sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Ecopress - Agência de Notícias Ambientais - ECO LINKS


Fundação Orsa
Centro Brasileiro de Energia Eólica
Editora Abril - Planeta Sustentável
Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade
Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimentos
Centro Internacional de Referência em Reúso da Água
Cidades Solares
Agência Social - Terceiro Setor
Fórum de Líderes
Curso online Projetos de Práticas Ambientais
Instituto Pharos - Defesa da Costa Brasileira
Portal Biodiesel
Grupo de Pesquisa em Resíduos Sólidos - UFPE
Centro de Referência em Informação Ambiental
Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente - RJ
Ministério do Meio Ambiente
Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo
Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia
Instituto Akatu - Pelo Consumo Consciente
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
Instituto Socioambiental
SOS Mata Atlântica
Observatório do Clima
Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - DF
ONG 5 Elementos - Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental
Rede GTA - Grupo de Trabalho Amazônico
WWF - Brasil
Associação Brasileira de Recursos Hídricos
Sede Nacional da Ordem dos Biólogos
Agência Nacional de Águas
Cempre - Compromisso Empresarial para a Reciclagem
Faculdade de Saúde Pública - SP
Prossiga - Recursos Hídricos
INSTITUTO BRASIL PNUMA
Ibama - Leis Ambientais
ITBRazil - Info - Informações sobre aquecimento global
Instituto GEA - Coleta Seletiva e reciclagem doméstica
Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas
Biodiesel BR
Instituto Brasileiro de Educação Ambiental

ECONOMIA Mineração: empresas vão investir R$ 56 bilhões no Brasil em 5 anos

ECONOMIA
Mineração: empresas vão investir R$ 56 bilhões no Brasil em 5 anos

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) está prestes a realizar, em Belo Horizonte (MG), a 12ª edição do Congresso Brasileiro de Mineração e a EXPOSIBRAM 2007 — Exposição Internacional de Mineração.


Os eventos bianuais são os mais importantes do setor na América do Sul e vão acontecer no Expominas, de 24 a 27 de setembro.

Para participar é preciso apresentar convite ou efetuar inscrição, ambos por meio do site do IBRAM (www.ibram.org.br) ou pelo fone (31) 3444-4794.

A procura por estandes surpreendeu os organizadores: pelo menos 70 fornecedoras da indústria da mineração aguardam na fila de espera eventuais desistências de expositores. Há vagas ainda para participação no 12º Congresso Brasileiro de Mineração.

Essa grande procura se deve ao fato de a mineração atravessar um de seus ciclos de prosperidade em termos mundial, tanto na demanda quanto na produção. A atividade bate recordes e tem ampliado sobremaneira sua participação no bom desempenho econômico-social do Brasil, já que gera cada vez mais divisas e fornece os minérios necessários ao crescimento da produção industrial (e de outros setores) de uma forma geral, beneficiando toda a sociedade (quadro).

Números do Setor Mineral Brasileiro:
- R$ 56 bilhões em investimentos na indústria mineral entre 2007 e 2011;
- Produção mineral em 2006 foi de R$ 36 bilhões;
- Principais minérios, posição do Brasil no ranking de produção e o % em relação à produção mundial: nióbio: 1º (95,2%); ferro: 2º (18,8%); manganês: 2º (39%); tantalita:2º (13,4%); alumínio(bauxita): 2º (14,44%); crisotila: 3º (10,3%); magnesita: 3º(8%); grafita: 3º (7,12%); vermiculita: 4º (4,85%); caulim: 5º (5,48%); estanho: 5º (4,73%); e rochas ornamentais: 6º (5,6%).
- Os líderes em produção mineral brasileira são os estados de MG (44,05%); PA (21,9%); GO (7,61%); SP (6,59%); BA (3,21%) e outros (16,6%);
- US$ 350 milhões é o total de recursos que serão aplicados em pesquisa mineral no Brasil em 2007;
- o % da Indústria Extrativa Mineral no PIB foi de 2,57% em 2000, 4,89%, em 2005, e 5,95% em 2006.
Ambos os eventos vão reunir mineradores, fornecedores, clientes, prestadores de serviços diversos, especialistas em mineração, acadêmicos, executivos e autoridades governamentais de muitos países se farão presentes nos quatro dias em um ambiente adequado para debater os novos rumos do setor, bem como estabelecer alianças estratégicas e comerciais, aproveitando o boom mineral. Além de 277 estandes reservados para brasileiros, haverá outros 85 para representações estrangeiras: EUA, Canadá, Austrália, Alemanha, Chile, África do Sul, China, Espanha, Finlândia e Polônia.

http://www.correiodeuberlandia.com.br/v2/noticia_ver.aspx?id=28110&data=

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Carmen L. Branquinho: trabalho exaustivo - Portal de acesso livre

Portal de acesso livre reúne informações do setor mínero-metalúrgico
13/09/2007
Roni Filgueiras
Vinicius Zepeda


Carmen L. Branquinho: trabalho exaustivo de
compilação de dados resultou no Infomimet

Desde o início de setembro, uma importante ferramenta de busca para o setor mínero-metalúrgico está disponível na internet. Trata-se do Infomimet – Fontes de Informação para o Setor Minero-Metalúrgico, projeto de Carmen Lucia Branquinho, pesquisadora e colaboradora do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), instituição vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), disponibiliza mais de 12 mil links com dados sobre o assunto. A ênfase da cientista foi adequar o projeto, que teve apoio da Associação Brasileira de Química (ABQ) e da FAPERJ, à nova realidade do meio ambiente.

