23/08/2007 - 11h08A água, novo objeto de desejo das multinacionais
Por Riccardo Petrella
Lovaina, agosto/2007 – É sabido que por mais que as águas minerais sejam de propriedade pública, são as empresas privadas que obtêm grandes e garantidos lucros com sua comercialização. O negócio das águas minerais engarrafadas se transformou em um dos setores mais lucrativos e de maior expansão no mundo, dominado até há pouco tempo por Nestlé e Danone. Agora, estas duas multinacionais têm, em seus calcanhares outras duas “gentis irmãs da água”: a Coca-Cola e a Pepsicola. Também está ficando claro que as empresas privadas de distribuição de água e aquelas de capital misto público-privado, cada vez mais numerosas no setor dos serviços hídricos, estão se apoderando da propriedade e/ou do controle da água potável através do mundo.As companhias francesas Suez-Ondeo e Vivendi-Veolia, por si só, administram a distribuição da água para mais de 250 milhões de pessoas, sem contar aquelas servidas por empresas nas quais possuem participação acionária
O banco privado suíço Pictet prevê que em 2015 as empresas privadas fornecerão a água potável a cerca de 1,750 bilhão de “consumidores”. Neste contexto, não surpreende comprovar que as companhias de gestão de água são sempre mais compradas e vendidas no mercado, como se compra e vende empresas de sapato ou geladeira.O último caso significativo é o da Thames Water, maior empresa hídrica do Reino Unido e a número três no mundo (atrás das duas francesas citadas), comprada pela australiana Macquarie à alemã RWE. A RWE, gigante energético europeu, havia adquirido a Thames Water em 2000 por 7,1 bilhão de euros como concretização de sua estratégia para converter-se na número um das européias multiusos (companhias que operam simultaneamente nos setores de energia, transportes, lixo, água, comunicações etc). A escolha de uma estratégia multiuso também levou, há alguns anos, a italiana Enel a se interessar pela possível aquisição do Acquedotto Pugliese.Por diversos motivos, os dirigentes da RWE decidiram ultimamente se concentrar somente no setor de sua competência para manter-se à altura dos colossos energéticos mundiais em vias de reestruturação e consolidação. Assim, venderam a Thames Water com a mesma velocidade com que compraram.
A Thames Water foi adquirida por uma empresa australiana, o Banco Macquarie, que para isso desembolsou cerca de 14 bilhões de euros. Trata-se de um banco especializado em serviços financeiros e investimentos em infra-estrutura. Por exemplo, os aeroportos de Bruxelas e Copenhague são da Macquarie Airports. A companhia está presente em 24 países e tem cerca de 8.900 funcionários.Por que este banco australiano investiu tanto no setor da água, onde também comprou a norte-americana Acquarion por US$ 860 milhões? Por certo que isso não foi por ter um plano industrial e sócioambiental de modernização da rede e do serviço hídrico para os 13 milhões de habitantes da região londrina e dos outros 50 milhões de pessoas atendidas no mundo pela Thames Water. Para Macquarie se trata de uma estratégia puramente financeira: aumentar os níveis de lucro do grupo intervindo em um setor bastante rentável, destinado a ser ainda muito mais lucrativo no futuro se continuarem os processos de privatização e escassez da água para uso humano.No momento em que Margareth Thatcher privatizou a água, em 1989, afirmou que aos britânicos não importa saber quem distribuía a água e que o importante para eles era ter o beneficio de serviço de alta qualidade e a preços convenientes. Mas a privatização da água não deu resultados notáveis em relação aos preços (os aumentos foram consideráveis) nem quanto à qualidade (recentemente a Thames Water foi severamente admoestada por não ter reduzido os níveis de perda de água, de acordo com as obrigações ligadas à tarifa).Os britânicos, por outro lado, aparentemente consideram irrelevante e nacionalidade do gestor da água do Tamisa.
De fato, a Thames Water, em 15 anos, passou de propriedade de um organismo público à de uma empresa privada britânica, depois de uma companhia energética alemã e agora a um banco australiano.
Não se pode descartar que dentro de 10 anos a propriedade da Thames Water passe a pertencer a uma sociedade chinesa especializada no tratamento de lixo urbano.
Riccardo Petrella, fundador do Comitê Internacional para o Contrato Mundial da Água e professor emérito da Universidade Católica de Lovaina
domingo, 26 de agosto de 2007
In Partnership with the United Nations Environment Programme

Bayer Young Environmental Envoy, Brazil
Search for young environmentalists for international program of ecological education
The Bayer Group, in partnership with UNEP, has launched the application process for the 4th Edition of "Bayer Young Environmental Envoy Program".
What is BYEE
BYEE is a Bayer Program focused on youth and environment, that will select four Brazilian students who have conducted Studies or Projects on the environment and sustainable development, to represent Brazil at the International Meeting of Young Environmental Envoys, to be held in November 2007 in Germany – all expenses paid*.
BYEE is a Bayer Program focused on youth and environment, that will select four Brazilian students who have conducted Studies or Projects on the environment and sustainable development, to represent Brazil at the International Meeting of Young Environmental Envoys, to be held in November 2007 in Germany – all expenses paid*.
How to participate
If you want to participate in "Bayer Young Environmental Envoy Program” you must be a regular student and the author of a Study or Project related to the environment that is of social interest, and represents an objective contribution in the pursuit of sustainable development in any part of the country, provided all the requirements stated in the Participation Rules are met. The Studies and Projects submitted are not required to be unprecedented; they may have participated in previous editions of this Program and in other contests with similar purposes, independently of the results obtained. Participants must be between 18 and 25 years of age by August 18, 2007, and be a regular student of any High School or College (undergraduate, graduate or specialization) that is certified by the Ministry of Education and Culture, and should also be fluent in English.
If you want to participate in "Bayer Young Environmental Envoy Program” you must be a regular student and the author of a Study or Project related to the environment that is of social interest, and represents an objective contribution in the pursuit of sustainable development in any part of the country, provided all the requirements stated in the Participation Rules are met. The Studies and Projects submitted are not required to be unprecedented; they may have participated in previous editions of this Program and in other contests with similar purposes, independently of the results obtained. Participants must be between 18 and 25 years of age by August 18, 2007, and be a regular student of any High School or College (undergraduate, graduate or specialization) that is certified by the Ministry of Education and Culture, and should also be fluent in English.
Selected studies or projects
The authors of the 04 (four) best Studies or Projects will be invited to represent Brazil at the International Meeting of Young Environmental Envoys, to be held in Germany during the first half of November 2007, with all expenses paid* by Bayer S.A.. The authors of the selected Studies or Projects will have to prove their proficiency in English and must provide all the necessary travel documentation described in the Participation Rules. Any candidate who fails to meet all the requirements specified in the Participation Rules will be replaced by another author of a Study or Project selected by the Judging Committee.
The authors of the 04 (four) best Studies or Projects will be invited to represent Brazil at the International Meeting of Young Environmental Envoys, to be held in Germany during the first half of November 2007, with all expenses paid* by Bayer S.A.. The authors of the selected Studies or Projects will have to prove their proficiency in English and must provide all the necessary travel documentation described in the Participation Rules. Any candidate who fails to meet all the requirements specified in the Participation Rules will be replaced by another author of a Study or Project selected by the Judging Committee.
