitados economistas, o país deve transpor com razoável desenvoltura o ambiente perverso que a economia mundial está impondo ao mundo globalizado. A economia brasileira também sofre com a crise. Mas é consenso que o Brasil será um dos países menos afetados. Concordam com esse diagnóstico organizações como o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e a OCDE, a organização econômica dos países ricos. Anote as dez razões que sustentam com otimismo a possibilidade do Brasil atravessar a crise mundial de 2009 apenas com pequenos arranhões – e com chances significativas de emergir em 2010 com crescimento robusto:
1) Reservas de 200 bilhões de dólares intocadas depois de seis meses de crise; 2) Bancos competentes, regulados, com baixa exposição a riscos e provisionados contra calotes; 3) Ausência de bolhas de crédito e imobiliária, com potencial de crescimento real nesses setores; 4) Mercado interno forte, crescendo em poder de compra e em proporção da população; 5) Matriz energética mais "verde" do mundo, com independência do petróleo importado; 6) Estabilidade política, em que a democracia foi entronizada como patrimônio nacional; 7) Estabilidade econômica e arcabouço regulatório imperfeito mas previsível; 8) Maior exportador de alimentos do mundo, o que garante vendas externas volumosas em qualquer cenário; 9) Mercado externo diversificado, com compradores em todo o mundo e mercadorias de crescente valor agregado;10) As mesmas projeções que apontam estagnação no mundo projetam crescimento do PIB do Brasil em 2009.
Fonte: Revista VEJA - Edição 2102 - 04 de março de 2009

MEG faz balanço de 2008 e antecipa projeções para 2009O relatório anual do Metal Economic Group - MEG, distribuído no PDAC 2009, elaborado por Jason Goulden (vice-presidente da entidade), faz analise dos orçamentos de 2008 do segmento de exploração mineral em escala global.
Pela síntese do relatório do MEG o total mundial dos orçamentos em exploração mineral, para metais não ferrosos (excluído urânio), foi estimado para 2009 em US$ 13,2 bilhões, considerando o universo de 2.095 empresas de mineração. Incluindo o urânio, o orçamento mundial em exploração mundial salta para US$ 14,4 bilhões.
Em 2007 os investimentos excluindo urânio foram de US$ 10,5 bilhões. Caso não houvessem ocorrido cortes nos orçamentos no ultimo trimestre de 2008, fatalmente o mercado teria realizado o maior orçamento de todos os tempos. Os gastos reais em 2008 foram, no entanto, menores do que os orçamentos previstos para o mesmo ano. Como a maioria das empresas investiu a maior parte dos seus recursos antes do inicio da forte da crise, é provável que os gastos reais em exploração mineral no mundo no ano passado tenham superado os valores de 2007, materializando o maior investimento em exploração mineral desde que o MEG começou a levantar esses dados estatísticos setoriais.
Considerando o porte das empresas, as majors aumentaram seus investimentos, relativos às demais empresas, de 30% para 37%, as empresas de porte médio diminuíram os investimentos de 16% para 14% e as juniores diminuíram de 52% para 49%. Nesse cenário as empresas de governo ainda permaneceram com orçamentos estáveis. As juniores mantiveram a liderança nos investimentos globais em exploração mineral com 49% do total. Nesse período, os custos dos serviços em exploração mineral experimentaram significativos aumentos nas planilhas de despesas das empresas, desde os gastos com combustíveis até os relacionados ao pessoal técnico.
Após cinco anos de forte crescimento dos orçamentos liderados pelas empresas juniores, responsável pela euforia do mercado e na relativa facilidade na captação de recursos, em 2008 o segmento cresceu somente 16%.
Os orçamentos em exploração mineral por região mostram a America Latina com 25% do total, Canadá com 19%, Austrália com 14%, África com 15%, USA com 7%, o Pacífico/Sudeste da Ásia com 5% e as demais com apenas 15% dos recursos globais.
A distribuição dos orçamentos pelos 10 principais países mineradores do mundo foi em 2008, da seguinte ordem: Canadá - 19%, Austrália -14%, USA - 7%, México - 6%, Peru - 5%, Rússia - 5%, Chile - 4%, Brasil - 3%, África do Sul - 3% e os demais 31%.
O Brasil ocupou o oitavo lugar dentre os 10 maiores orçamentos.
Considerando a distribuição dos orçamentos por alvo (commodity) o quadro foi o seguinte: ouro - 39%, metais base - 40%, diamante - 8%, PGM - 3%, outros - 10%.
Pela primeira vez os metais base (cobre, niquel e zinco) eclipsaram o ouro como alvo de maior orçamento em exploração mineral, sendo o cobre o principal foco. Os investimentos em exploração mineral para urânio também cresceram em 2008 considerando-se 383 empresas (sendo 173 só para urânio) consultadas, que investiram em conjunto US$ 1,15 bilhão.
Na alocação dos orçamentos de exploração mineral por estagio de desenvolvimento, os projetos em estagio avançado (late-stage) receberam 42% dos recursos, os projetos em estagio inicial (grassroot) receberam 36%, sendo que os projetos de ampliação de reservas e melhoria de produtos na mina (minesite) receberam 22%.
As juniores contribuíram com mais de 50% dos investimentos no estagio inicial e mais de 60% no estagio avançado, enquanto as empresas intermediarias e as majors investiram cerca de 80% dos seus orçamentos no local da mina.
Perspectivas
A crise que afetou as economias globais teve forte e significativa influência no setor de exploração mineral. No entanto, a esperança dos especialistas é a de que o mundo em desenvolvimento, particularmente a China, tenha sido pouco afetado e que garanta breve retorno às transações vivenciadas nos últimos anos.
A previsão de duração da crise para os otimistas pode ter a duração de apenas seis meses, até de vários anos para os mais pessimistas. Considerando o panorama atual um maior número de cancelamentos de empreendimentos mineiros é inevitável para os próximos meses. É esperada uma forte contração nas atividades das empresas juniores, para muitos analistas maior do que 50%, com forte impacto nos investimentos totais do segmento em 2009.
Muitas companhias majors e intermediarias já anunciaram profundos cortes em seus planos de investimento em exploração para 2009, algumas por cautela e outras por imperativa necessidade de sobrevivência.
Fonte: Annual Report MEG - Metal Economic Group.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O PDAC* – International Convention & Trade Show é considerado o top dos eventos de classe mundial relacionados à indústria de pesquisa e prospecção mi