“Propus isso no projeto dentro do contexto do desenvolvimento sustentável, pois minha preocupação foi expor o que está sendo feito para recuperar o meio ambiente. Por exemplo, nas atividades de mineração, que são degradantes de solos, com a contaminação por metais”, conta Carmen. Foram necessários dois anos para compilar, selecionar e transformar o conteúdo dos sites numa base de dados. Nos próximos meses, a química, mestre e doutora em engenharia nuclear, se dedicará a verter o Infomimet para o inglês e ainda a desenvolver um estudo da eficácia das ferramentas de busca disponíveis na grande rede.

O público-alvo são estudantes, pesquisadores, empresários, bibliotecários e quaisquer profissionais que lidem com as áreas de geociências (geoquímica, geofísica, engenharia geológica, mecânica de rochas), engenharia de minas, engenharia metalúrgica, ciência e engenharia de materiais e meio ambiente. O portal vem suprir a inexistência de um diretório desse porte e com acesso livre via internet, além de atender à demanda do setor, estratégico para a economia nacional.

O Infomimet reúne informações disponibilizadas por mais de 110 países, conduzindo a websites de associações de classe; bibliotecas e seus acervos; centros de pesquisa (científicos e tecnológicos); empresas (mineradoras, de consultoria, pedras decorativas, rochas ornamentais, reciclagem e recuperação de metais); escolas técnicas; e escritórios de advocacia (direito minerário e ambiental).

A lista de temas vai ainda mais longe. Inclui também índices estatísticos de mercado e outros indicadores; fabricantes de equipamentos e máquinas industriais; indústrias metalúrgicas e siderúrgicas; laboratórios de análises, testes e ensaios (públicos e privados); entidades dedicadas à metrologia e normalização; museus; órgãos governamentais (agências financiadoras de P&D, ministérios/secretarias/departamentos de Estado, instituições que lidam com propriedade industrial e intelectual); e órgãos não governamentais.

O portal do Cetem dá igualmente acesso a outros portais informativos e de caráter comercial; publicações (periódicos de revisão, periódicos técnico-científicos, newsletters, entre outras); universidades e grupos de pesquisa (em geociências, engenharia de minas, engenharia metalúrgica e de materiais, meio ambiente).

A primeira versão do Infomimet foi apresentada na VIII Jornada de Iniciação Científica do Cetem pelo bolsista Leandro Colodete, orientando da professora Carmen Branquinho. A versão-piloto reunia poucas fontes de informação, mas mostrou sua utilidade e recebeu a menção de “Destaque” da Jornada realizada em julho de 2000. A logomarca e o conteúdo do portal encontram-se em fase de registro junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI. E poderá ser acessado, gratuitamente, através do link em sua logomarca, disponível na página principal do website do Cetem (http://www.cetem.gov.br) ou diretamente em http://w3.cetem.gov.br/infomimet




O conteúdo do Infomimet:

* 797 bases de dados: informações sobre 231 bases de cunho proprietário com links para as bibliotecas brasileiras que as acessam e links diretos para 566 bases de domínio público.

* links para 86 sistemas produtores e/ou distribuidores de bases de dados, permitindo aos usuários conhecer outras bases desses sistemas, além daquelas selecionadas para o atual portal.

* links diretos para 320 ferramentas computacionais e para sites das principais empresas distribuidoras de software para o setor mínero-metalúrgico. Na realidade, esses 320 links correspondem a mais de mil links, uma vez que alguns deles conduzem a diretórios.

* links diretos para 9.310 websites, sendo 1.680 brasileiros e 7.630 estrangeiros.


© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada a fonte

FIRJAN , JBIC, JCF E MDL - SEMINARIO SOBRE MECANISMOS DE DESEN LIMPO

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2007.