Schedule
Applications for "Bayer Young Environmental Envoy Program” must be submitted between April 10th and September 3rd, 2007. The authors of the selected Studies or Projects will be called for an interview with the Organizers of the Program, and must provide all the necessary travel documentation by the first week of October. The winning candidates will be announced during a special event that will be held on October 22nd, 2007, in the city of Belford Roxo - RJ, where the authors of the selected Studies or Projects will make a Power Point presentation of their work. The trip to Germany will take place during the first half of November 2007.
Applications for "Bayer Young Environmental Envoy Program” must be submitted between April 10th and September 3rd, 2007. The authors of the selected Studies or Projects will be called for an interview with the Organizers of the Program, and must provide all the necessary travel documentation by the first week of October. The winning candidates will be announced during a special event that will be held on October 22nd, 2007, in the city of Belford Roxo - RJ, where the authors of the selected Studies or Projects will make a Power Point presentation of their work. The trip to Germany will take place during the first half of November 2007.
Applications
If you want to participate, please read the Participation Rules (in Portuguese) carefully and complete the Application Form. Use the completed Application Form as the cover page of one of the hard copies of your Report and then make a Xerox copy of the entire Report. Send the two hard copies of the Report of your Study or Project (including Appendixes) to "Bayer S.A., Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais, Rua Domingos Jorge, 1100 10º andar – bairro Socorro - CEP 04779-900 - São Paulo - SP".
If you want to participate, please read the Participation Rules (in Portuguese) carefully and complete the Application Form. Use the completed Application Form as the cover page of one of the hard copies of your Report and then make a Xerox copy of the entire Report. Send the two hard copies of the Report of your Study or Project (including Appendixes) to "Bayer S.A., Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais, Rua Domingos Jorge, 1100 10º andar – bairro Socorro - CEP 04779-900 - São Paulo - SP".
Copies of the Participation Rules and the Application Form may be downloaded here. If you have any doubts, please contact the Executive Secretary of the Program at telephone 11-4702-9006, fax 11-4702-9007 or by e-mail at byee.bayer.bb@bayer.com.br"Bayer Young Environmental Envoy Program - 2007 Edition” undergoes auditing of its procedures conducted by an independent auditing company, PricewaterhouseCoopers.*
In 2003, Bayer and UNEP (in Brazil, PNUMA) signed a partnership for cooperation on youth and the environment. With this, Bayer reinforced its commitment to climate issues and concern for the youth and sustainability. Bayer has been voted “Best in Class” for 3 years in a row, in an award givea n by the investor group of the Carbon Disclosure Projects. Bayer has also been recognized for having already surpassed the goals established in the Kyoto Protocol, having reduced its carbon emissions by 70%. UNEP was established in 1972 as the environment organ within the United Nations. UNEP’s mission is to provide leadership and encourage partnership in caring for the environment by inspiring, informing and enabling nations and peoples to improve their quality of life without compromising that of future generations.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL - FEEMA
No RJ - Sobre a Municipalização do Licenciamento Ambiental.
A partir de agora, o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades de impacto local em Duque de Caxias, Niterói e Nova Iguaçu é realizado pelas respectivas Prefeituras por meio de suas Secretarias de Meio Ambiente.
No município do Rio de Janeiro, o licenciamento já é feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente desde janeiro.
O repasse do licenciamento ambiental de atividades e empreendimentos de impacto local é feito mediante convênio com o município e faz parte da estratégia de descentralização do licenciamento ambiental promovida pela Secretaria de Estado do Ambiente e Feema.
O Decreto estadual nº. 49793, de 05/06/07, disciplina o procedimento de descentralização, da fiscalização e do licenciamento ambiental, mediante a celebração de convênios com os municípios que possuam órgão ambiental.Informações sobre os procedimentos de licenciamento nos municípios podem ser obtidas nas:
- Secretarias de Meio Ambiente de Duque de Caxias: 3134-5189; de Niterói: 2613-2283; de Nova Iguaçu: 2667-1252 e 3770-6080; do Rio de Janeiro: 2503-3709, 2503-2283 e 2503-2977.
Informações gerais podem ser obtidas na Feema, tels. (21) 3891-3411 / 3412.
O Licenciamento Ambiental é o procedimento administrativo pelo qual a Feema licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso, conforme o Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras - SLAP.
Instituído pelo Decreto Estadual n°. 1.633, de 21 de dezembro de 1977, em consonância com o Decreto-lei n°. 134, de 16 de junho de 1975, o SLAP serviu de referência para a estruturação do licenciamento ambiental de muitos órgãos ambientais brasileiros e, mais recentemente, para o Conama, quando editou a Resolução nº 237/97, que regulamentou o licenciamento ambiental em âmbito nacional.
No licenciamento ambiental são avaliados os impactos causados pelo empreendimento, tais como seu potencial ou capacidade de gerar efluentes líquidos, resíduos sólidos, emissão atmosférica, ruído e o potencial de risco, como por exemplo, explosões e incêndios. As licenças ambientais estabelecem as condições para que a atividade ou o empreendimento cause o menor impacto possível ao meio ambiente.
Os empreendimentos de grande magnitude e conseqüente impacto ambiental têm seu licenciamento complementado pelo Estudo de Impacto Ambiental - EIA e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental - Rima, conforme disposto na Resolução Conama nº 001 de 1986, e na Lei Estadual n° 1.356/88 e DZ-0041-R-13 - Diretriz para Realização de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e do respectivo Relatório de Impacto Ambiental - Rima.
O Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras - SLAP é constituído por três tipos as licenças ambientais:
Licença Prévia - LP
Licença de Instalação - LI
Licença de Operação - LO
A LP é o documento expedido na fase preliminar do planejamento do empreendimento que autoriza a sua localização, com base nos planos federais, estaduais e municipais de uso do solo, e que estabelece os requisitos básicos a serem obedecidos nas fases de implantação e operação.
A LI autoriza o início da implantação do empreendimento, de acordo com as especificações do projeto de engenharia e especifica os requisitos ambientais a serem seguidos nessa fase.
A LO, expedida após a verificação do cumprimento das condições da LI, autoriza a operação da atividade, desde que respeitadas as condições especificadas.
É obrigatória a renovação dos três tipos de licença, descritos acima, tanto nos casos de expiração de sua validade, quanto nos de qualquer alteração das condições da concessão inicial, e sempre que houver modificação do projeto.
O não cumprimento da legislação de Licenciamento Ambiental está sujeito à Lei nº 3.467, de 14 de setembro de 2000, que dispõe sobre as sanções administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente, prevê a aplicação de penalidade para ações tais como:
"Instalar atividade ou testar qualquer equipamento em desacordo com as condições ou restrições estabelecidas na respectiva licença de instalação" (Art. 84).
"Operar atividade licenciada em desacordo com as condições ou restrições estabelecidas na respectiva licença de operação" (Art.87).