O PDAC* – International Convention & Trade Show é considerado o top dos eventos de classe mundial relacionados à indústria de pesquisa e prospecção mineral. Desde 1932, é líder entre as convenções do gênero pela excelência de sua programação técnica, seu foco em business e oportunidades para o estabelecimento de networking de abrangência global, por reunir os mais expressivos representantes em prospecção e pesquisa geológica, exploração e desenvolvimento mineral, incluindo governos e seus serviços geológicos, investidores da comunidade financeira, empresas dos setores de serviços, associações da indústria mineira, executivos, gerentes de exploração, prospectores e geólogos.
O PDAC é uma grande vitrine, tanto para as empresas que lideram o estado da arte, como para aquelas que buscam referências, investimentos ou parcerias. É um fórum completo, onde se pode avaliar tendências e medir os interesses de investimento das maiores corporações da indústria mineral em escala global.

*PDAC – The annual convention of the Prospectors and Developers Association of Canada é considerado o top dos eventos de classe mundial relacionados à indústria de pesquisa e prospecção mi
BRASIL PAVILION é um esforço conjugado entre o governo federal e empresas privadas, nacionais e estrangeiras atuantes no Brasil que, reunidas em consórcio, trabalham para a promoção organizada do setor mineral no evento do PDAC*, realizado anualmente em Toronto, Canadá.Desde 1998, o Brasil vem conquistando importante espaço no cenário internacional, em virtude de sua primeira participação organizada no evento. Este fato decorreu da política de divulgação e promoção implementada pelo Ministério de Minas e Energia, através da liderança da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, com a participação do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM e do Serviço Geológico do Brasil – CPRM. Governo, instituições de fomento, pesquisa e tecnologia, empresas de mineração, prestadoras de serviços, consultorias e imprensa especializada trabalham em parceria para que o BRASIL PAVILION represente uma extensão da realidade do país, motivando visitantes e congressistas do PDAC* a conhecerem melhor o setor mineral brasileiro.


FAÇA PARTE DESSE TIME E TAMBÉM DESSA HISTÓRIA. PARTICIPE DO BRASIL PAVILION 2009.

Como agente facilitador para viabilizar a formação do consórcio BRASIL PAVILION, incluindo planejamento, captação de adesões das empresas privadas, contratação de serviços no Brasil e no Canadá para a realização do evento, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral selecionou a Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira – ADIMB para a coordenação executiva do projeto, contando com a coordenação técnica da Divisão de Marketing e Divulgação do Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
*PDAC – The annual convention of the Prospectors and Developers Association of Canada.