CONVITE:

SEMINÁRIO

MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO: NOVAS ATIVIDADES DE NEGÓCIOS


Prezado (a) Senhor (a)
O Japan Bank for International Cooperation (JBIC), o Japan Carbon Finance (JCF) e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) irão realizar no dia 17 de setembro na cidade do Rio de Janeiro o "Seminário sobre Mecanismo de Desenvolvimento Limpo: Novas Atividades de Negócios", reunindo expressivos nomes, tanto de órgãos governamentais, quanto de setores financeiros, consultores e especialistas em desenvolvimento de projetos Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

O objetivo do Seminário é, com base nas diretrizes propostas no Encontro do Wisemen Group Brasil-Japão, desenvolver e estimular novos negócios em MDL no âmbito do Protocolo de Kyoto no Brasil.
Nestes termos, passamos à grata honra de convidar Vossa Senhoria para participar do evento, conforme informações abaixo: · Data: 17 de Setembro de 2007 · Duração: 9:30 às 16:30 horas · Local: Centro de Convenções da FIRJAN Avenida Graça Aranha, no 1 Rio de Janeiro, RJ Certos de contar com a honrosa participação de Vossa Senhoria, enviamos anexo a programação provisória do evento e, informamos que, em momento oportuno, enviaremos o Convite Oficial e a programação definitiva. Respeitosamente, COMISSÃO ORGANIZADORAJBIC (21) 2554-2305
Seminário sobre MDL: Novas Atividades de Negócios
Objetivo do Seminário:
Com base nas diretrizes propostas no 1º Encontro do Wisemen Group Brasil-Japão, o objetivo do presente seminário é, no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto, descobrir novas oportunidades de negócios nos setores de aço, alumínio, carvão, automóveis, alimentos, papel e celulose, energia, entre outros. O primeiro um seminário sobre MDL, realizado em Brasília no dia 22 de agosto, contou com a participação de renomadas autoridades do Mercado de Carbono. O principal objetivo deste Seminário é desenvolver e estimular novos negócios no Brasil.
Público alvo: Órgãos do governo federal, estadual e municipal, e empresas interessadas em desenvolver projetos de MDL.
Data: 17 de Setembro de 2007
Local: Auditório da FIRJAN
Organizadores: Japan Bank for International Cooperation (JBIC), Japan Carbon Finance (JCF) e Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).

Colaboradores: Embaixada do Japão / Consulado do Japão no Rio de Janeiro, Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada e ICF International.
Idioma: Português - Japonês (tradução simultânea)
PROGRAMAÇÃO:

09:30 Cerimônia de Abertura: FIRJAN

09:35 Saudação aos Convidados (3 pessoas / 5 min cada)

Sessão 1: Situação Atual no Brasil

09:50 Conferência 1 - CEPEA - Sr. Marcelo Theoto Rocha, Pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, CEPEA-ESALQ/USP. Oportunidades de Negócio e Avaliação de Atratividade dos Projetos de MDL no Brasil.

10:10 Conferência 2 - MCT - Sr. Newton Paciornik. Diretor do Inventário Nacional de Gases Efeito Estufa do Ministério da Ciência e Tecnologia. O MDL no Brasil: Regulamentação, Avaliação e Perspectivas.

10:30 Conferência 3 - MDIC - Sr. Marcos Otávio Bezerra Prates, Diretor do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, MDIC. Ano do Desenvolvimento Limpo e Perspectivas do MDL no Brasil.

10:50 Conferência 4 - CNI - Sr. Alexandre Valadares Mello, Departamento de Meio Ambiente. - tema a definir.

11:10 Sessão de Perguntas

Sessão 2: Posição do Setor Financeiro

11:20 Conferência 5 - BNDES - Sr. Eduardo Bandeira Mello, Chefe do Departamento de Meio Ambiente e Sr. Otávio Lobão Vianna, Gerente da Área de Mercado de Capitais. Apoio do BNDES a Projetos MDL.

11:40 Conferência 6 - JBIC - Sr. Takahiro Hosojima, Diretor da Divisão 2 do Departamento de Financiamento Internacional 3 - tema a definir

12:00 Sessão de Perguntas

ALMOÇO

Sessão 3: Consultores e CDM Project Developers

13:30 Conferência 7 - Instituto Totum - Sr. Marco Antonio Fujihara, Presidente do Instituto Totum. Sustentabilidade, Mudanças Climáticas e Valorização de Crédito de Carbono.

13:45 Conferência 8 - Instituto BioAtlântica - Sr. André Guimarães, Secretário-executivo do Instituto BioAtlântica. Carbono Florestal: Oportunidades para a Restauração Florestal no Brasil via Sequestro de Carbono.

14:00 Conferência 9 - Rhodia - Sr. Sergio D´Amore, Diretor de Projetos. Projetos Rhodia de redução de emissões de N2O.

14:15 Conferência 10 - ArcelorMittal Brasil - Sr. Tsutomu Morimoto - tema a definir

14:30 Conferência 11 - MD Papéis - Sr. Alberto Lupetti, Gerente de Meio Ambiente. Substituição do Combustível da MD Papéis - Um projeto de MDL.