Fonte: http://www.feema.rj.gov.br/
A partir de agora, o licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades de impacto local em Duque de Caxias, Niterói e Nova Iguaçu é realizado pelas respectivas Prefeituras por meio de suas Secretarias de Meio Ambiente.
No município do Rio de Janeiro, o licenciamento já é feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente desde janeiro.
O repasse do licenciamento ambiental de atividades e empreendimentos de impacto local é feito mediante convênio com o município e faz parte da estratégia de descentralização do licenciamento ambiental promovida pela Secretaria de Estado do Ambiente e Feema.
O Decreto estadual nº. 49793, de 05/06/07, disciplina o procedimento de descentralização, da fiscalização e do licenciamento ambiental, mediante a celebração de convênios com os municípios que possuam órgão ambiental.Informações sobre os procedimentos de licenciamento nos municípios podem ser obtidas nas:
- Secretarias de Meio Ambiente de Duque de Caxias: 3134-5189; de Niterói: 2613-2283; de Nova Iguaçu: 2667-1252 e 3770-6080; do Rio de Janeiro: 2503-3709, 2503-2283 e 2503-2977.
Informações gerais podem ser obtidas na Feema, tels. (21) 3891-3411 / 3412.
O Licenciamento Ambiental é o procedimento administrativo pelo qual a Feema licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso, conforme o Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras - SLAP.
Instituído pelo Decreto Estadual n°. 1.633, de 21 de dezembro de 1977, em consonância com o Decreto-lei n°. 134, de 16 de junho de 1975, o SLAP serviu de referência para a estruturação do licenciamento ambiental de muitos órgãos ambientais brasileiros e, mais recentemente, para o Conama, quando editou a Resolução nº 237/97, que regulamentou o licenciamento ambiental em âmbito nacional.
No licenciamento ambiental são avaliados os impactos causados pelo empreendimento, tais como seu potencial ou capacidade de gerar efluentes líquidos, resíduos sólidos, emissão atmosférica, ruído e o potencial de risco, como por exemplo, explosões e incêndios. As licenças ambientais estabelecem as condições para que a atividade ou o empreendimento cause o menor impacto possível ao meio ambiente.
Os empreendimentos de grande magnitude e conseqüente impacto ambiental têm seu licenciamento complementado pelo Estudo de Impacto Ambiental - EIA e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental - Rima, conforme disposto na Resolução Conama nº 001 de 1986, e na Lei Estadual n° 1.356/88 e DZ-0041-R-13 - Diretriz para Realização de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e do respectivo Relatório de Impacto Ambiental - Rima.
O Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras - SLAP é constituído por três tipos as licenças ambientais:
Licença Prévia - LP
Licença de Instalação - LI
Licença de Operação - LO
A LP é o documento expedido na fase preliminar do planejamento do empreendimento que autoriza a sua localização, com base nos planos federais, estaduais e municipais de uso do solo, e que estabelece os requisitos básicos a serem obedecidos nas fases de implantação e operação.
A LI autoriza o início da implantação do empreendimento, de acordo com as especificações do projeto de engenharia e especifica os requisitos ambientais a serem seguidos nessa fase.
A LO, expedida após a verificação do cumprimento das condições da LI, autoriza a operação da atividade, desde que respeitadas as condições especificadas.
É obrigatória a renovação dos três tipos de licença, descritos acima, tanto nos casos de expiração de sua validade, quanto nos de qualquer alteração das condições da concessão inicial, e sempre que houver modificação do projeto.
O não cumprimento da legislação de Licenciamento Ambiental está sujeito à Lei nº 3.467, de 14 de setembro de 2000, que dispõe sobre as sanções administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente, prevê a aplicação de penalidade para ações tais como:
"Instalar atividade ou testar qualquer equipamento em desacordo com as condições ou restrições estabelecidas na respectiva licença de instalação" (Art. 84).
"Operar atividade licenciada em desacordo com as condições ou restrições estabelecidas na respectiva licença de operação" (Art.87).
Fonte: http://www.feema.rj.gov.br/
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sexta-feira, 24 de agosto de 2007
21/8/2007 19:33:00 Draco interdita fábrica clandestina de bebidas em Caxias
21/8/2007 19:33:00 Draco interdita fábrica clandestina de bebidas em Caxias
Rio - Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) interditaram, nesta terça-feira uma fábrica clandestina de engarrafamento e distribuição de água mineral, denominada Águas do Poeta, situada na Rua Raul Novaes, nº 521, Chácara Rio-Petrópolis, em Campos Elíseos, Duque de Caxias.
Após receber denúncia anônima informando que a empresa funcionava irregularmente, desviando água da Petrobrás, os agentes, por determinação do titular da especializada, Cláudio Ferraz e da delegada Bárbara Lomba Bueno, iniciaram as investigações e descobriram, em consulta à Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, que a firma não possuía autorização para engarrafar água mineral.
Durante operação no local, os agentes constataram a veracidade das informações, e verificaram que a água era retirada de poços artesianos perfurados pelos próprios funcionários da empresa. No local foram encontradas diversas caixas d’água para armazenamento, bem como um filtro para piscina, que era utilizado pela fábrica.
De imediato, os policiais acionaram os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Èboli (ICCE) e da Vigilância Sanitária, que constataram que a água utilizada pela empresa era retirada de poços artesianos, sem qualquer controle sanitário.
No local foi encontrado o químico Juan Carlos Ortiz Santillan, 48 anos, que informou trabalhar para a empresa, bem como para a firma São Lázaro Mineração Ltda, localizada no KM 199, São Braz, município de Casimiro de Abreu-RJ, que, segundo ele, possui autorização para engarrafamento e gasificação de águas minerais, o que não ocorre com a primeira, situada em Duque de Caxias. Por determinação do delegado Cláudio Ferraz, Juan foi conduzido à especializada a fim de prestar esclarecimentos.
As empresas encontram-se em nome de Guilherme Monteiro Filho, 49 anos, e Rosângela Barroso da Silva, 45 anos, que não foram encontrados no local. Em razão do constatado no local e, com base nas informações dos Peritos, a delegada da Draco, Bárbara Lomba, determinou a interdição da empresa e instaurou Inquérito Policial para apurar o fato
Rio - Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) interditaram, nesta terça-feira uma fábrica clandestina de engarrafamento e distribuição de água mineral, denominada Águas do Poeta, situada na Rua Raul Novaes, nº 521, Chácara Rio-Petrópolis, em Campos Elíseos, Duque de Caxias.
Após receber denúncia anônima informando que a empresa funcionava irregularmente, desviando água da Petrobrás, os agentes, por determinação do titular da especializada, Cláudio Ferraz e da delegada Bárbara Lomba Bueno, iniciaram as investigações e descobriram, em consulta à Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro, que a firma não possuía autorização para engarrafar água mineral.
Durante operação no local, os agentes constataram a veracidade das informações, e verificaram que a água era retirada de poços artesianos perfurados pelos próprios funcionários da empresa. No local foram encontradas diversas caixas d’água para armazenamento, bem como um filtro para piscina, que era utilizado pela fábrica.