BRASIL PREPARADO PARA O PDAC´2009Em 2008 o Brasil fechou um ciclo virtuoso de 10


anos comparecendo ao PDAC com representações organizadas, consistentes e tecnicamente bem embasadas, em especial contando com montagem do BRASIL PAVILION no Trade Show do Metro Toronto Convention Centre, em Toronto.
Apesar do clima de retração imposto pela crise econômica desencadeada em outubro passado nos Estados Unidos que, gradativamente, vem contaminado as economias globais, a Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME mantém sua política de promoção setorial, que inclui a presença continuada e permanente na feira do PDAC, fundamentada na estratégia de permanecer repassando confiança no mercado investidor internacional.
Mais uma vez o consórcio governo-empresas, coordenado pela ADIMB – Agência de Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira – alcança em tempo recorde uma representação que conta com 27 entidades representativas do setor mineral, entre organismos governamentais, empresas de mineração, juniors companies, empresas de serviços, escritórios de advocacia e imprensa especializada.
Acompanhe o desempenho do Brasil no mais antigo e renomado congresso especializado em prospecção e pesquisa mineral do mundo e fique ligado no desenrolar dessa época de incertezas e nas estratégias operadas pelas empresas que participam do PDAC´2009.
Clique aqui e confira a relação das empresas que participam do BRASIL PAVILION 2009
FROM THE MINING MAGAZINE
PDAC 2009 - Challenges lie ahead
What a difference a year makes. Recent swings in the financial markets, like the weather, have been extreme and have affected almost everyone. Future plans, and in many cases the very existence of junior companies, are uncertain. It is precisely at times like this when explorers and developers alike, all over the world, need the support, guidance and direction that attending the PDAC International Convention can provide.

Moving the convention to the South Building of the Metro Toronto Convention Centre in 2008 has opened the way for even more growth in the future. The Investors Exchange of over 600 booths is fully booked and has a waiting list. The more than 340 booths of the Trade Show are fully booked, with an extensive waiting list as well. Our sponsors from last year are on board, and we have added some new ones.

In November 2008, I attended the China Mining conference in Beijing. Many people came by the PDAC booth there and a number of them desperately wanted to get booth space at the 2009 PDAC convention. They wanted to be seen where it counts.PDAC advocacy efforts, on behalf of explorers and developers, the e-3 environmental excellence in exploration and health and safety initiatives, the international marketing efforts and Canada’s reputation worldwide as a source of expertise for mineral exploration, development and financing have all helped to make this convention the one to attend.

In the past, whenever there have been difficult times in the industry, people have come in large numbers to the convention. The reason is simple: they want the exposure, they want the networking and they want to be able to have an opportunity to market themselves and their products at the best venue possible.

I firmly believe that this current economic downturn has not altered the overall fundamentals that underlie the global mining industry. While the speculative market factors have again proven to be the biggest risk, especially for the junior exploration sector, and most likely will take some time to reset to a new norm, these current market factors are certainly not reflective of the real under­lying global need and demand for metals and mineral products.

The pre-Christmas financial support packages that the US, European, Chinese and Canadian governments have implemented to support and stimulate their economies all include a very significant number of infrastructure enhancement projects, all of which will need mineral resources such as bauxite (aluminium), iron and base metals, as well as sand, gravel and cement. Demand for uranium, coal and natural gas for electrical power generation, and fertiliser products, will also continue to grow, especially in countries like China, India and Africa as populations expand and continue their migration to cities. The demand for communications, data technology and ever-smarter instrumentation is driving the development of new uses for rare earths, specialty metals and even graphite.

I believe that we are also now experiencing major changes in the way the world does business. Nation-centric ways of thinking are being replaced by a more multinational, global approach.

There is a fundamental shift underway in the drivers of the global economy. There are many more internationally influential players than there were in the past. Europe and North America now share the stage with China, India and Russia, and that is going to affect how business is done everywhere in the future.An example of this is China’s investment in resource and infrastructure projects throughout the world, as that country becomes a net resource consumer. While the current economy may look bleak, there are tremendous opportunities at hand, and Canada is well-positioned to take advantage of them. The Chinese have already invested significantly in Africa and Australia, and are now looking at projects in Canada and many other countries. This could provide a major source of financing for future exploration and project development, both in Canada and around the globe. Canadian miners, explorers and developers are recognised for their global expertise and mine financing know-how, and are sought out by many countries or groups wishing to take advantage of that expertise. What better place than the PDAC to make these connections?

This year’s convention will start with pre-convention workshops from Friday, February 27 through Sunday, March 1. The workshops will deal with Aboriginal awareness and employment opportunities; understanding NI 43-101 and technical reporting; understanding the financial life cycles of junior mining companies, best practices and the importance of due diligence; and the relatively new concept of geometallurgy and remote sensing and spectral geology.

Corporate social responsibility (CSR) is playing a major role at this year’s convention with the launching of the PDAC’s Framework for Responsible Exploration. A benchmark that exploration and mining companies can use and tailor to their own needs and circumstances, the framework consists of a set of principles and guidelines, and two tools — the existing e3 environmental excellence in exploration, and a health and safety manual. The pre-convention workshop, on Friday, February 27, will introduce the framework, providing an orientation to its components and practical advice on its use in the field.

A special post-convention session will also identify and examine some of the issues of carbon offsets and their potential impacts on development and advanced exploration projects, as more and more countries are passing legislation in this area.