14:45 Conferência 12 - Mundo Limpo - Sr. Tertius Ribeiro - tema a definir

15:00 Conferência 13 - Empresa do setor de co-geração - a confirmar

15:15 Sessão de Perguntas

Sessão 4: Ponto de Vista dos Especialistas em Mercado de Crédito de Carbono

15:30 Conferência 14 - ICF - Sra. Christianne Maroun, Chefe de Equipe de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade da ICF international. Oportunidades e Riscos das Mudanças Climáticas para os Negócios no Brasil

15:50 Conferência 15 - JCF - Sr. Joichi Kimura, Diretor Geral Adjunto do Japan Carbon Finance. MDL na Ásia e a Atividade do JCF. Sr. Hiroshi Tomita, Gerente de Negócios do Japan Carbon Finance. Execução de Projetos de MDL e Controle do Risco.
16:10 Sessão de Perguntas
16:20 Considerações Finais e Encerramento: JBIC

Inscrições gratuitas pelo e-mail:
meioambiente@firjan.org.br (ficha de inscrição em anexo)

Seminário sobre MDL: Novas Atividades de Negócios

Seminário sobre MDL: Novas Atividades de Negócios
17 de Setembro de 2007
Centro de Convenções da FIRJAN
Avenida Graça Aranha, 1
Rio de Janeiro - RJ

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

Prazo da Inscrição: 12 de Setembro de 2007

Por gentileza, encaminhar a ficha de inscrição preenchida até a data mencionada mesmo que não possa participar do Seminário para o e-mail:
meioambiente@fijan.org.br
( ) Comparecerá ao Seminário
Nome:
Cargo:
Empresa/Órgão:
Telefone:
E-mail:
Mensagem (opcional):

Estamos à disposição para quaisquer informações adicionais.

COMISSÃO ORGANIZADORA
Japan Bank for International Cooperation - JBIC
Tel: (21) 2554-2305

Compensação Financeira pela exploração de Recursos - CFEM


Compensação Financeira pela Exploração de Recursos



1 – O que é a CFEM? A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos, estabelecida pela Constituição de 1988, em seu Art. 20, § 1o, é devida aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios, e aos órgãos da administração da União, como contraprestação pela utilização econômica dos recursos minerais em seus respectivos territórios.

2 - Quem administra a CFEM? Ao Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM compete baixar normas e exercer fiscalização sobre a arrecadação da CFEM (Lei Nº 8.876/94, art. 3º - inciso IX).

3 - Quem são os contribuintes da CFEM? A Compensação Financeira é devida por quem exerce atividade de mineração em decorrência da exploração ou extração de recursos minerais. A exploração de recursos minerais consiste na retirada de substâncias minerais da jazida, mina, salina ou outro depósito mineral, para fins de aproveitamento econômico.

4 - Quando é devida a CFEM? Constitui fato gerador da Compensação Financeira a saída por venda do produto mineral das áreas da jazida, mina, salina ou outros depósitos minerais. E, ainda, a utilização, a transformação industrial do produto mineral ou mesmo o seu consumo por parte do minerador.

5 - Sobre qual valor incide a CFEM? A Compensação Financeira é calculada sobre o valor do faturamento líquido, obtido por ocasião da venda do produto mineral. Entende-se por faturamento líquido o valor da venda do produto mineral, deduzindo-se os tributos (ICMS, PIS, COFINS), que incidem na comercialização, como também as despesas com transporte e seguro. 6 – Quando não ocorre a venda, porque o produto mineral é consumido, transformado ou utilizado pelo próprio minerador, então considera-se como valor, para efeito do cálculo da CFEM, a soma das despesas diretas e indiretas ocorridas até o momento da utilização do produto mineral.

7 - Quais são as alíquotas aplicadas para o cálculo da CFEM? As alíquotas aplicadas sobre o faturamento líquido para obtenção do valor da CFEM, variam de acordo com a substância mineral. Aplica-se a alíquota de 3% para: minério de alumínio, manganês, sal-gema e potássio. Aplica-se a alíquota de 2% para: ferro, fertilizante, carvão e demais substâncias. Aplica-se a alíquota de 0,2% para: pedras preciosas, pedras coradas lapidáveis, carbonados e metais nobres. Aplica-se a alíquota de 1% para: ouro.

8 - Qual o prazo para as empresas efetuarem o recolhimento da CFEM? O pagamento da Compensação Financeira será realizado mensalmente, até o último dia útil do segundo mês subseqüente ao fato gerador, devidamente corrigido. O pagamento é feito por meio de boleto bancário, emitido no sítio do DNPM, na Internet, em qualquer agência bancária, até a data de vencimento.

9 - Como é distribuída a arrecadação da CFEM? Os recursos da CFEM são distribuídos da seguinte forma: - 12% para a União (DNPM, IBAMA e MCT). - 23% para o Estado onde for extraída a substância mineral. - 65% para o município produtor. Município produtor é aquele onde ocorre a extração da substância mineral. Caso a extração abranja mais de um município, deverá ser preenchida uma GUIA/CFEM para cada município, observada a proporcionalidade da produção efetivamente ocorrida em cada um deles.