De imediato, os policiais acionaram os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Èboli (ICCE) e da Vigilância Sanitária, que constataram que a água utilizada pela empresa era retirada de poços artesianos, sem qualquer controle sanitário.
No local foi encontrado o químico Juan Carlos Ortiz Santillan, 48 anos, que informou trabalhar para a empresa, bem como para a firma São Lázaro Mineração Ltda, localizada no KM 199, São Braz, município de Casimiro de Abreu-RJ, que, segundo ele, possui autorização para engarrafamento e gasificação de águas minerais, o que não ocorre com a primeira, situada em Duque de Caxias. Por determinação do delegado Cláudio Ferraz, Juan foi conduzido à especializada a fim de prestar esclarecimentos.
As empresas encontram-se em nome de Guilherme Monteiro Filho, 49 anos, e Rosângela Barroso da Silva, 45 anos, que não foram encontrados no local. Em razão do constatado no local e, com base nas informações dos Peritos, a delegada da Draco, Bárbara Lomba, determinou a interdição da empresa e instaurou Inquérito Policial para apurar o fato
O Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços,Julio Bueno,
O Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços,Julio Bueno,
o Prefeito de Bom Jardim,Affonso Monnerat e o Presidente do Departamento de Recursos Minerais,Flavio Erthal têm a honra convidar
para a inauguração de mais dois marcos do Projeto Caminhos Geológicos em Bom Jardim,descrevendo a geologia da belíssima região da Pedra Aguda e da Serra de Macabu, em Barra Alegre,sítio do Circuito Turístico Eco-Rural Pedra Aguda.
O lançamento dos painéis será no dia 24 de agosto, às 19 horas, durante aapresentação do Circuito Turístico Eco-Rural Pedra Aguda, na localidade de Santo Antônio e a cerimônia de descerramento da placa aconteceráno dia 25 de agosto, às 10:30 horas, no início da estrada da Pedra Aguda e no Refúgio da Pedra Aguda,
O Painel descreve a geologia\nda região da Serra do Macabu, onde localiza-se o monumento geológico\nPedra Aguda. As rochas da região guardam uma história geológica que\ncomeça a ser contada há quase 630 Milhões de anos atrás e que teve seu\nmomento mais importante há cerca de 580 Milhões de anos, quando se\nformou a rocha denominada Granito Barra Alegre. As rochas da região têm\nsua origem na formação de um grande continente que existiu no passado\nda Terra denominado Gondwana, que se formou pela colisão de várias\nmassas continentais e que quando se fragmentou, há 130 Milhões de anos\natrás, deu origem ao nosso Oceano Atlântico,. Nestes processos, a\npressão e temperatura são muito altas e ocorre a fusão de rochas,\nconforme ocorre hoje ocorre na cadeia dos Himalaias, onde a Índia está\nem colisão com a placa asiática. Ou seja, há centenas de milhões de\nanos atrás as rochas que vemos em Barra Alegre e Bom Jardim estavam se\nformando a dezenas de quilômetros de profundidade.Durante este processo, as\nrochas da Pedra Aguda já existiam e ficaram submetidas a estas altas\npressões e temperaturas. Com isto, foram muito modificadas, passando a\nserem denominadas de rochas metamórficas que, na região, correspondem a\ngnaisses e migmatitos, do qual a Pedra Aguda é um exemplar.\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n \u003c/li\>\n \u003cli\>\n \u003cp style\u003d\"margin-bottom:0cm\" align\u003d\"justify\"\>\u003cfont face\u003d\"Arial, sans-serif\"\>\u003cfont size\u003d\"2\"\>O Evento Folclórico Festa do\nInhame se realiza na localidade de Santo Antônio, distrito de Barra\nAlegre, em Bom Jardim, entre os dias 24 e 26 de agosto e é uma\niniciativa da Associação de Moradores, Produtores e Artesãos de Barra\nAlegre. Durante a Festa do Inhame será lançado o Circuito Turístico\nEco-Rural da Pedra Aguda, que busca atrair para a região os adeptos do\neco-turismo, das caminhadas e montanhismo. A região está a 8 km de São\nPedro da Serra e a 12 km de Lumiar, tradicionais localidades turísticas\nda Serra Fluminense.",1]
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como parte integrante da Festa do Inhame 2007, evento folclórico promovido pelaPrefeitura de Bom Jardim, Associação de Produtores Rurais de Barra Alegre, Emater-Bom Jardim, Sebrae-Nova Friburgo e Sesc-Nova Friburgo.
O Painel descreve a geologia da região da Serra do Macabu, onde localiza-se o monumento geológico Pedra Aguda. As rochas da região guardam uma história geológica que começa a ser contada há quase 630 Milhões de anos atrás e que teve seu momento mais importante há cerca de 580 Milhões de anos, quando se formou a rocha denominada Granito Barra Alegre. As rochas da região têm sua origem na formação de um grande continente que existiu no passado da Terra denominado Gondwana, que se formou pela colisão de várias massas continentais e que quando se fragmentou, há 130 Milhões de anos atrás, deu origem ao nosso Oceano Atlântico,. Nestes processos, a pressão e temperatura são muito altas e ocorre a fusão de rochas, conforme ocorre hoje ocorre na cadeia dos Himalaias, onde a Índia está em colisão com a placa asiática. Ou seja, há centenas de milhões de anos atrás as rochas que vemos em Barra Alegre e Bom Jardim estavam se formando a dezenas de quilômetros de profundidade.
Durante este processo, as rochas da Pedra Aguda já existiam e ficaram submetidas a estas altas pressões e temperaturas. Com isto, foram muito modificadas, passando a serem denominadas de rochas metamórficas que, na região, correspondem a gnaisses e migmatitos, do qual a Pedra Aguda é um exemplar.
O Evento Folclórico Festa do Inhame se realiza na localidade de Santo Antônio, distrito de Barra Alegre, em Bom Jardim, entre os dias 24 e 26 de agosto e é uma iniciativa da Associação de Moradores, Produtores e Artesãos de Barra Alegre. Durante a Festa do Inhame será lançado o Circuito Turístico Eco-Rural da Pedra Aguda, que busca atrair para a região os adeptos do eco-turismo, das caminhadas e montanhismo. A região está a 8 km de São Pedro da Serra e a 12 km de Lumiar, tradicionais localidades turísticas da Serra Fluminense.
Estas placas, a 60a\ne 61a produzidas pelo Projeto Caminhos Geológicos do Estado do Rio de\nJaneiro, instaladas em 22 Municípios do Estado, é uma parceria do DRM-RJ com a fundação DER-RJ e Turisrio, Prefeitura de Bom Jardim, UFRJ\ Comunidade Local e foi elaborada pelos Geólogos Julio Cezar Mendes,\Patricia Teixeira, Gabriel Matos e Isabel Ludka (UFRJ), Ciro Ávila\(Museu Nacional) e Kátia Leite Mansur (Coordenadora do Projeto Caminhos\nGeológicos), Felipe Medeiros e Vítor Nascimento, do DRM-RJ.