On Sunday, March 1, the traditional commodities session will have an added attraction. This year, we will hear the experts discuss the market outlook for rare earth metals and potash as well as the usual outlooks for gold and silver, iron ore, copper and molybdenum, zinc, uranium, and nickel and platinum.The technical sessions of the convention officially open on the morning of Monday March 2, with the keynote session. This year the focus is on the new global realities and challenges and Canada’s leadership in responsible exploration. I will be co-chairing the session with John Morganti of Teck.

We have lined up a number of high-profile speakers to help us all make sense of the current uncertainties. Donald Coxe, of BMO Financial Group, will lead off with a special presentation, “The mining industry in a post-deflationary world”, which promises to be insightful.

In keeping with the global context, Kobus van der Wath, of The Beijing Axis, will tell us what is happening in China and the expected role it is going to play in everyone’s future.

Because of their global reach, explorers, developers and miners have an opportunity, and perhaps a duty, to become the industry leaders in advocating for social equality and justice worldwide. Anthony Hodge of the International Council on Mining and Metals will talk about mining’s contribution to society, how it is measured and its inherent challenges. We will hear about understanding, enhancing and explaining this contribution. In the past, our industry has not extolled its virtues and we need to demonstrate its beneficial aspects.

Topping off the morning, Dennis Jones, a PDAC director and chair of the association’s CSR committee, will discuss the CSR framework and its implications for industry. These last two presenters highlight the tremendous influence mining has on society and the PDAC’s contribution in fostering good industry practices.

On the afternoon of March 2, the technical programme will split into three streams to discuss diamonds, financing and the rebirth of Flin Flon, Manitoba.

Diamonds are always a popular subject at the convention, and this year’s two-and-a-half hour session will look at the six Cs of diamonds: colour, clarity, cut, carat, confidence and Canada. There are some concerns that the diamond market is losing its lustre, and one of the speakers will specifically address the global diamond supply and pricing.

Meanwhile, the session on financing will introduce a range of topics, including the benefits of flow-through financing, mergers and acquisitions, and the financing by senior companies of juniors. The one question to which everyone wants an answer is: what is going to happen to the junior sector? This session will offer some interesting answers.

The third afternoon session looks at new developments in older mining districts of Canada, specifically the Flin Flon area. Several presenters will speak about new interest in both base metal and copper-nickel deposits in northern Manitoba.This session illustrates the way our industry always reinvents itself and confirms the old saying: the best place to find new deposits is where there are existing mines. The Flin Flon area is certainly a good example.

A major focus on the morning of Tuesday, March 3, will be iron oxide copper-gold (IOCG) deposits. During a full morning session, we will be looking at the variations in styles of these tremendous deposits globally. Examples will be presented from Australia, Olympic Dam and others, as well as North and South America.

Running concurrently will be a session on Aboriginal participation in the mineral industry. One of the speakers is National Chief of the Assembly of First Nations (AFN) Phil Fontaine, who will discuss the AFN corporate challenge and its implications for the mineral exploration sector.

On Tuesday afternoon, international activities are the focus, with technical sessions on Latin America and West Africa.Latin American speakers will focus on major ore deposits, including the Laguna Norte deposit in Peru and several others in South America and Mexico.

The ever-popular session on new discoveries and developments takes place on Wednesday morning, March 4. Speakers will present papers on Hathor Exploration’s Roughrider zone in Saskatchewan; the Lalor deposit in Flin Flon, Manitoba; the Nokomis nickel deposit; the gold-copper porphyry discoveries in Romania’s historic Rovina valley; and the greenfields platinum-palladium discovery in northwest Ontario.

A concurrent session on geophysics will focus on the many developments in geophysical technology. Two-dimensional and three-dimensional imaging and the use of geophysical (magnetic and gravity) data to model deposit parameters, as well as case studies including Victor and Eagle One, will be presented.

A major attraction at the convention is the Investors Exchange. Here, companies can showcase their activities and the general public and convention delegates can talk directly to investor relations personnel, geologists or management about their projects and prospects.

In addition, throughout the duration of the convention, 160 presenters will use the Exchange Forum to deliver technical presentations about their projects and discoveries and answer questions.

The popular core shack displays allow delegates a first-hand look at drill core from the next generation of projects. This year, 60 companies will be presenting their latest prospects.Always a significant part of the convention, the Trade Show will feature many national and international pavilions, as well as booths promoting a vast range of equipment, products and services for the exploration and mining industry.Rounding out these major convention activities are a number of social and networking events for delegates and also for students, who enjoy a reduced convention registration fee and programmes specifically geared toward their interests.