10 - Quando os estados e municípios recebem os recursos da CFEM? Estados e Municípios serão creditados com recursos da CFEM, em suas respectivas Contas de Movimento Específicas, no sexto dia útil, que sucede ao recolhimento por parte das empresas de mineração. 11 - Como devem ser utilizados os recursos da CFEM? Os recursos originados da CFEM não poderão ser aplicados em pagamento de dívida ou no quadro permanente de pessoal da União, dos Estados, Distrito Federal e dos Municípios. As receitas deverão ser aplicadas em projetos, que direta ou indiretamente revertam em prol da comunidade local, na forma de melhoria da infra-estrutura, da qualidade ambiental, da saúde e educação.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Geologia, do grego γη- (ge-, "a terra") e λογος (logos, "palavra", "razão"),


Geologia, do grego γη- (ge-, "a terra") e λογος (logos, "palavra", "razão"), é a ciência que estuda a Terra, sua composição, estrutura, propriedades físicas, história e os processos que lhe dão forma. É uma das Ciências da Terra. A Geologia foi essencial para determinar a idade da Terra, que se calculou ter cerca de 4.6 mil milhões (br. bilhões) de anos e a desenvolver a teoria que afirma que a litosfera terrestre se encontra fragmentada em várias placas tectónicas e que se deslocam sobre o manto superior fluido e viscoso (astenosfera) de acordo com um conjunto de processos denominado tectónica de placas. O geólogo ajuda a localizar e a gerir os recursos naturais, como o petróleo e o carvão, assim como metais como o ferro, cobre e urânio, por exemplo. Muitos outros materiais possuem interesse económico: as gemas, bem como muitos minerais com aplicação industrial, como asbesto, pedra pomes, perlita, mica, zeólitos, argilas, quartzo ou elementos como o enxofre e cloro.

A Astrogeologia é o termo usado para designar estudos similares de outros corpos do sistema celestes.

A palavra "geologia" foi usada pela primeira vez por Jean-André Deluc em 1778, sendo introduzida de forma definitiva por Horace-Bénédict de Saussure em 1779.
A Geologia relaciona-se directamente com muitas outras ciências, em especial com a
Geografia, e Astronomia. Por outro lado a Geologia serve-se de ferramentas fornecidas pela Química, Física e Matemática, entre outras, enquanto que a Biologia e a Antropologia servem-se da Geologia para dar suporte a muitos dos seus estudos.

1 História
2 Campos da geologia e disciplinas relacionadas
3 Importantes princípios da geologia
4 Ver também
5 Ligações externas

Na
China, Shen Kua (1031 - 1095) formulou uma hipótese de explicação da formação de novas terras, baseando-se na observação de conchas fósseis de um estrato numa montanha localizada a centenas de quilómetros do oceano. O sábio chinês defendia que a terra formava-se a partir da erosão das montanhas e pela deposição de silte.

A obra, Peri lithon, de Teofrasto (372-287), estudante de Aristóteles permaneceu por milénios como obra de referência na ciência. A sua interpretação dos fósseis apenas foi revogada após a Revolução científica. A sua obra foi traduzida para latim, bem como para outras línguas europeias.

O médico Georg Agricola (1494-1555) escreveu o primeiro tratado sobre mineração e metalurgia, De re metallica libri XII 1556 no qual se podia encontrar um anexo sobre as criaturas que habitavam o interior da Terra (Buch von den Lebewesen unter Tage). A sua obra cobria temas como a energia eólica, hidrodinâmica, transporte e extracção de minerais, como o alumínio e enxofre.

Nicolaus Steno (1638-1686) foi o autor de vários princípios da geologia como o princípio da sobreposição das camadas, o princípio da horizontalidade original e o princípio da continuidade lateral, três princípios definidores da Estratigrafia. James Hutton é visto frequentemente como o primeiro geólogo moderno. Em 1785 apresentou uma teoria intitulada Teoria da Terra (Theory of the Earth) à Sociedade Real de Edimburgo. Na sua teoria, explicou que a Terra será muito mais antiga do que tinha sido suposto previamente, a fim de permitir "que houvesse tempo para para ocorrer erosão das montanhas de forma a que os sedimentos originassem novas rochas no fundo do mar, que ulteriormente foram levantadas e constituíram os continentes." Hutton publicou uma obra com dois volumes acerca desta teorias em 1795.
Em
1811 George Cuvier e Alenxandre Brongniart publicaram a sua teoria sobre a idade da Terra, baseada na descoberta, por Cuvier, de ossos de elefante em Paris. Para suportar a sua teoria os autores formularam o princípio da sucessão estratigráfica.
Em
1830 Sir Charles Lyell publicou pela primeira vez a sua famosa obra Princípios da Geologia, publicando contínuas revisões até à sua morte em 1875. Lyell promoveu com sucesso durante a sua vida a doutrina do uniformitarismo, que defende que os processos geológicos são lentos e ainda ocorrem nos dias hoje. No sentido oposto, a teoria do catastrofismo defendia que as estruturas da Terra formavam-se em eventos catastróficos únicos, permanecendo inalteráveis após esses acontecimentos.