Estas placas, a 60a e 61a produzidas pelo Projeto Caminhos Geológicos do Estado do Rio de Janeiro, instaladas em 22 Municípios do Estado, é uma parceria do DRM-RJ com a fundação DER-RJ e Turisrio, Prefeitura de Bom Jardim, UFRJ e Comunidade Local e foi elaborada pelos Geólogos Julio Cezar Mendes, Patricia Teixeira, Gabriel Matos e Isabel Ludka (UFRJ), Ciro Ávila (Museu Nacional) e Kátia Leite Mansur (Coordenadora do Projeto Caminhos Geológicos), Felipe Medeiros e Vítor Nascimento, do DRM-RJ.
O Projeto Caminhos Geológicos do Estado do Rio de Janeiro é iniciativa pioneira no Brasil, hoje replicada em estados como Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte e em processo de instalação em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, entre outras iniciativas.

o Prefeito de Bom Jardim,Affonso Monnerat e o Presidente do Departamento de Recursos Minerais,Flavio Erthal têm a honra convidar
para a inauguração de mais dois marcos do Projeto Caminhos Geológicos em Bom Jardim,descrevendo a geologia da belíssima região da Pedra Aguda e da Serra de Macabu, em Barra Alegre,sítio do Circuito Turístico Eco-Rural Pedra Aguda.
O lançamento dos painéis será no dia 24 de agosto, às 19 horas, durante aapresentação do Circuito Turístico Eco-Rural Pedra Aguda, na localidade de Santo Antônio e a cerimônia de descerramento da placa aconteceráno dia 25 de agosto, às 10:30 horas, no início da estrada da Pedra Aguda e no Refúgio da Pedra Aguda,
O Painel descreve a geologia\nda região da Serra do Macabu, onde localiza-se o monumento geológico\nPedra Aguda. As rochas da região guardam uma história geológica que\ncomeça a ser contada há quase 630 Milhões de anos atrás e que teve seu\nmomento mais importante há cerca de 580 Milhões de anos, quando se\nformou a rocha denominada Granito Barra Alegre. As rochas da região têm\nsua origem na formação de um grande continente que existiu no passado\nda Terra denominado Gondwana, que se formou pela colisão de várias\nmassas continentais e que quando se fragmentou, há 130 Milhões de anos\natrás, deu origem ao nosso Oceano Atlântico,. Nestes processos, a\npressão e temperatura são muito altas e ocorre a fusão de rochas,\nconforme ocorre hoje ocorre na cadeia dos Himalaias, onde a Índia está\nem colisão com a placa asiática. Ou seja, há centenas de milhões de\nanos atrás as rochas que vemos em Barra Alegre e Bom Jardim estavam se\nformando a dezenas de quilômetros de profundidade.Durante este processo, as\nrochas da Pedra Aguda já existiam e ficaram submetidas a estas altas\npressões e temperaturas. Com isto, foram muito modificadas, passando a\nserem denominadas de rochas metamórficas que, na região, correspondem a\ngnaisses e migmatitos, do qual a Pedra Aguda é um exemplar.\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/p\>\n \u003c/li\>\n \u003cli\>\n \u003cp style\u003d\"margin-bottom:0cm\" align\u003d\"justify\"\>\u003cfont face\u003d\"Arial, sans-serif\"\>\u003cfont size\u003d\"2\"\>O Evento Folclórico Festa do\nInhame se realiza na localidade de Santo Antônio, distrito de Barra\nAlegre, em Bom Jardim, entre os dias 24 e 26 de agosto e é uma\niniciativa da Associação de Moradores, Produtores e Artesãos de Barra\nAlegre. Durante a Festa do Inhame será lançado o Circuito Turístico\nEco-Rural da Pedra Aguda, que busca atrair para a região os adeptos do\neco-turismo, das caminhadas e montanhismo. A região está a 8 km de São\nPedro da Serra e a 12 km de Lumiar, tradicionais localidades turísticas\nda Serra Fluminense.",1]
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como parte integrante da Festa do Inhame 2007, evento folclórico promovido pelaPrefeitura de Bom Jardim, Associação de Produtores Rurais de Barra Alegre, Emater-Bom Jardim, Sebrae-Nova Friburgo e Sesc-Nova Friburgo.
O Painel descreve a geologia da região da Serra do Macabu, onde localiza-se o monumento geológico Pedra Aguda. As rochas da região guardam uma história geológica que começa a ser contada há quase 630 Milhões de anos atrás e que teve seu momento mais importante há cerca de 580 Milhões de anos, quando se formou a rocha denominada Granito Barra Alegre. As rochas da região têm sua origem na formação de um grande continente que existiu no passado da Terra denominado Gondwana, que se formou pela colisão de várias massas continentais e que quando se fragmentou, há 130 Milhões de anos atrás, deu origem ao nosso Oceano Atlântico,. Nestes processos, a pressão e temperatura são muito altas e ocorre a fusão de rochas, conforme ocorre hoje ocorre na cadeia dos Himalaias, onde a Índia está em colisão com a placa asiática. Ou seja, há centenas de milhões de anos atrás as rochas que vemos em Barra Alegre e Bom Jardim estavam se formando a dezenas de quilômetros de profundidade.
Durante este processo, as rochas da Pedra Aguda já existiam e ficaram submetidas a estas altas pressões e temperaturas. Com isto, foram muito modificadas, passando a serem denominadas de rochas metamórficas que, na região, correspondem a gnaisses e migmatitos, do qual a Pedra Aguda é um exemplar.
O Evento Folclórico Festa do Inhame se realiza na localidade de Santo Antônio, distrito de Barra Alegre, em Bom Jardim, entre os dias 24 e 26 de agosto e é uma iniciativa da Associação de Moradores, Produtores e Artesãos de Barra Alegre. Durante a Festa do Inhame será lançado o Circuito Turístico Eco-Rural da Pedra Aguda, que busca atrair para a região os adeptos do eco-turismo, das caminhadas e montanhismo. A região está a 8 km de São Pedro da Serra e a 12 km de Lumiar, tradicionais localidades turísticas da Serra Fluminense.
Estas placas, a 60a\ne 61a produzidas pelo Projeto Caminhos Geológicos do Estado do Rio de\nJaneiro, instaladas em 22 Municípios do Estado, é uma parceria do DRM-RJ com a fundação DER-RJ e Turisrio, Prefeitura de Bom Jardim, UFRJ\ Comunidade Local e foi elaborada pelos Geólogos Julio Cezar Mendes,\Patricia Teixeira, Gabriel Matos e Isabel Ludka (UFRJ), Ciro Ávila\(Museu Nacional) e Kátia Leite Mansur (Coordenadora do Projeto Caminhos\nGeológicos), Felipe Medeiros e Vítor Nascimento, do DRM-RJ.
Estas placas, a 60a e 61a produzidas pelo Projeto Caminhos Geológicos do Estado do Rio de Janeiro, instaladas em 22 Municípios do Estado, é uma parceria do DRM-RJ com a fundação DER-RJ e Turisrio, Prefeitura de Bom Jardim, UFRJ e Comunidade Local e foi elaborada pelos Geólogos Julio Cezar Mendes, Patricia Teixeira, Gabriel Matos e Isabel Ludka (UFRJ), Ciro Ávila (Museu Nacional) e Kátia Leite Mansur (Coordenadora do Projeto Caminhos Geológicos), Felipe Medeiros e Vítor Nascimento, do DRM-RJ.