Acknowledgements

On behalf of the PDAC, I would like to thank our sponsors, without whose support it would be impossible to stage this convention. In particular, I would like to recognise the generosity of our Diamond Sponsor, Teck; our Platinum Sponsor, IBK Capital Corp; and our Patron Sponsor, Barrick Gold Corp. An event such as this also requires a tremendous amount of organisation and I would personally like to thank all the dedicated staff whose tireless effort behind the scenes make this event run as smoothly as clockwork each year.
As I travel abroad, I notice that the PDAC International Convention is increasingly being recognised as the place to be.
This, I think, is recognition of the importance of Canada’s contribution to the industry, and specifically the role of PDAC in promoting the Canadian mining industry.
See you all in March 2009.

Presidente do IBRAM avalia mercado de minérios

18/02/2009
Além de considerar condicionantes como demanda e nível de estoques na formação do preço do minério de ferro, é necessário avaliar o volume que vai ser negociado no contrato. O dado é fundamental para determinar os investimentos que precisam ser feitos em logística e também para evitar a formatação de novos contratos ao longo do ano, com preços mais altos.
A avaliação é do Presidente do IBRAM, Paulo Camillo Vargas Penna, ao Diário do Comércio – MG, no último sábado (14/02). A aposta dele, assim como a dos analistas de mercado, é de que a negociação seja longa. O dirigente acredita que as negociações ocorram até abril, quando o cenário deve estar mais definido e, mais favorável.
Segundo ele, ainda é cedo para se fazer algum tipo de estimativa sobre o preço. "Tudo depende muito do momento da negociação e das perspectivas futuras, além da definição do volume de minério. Temos que considerar que as empresas vinham utilizando o total da capacidade logística disponível e que, a depender do volume de minério negociado, vai ser necessário investir em infra-estrutura para o escoamento da produção", analisou.
Penna disse que, se for negociado um volume menor do que o necessário, por exemplo, novos acordos terão que ser firmados, com preços bem mais elevados. As perspectivas, até então, muito pessimistas para o mercado de siderurgia e mineração, em função da crise mundial, levaram os analistas a estimar queda de até 40% no preço do minério em 2009. Os chineses chegaram a anunciar, em novembro do ano passado, queda de 80%.
US$ 5 bi de projetos minerários cancelados
Os reflexos da crise internacional sobre a demanda e os preços das commodities metálicas fizeram com que as empresas adiem e cancelem planos de expansão no setor produtivo. Dos US$ 58 bilhões destinados ao setor de mineração no país, entre 2008 e 2012, US$ 5 bilhões foram oficialmente cancelados. Os R$ 53 bilhões restantes serão postergados por um período de dois anos, com investimentos até 2013.
A informação é do IBRAM. Segundo Paulo Camillo Penna, Presidente do Instituto, houve cancelamento de alguns projetos de níquel, cobre e minério de ferro. "As empresas estão adotando medidas anticrise de acordo com o comportamento do mercado, seja por meio do cancelamento ou do adiamento dos planos, com objetivo de ter mais clara a dimensão da crise", explicou.
Minas Gerais, que responde por 44% da produção mineral brasileira, teria investimentos de US$ 17 bilhões entre 2008 e 2011. Penna não informou o montante de aportes cancelados no Estado.
Em Minas não deve haver nenhum tipo de prejuízo ou de grandes mudanças nos projetos porque esses tipos de metais, que estão tendo impactos mais negativos como a crise, não são explorados no Estado. "Apesar da crise, a manutenção da maior parte dos investimentos refletem a confiança no setor e na continuidade da demanda por commodities metálicas", avaliou.
Diferente do que aconteceu neste início de ano, desde 2007 que aconteciam revisões para cima das projeções de investimento para os próximos anos. Em janeiro de 2007, as estimativas de investimento para o setor somavam cerca de US$ 25 bilhões. Em julho do mesmo ano, as projeções apontavam US$ 28 bilhões e, em setembro, rondava em torno de US$ 32 bilhões. Em 2008 não foi diferente. Em janeiro a projeção subiu para US$ 48 bilhões, montante mais uma vez alterado para US$ 58 bilhões, em setembro.
Com o cancelamento de alguns projetos, ainda não há definições das alterações de valores por tipo de minério. A previsão inicial era de que o minério de ferro, com liderança dos recursos, recebesse cerca de US$ 37 bilhões, ou 65% do total, o que deve fazer com que a produção nacional passe de 320 milhões de toneladas para 700 milhões em 2012.
(Com informações do Diário do Comércio – MG)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Uma coleção de relíquias fotográficas.
Vale a pena dar uma olhada.


Há muitos eventos cobertos, mas pouco do Brasil.

http://images.google.com/hosted/life
Eis um baú com raridades históricas que acaba de ser aberto na Internet. De um acervo com alguns dos flagrantes fotográficos mais importantes dos últimos 150 anos, a revista norte-americana Life, que não circula mais em papel desde o ano passado, inaugurou um serviço com 2 milhões de fotos de seu arquivo - o projeto prevê mais 8 milhões. E tudo de graça, em alta resolução e ao alcance de qualquer um.