Durante o século XIX a geologia debateu-se com a questão da idade da Terra. As estimativas variavam entre alguns milhões e os 100.000 mil milhões de anos. No século XX o maior avanço da geologia foi o desenvolvimento da teoria da tectónica de placas nos anos 60. A teoria da deriva dos continentes foi inicialmente proposta por Alfred Wegener e Arthur Holmes em 1912, mas não foi totalmente aceite até a teoria da tectónica de placas ser desenvolvida.

Uma descrição ilustrada de um sinclinal e anticlinal frequentemente estudados na Geologia estrutural e Geomorfologia. Há muitos campos diferentes dentro da disciplina geologia, e seria difícil listá-los a todos. De qualquer forma entre eles incluem-se:
Cartografia geológica
Geologia de engenharia
Estratigrafia
Geodesia
Geofísica
Geologia ambiental
Geologia económica
Geologia estrutural
Geologia do petróleo
Geologia médica
Gemologia
Geomorfologia
Geoquímica
Geotectónica
Hidrogeologia
Mineralogia
Paleontologia
Pedologia
Petrologia
Sedimentologia
Sismologia
Vulcanologia

A geologia rege-se por princípios que permitem, por exemplo, ao observar a disposição actual de formações estabelecer a sua idade relativa e a forma como foram criadas.

Princípio da Sobreposição das Camadas
Segundo este princípio, em qualquer sequência a camada mais jovem é aquela que se encontra no topo da sequência. As camadas inferiores são progressivamente mais antigas. Este princípio pode ser aplicado em
depósitos sedimentares formados por acresção vertical, mas não naqueles em que a acresção é lateral (por exemplo em terraços fluviais). O princípio da sobreposição das camadas é válido para as rochas sedimentares e vulcânicas que se formam por acumulação vertical de material, mas não pode ser aplicado a rochas intrusivas e deve ser aplicado com cautela às rochas metamórficas.

Princípio da Horizontalidade Original
O princípio da horizontalidade original afirma que a
deposição de sedimentos ocorre em leitos hotizontais. A observação de sedimentos marinhos e não marinhos numa grande variedade de ambientes suporta a generalização do princípio.

Princípio das Relações de Corte
Este princípio, introduzido por
James Hutton, afirma que uma rocha ígnea intrusiva ou falha que corte uma sequência de rochas, é mais jovem que as rochas por ela cortadas. Esse princípio permite a datação relativa de eventos em rochas metamórficas, ígneas e sedimentares, sendo fundamental para o trabalho em terrenos orogênicos jovens e antigos. Este princípio é válido para qualquer tipo de rocha cortada por umas das estruturas acima relacionadas.

Princípio dos Fragmentos Inclusos
Este princípio de datação relativa diz que os fragmentos de rochas inclusas em corpos ígneos (intrusivos ou não) são mais antigos que as rochas ígneas nas quais estão inclusos. Este princípio, juntamente com o princípio das relações de corte, é fundamental em áreas formadas por grandes corpos intrusivos permitindo a datação relativa não só de rochas estratificadas, mas também de rochas ígneas e metamórficas.

Princípio da Sucessão Faunística
O Princípio da Sucessão Faunística ou Príncipio da Identidade Paleontológica, diz que os grupos de
fósseis (animal ou vegetal) ocorrem no registro geológico segundo uma ordem determinada e invariável, de modo que, se esta ordem é conhecida, é possível determinar a idade relativa entre camadas a partir de seu conteúdo fossilífero. Esse princípio, inicialmente utilizado como um instrumento prático, foi posteriormente explicado pela Teoria da Evolução de Charles Darwin. Diversos períodos marcados por extinção de grande parte do conteúdo fossilífero são conhecidos na história da Terra e levaram ao desenvolvimento da Teoria do Catastrofismo.

Mineral exploration

Mineral exploration is the process undertaken by companies, partnerships or corporations in the endeavour of finding ore (commercially viable concentrations of minerals) to mine.
Mineral exploration is a much more intensive, organised and professional form of mineral prospecting and, though it may at times use the methods of hobby prospecting, the process of mineral exploration is much more involved.