O Projeto Caminhos Geológicos do Estado do Rio de Janeiro é iniciativa pioneira no Brasil, hoje replicada em estados como Paraná, Bahia e Rio Grande do Norte e em processo de instalação em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, entre outras iniciativas.

negociacoes ambientais
Prezado Cesar,
Pedimos, por gentileza, que divulgue para a sua base as informações sobre o Curso Gestão de Crises e Negociações Ambientais, ministrado por William Freire.
Agradecemos a atenção e nos colocamos a disposição.
Atenciosamente,
Juliana Cestaro de Souzajuliana@williamfreire.com.brWilliam Freire & Advogados AssociadosRua Paraíba, 476, 4º Andar, SavassiCEP: 30130-140Belo Horizonte/MGTel: 31 3261 7747 Fax: 31 3261 6745



Pedimos, por gentileza, que divulgue para a sua base as informações sobre o Curso Gestão de Crises e Negociações Ambientais, ministrado por William Freire.
Agradecemos a atenção e nos colocamos a disposição.
Atenciosamente,
Juliana Cestaro de Souzajuliana@williamfreire.com.brWilliam Freire & Advogados AssociadosRua Paraíba, 476, 4º Andar, SavassiCEP: 30130-140Belo Horizonte/MGTel: 31 3261 7747 Fax: 31 3261 6745



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NEGOCIAÇOES AMBIENTAIS
DIVISÃO TÉCNICA DE RECURSOS MINERAIS (DRM)
Prezado (a),
Nos dias 29, 30 e 31 do corrente mês, entre as 12 e as 20 horas, teremos eleições no nosso Clube de Engenharia, na sede social do Clube. Estas eleições se destinam à renovação do terço do Conselho Diretor e das direções das Divisões Técnicas.
Para a renovação do terço do Conselho Diretor, tenho a satisfação de apresentar-lhe a CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA, cuja constituição é apresentada em anexo, que tenho a honra de participar. Ela representa a união de eminentes profissionais, todos experientes e competentes em suas trajetórias pessoais, que virão contribuir para reforçar a posição da Engenharia no debate nacional sobre as questões que dizem respeito à melhoria da qualidade de vida da população e a redução das desigualdades sociais ainda existentes, consoante o programa cuja síntese é apresentada no mesmo anexo já referido.
A nossa CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA é integralmente apoiada pela atual diretoria que vem realizando uma virtuosa administração à frente do nosso Clube. Desde que foi eleita no pleito de um ano atrás, que por seu lado representa a continuação da liderança, há mais de vinte anos, do movimento que então elegeu a primeira Chapa Clube de Engenharia, cujas gestões têm sido vitoriosas por todo este tempo, merecendo por isto a confiança dos associados, que não têm faltado com o apoio e os votos. A vitória da nossa chapa representará um compromisso de prosseguir com renovado entusiasmo e novas idéias, que deverão alicerçar novas e importantes manifestações do Clube diante dos problemas da atual e futura conjuntura dos processos de desenvolvimento nacional e estadual.
Com estas credenciais, tomo a liberdade de pedir o teu voto para a nossa chapa como um todo. Se, contudo, esta não for a tua decisão, agradeceria ser pessoalmente merecedor do teu voto.
DIVISÃO TÉCNICA DE RECURSOS MINERAIS (DRM)
Tendo toda a vida profissional dedicada ao setor mineral (currículo anexo), convocado com outros companheiros, honrado aceitei participar da CHAPA MINERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, cuja constituição é apresentada em anexo, candidata à direção da DRM, que se propõe, dando continuidade à exitosa gestão que ora se encerra, a trabalhar, e muito, pelo setor mineral, propondo seminários, workshops, palestras e outras formas de avaliação e estudos de situações, através dos quais, vamos trazer para o Clube a presença e, por conseguinte, as contribuições dos órgãos e empresas ligados a este setor, tais como: DRM, DNPM, CPRM, SBG, SBGf, ABGE, ABAS, Sindicatos de Produtores, Sindicatos de trabalhadores etc.
Ao mesmo tempo em que o convido para trabalhar conosco nesta DRM a partir de setembro próximo, peço o teu voto para toda a nossa chapa.
Compareça às eleições e vote. O teu voto ajudará a definir os rumos do nosso Clube de Engenharia.
Grato(a) pela atenção.
Walter Rubens Hildebrand, Geólogo, MBA, Msc.
(Candidato a Conselheiro e à Chefia da Divisão Técnica de Recursos Minerais)
Nos dias 29, 30 e 31 do corrente mês, entre as 12 e as 20 horas, teremos eleições no nosso Clube de Engenharia, na sede social do Clube. Estas eleições se destinam à renovação do terço do Conselho Diretor e das direções das Divisões Técnicas.
Para a renovação do terço do Conselho Diretor, tenho a satisfação de apresentar-lhe a CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA, cuja constituição é apresentada em anexo, que tenho a honra de participar. Ela representa a união de eminentes profissionais, todos experientes e competentes em suas trajetórias pessoais, que virão contribuir para reforçar a posição da Engenharia no debate nacional sobre as questões que dizem respeito à melhoria da qualidade de vida da população e a redução das desigualdades sociais ainda existentes, consoante o programa cuja síntese é apresentada no mesmo anexo já referido.
A nossa CHAPA CLUBE DE ENGENHARIA é integralmente apoiada pela atual diretoria que vem realizando uma virtuosa administração à frente do nosso Clube. Desde que foi eleita no pleito de um ano atrás, que por seu lado representa a continuação da liderança, há mais de vinte anos, do movimento que então elegeu a primeira Chapa Clube de Engenharia, cujas gestões têm sido vitoriosas por todo este tempo, merecendo por isto a confiança dos associados, que não têm faltado com o apoio e os votos. A vitória da nossa chapa representará um compromisso de prosseguir com renovado entusiasmo e novas idéias, que deverão alicerçar novas e importantes manifestações do Clube diante dos problemas da atual e futura conjuntura dos processos de desenvolvimento nacional e estadual.
Com estas credenciais, tomo a liberdade de pedir o teu voto para a nossa chapa como um todo. Se, contudo, esta não for a tua decisão, agradeceria ser pessoalmente merecedor do teu voto.
DIVISÃO TÉCNICA DE RECURSOS MINERAIS (DRM)
Tendo toda a vida profissional dedicada ao setor mineral (currículo anexo), convocado com outros companheiros, honrado aceitei participar da CHAPA MINERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, cuja constituição é apresentada em anexo, candidata à direção da DRM, que se propõe, dando continuidade à exitosa gestão que ora se encerra, a trabalhar, e muito, pelo setor mineral, propondo seminários, workshops, palestras e outras formas de avaliação e estudos de situações, através dos quais, vamos trazer para o Clube a presença e, por conseguinte, as contribuições dos órgãos e empresas ligados a este setor, tais como: DRM, DNPM, CPRM, SBG, SBGf, ABGE, ABAS, Sindicatos de Produtores, Sindicatos de trabalhadores etc.