Em parceria com o Google, o site permite, por meio de buscas, acessar registros feitos desde 1860, como um flagrante de Alberto Santos Dumont a sobrevoar Paris ou um retrato de Lenin datado de 1918.

sábado, 3 de janeiro de 2009

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA, SAÚDE E SANEAMENTO http://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/

O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT) da Fiocruz, em parceria com a Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), do Ministério da Saúde (MS) está à frente de um sistema de visualização de indicadores: um Atlas digital que reúne e analisa um conjunto de indicadores sobre a qualidade da água, saneamento e saúde. Esse Atlas ajuda a sociedade a traçar um painel da água usada para consumo humano no país, estimulando o debate sobre a qualidade e cobertura dos serviços de saneamento básico.

Os resultados desse estudo estão acessíveis para a sociedade civil, técnicos de vigilância em saúde e gestores interessados no tema. Esta é a primeira vez no país que dados tão relevantes sobre a água podem ser acessados sem restrições pela Internet. O Atlas serve, portanto, para elaborar diagnósticos locais dos problemas relacionados à qualidade da água e auxiliar gestores e cidadãos na formulação de políticas sobre saneamento, ambiente e saúde. A integração desses dados é inédita no Brasil.

      Os objetivos desse Atlas são: Reunir um conjunto de indicadores e dados sobre condições de saúde, água e saneamento básico no Brasil para através da produção de mapas temáticos; Retratar as condições dos sistemas de saneamento, da qualidade da água e das doenças de veiculação hídrica nos municípios brasileiros, permitindo o fornecimento de informações geográficas relevantes indispensáveis à análise do controle e monitoramento da qualidade da água consumida e dos riscos relacionados às condições gerais de saneamento; Possibilitar o uso dessas informações pelos gestores, como uma forma de minimizar os riscos à população e elaborar políticas públicas para o saneamento e recursos hídricos, fornecendo informações aos interessados na questão, seja a sociedade civil ou órgãos de governo.

      Um Atlas com estas informações é um meio de se unir esforços de agências e de cidadãos para atuação sobre as condições de saúde e saneamento no Brasil.

Seja bem vindo!

http://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/

Metodologia 

A seleção dos indicadores e sua forma de apresentação em mapas e tabelas foi estabelecida por grupo de trabalho coordenado pelo Laboratório de Informações em Saúde (LIS/ICICT/FIOCRUZ), do qual participaram profissionais e pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Centro de Pesquisas Ageu Magalhães (CpqAM/Fiocruz), Secretaria de Vigilância em Saúde (CGVAM/SVS), Ministério das Cidades, Agência Nacional das Águas (ANA), e Secretarias de Saúde Estadual e Municipal do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Os dados necessários para calcular os indicadores foram obtidos dos seguintes bancos de dados:

- Censo demográfico de 2000 - dados sobre condições de abastecimento, de esgotamento e de coleta de lixo nos domicílios, população e densidade demográfica. Disponível em www.ibge.gov.br ;

- Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) de 2000 - dados de captação, abastecimento, tratamento da água e esgotamento sanitário. Disponível em www.ibge.gov.br ;

- Sistema de informações sobre Internações Hospitalares (SIH-SUS). Dados sobre as internações ocorridas em hospitais do SUS ou conveniados segundo ano de ocorrência, município de residência e causa da internação. Estima-se que esse sistema cubra entre 70 a 80% das internações do país, sendo as demais internações realizadas pelos planos de saúde ou pela iniciativa privada. Disponível em www.datasus.gov.br

- Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Dados sobre óbitos ocorridos por ano, município de residência e causa básica, organizados pelo Departamento de Análise de Situação de Saúde (DASIS), da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Disponível em www.datasus.gov.br

- Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Dados sobre a notificação e investigação de casos de doenças e agravos, por ano e município de residência, que constam na lista nacional de doenças de notificação compulsória, organizados pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Disponível em www.datasus.gov.br

- Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (SISAGUA). Dados sobre sistemas de abastecimento de água e das soluções alternativas coletivas e individuais, vigilância e controle da qualidade da água para consumo humano. Organizado pela Coordenação-geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM/SVS/MS) em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde.

- Sistema de Informações Hidrológicas (Hidro). Dados sobre qualidade da água nos principais rios do país, mantido pela Agência Nacional de Águas (ANA). Disponível em http://hidroweb.ana.gov.br

Esses Sistemas de Informação contêm diversos dados sobre ambiente, população e saúde. No entanto, foram selecionados apenas alguns dos principais indicadores para representar as condições gerais de qualidade da água, saneamento e doenças relacionadas. Como eventos marcadores dos riscos relacionados à qualidade da água foram selecionados os seguintes agravos: cólera, salmonelose, amebíase, helmintose, giardíase, hepatite A, leptospirose, dengue, esquistossomose e mortalidade por diarréia em menores de 5 anos.