1 Stages of mineral exploration
2 Area Selection
3 Target generation
3.1 Geophysical methods
3.2 Remote sensing
3.3 Geochemical methods
4 Resource evaluation
5 Reserve definition
6 Extraction
7 Greenfields vs Brownfields
8 See also

Area selection is a crucial step in professional mineral exploration. Selection of the best, most prospective, area in a mineral field, geological region or terrain will assist in making it not only possible to find ore deposits, but to find them easily, cheaply and quickly.

Area selection is based on applying the theories behind ore genesis, the knowledge of known ore occurrences and the method of their formation, to known geological regions via the study of geological maps, to determine potential areas where the particular class of ore deposit being sought may exist.

This process applies the disciplines of basin modelling, structural geology, geochronology, petrology and a host of geophysical and geochemical disciplines to make predictions and draw parallels between the known ore deposits and their physical form and the unknown potential of finding a 'lookalike' within the area selected.

Area selection is also influenced by the commodity being sought; exploring for gold occurs in a different manner and within different rocks and areas to exploration for oil or natural gas or iron ore. Areas which are prospective for gold may not be prospective for other metals and commodities.

Often a company or consortium wishing to enter mineral exploration may conduct market research to determine, if a resource in a particular commodity is found, whether or not the resource will be worth mining based on projected commodity prices and demand growth.
Area selection may also be influenced by previous finds, a process informed heavily by
nearology, and may also be determined in part by financial and taxation incentives and tariff systems of individual nations.

The role of infrastructure may also be crucial in area selection, because the ore must be brought to market and infrastructure costs may render isolated ore uneconomic.
The ultimate result of an area selection process is the pegging or notification of exploration licenses, known as tenements.

The target generation phase involves investigations of the geology via mapping, geophysics and conducting geochemical or intensive geophysical testing of the surface and subsurface geology. In some cases, for instance in areas covered by soil, alluvium and
platform cover, drilling may be performed directly as a mechanism for generating targets.

exploration geophysics
Geophysical instruments play a large role in gathering geological data which is used in mineral exploration. Instruments are used in geophysical surveys to check for variations in gravity, magnetism, electromagnetism (conductivity and resistivity of rocks) and a number of different other variables in a certain area. The most effective and widespread method of gathering geophysical data is via flying airborne geophysics.
Geiger counters and scintillometers are used to determine the amount of radioactivity. This is particularly applicable to searching for uranium ore deposits but can also be of use in detecting radiomatric anomalies associated with metasomatism. Airborne magnetometers are used to search for magnetic anomalies in the Earth's magnetic field. The anomalies are an indication of concentrations of magnetic minerals such as magnetite, pyrrhotite and ilmenite in the Earth's crust. It is often the case that such magnetic anomalies are caused by mineralization events and associated metals.

Ground-based geophysical prospecting in the target selection stage is more limited, due to the time and cost. The most widespread use of ground-based geophysics is electromagnetic geophysics which detects conductive minerals such as sulphide minerals within more resistive host rocks. Ultraviolet lamps may cause certain minerals to fluoresce, and is a key tool in prospecting for tungsten mineralisation.

Aerial photography is an important tool in assessing mineral exploration tenements, as it gives the explorer orientation information - location of tracks, roads, fences, habitation, as well as ability to at least qualitatively map outcrops and regolith systematics and vegetation cover across a region. Aerial photography was first used post world war two and was heavily adopted in the 1960's onwards. Since the advent of cheap and declassified Landsat images in the late 1970's an early 1980's, mineral exploration has begun to use satellite imagery to map not only the visual light spectrum over mineral exploration tenements but spectra which are beyond the visible. Satellite based spectroscopes allow the modern mineral explorationist, in regions devoid of cover and vegetation, to map minerals and alteration directly. Improvements in the resolution of modern commercially based satellites has also improved the utility of satellite imagery; for instance IKONIS satellite images can be generated with a 30cm pixel size.

geochemistry
The primary role of geochemistry, here used to describe assaying or geological media, in mineral exploration is to find an area anomalous in the commodity sought, or in elements known to be associated with the type of mineralisation sought. Regional geochemical exploration has traditionally involved use of stream sediments to target potentially mineralised catchments. Regional surveys may use low sampling densities such as one sample per 100 square kilometres. Follow-up geochemical surveys commonly use soils as the sampling media, possibly via the collection of a grid of samples over the tenement or areas which are amenable to soil geochemistry. Areas which are covered by transported soils, alluvium, colluvium or are disturbed too much by human activity (roads, rail, farmland), may need to be drilled to a shallow depth in order to sample undisturbed or unpolluted bedrock. Once the geochemical analyses are returned, the data is investigated for anomalies (single or multiple elements) that may be related to the presence of mineralisation. The geochemical anomaly is often field checked against the outcropping geology and, in modern geochemistry, normalised against the regolith type and landform, to reduce the effects of weathering, transported materials and landforms.