Ao mesmo tempo em que o convido para trabalhar conosco nesta DRM a partir de setembro próximo, peço o teu voto para toda a nossa chapa.
Compareça às eleições e vote. O teu voto ajudará a definir os rumos do nosso Clube de Engenharia.
Grato(a) pela atenção.
Walter Rubens Hildebrand, Geólogo, MBA, Msc.
(Candidato a Conselheiro e à Chefia da Divisão Técnica de Recursos Minerais)
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Gigantescos gasodutos trarão gás do Ártico ‘Canadense’
Autor/Fonte: Luis Olavo Dantas, junho/07.
Gigantescos gasodutos trarão gás do Ártico ‘Canadense’
Se você não sabe onde é o delta do rio Mackenzie, ou a área conhecida como North Slope, não se preocupe – pouca gente sabe. Se procurar no mapa, vai descobrir que estamos falando do litoral norte do Canadá e do Alaska, lugares dos menos habitáveis do planeta, no mar gelado do Ártico, sujeito a ventos polares, nada que valesse muito a pena até a descoberta de reservas de gás natural da ordem de centenas de bilhões de m³.No ano de 2000, comprovada a existência de gás em escala comercial no delta do Mackenzie, foi formado um grupo que inclui a Conoco Phillips, a Shell, a Exxon Mobil, a Imperial Oil, operadora do empreendimento, e a APG – Aboriginal Pipeline Group, que reúne os interesses de diversos povos originais do noroeste canadense.À medida que o projeto tomava forma, e eram conhecidas com mais detalhes as dificuldades do empreendimento, os custos estimados foram subindo, e os últimos números, anunciados pelos acionistas do Mackenzie Valley Pipeline (MVP), já chegam a mais de US$ 17 bilhões, dos quais cerca de metade para o desenvolvimento dos campos de gás no delta e outro tanto para o gasoduto.A linha principal proposta não é tão grande assim, são 1.200 km desde o Ártico canadense até a fronteira da província de Alberta. A capacidade do gasoduto seria de 34 milhões de m³/dia, da ordem de grandeza do Gasbol, mas as dificuldades construtivas do terreno gelado levam o custo para US$ 8,3 bilhões, a serem gastos até 2014, novo prazo estimado pelo operador Imperial Oil. O vulto dos investimentos está levando a outras idéias, como a que foi apresentada em maio passado em Houston, durante a OTC – Offshore Technology Conference, por um integrante do governo canadense. Ele propôs que as reservas do North Slope do Alaska, que têm problema semelhante (estão a milhares de quilômetros dos centros de consumo) sejam conduzidas no mesmo gasoduto norte-sul que as do Mackenzie, sendo neste caso ligadas à região produtora canadense por um gasoduto correndo na direção leste-oeste. Nesta opção, o gasoduto delta do Mackenzie – Alberta seria ampliado, talvez para 50 milhões de m³/dia ou mais. Apesar da aparência lógica da proposta, comenta a publicação especializada Oil & Gas Journal, a idéia canadense foi recebida com desagrado pelos representantes do Alaska, interessados nos benefícios para o desenvolvimento de seu estado com os bilhões que um gasoduto próprio proporcionaria. Além disso, há os interesses dos aborígenes canadenses que têm 33% do MVP, e de um grupo que até agora não aderiu e pode causar problemas de passagem na parte sul do gasoduto.Seja como for, a situação de abastecimento do mercado americano de gás natural forçará, a curto prazo, a monetização das reservas do Ártico, canadense ou americano. Como foi dito em Houston, a cada período de tempo crescem os custos do aço, equipamentos, mão de obra e demais insumos que deverão ser empregados, e a subida de preço do GNL (talvez a única alternativa americana fora destes grandes gasodutos) torna as decisões urgentes. “Temos que trazer este gás para o mercado”, disse o ministro canadense, e aí não houve vozes discordantes.
Gigantescos gasodutos trarão gás do Ártico ‘Canadense’
Se você não sabe onde é o delta do rio Mackenzie, ou a área conhecida como North Slope, não se preocupe – pouca gente sabe. Se procurar no mapa, vai descobrir que estamos falando do litoral norte do Canadá e do Alaska, lugares dos menos habitáveis do planeta, no mar gelado do Ártico, sujeito a ventos polares, nada que valesse muito a pena até a descoberta de reservas de gás natural da ordem de centenas de bilhões de m³.No ano de 2000, comprovada a existência de gás em escala comercial no delta do Mackenzie, foi formado um grupo que inclui a Conoco Phillips, a Shell, a Exxon Mobil, a Imperial Oil, operadora do empreendimento, e a APG – Aboriginal Pipeline Group, que reúne os interesses de diversos povos originais do noroeste canadense.À medida que o projeto tomava forma, e eram conhecidas com mais detalhes as dificuldades do empreendimento, os custos estimados foram subindo, e os últimos números, anunciados pelos acionistas do Mackenzie Valley Pipeline (MVP), já chegam a mais de US$ 17 bilhões, dos quais cerca de metade para o desenvolvimento dos campos de gás no delta e outro tanto para o gasoduto.A linha principal proposta não é tão grande assim, são 1.200 km desde o Ártico canadense até a fronteira da província de Alberta. A capacidade do gasoduto seria de 34 milhões de m³/dia, da ordem de grandeza do Gasbol, mas as dificuldades construtivas do terreno gelado levam o custo para US$ 8,3 bilhões, a serem gastos até 2014, novo prazo estimado pelo operador Imperial Oil. O vulto dos investimentos está levando a outras idéias, como a que foi apresentada em maio passado em Houston, durante a OTC – Offshore Technology Conference, por um integrante do governo canadense. Ele propôs que as reservas do North Slope do Alaska, que têm problema semelhante (estão a milhares de quilômetros dos centros de consumo) sejam conduzidas no mesmo gasoduto norte-sul que as do Mackenzie, sendo neste caso ligadas à região produtora canadense por um gasoduto correndo na direção leste-oeste. Nesta opção, o gasoduto delta do Mackenzie – Alberta seria ampliado, talvez para 50 milhões de m³/dia ou mais. Apesar da aparência lógica da proposta, comenta a publicação especializada Oil & Gas Journal, a idéia canadense foi recebida com desagrado pelos representantes do Alaska, interessados nos benefícios para o desenvolvimento de seu estado com os bilhões que um gasoduto próprio proporcionaria. Além disso, há os interesses dos aborígenes canadenses que têm 33% do MVP, e de um grupo que até agora não aderiu e pode causar problemas de passagem na parte sul do gasoduto.Seja como for, a situação de abastecimento do mercado americano de gás natural forçará, a curto prazo, a monetização das reservas do Ártico, canadense ou americano. Como foi dito em Houston, a cada período de tempo crescem os custos do aço, equipamentos, mão de obra e demais insumos que deverão ser empregados, e a subida de preço do GNL (talvez a única alternativa americana fora destes grandes gasodutos) torna as decisões urgentes. “Temos que trazer este gás para o mercado”, disse o ministro canadense, e aí não houve vozes discordantes.