Para facilitar a consulta, os indicadores foram organizados em três temas: a qualidade da água, estrutura e o funcionamento dos sistemas de saneamento e a incidência de doenças relacionadas ao saneamento, levando-se em conta a disponibilidade desses dados e sua capacidade de retratar as condições gerais de saneamento.

Na segunda fase de organização, houve uma integração das informações através da utilização de Sistemas de Informações Geográficos que permitiu gerar tabelas e mapas temáticos com relacionamento de indicadores para sua visualização conjunta, em diferentes níveis de agregação (municípios e estados).

É importante observar que não existe uma solução ideal para as condições de saneamento. Os sistemas de saneamento devem ser permanentemente aperfeiçoados, procurando-se soluções que minimizem os riscos à saúde e ao ambiente. Existem diversos riscos à saúde associados à má qualidade ou ausência de serviços de saneamento. Algumas das doenças selecionadas podem ser transmitidas por outros meios, além da água utilizada para consumo. A transmissão de doenças envolve diferentes agentes etiológicos, com ciclos no ambiente, virulência e letalidade diferentes. Uma parte da incidência dessas doenças se deve à contaminação e falta de tratamento da água que é usada para o abastecimento. Outra parcela importante se deve à contaminação dos rios e lagoas usados para trabalho ou lazer. Todos esses fatores devem ser considerados na interpretação dos indicadores apresentados nesse Atlas.

Também não se pode admitir que a baixa cobertura dos serviços de saneamento seja a causa de todos os problemas de saúde enfrentados pela população. Alguns pequenos sistemas de abastecimento de água, como os poços domiciliares, podem ser seguros e de boa qualidade se forem garantidas as condições de higiene dos domicílios e a preservação do lençol freático. Por outro lado, infelizmente, não se pode afirmar que um domicílio ligado à rede geral de abastecimento de água esteja livre de riscos. A água usada para consumo pode ser contaminada por agentes patogênicos no manancial, na rede de distribuição ou no próprio domicílio, por exemplo, nas caixas d'água. Por isso, a proporção de domicílios abastecidos por rede de água já não é um indicador suficiente que aponte com precisão os grupos de maior risco. Para uma avaliação mais contextualizada dos problemas de saneamento, deve-se levar em conta também a cobertura da rede de coleta de esgoto, a contaminação da água na rede de abastecimento, a possível contaminação de mananciais de água, o tratamento inadequado ou insuficiente da água, a intermitência do abastecimento e a interação entre água e esgoto no solo no entorno do domicílio. A combinação entre estes indicadores pode revelar contextos particulares em que os problemas de saúde ocorrem e fornece pistas para o estabelecimento de políticas específicas e focadas para cada grupo social e região

http://www.aguabrasil.icict.fiocruz.br/doc/manual.pdf

Documentação

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

HOMEM NA LUA - 40 ANOS

Em 21 de dezembro de 1968, Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders foram os protagonistas de um show inusitado. A missão Apollo 8 durou sete dias e seis noites e foi a primeira a levar o homem à órbita da Lua. Os Estados Unidos davam um passo à frente da União Soviética. Os tripulantes, porém, não conseguiram pousar na Lua. A nave apresentou defeitos graves, enfrentou um choque com um meteorito e uma tempestade solar. Mesmo assim, a operação foi considerada um sucesso: os três conseguiram retornar aos Estados Unidos e o sentimento geral era de que o homem estava pronto para receber o futuro.
Diretores da Nasa anunciaram para o ano de 1969 mais cinco missões Apollo. A de número 9 foi um importante teste de equipamentos e a missão 10 avançou um pouco, mas também não chegou a atingir o solo lunar. No dia 20 de julho de 1969, no entanto, Neil Armstrong, da Apollo 11, tornou-se o primeiro homem a pisar na Lua. A novidade foi comunicada pela TV e pelo rádio a cerca de 1,2 bilhão de pessoas. VEJA anunciou a façanha com o seguinte título: "Chegaram". A tripulação contou com mais dois homens: Buzz Aldrin e Michael Collins. Armstrong proferiu uma das mais famosas frases da história: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade".
A bandeira dos Estados Unidos foi hasteada e a ela Armstrong e Aldrin prestaram continência. Em solo lunar foi deixada uma placa com a mensagem: "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade". Na bagagem, os astronautas trouxeram 37 quilos de pedras, que foram analisadas em laboratórios. A idéia era descobrir por meio dessas rochas os segredos do sistema solar e de todo o mundo.
Quatro dias depois dos primeiros passos na Lua, os três voltaram a Terra e ficaram isolados durantes muitos dias. A hipótese de que poderiam sofrer algum tipo de contaminação foi logo descartada. De acordo com os astronautas mais importantes do mundo, a chegada do homem até a Lua representava a nova era da vida na Terra. Os soviéticos saudaram os americanos, mas não se livraram do amargo gosto da derrota.
A missão Apollo 12 esteve na Lua em novembro de 1969 e foi responsável por investigar crateras. Os tripulantes voltaram a Terra com muitas fotografias e material coletado no solo da Lua. No início de 1970 foi a vez da aventura por meio da Apollo 13. A missão foi conturbada em função de vários problemas com a nave durante a viagem de ida. Os astronautas James Lovell, Fred Haise e John Swigert reagiram ao inusitado de forma serena, não demonstraram medo, tomaram as providências emergenciais com precisão e conseguiram voltar com vida.
Alguns anos após a primeira viagem até a Lua, imaginava-se que a colonização de outros planetas viria logo em seguida. O Projeto Apollo durou duas décadas e foram investidos mais de 40 bilhões de dólares por parte dos Estados Unidos. O valor da conquista simbólica é inegável e lucrou-se muito com a aplicação da tecnologia espacial em outros setores industriais. Em ganhos práticos ainda falta muito. A meta da Nasa é que o homem volte a pisar na Lua por volta de 2015