Geochemical anomalies may be spurious or related to low-grade or sub-grade mineralisation. In order to determine if this is the case, geochemical anomalies must be drilled in order to test them for the existence of economic concentrations of mineralisation, or even to determine why they exist in the place they exist. The presence of some chemical elements may indicate the presence of a certain mineral. Chemical analysis of rocks and plants may indicate the presence of an underground deposit. For instance elements like arsenic and antimony are associated with gold deposits and hence, are example pathfinder elements. Tree buds can be sampled for pathfinder elements in order to help locate deposits.

mineral resource classification
Resource evaluation is undertaken to quantify the grade and tonnage of a mineral occurrence. This is achieved primarily by drilling to sample the prospective horizon, lode or strata where the minerals of interest occur. The ultimate aim is to generate a density of drilling sufficient to satisfy the economic and statutory standards of a ore resource. Depending on the financial situation and size of the deposit and the structure of the company, the level of detail required to generate this resource and stage at which extraction can commence varies; for small partnerships and private non-corporate enterprises a very low level of detail is required whereas for corporations which require debt equity (loans) to build capital intensive extraction infrastructure, the rigor necessary in resource estimation is far greater. For large cash rich companies working on small ore bodies, they may work only to a level necessary to satisfy their internal risk assessments before extraction commences. Resource estimation may require pattern drilling on a set grid, and in the case of sulphide minerals, will usually require some form of geophysics such as down-hole probing of drillholes, to geophysically delineate ore body continuity within the ground. The aim of resource evaluation is to expand the known size of the deposit and mineralisation. A scoping study is often carried out on the ore deposit during this stage to determine if there may be enough ore at a sufficient grade to warrant extraction; if there is not further resource evaluation drilling may be necessary. In other cases, several smaller individually uneconomic deposits may be socialised into a 'mining camp' and extracted in tandem. Further exploration and testing of anomalies may be required to find or define these other satellite deposits.

Reserve definition
Reserve definition is undertaken to convert a mineral resource into an ore reserve, which is an economic
asset. The process is similar to resource evaluation, except more intensive and technical, aimed at statistically quantifying the grade continuity and mass of ore.
Reserve definition also takes into account the milling and extractability characteristics of the ore, and generates bulk samples for
metallurgical testwork, involving crushability, floatbility and other ore recovery parameters. Reserve definition includes geotechnical assessment and engineering studies of the rocks within and surrounding the deposit to determine the potential instabilities of proposed open pit or underground mining methods. This process may involve drilling diamond core samples to derive structural information on weaknesses within the rock mass such as faults, foliations, joints and shearing.

At the end of this process, a feasibility study is published, and the ore deposit may be either deemed uneconomic or economic.

Resource extraction
The ultimate goal of mineral exploration is the extraction, beneficiation and profitable and beneficial sale of mineral commodities.
Extraction methods may vary considerably and it is the discipline of
engineers trained in mining engineering to determine the most safe, cost effective and efficient method of mining the ore body. Mineral exploration and development does not cease upon a decision to mine. Exploration of a brownfields nature is conducted to find near-mine repetitions, extensions and continuity of the existing ore body. In-mine exploration and grade control drilling is a major concern of operaing mines and can be an effective tool in adding value to existing mineral operations.
Often the lessons learned from studying an exposed ore body, both empirically and scientifically, are invaluable to the exploration geologist and geophysicist, for they get to see the proof of their concepts and the errors of the assumptions they used in the search for the ore body. It is always the case that the exact nature of the ore body does not exactly match the models used to find it.

Greenfields vs Brownfields
Exploration is termed either Greenfields or Brownfields depending on the extent to which previous exploration has been conducted on the tenements in question. Greenfields alludes to unspoilt grass, and brownfields to that which has been trodden on repeatedly. While loosely defined, the general meaning of brownfields exploration is that which is conducted within geological terranes within close proximity to known ore deposits. Greenfields are the remainder.
Greenfields exploration is highly conceptual, relying on the predictive power of
ore genesis models to search for mineralisation in unexplored virgin ground. This may be territory which has been drilled for other commodities, but with a new exploration concept is considered prospective for commodities not sought there before. The success rate of exploration and the return on investment is low because exploration is an inherently risky business. Figures for success rates depend on the commodity in question but a good strike rate can be measured in the oil industry; the supergiant Prudhoe Bay oilfield was found on the 12th well drilled into the area. Within gold deposits a discovery hole may be one in one thousand and within some base metals commodities strike rates range from one in fifty to one in one hundred.
Greenfields exploration has a lower strike rate, because the geology is poorly understood at the conception of an exploration program but the rewards are greater because it is easier to find the biggest deposit in an area earlier, and it is only with more effort that the smaller satellite deposits are found. Brownfields exploration is less risky, as the geology is better understood and exploration methodology is well known, but since most large deposits are already found the rewards are incrementally less.


Mineral resource classification
Ore genesis
Exploration logging
Drilling rig
Prospecting