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GASODUTOS
RJ: Estado adota reservas ambientais particulares23
RJ: Estado adota reservas ambientais particulares
23/08/2007 - 06h21min
Programa semelhante ao do Ibama permitirá que donos de terras criem áreas de preservação
Um dos programas do Ibama que deram certo e é responsável pela preservação de florestas em todo o Brasil será adotado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF). O governador Sérgio Cabral assinou decreto, que foi publicado no Diário Oficial de ontem, criando o programa Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O objetivo é dar incentivos estaduais para que os proprietários de terras destinem áreas para preservação permanente.
A RPPN é uma unidade de conservação de domínio privado, que deve ser criada por iniciativa do proprietário, desde que constatado o interesse público e com o objetivo de preservar a diversidade biológica.
As normas do decreto estadual estão de acordo com a Lei federal 9.985/00, que criou as RPPNs. Qualquer proprietário poderá se habilitar a transformar parte de sua propriedade em RPPN, bastando fazer um requerimento ao IEF. O instituto prestará serviço técnico gratuito para avaliar o interesse público em sua criação.
O município de Silva Jardim, onde fica a Reserva Biológica de Poço das Antas, que preserva o mico-leão-dourado, é o que tem o maior número de RPPNs no Brasil. São dez RPPNs legalizadas e outras 13 em fase final de aprovação no Ibama.
Proprietários têm que fiscalizar As áreas protegidas podem ser usadas para o desenvolvimento de atividades científicas, culturais, educacionais, recreativas e turísticas. A soltura de animais silvestres em RPPN só será permitida mediante autorização do órgão ambiental competente.
Já o proprietário do imóvel terá que assegurar a manutenção dos atributos ambientais da RPPN e sinalizar os seus limites, advertindo terceiros quanto à proibição de desmatamentos, queimadas, caça, pesca e captura de animais e quaisquer outos atos que afetem a integridade da unidade.
Fonte: Ecopress / Jornal O Globo.
23/08/2007 - 06h21min
Programa semelhante ao do Ibama permitirá que donos de terras criem áreas de preservação
Um dos programas do Ibama que deram certo e é responsável pela preservação de florestas em todo o Brasil será adotado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF). O governador Sérgio Cabral assinou decreto, que foi publicado no Diário Oficial de ontem, criando o programa Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O objetivo é dar incentivos estaduais para que os proprietários de terras destinem áreas para preservação permanente.
A RPPN é uma unidade de conservação de domínio privado, que deve ser criada por iniciativa do proprietário, desde que constatado o interesse público e com o objetivo de preservar a diversidade biológica.
As normas do decreto estadual estão de acordo com a Lei federal 9.985/00, que criou as RPPNs. Qualquer proprietário poderá se habilitar a transformar parte de sua propriedade em RPPN, bastando fazer um requerimento ao IEF. O instituto prestará serviço técnico gratuito para avaliar o interesse público em sua criação.
O município de Silva Jardim, onde fica a Reserva Biológica de Poço das Antas, que preserva o mico-leão-dourado, é o que tem o maior número de RPPNs no Brasil. São dez RPPNs legalizadas e outras 13 em fase final de aprovação no Ibama.
Proprietários têm que fiscalizar As áreas protegidas podem ser usadas para o desenvolvimento de atividades científicas, culturais, educacionais, recreativas e turísticas. A soltura de animais silvestres em RPPN só será permitida mediante autorização do órgão ambiental competente.
Já o proprietário do imóvel terá que assegurar a manutenção dos atributos ambientais da RPPN e sinalizar os seus limites, advertindo terceiros quanto à proibição de desmatamentos, queimadas, caça, pesca e captura de animais e quaisquer outos atos que afetem a integridade da unidade.
Fonte: Ecopress / Jornal O Globo.
Encontrado pedaço mais antigo da crosta terrestre
Quinta, 23 de agosto de 2007, 08h03 Atualizada às 08h13
Encontrado pedaço mais antigo da crosta terrestre
Diamantes com idade quase igual a da Terra (4,5 bilhões de anos) foram encontrados no oeste da Austrália. Com 4 bilhões de anos, eles são os fragmentos mais antigos da crosta terrestre identificados até o momento. Segundo um estudo publicado na revista Nature, as pedras preciosas podem indicar dados inéditos sobre a evolução do planeta.
Os diamantes foram encontrados dentro de cristais de silicato de zircônio, um material raro e pequeno (tem apenas 0,3 mm). Além disso, são duros e relativamente resistentes à fusão, características que indicam a retenção de pistas importantes sobre eventos ocorridos na crosta e no manto da Terra. Estudos sobre esses cristais sugerem que a Terra pode ter esfriado muito mais rápido do que se imaginava.
A descoberta dos diamantes foi realizada pela equipe liderada por Martina Menneken, do Instituto de Mineralogia da Universidade Wilhelms da Vestfália, na Alemanha. O grupo estava estudando resíduos minerais contidos nos cristais de zirconita e descobriu que alguns deles continham pequenos diamantes. O silicato foi datado utilizando urânio e alguns isótopos principais, segundo a Agência Fapesp.
A conclusão foi que os diamantes tinham mais de 4 bilhões de anos - quase 1 bilhão de anos mais velho do que o diamante terrestre mais antigo conhecido até então. As descobertas, segundo os cientistas, indicam que havia, há pelo menos 4,25 bilhões de anos, uma crosta continental relativamente grossa e uma interação crosta-manto.
Encontrado pedaço mais antigo da crosta terrestre
Diamantes com idade quase igual a da Terra (4,5 bilhões de anos) foram encontrados no oeste da Austrália. Com 4 bilhões de anos, eles são os fragmentos mais antigos da crosta terrestre identificados até o momento. Segundo um estudo publicado na revista Nature, as pedras preciosas podem indicar dados inéditos sobre a evolução do planeta.
Os diamantes foram encontrados dentro de cristais de silicato de zircônio, um material raro e pequeno (tem apenas 0,3 mm). Além disso, são duros e relativamente resistentes à fusão, características que indicam a retenção de pistas importantes sobre eventos ocorridos na crosta e no manto da Terra. Estudos sobre esses cristais sugerem que a Terra pode ter esfriado muito mais rápido do que se imaginava.
A descoberta dos diamantes foi realizada pela equipe liderada por Martina Menneken, do Instituto de Mineralogia da Universidade Wilhelms da Vestfália, na Alemanha. O grupo estava estudando resíduos minerais contidos nos cristais de zirconita e descobriu que alguns deles continham pequenos diamantes. O silicato foi datado utilizando urânio e alguns isótopos principais, segundo a Agência Fapesp.
A conclusão foi que os diamantes tinham mais de 4 bilhões de anos - quase 1 bilhão de anos mais velho do que o diamante terrestre mais antigo conhecido até então. As descobertas, segundo os cientistas, indicam que havia, há pelo menos 4,25 bilhões de anos, uma crosta continental relativamente grossa e uma interação crosta-manto.
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