Portaria do DNPM nº 564, de 19 de dezembro de 2008,

Foi publicada no Diário Oficial da União de hoje, dia 23/12/2008, Portaria do DNPM nº 564, de 19 de dezembro de 2008, que altera dispositivos de quinze outras portarias normativas da Autarquia. Algumas das modificações merecem destaque por sua relevância, tais como a inclusão de previsão normativa expressa quanto à possibilidade de se prorrogar o prazo de pesquisa em razão de dificuldades na obtenção da anuência prévia do gestor de Unidade de Conservação.

Porém, a maior parte das alterações objetiva suprimir lacunas normativas ou retificar e atualizar procedimentos, em decorrência do início da operação dos novos sistemas de outorga, ocorrido em setembro de 2008. Segundo o Diretor-Geral do DNPM, a portaria publicada hoje é resultado de diversas discussões travadas nos últimos quatro meses, envolvendo técnicos e Procuradores do DNPM que atuam na área minerária.
"Recebemos algumas sugestões de alteração enviadas por agentes privados e associações representativas do setor mineral, muitas das quais foram acatadas e incorporadas na Portaria DNPM nº 564, de 2008", afirma o diretor.

Abaixo, a relação das portarias alteradas.(a) Portaria DNPM nº 023, de 1997 - prorrogação do prazo de validade de autorização de pesquisa(b) Portaria DNPM nº 178, de 2004 - procedimento do regime de permissão de lavra garimpeira(c) Portaria DNPM nº 347, de 2004 - delegação de competência do Diretor-Geral a outros dirigentes do DNPM(d) Portaria DNPM nº 011, de 2005 - procedimentos para apresentação do relatório anual de lavra - RAL;(e) Portaria DNPM nº 268, de 2005 - pré-requerimento eletrônico(f) Portaria DNPM nº 199, de 2006 - concessão de anuência prévia e averbação de cessão e transferência de direitos minerários(g) Portaria DNPM nº 201, de 2006 - obtenção de vista e cópia de autos de processos minerários por particulares(h) Portaria DNPM nº 144, de 2007 - outorga de guia de utilização(i) Portaria DNPM nº 015, de 2008 - identificação de interessados por meio do número de inscrição no CNPJ do estabelecimento matriz(j) Portaria DNPM nº 263, de 2008 - memorial descritivo e planta de situação(k) Portaria DNPM nº 266, de 2008 - procedimento do regime de registro de licença (licenciamento)(l) Portaria DNPM nº 268, de 2008 - procedimento de disponibilidade(m) Portaria DNPM nº 269, de 2008 - arrendamento de direitos minerários(n) Portaria DNPM nº 270, de 2008 - Cadastro de Titulares de Direitos Minerários - CTDM(o) Portaria DNPM nº 400, de 2008 - atualização dos valores cobrados pelo DNPM"A nova Portaria ora publicada resulta de um compromisso do DNPM com o setor produtivo de promover, ainda no ano de 2008, as mudanças efetivadas.

O texto na íntegra da nova Portaria. A mesma já está disponível em www.dnpm.gov.br -->
Legislação --> Portarias do Diretor-Geral do DNPM --> Portaria Nº 564, de 19/12/2008, DOU de 23/12/2008, ou então clique no seguinte endereço http://www.dnpm.gov.br/conteudo.asp?IDSecao=67&IDPagina=84&IDLegislacao=551

Atenciosamente,Geól. Paulo Ribeiro de SantanaAssessor do Diretor-Geral do DNPM